Carnaval: Recomendações às gestantes que querem cair na folia

Quem tem o costume de curtir o carnaval todos os anos e está grávida certamente quer saber se pode sair no bloco, desfilar na avenida ou seguir o trio elétrico. A resposta é sim, mas é importante seguir à risca algumas recomendações muito importantes, conforme orienta Dra. Priscila Cury, obstetra da Pro Matre Paulista.

A primeira coisa a ser feita é consultar seu médico antes de planejar qualquer coisa para o carnaval. Com autorização médica, é hora de decidir como curtir a festa, sempre dando preferência a locais abertos, arejados, evitando grandes aglomerações e temperaturas elevadas.

Depois, fique atenta ao vestuário. Use roupas confortáveis, sem tecidos sintéticos. E deixe o salto alto guardado, ele piora o inchaço e aumenta os riscos de quedas e torções. Por falar nisso, evite ficar muitas horas em pé.

Por fim, não se descuide com a alimentação e a reidratação. Coma a cada três horas alimentos leves e beba, pelo menos, dois litros de água por dia. Sucos naturais e água de coco também são boas opções, e, importante, nada de ingerir bebidas alcoólicas.

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Saiba como evitar as doenças mais comuns em crianças no carnaval

Se seus filhos gostam de uma festa, carnaval certamente é sinônimo de crianças por mais tempo na rua, expostas a mais fatores que podem causar doenças.

Para protegê-los durante a folia e aproveitar o feriado com alegria, vale seguir as recomendações da Dra. Carla Bigoni, pediatra da Pro Matre Paulista.

Sol – “A primeira coisa que eu acho importante falar e que acontece com frequência é a queimadura do sol. Procure expor as crianças à luz solar até às 10h ou só depois das 15h.” Protetor solar com fator acima de 30 e roupas leves, claras e de algodão, também são aconselhados.

Aedes aegypti – No verão é maior a proliferação do mosquito, transmissor de doenças como dengue e febre amarela. Para evitá-lo, abuse do repelente, mas apenas em crianças com mais de 2 anos de idade. “Uma dica para quem tem filhos pequenos é utilizar os famosos mosquiteiros no carrinho e no berço para evitar as picadas,” diz a pediatra.

Espuma – “Os pais precisam ficar atentos, porque muitas espumas contêm álcool e isso pode dar alergia na pele das crianças ou fazer um estrago pior, caso entre em contato com os olhos,” alerta Dra. Carla.

Hidratação – Com o calor e o agito, desidratação é uma grande preocupação. Água, sucos naturais ou água de coco a cada 20 minutos.

Alimentação – É importante alimentar as crianças a cada 3 horas e ser bem chato na hora de escolher onde vai comer para prevenir diarreias e vômitos. “Avalie sempre a procedência do local onde você vai se alimentar,” recomenda a médica.

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Posso Usar Cosméticos Durante a Gestação?

O que pode e o que não pode? Essa é uma dúvida frequente na cabeça de qualquer gestante. Quais hábitos eu tenho que abandonar agora que estou grávida? Usar maquiagem, por exemplo, pode?

O dermatologista Jayme Oliveira Filho, da Pro Matre Paulista, esclarece quais cosméticos, produtos de higiene e beleza, podem ser utilizados sem oferecer riscos à saúde da mãe e do bebê.

É importante que a mulher mantenha-se protegida e hidratada, seguindo sempre a orientação de um médico, para diminuir os efeitos fisiológicos derivados da gestação. Cremes e hidratantes podem ser usados, com exceção daqueles que contêm ureia. “Substâncias como glicerina, lactato de amônia, aloe vera, dexpantenol, óleo de semente de uva, óleo de amêndoas estão liberados,” informa Dr. Jayme.

Sobre a ureia, cuidado! “É importante que a grávida tenha cuidado com o uso tópico de ácido retinóico, ácido salicílico, ureia acima de 3%, formol e outros que não são cosméticos”, explica o médico. Em casos extremos, o uso dessas substâncias pode ocasionar má formação fetal e até indução de tumores malignos.

Maquiagens são liberadas desde que a gestante não tenha alergia a algum componente da fórmula. “Sobre os esmaltes deve-se evitar linhas que contenham chumbo na formulação, que são exceção,” diz o dermatologista.

Proteção solar e repelentes são importantes. “A Anvisa libera para uso em gestantes o IR 3535, a DEET e a Icaridina. A sequência correta de uso é: cosmético, filtro solar e repelente”, explica Jayme.

Quanto aos cabelos, é bom evitar tinturas e descolorações. “Elas até podem ser realizadas desde que o obstetra não contra indique por algum motivo. Caso a gestante opte por realizar químicas nos cabelos, o ideal é aguardar os três primeiros meses e aplicar o produto longe da raiz”. Dr. Jayme afirma que as tinturas mais seguras são os tonalizantes e os cosméticos de uso geral.

Na dúvida, vale a pena lembrar sempre, procure a orientação do seu médico.

