Páscoa: Gestante e lactante pode ou não abusar do chocolate?

Para muita gente é impossível passar a Páscoa sem se deliciar com um ou vários ovos de chocolate. Mas, o consumo exagerado da guloseima pode fazer mal para gestantes e para recém-nascidos através do leite materno?

Quem responde é Luciana Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista.

O recomendado é a moderação. É preciso tomar cuidado ao ingerir esse alimento. Durante a gestação, a maior preocupação é com o ganho de peso, que pode trazer complicações sérias como o diabetes gestacional e a hipertensão.

Já no período de amamentação, a preocupação é que algumas substâncias do chocolate podem passar para o leite. “Você pode comer desde que seja uma quantidade pequena e não uma barra inteira de chocolate,” explica a especialista, que alerta: “tem casos muito extremos em que o bebê tem alergia ao leite materno depois que a mãe comeu chocolate”.

O leite materno é muito sensível e a mãe precisa ter o cuidado de tirar de sua dieta todos os alimentos que podem causar alergia à criança. O chocolate, Luciana recomenda, só deve ser inserido na alimentação do bebê após o primeiro ano. “É a época de maior atenção em relação à alimentação”, reforça a nutricionista.

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Pro Matre disponibiliza novo serviço para pacientes em situações especiais em seu Centro de Imunização

Pessoas com situações clínicas especiais, que exigem mais cuidados, como pacientes oncológicos, transplantados, reumatológicos e que fazem uso de medicamentos imunossupressores, agora dispõem de atendimento especial no Centro de Imunização Pro Matre. O novo serviço é dedicado especificamente a situações que necessitam de uma orientação e atendimento diferenciados para imunização.

É o que explica o Dr. Francisco Giannattasio, médico do Centro de Imunização: “Hoje temos muitos pacientes com condições clínicas bem específicas e eles necessitam de uma orientação e imunização diferenciadas. Eles são mais suscetíveis a doenças, por isso, é importante tirar suas dúvidas, checar quais vacinas podem receber ou não, qual o melhor momento para vacinação e analisar todos os detalhes do seu caso. O atendimento para este tipo de paciente precisa ser feito com outro olhar.”

O conceito inovador do Centro de Imunização, com seu atendimento personalizado, observando as necessidades de cada paciente e atuando para orientá-lo, é coordenado pela Dra. Lily Yin Weckx, referência na área de imunizações.

Saiba mais sobre o serviço, disponível às quintas-feiras, no período da tarde, mediante agendamento prévio, pelos telefones (11) 3287-5000 e (11) 3284-8824 ou pelo site www.vacinapromatre.com.br .

Conversas com o bebê, antes e depois do parto

Falar com a criança, ainda no ventre, é comum. Há até quem ache estranho essas conversas ou utilizar-se de um tom de voz infantil nessa comunicação. Mas trata-se de uma forma de ampliar o elo natural entre mãe e bebê; de expressar afeto, amor.

É o que explica a psicóloga da Pro Matre Paulista, Mariana Bonsaver: “este diálogo é extremamente importante para o desenvolvimento cognitivo e afetivo do bebê”.

Mas será que a criança compreende alguma coisa? “Por volta das 25 semanas, o bebê, ainda na barriga da mãe, consegue ouvir e identificar vibrações da voz e sensações; assim, ele passa a reconhecer a voz dos pais e o vínculo vai se fortalecendo a partir do sentimento de segurança e de amor gerados pelas sensações passadas pela mãe. Por mais que o bebê ainda no útero, ou o recém-nascido, ainda não compreenda as palavras ditas, conversar com ele estimula o desenvolvimento cognitivo e o prepara para decodificar e compreender a linguagem utilizada,” detalha a especialista.

E faz sentido mudar o tom de voz ao falarmos com um bebê? “Também é importante, pois isso cria uma sintonia entre os pais e o bebê, ajudando a melhorar a conexão com o interlocutor. Esse tipo de fala é conhecido como ‘motherese’ (como se fosse uma forma de se comunicar específica das mães), que ajuda a prender a atenção do bebê e auxilia no desenvolvimento da linguagem,” conta Mariana.

