Icterícia: Saiba Mais sobre a Condição que Afetou os Bebês de Beyoncé

Não é uma doença que mantêm no hospital os filhos da cantora Beyoncé, nascidos na semana passada. Os gêmeos, de acordo com o site americano TMZ, estão com icterícia, uma condição que indica que o fígado não processa a bilirrubina, um composto produzido no sangue.

Mas a icterícia é comum? Qual é o seu tratamento? Dra. Mônica Carceles, neonatologista da Pro Matre Paulista, respondeu a estas questões, em entrevista ao portal UOL.

“Bebês produzem mais icterícia do que adultos e como nascem com o fígado imaturo é grande a chance de terem icterícia, 70% dos recém-nascidos manifestam o problema,” tranquiliza a especialista, que explica, a forma mais comum é a icterícia fisiológica, que se manifesta no segundo dia de vida do bebê.

Agora, se o bebê for prematuro, com o fígado ainda mais imaturo, o problema costuma ser mais intenso, alerta Mônica, que lembra que a icterícia pode ocorrer ainda por incompatibilidade sanguínea entre mãe e filho.

Geralmente não é necessário nenhum tratamento, já que os níveis de bilirrubina começam a cair poucos dias depois. No entanto, se os índices do composto estiverem muito altos na criança, a médica recomenda a fototerapia, que deve ser feita no hospital. “O bebê precisa de intervenção porque o composto pode impregnar em determinadas áreas do cérebro e provocar danos neurológicos.”

E o problema não atinge apenas recém-nascidos, a neonatologista conta que a icterícia ocorre em adultos com hepatite ou deficiência da enzima G6PD, e neste caso é preciso aguardar que o corpo se estabilize por conta própria, mas “além da coloração amarelada da pele, não haverá outras consequências,” afirma.

Para saber mais sobre o tema, clique aqui e leia a reportagem completa do UOL.

A papinha do bebê: cuidados na hora do preparo

Preparar a papinha do bebê é um momento de muito cuidado, pois a alimentação adequada é essencial para que seu bebê cresça saudável. Dúvida recorrente entre as mamães, a preparação da papinha requer muita atenção, por isso esclarecemos algumas questões com a nossa nutricionista, Luciana da Costa.

A temperatura ideal

Na hora de testar a temperatura, o ideal é que seja utilizado o antebraço como referência, pois é uma região do corpo sensível ao calor, verificando assim se a papinha está na temperatura adequada. “A papinha do bebê não deve ser ofertada muito quente, pois a pele e as mucosas do bebê são bem sensíveis”, explica a nutricionista.

Cuidado com o excesso de açúcar e tempero

Se o bebê não está comendo, adoçar a comida também não é uma boa ideia, o que torna importante investir nas frutas na hora de preparar a papinha. “O consumo de açúcar não é recomendado até os dois anos de idade. As frutas e leite já possuem açúcar naturalmente em sua composição, por isso não há necessidade de adoçar as bebidas e frutas do bebê. A mistura de duas ou mais frutas pode realçar o sabor adocicado das frutas”, Luciana orienta.

A nutricionista também citou quais temperos devem ser evitados na alimentação do bebê. “Temperos e molhos industrializados não devem ser utilizados. Os temperos naturais podem ser acrescentados para melhorar a aceitação das refeições (alho, cebola, salsa, cebolinha)”.

Alergias alimentares

Ficar atento às possíveis alergias alimentares do bebê também é importante, principalmente as mais comuns. “A alergia ao leite de vaca é uma das alergias mais comuns em bebês, por isso ele não deve ser introduzido na alimentação precocemente e sem acompanhamento médico e/ou nutricionista”.

Orientações gerais

Siga mais algumas instruções para preparar a papinha do bebê, com indicação da nutricionista:

- Até os seis meses de vida, o único alimento que o bebê deve ingerir é o leite materno. Após essa idade, o aleitamento passa a não ser mais suficiente para garantir todos os nutrientes de que o bebê precisa, e essa é a hora de introduzir as papinhas;

- Ao preparar a papinha, em vez de bater os alimentos no processador, prefira amassá-los com o garfo, para estimular a mastigação;

- Comece com as frutas testando uma de cada vez, pois, às vezes, isso pode dar alguma alteração no intestino do bebê. Se você der muitas frutas de uma vez só, pode não perceber o que caiu bem para ele;

- Evite o morango: para cultivá-lo, geralmente, usa-se muito agrotóxicos e outras substâncias. É um alimento que pode provocar muita alergia;

- Depois do sétimo mês, chega a hora de introduzir a papinha salgada na dieta do bebê. Ela deve ser composta de legumes cozidos, respeitando os grupos alimentares;

- Atenção a alguns alimentos específicos: o peixe não é recomendado e a clara de ovo só a partir do 10º mês, pois ambos alimentos possuem potencial alergênico. O mel só se deve oferecer depois do primeiro ano.

Festas Juninas: O Que as Gestantes Podem Comer?

Chegou a época do ano das quermesses, arraiais, das festas de São João, de muita quadrilha, dança, música, alegria e guloseimas deliciosas!

As gestantes precisam ficar de fora da festa? Claro que não! Mas devem se lembrar que tudo o que fazem pode afetar o bebê.

Por isso, buscamos orientações com Luciana da Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista.

Existem comidas típicas que devem ser evitadas por mulheres grávidas? Luciana responde que os alimentos servidos nas festas juninas podem ser consumidos sem distinção (canjica, pinhão, milho, maçã do amor, pipoca, arroz doce, cuscuz). “Deve-se tomar cuidado apenas com as bebidas típicas (quentão e vinho quente),” alerta, já que possuem álcool.

Portanto, não há restrições com relação aos alimentos. Mas, existe algum risco no caso da gestante exagerar no consumo das delícias? 

“Apesar de todos os alimentos serem liberados, o consumo com moderação é sempre indicado,” recomenda a nutricionista, “principalmente em relação aos doces.”

“O consumo excessivo pode levar ao ganho de peso excessivo, doenças metabólicas e consequente parto prematuro,” afirma a especialista.

Então, não se preocupe. Festas Juninas estão liberadas! Divirta-se, evite as bebidas alcoólicas e coma, mas sem exageros.

Anestesia no Parto: Respostas para Dúvidas Comuns

O momento mais aguardado, o do nascimento do bebê, também deixa a mulher ansiosa por causa das dores. Para confortá-las nesse momento, existem alguns tipos de anestesia que diminuem a sensibilidade e a mobilidade dolorosa.

Algumas dúvidas sobre o assunto são comuns entre as futuras mamães, por isso, o site Bebê.com entrevistou o Dr. Alberto Vasconcellos, anestesiologista da Pro Matre Paulista.

Ele explica, por exemplo, que existe diferença entre a anestesia para a cesárea e a analgesia aplicada para o parto normal. “Quando fazemos anestesia para cesárea, precisamos do alívio total da dor e do relaxamento da musculatura da região abdominal para facilitar o acesso do obstetra. Agora, quando fazemos uma analgesia, a paciente vai continuar sentindo as contrações uterinas, mas sem ter dor – o que pode, inclusive, facilitar a condução do trabalho de parto.”

O especialista esclareceu também que não existe dilatação mínima para aplicação da analgesia. “O fator predominante é a mãe: ela que determina se está com dor ou não”. A indicação do obstetra também é importante, se ele achar que a analgesia pode facilitar o relaxamento da pelve.

E o bebê? Sente os efeitos da anestesia ou analgesia? Não, afirma Dr. Alberto. “Quando fazemos a anestesia peridural ou combinada – raqui e peridural – o anestésico é injetado na mãe. Se passar um pouco (para a criança) não tem nenhum efeito importante. Na anestesia geral já é diferente, mas geralmente as crianças nascem bem.”

Para partos normais, a analgesia mais comum é a associação da raqui com a peridural, conta o anestesiologista. “Na cesárea nós fazemos mais raqui, que tem um efeito mais rápido e tecnicamente é mais fácil,” explica. Raqui e peridural são aplicadas na região dorsal, entre as vértebras.

A analgesia não bloqueia a vontade de fazer força, o que dificultaria o trabalho de parto, conta Alberto. “A grávida vai sentir o útero contrair, mas sem ter dor e esse é o objetivo.”