Muitos pais devem se perguntar: existe um jeito ideal de se comunicar com a criança? A psicóloga responde: “Os adultos podem fazer perguntas e esperar reações do bebê para, assim, estimular a interação. Aumentar a gama de palavras utilizadas incentiva o aprendizado e aumenta o vocabulário do bebê. Utilizar da comunicação não-verbal, através de gestos e expressões também é fundamental. Trocar olhares com o bebê, abraçar e beijá-lo ajudam a reforçar o vínculo afetivo.”

Parto Prematuro: quais os principais fatores?

Muitos fatores podem causar nascimentos prematuros. Da idade da mulher a patologias uterinas. A obstetra da Pro Matre Paulista, Dra. Priscila Cury, enumera alguns.

  • Patologias uterinas: “malformações uterinas, miomas, colo do útero curto são alguns fatores anatômicos que podem levar à prematuridade,” explica a médica, que lembra que a ultrassonografia é um método auxiliar no diagnóstico em grande parte dos casos. “O diagnóstico precoce associado ao repouso e, eventualmente o uso da progesterona auxiliam na manutenção da gestação em casos selecionados,” completa.

  • Infecções maternas: “uma simples cárie; infecção urinária ou qualquer infecção materna pode ser responsável por desencadear o trabalho de parto,” alerta Dra. Priscila.

  • Hipertensão: “quando controlada, assistida por um pré-natal criterioso, pode não apresentar riscos. Porém, quando descontrolada, pode levar a antecipação do parto,” diz a obstetra, que alerta, mesmo mulheres com histórico de pressão normal podem sofrer de hipertensão durante a gestação.

  • Localização da placenta: “em alguns casos, ela pode estar inserida em cima do colo uterino,” explica Dra. Priscila. Isso pode desencadear sangramento e levar ao parto prematuro.

  • Idade materna: “as mulheres em idade avançada estão mais expostas a patologias tanto maternas (diabetes, hipertensão) como uterinas (miomatose), que podem ser responsáveis na antecipação do parto. As adolescentes também são grupo de risco para prematuridade,” explica a doutora.

Além disso, o nascimento prematuro pode ser desencadeado por fatores como gestações múltiplas e má formação fetal. Mas o maior fator, afirma a obstetra, é a gestante apresentar um parto prematuro anterior. “A chance é de duas a três vezes maior em gestantes com esse histórico. Se esse é seu caso, redobre a atenção,” recomenda Dra. Priscila.

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Gêmeos “parasitas”: O que são?

A notícia de um bebê da Costa do Marfim, a pequena Dominique (foto), de 10 meses, que foi submetida a uma cirurgia de seis horas no Advocate Children’s Hospital de Illinois, EUA, voltou a chamar a atenção do mundo para uma condição rara conhecida como “gêmeo parasita”.

Dominique nasceu com duas espinhas e um par de pernas e pés a mais, isso porque ela deveria ter um irmão gêmeo, que acabou não se desenvolvendo durante a gestação e se fundiu ao corpo da menina.

A geneticista da Pro Matre Paulista, Dra Mirlene Cernach, explica: “essas alterações são distúrbios de gemelaridade e acontecem quando existe alguma falha durante a separação das células, que acontece comumente durante a segunda e a terceira semana de gestação. A separação acaba sendo incompleta e pode gerar o caso citado”.

O portal Bebe.com. traz mais informações sobre Dominique e sua condição. Clique aqui e leia a reportagem completa.

Síndrome de Down: Informação é fundamental

Uma alteração genética é o que caracteriza a Síndrome de Down, que exige cuidados com a saúde, mas permite que seus portadores tenham vidas ativas, graças à informação e orientação corretas aos pais.

Desde o pré-natal, assim que a síndrome for detectada, é importante que os pais recebam a assistência de especialistas, que esclarecerão dúvidas e acabarão com mitos envolvendo o Down, tranquilizando-os para que o desenvolvimento da criança, desde a gestação, ocorra da melhor forma.