E reações adversas? “Cerca de 70 a 80% das medicações que utilizamos no parto dão coceira no abdômen, braços, mamas e rosto,” diz o especialista, que tranquiliza: “se estiver causando muito incômodo, conseguimos reverter a situação”. Tremores podem ocorrer, mas por fatores como ansiedade, stress e a temperatura da sala. Náuseas, por outro lado, são menos comuns, pois existe o cuidado de pedir que a paciente fique em jejum.

Após o parto, quanto tempo demora para passar o efeito da anestesia? “Para a cesárea acaba durando cerca de duas horas e meia, três horas. A analgesia para parto normal também dura mais ou menos esse tempo,” afirma o anestesiologista.

A anestesia geral, com anestésico injetado na corrente sanguínea, faz com que a mulher perca a consciência, sendo entubada e a medicação passa para o bebê pela placenta. Nesse caso, a cesárea deve ser feita com rapidez. Ela só é feita “quando a paciente tem uma patologia importante, como problemas cardíacos ou de coagulação”, recomenda Alberto que lembra, “temos que estudar cada caso separadamente e conversar com o médico que a acompanha.”

Para saber mais informações sobre o tema, clique aqui e leia a reportagem completa do Bebê.com.br.

Amamentação: Quais São as Melhores Posições?

Muitas mães de primeira viagem têm muitas dúvidas a respeito dos cuidados com o recém-nascido. Algumas destas perguntas são relacionadas a amamentação. Existe uma posição correta? Como dar de mamar a gêmeos?

O site Pequeno Gourmet conversou com a Dra. Letícia Corrêa, pediatra da Pro Matre Paulista, que deu várias orientações sobre aleitamento materno.

Existem quatro posições recomendadas para a facilitar a alimentação do bebê e torná-la um ato prazeroso, confortável para a mãe. Por isso, poltrona e almofadas, para um apoio correto nas costas e braços, são importantes. Outra coisa que não deve ser esquecida, de acordo com a especialista, é o contato visual. A mãe deve olhar o bebê durante a amamentação, para aumentar o vínculo entre eles.

As melhores posições para amamentar são: tradicional (de frente, barriga com barriga, com o bebê), que facilita para ver se a pega está certa; invertida (apoiando a cabeça do bebê com as mãos e colocando as perninhas por baixo da sua axila), que facilita a pega em mães com mamas grandes; cavaleiro (bebê sentado com as pernas abertas sobre sua coxa), boa para crianças que dormem durante a alimentação; deitada (de lado, com as pernas meio dobradas, com cabeça e costas apoiadas no travesseiro, sustente o pescoço e o tronco do bebê com o braço. Com a outra mão, faça uma prega em forma de “C” para que o bebê abocanhe a aréola de baixo para cima, com o queixo encostado no peito).

E as mamães de gêmeos, como devem fazer? Dra. Letícia recomenda amamentar os filhos ao mesmo tempo, para saciar a fome dos dois e liberar um tempo a mais de descanso para a mãe. A posição indicada é com as duas crianças de frente, passando uma por cima da outra. A mulher também pode optar por variações como colocar um dos filhos na posição invertida e o outro de frente, com as pernas dos dois voltadas para o mesmo lado.

Para ver ilustrações das posições, clique aqui e leia a reportagem completa da Pequeno Gourmet.

Dia da Imunização: Conheça os serviços que a Pro Matre disponibiliza para proteger sua saúde

Dia 09 de junho é o Dia Nacional da Imunização, data criada para lembrar a todos nós da importância da vacinação. Com ela protegemos não apenas nosso corpo, mas também o de nossa família, amigos, colegas… pessoas que podem estar expostas a doenças transmissíveis pelo ar, por exemplo.

Graças às campanhas de vacinação nacionais, o Brasil conseguiu erradicar doenças como a varíola e a poliomielite.

A Pro Matre Paulista dá a devida importância à vacinação disponibilizando um Centro de Imunização para proteger toda a família, com tecnologia e infraestrutura necessárias para o armazenamento e conservação dos materiais, além do atendimento especializado feito por infectologistas, pediatras, enfermeiras e técnicos de enfermagem.

Além disso, contamos com um Serviço de Imunização em Situações Especiais, sob a supervisão da Dra. Lily Yin Weckx (Professora Associada da Disciplina de Infectologia Pediátrica do Departamento de Pediatria da Unifesp), para pacientes oncológicos, transplantados, reumatológicos e que fazem uso de medicamentos imunossupressores.

Para sua total segurança, nenhum paciente recebe vacina antes de ser avaliado por um médico e verificado os possíveis efeitos colaterais e adversos.

As duas unidades do Centro de Imunização Pro Matre Paulista localizam-se nos bairros do Paraíso (Rua Cincinato Braga, 37, 2º andar – Telefones: (11) 3284-8824 e (11) 3287-5000) e Ibirapuera (Av. República do Líbano, 900 – Telefones: (11) 3887-6950 e (11) 3052-5031).

Clique aqui, confira mais informações e a lista de vacinas disponíveis.

Recém-nascido caminhando: É possível?

Um vídeo publicado no Facebook viralizou por mostrar algo inusitado: um bebê recém-nascido que parece caminhar. Mas isso é possível? É comum? Dra. Monica Carceles, neonatologista da Pro Matre Paulista, respondeu ao site Bebê.com.br.

A médica explica que a criança não está realmente caminhando: “Esse é um reflexo encontrado em todos os bebês que nascem no tempo certo e são saudáveis. Se você segurar o recém-nascido em pé e encostar o seu pezinho em um apoio, ele automaticamente faz esse movimento: dobra a perna, estica a outra e parece que está andando”.

Trata-se de um dos reflexos primitivos que todos os bebês têm ao nascer, outros são a sucção e o ato de segurar o dedo de um adulto. “Também tem outro reflexo que se chama ‘moro’, que parece que o bebê leva um susto. É uma reação dele a um ruído ou movimento brusco e ele abre os braços e fecha,” conta Dra. Monica, que lembra que estes reflexos geralmente desaparecem depois dos três meses de vida.

Para saber mais sobre o assunto e ver o vídeo, clique aqui e leia a reportagem completa no site Bebê.com.

Baby Blues e Depressão Pós-Parto: Conheça as diferenças

Você sabe o que é Baby Blues? E Depressão Pós-Parto? Apesar de gerar confusão às vezes, tratam-se de duas condições diferentes.

O Baby Blues é uma melancolia pós-parto que surge e some sem maiores complicações, no primeiro mês depois do nascimento durando entre duas semanas e 30 dias, conforme explica a psicóloga da Pro Matre Paulista, Mariana Bonsaver: “além das alterações hormonais, ele também está relacionado com questões emocionais como, por exemplo, se a gestação foi muito idealizada, se a mãe está com medo de dar conta da situação, se o bebê chora bastante.”

Já a Depressão Pós-Parto difere-se do Baby Blues pela intensidade dos sintomas, não pelo tempo de duração. Dificuldade para dormir e comer, choro muito frequente, falta de interesse no bebê e em atividades que a mulher tinha prazer em fazer. Como conta a especialista, o impacto é forte ao ponto de criar uma confusão de sentimentos. “Ao mesmo tempo em que ela está feliz, que tem um vínculo com o bebê, sente ansiedade, tristeza e vontade de chorar sem motivo.”

Alguns fatores podem aumentar as chances da mulher enfrentar essas condições: se ela já enfrentou transtornos psiquiátricos ao longo da vida ou algum problema emocional durante a gravidez, é importante que isso seja comunicado ao obstetra para buscar acompanhamento adequado antes do parto. “O que temos que ficar de olho é se a mãe teve alguma dificuldade mais acentuada durante a gestação, como a falta do apoio da família em alguns momentos complicados,” exemplifica a psicóloga.

Dicas importantes para lidar com a situação

“No baby blues, geralmente orientamos os pais a buscarem um psiquiatra para que tenha uma avaliação inicial, mas não necessariamente a mulher precisará desse acompanhamento”, diz Mariana.

Cada caso é um caso e deve ser avaliado especificamente por um especialista. Em caso de depressão, remédios que passam menos substâncias para o leite materno podem ser prescritos.

E o apoio é fundamental. Toda gestante precisa contar com uma rede de pessoas que a entendam e a situação pela qual passa. “É importante não julgar. Não falar coisas do tipo: ‘isto é besteira’, ‘por que você está assim? Você tem que estar feliz’ porque é algo que a mulher não controla. Evitar também cobranças, julgamentos, comparações com outras pessoas e situações”, reforça a especialista.