Após o nascimento, existem entidades que podem auxiliar no tratamento. Em São Paulo, pais podem procurar orientação na APAE (r. Loefgreen, 2109, V. Clementino; av. Horácio Lafer, 540, Itaim Bibi); ou na ABRACE – Associação Brasileira Para Adolescente e a Criança Especial (r. Princesa Isabel, 548, Brooklin).

Pré-natal: o que acontece na primeira consulta?

O pré-natal significa segurança para a mãe e para o bebê, mas algumas mulheres, por diversos motivos, acabam deixando o acompanhamento médico em segundo plano.

“Sem pré-natal a gestante está expondo a si mesma e a saúde do bebê a inúmeros riscos,” afirma a Dra. Priscila Cury, obstetra da Pro Matre Paulista.

A falta de informação certamente é uma das razões que levam grávidas a evitar o pré-natal. Por isso, a médica lista os procedimentos da primeira consulta: “conhece a gestante, confirma a gravidez, calcula a data provável do parto, levanta o histórico de saúde, antecedentes familiares e fatores de risco que a mãe está exposta. Realiza exame físico e obstetrício, avaliação do peso e da pressão arterial. Efetua a solicitação dos primeiros exames laboratoriais e ultrassonográficos. Faz orientações alimentares, hábitos e suplementação vitamínica”.

De acordo com recomendação do Ministério da Saúde, as gestantes devem fazer pelo menos seis consultas para um pré-natal saudável. Já Dra. Priscila diz que “o ideal é que elas sejam mensais até a trigésima segunda semana, quinzenais após esse período e semanais após a trigésima sexta semana”.

Conheça a salada que promete ajudar a induzir o parto

Existe um restaurante na Califórnia, Estados Unidos, que há mais de duas décadas serve uma salada que, dizem, ajuda a induzir o parto. Ninguém nunca comprovou o fato, mas dezenas de mulheres passam pelo estabelecimento todos os dias à procura do prato.

A revista Crescer conta mais sobre o Caioti Pizza Café, em Los Angeles, e o segredo da sua salada. Além disso, entrevistou com Luciana da Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista, que explicou não haver qualquer evidência científica de que isso funcione.

“Não há alimento cientificamente comprovado que ajude a induzir o parto. Há crenças populares, mas nenhum, de fato, foi comprovado. Fala-se sobre gengibre e canela, que são alimentos estimulantes e, teoricamente, deixam o útero mais sensível. Assim como o abacaxi que, por ter bromelina, ajudaria a amadurecer o colo do útero”, observou a especialista.

Quer saber mais sobre o assunto? Clique aqui e leia reportagem completa.

Filhos briguentos. Como lidar?

Existe algum método para controlar crianças que não se cansam de brigar sem tomar atitudes ríspidas com os filhos? Essa é a dúvida de Fabiana Muricy, mãe de José Ricardo, 7, e Pedro, 4, e certamente de muitos pais, tios, avós…

A revista Crescer buscou respostas para essa questão com outros pais, que propõem de atividades em conjunto a uma “camiseta da união”, e contou com o respaldo da Mariana Bonsaver, psicóloga da Pro Matre Paulista.

Segundo a especialista, os conflitos entre irmãos são comuns, causados por disputa de atenção e pela convivência. Para resolvê-los, incentive os filhos a buscarem soluções entre eles, crie regras e dê o exemplo, evitando brigas no ambiente familiar, comparações entre as crianças e ensinando empatia.

Confira outras orientações. Clique aqui e leia a reportagem completa.

Pode ou não pode? 5 mitos sobre alimentos durante a gravidez

ALGUNS DELES NÃO SÃO RECOMENDADOS; ENTENDA POR QUÊ

Ouvimos muito sobre o que as grávidas podem ou não podem comer durante a gestação. Conversamos com a Luciana da Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista e mãe de Rafael, para saber a verdade sobre os cinco alimentos abaixo.

Café
“É recomendado beber apenas 2 xícaras por dia”, aconselha a especialista. Isso porque o café é estimulante e a grávida acaba ficando muito agitada, por isso os médicos aconselham ingerir menos. (…)

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