Por fim, tenha paciência com você. Cobranças internas não ajudam. “A mãe tem uma tendência a se julgar: ‘por que eu estou assim? acabei de ter um bebê, tenho que amamentar e ser uma ótima mãe’. Eu acho importante elas não exigirem tanto até mesmo porque ninguém fala a respeito desses sentimentos negativos que podem aparecer com a maternidade. Elas têm que dar tempo para elas mesmas para que possam se organizar, se conhecer nesse novo papel e, até mesmo se têm outros filhos, acertar a rotina em casa”, orienta Mariana.

Saiba mais sobre o assunto. Clique aqui e leia a matéria completa do site Bebê.com.br.

Gripes e Resfriados – Quais os riscos para Gestantes?

Com o clima do outono e inverno aumenta a exposição das gestantes a vírus causadores de gripes e resfriados. Por isso, nossa infectologista, Dra. Rosana Richtmann responde a algumas dúvidas frequentes sobre o tema.

“As gestantes possuem um maior risco de apresentar quadro mais grave relacionado ao vírus influenza, vírus da gripe. A gripe, diferente do resfriado comum, costuma começar com febre de início abrupto, elevada, acompanhada de dor no corpo e dor de cabeça”, explica. “Nas gestantes, pode levar a um comprometimento respiratório, sendo por vezes necessária internação hospitalar. A gestante com infecção pelo vírus influenza ainda pode apresentar trabalho de parto antes do previsto e consequente parto prematuro,” alerta a médica.

Para o tratamento, Dra. Rosana recomenda: “o vírus influenza deverá ser diagnosticado e felizmente temos um antiviral específico e eficaz contra este vírus. O importante é fazer o diagnóstico precoce, pois a eficácia do tratamento é maior se iniciado em até 48 horas do início do quadro clínico.”

E a vacina contra a gripe, a gestante pode tomar? “A gestante pode e deve receber a vacina contra a gripe, em qualquer fase da gestação, com dupla finalidade: proteção própria contra quadros graves; proteção do futuro bebê, por passagem transplacentária de anticorpos para o feto, e assim, protegendo-o nos seus primeiros meses de vida,” diz a especialista, que adverte: “vale lembrar que os bebês só podem receber a vacina contra gripe, a partir de seis meses de vida. Assim, você gestante, seja consciente e vacine-se contra a gripe!”

VSR: Saiba mais sobre o Vírus Sincicial Respiratório

Provavelmente, você já deve ter ouvido falar dessa sigla. Mas o que é o VSR e quais são os seus sintomas? Buscamos respostas com a Dra. Rosana Richtmann, infectologista da Pro Matre Paulista.

“VSR é a sigla do Vírus Sincicial Respiratório, que é um vírus muito frequente nos bebês e crianças pequenas, especialmente nas crianças com menos de 2 anos de idade, e que pode causar infecção do trato respiratório inferior (que inclui traqueia, pulmões e brônquios), levando a pneumonia e bronquiolite,” explica a especialista, que complementa: “a infecção pelo VSR pode levar a falta de ar e chiado, por vezes necessitando de internação hospitalar.”

O vírus é comum, lembra a médica. “Estima-se que praticamente todas as crianças serão infectadas por este vírus até atingir os 3 anos de idade,” conta, lembrando que existem crianças que necessitam de cuidados maiores. “Os prematuros, crianças com doença cardíaca e portadores de doença pulmonar crônica apresentam maior risco de desenvolver quadro mais grave relacionado ao VSR.”

E como uma criança pode contrair o vírus? “Este vírus é transmitido por gotículas respiratórias e secreções de uma pessoa infectada, e a contaminação se dá ao espirrar, tossir ou falar muito perto. O VSR pode sobreviver em superfícies por algumas horas, daí a importância de higiene das mãos e do ambiente,” explica a Dra. Rosana que adverte, “a circulação do VSR é maior durante os meses de março a julho, especialmente nas regiões sul e sudeste do país.”

“Não existe tratamento específico para este vírus, assim, o fundamental é a prevenção,” alerta a infectologista. “Algumas recomendações são importantes: evite aglomerações de pessoas, evite que seu filho tenha contato com fumaça de cigarro, ou que tenha contato com pessoas resfriadas ou com ‘gripe’. O aleitamento materno é fundamental para proteger os bebês.”