Dores, Inchaço: Os Desconfortos Pós-Parto

Após o nascimento de um filho, muitos casais se sentem prontos para ter mais uma criança, mas ao mesmo tempo surgem questionamentos: será que existe um momento ideal para o nascimento do segundo filho?

Após meses levando outra vida dentro de si, é normal que o corpo da mãe apresente algumas dores e desconfortos após o parto.

Um dos problemas mais comuns são as dores nas costas, que podem surgir antes mesmo da mãe deixar a maternidade.

Isso pode ocorrer por causa de dificuldades para encontrar a melhor posição para amamentar o bebê. A fisioterapeuta Liss Labate, da Pro Matre Paulista, tem dicas para evitar isso: “é importante que, após o posicionamento do bebê, a mãe lentamente se acomode na poltrona, posicione os pés em um apoio elevado e relaxe para que possa aproveitar a magia deste momento único.”

Liss também conta que dores no pescoço são frequentes. “É uma sucessão de momentos tensos: o trabalho de parto, o parto em si, o início da amamentação. Nessa situação, o pescoço sofre algumas mudanças de postura (altura do travesseiro, posição da cama).”

Outra queixa comum das mães é o inchaço nos pés e pernas depois do parto. “O melhor remédio para esse mal é caminhar. Se teve parto normal, a mulher pode andar no mesmo dia e é recomendável que ande calmamente, pelo quarto ou pelo corredor da maternidade”, recomenda a fisioterapeuta.

Você sabe o que é Baby Blues?

Durante a gestação, a mulher passa por um verdadeiro turbilhão emocional. Isso pode levar a mudanças bruscas de humor antes do nascimento do bebê e à condição conhecida como “Baby Blues” após o parto.

Pode não parecer, já que o nascimento é um evento relacionado a felicidade, mas o número de mães que apresentam crises de choro, tristeza e angústia dias após o parto não é pequeno. O Baby Blues, ou Blues Puerperal, atinge cerca de 80% das mães e é consequência de alterações hormonais.

“Além disso, nessa fase a mãe entra em contato com o bebê real; ela tem que lidar com os medos e ansiedades causados pelo novo papel materno e isso pode contribuir para o surgimento do Baby Blues,” lembra a psicóloga Mariana Bonsaver, da Pro Matre Paulista.

O quadro não significa que a mulher pode estar com princípio de Depressão Pós-Parto. Em todo caso, sempre procure um especialista para obter um diagnóstico preciso.

Clique aqui e leia a reportagem completa no site da revista Pais & Filhos.

Segundo Trimestre de Gestação: Guia de Compras para o Bebê

Após a 13ª semana já é possível, por exemplo, descobrir o sexo da criança (se os pais desejarem). Portanto, também é hora de começar a montar o enxoval do bebê, mas em etapas, sem pressa.

A dica é começar pelos itens do quarto da criança: berço, colchão, protetor de colchão e lençóis de baixo. Conforme recomenda o Dr. André Dutra, pediatra da Pro Matre Paulista, evite comprar cobertas e travesseiros, pois há risco de sufocamento.

“Além disso, o travesseiro pode elevar demais a cabeça do bebê e dificultar sua respiração,” lembra o médico.

A partir do 5º mês de gestação, você pode começar a comprar produtos para a higiene do bebê: banheira, cueiros, fraldas de pano, toalhas, potes de algodão, tesourinha para unhas, aspirador nasal. Para ajudar a diminuir o desconforto causado pelo inchaço nas pernas e pés da gestante, cremes e meias elásticas são indicados.

Já no sexto mês, pense no transporte e mobilidade da criança. Compre carrinho (que seja fácil de montar e desmontar), cadeirinha para o carro, além de acessórios para o carrinho, como brinquedos, colchão, lençóis e a bolsa para carregar tudo o que o bebê vai precisar quando estiver na rua com você.

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Amamentação: Bebê deve mamar de três em três horas?

Muitas mães já ouviram essa recomendação, mas não é necessário segui-la. O ideal é atender a demanda do bebê. Então, se a criança estabelecer uma rotina fixa de mamadas, com horários bem definidos, tudo bem. Mas a mãe não deve impor horários para a alimentação do bebê.

“Em geral, é o choro do recém-nascido que evidencia a hora de mamar,” ressalta a Dra. Débora Manzione Passos de Oliveira, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Há também bebês muito tranquilos, que emendam horas de sono e, por isso, mamam menos e perdem peso nos primeiros dias. Em casos assim, é recomendável que a primeira consulta com o pediatra ocorra entre três a cinco dias após a alta hospitalar.

Segundo Filho: Qual é o Momento Certo?

Vários fatores devem ser levados em consideração pelo casal e não apenas a diferença de idade entre os irmãos. Um deles é a alteração na rotina. Se o primeiro filho já tem dois anos de idade ou mais, a vida familiar já possui uma rotina estabelecida que será totalmente alterada com a nova gravidez. Por outro lado, os pais já conhecem os desafios que envolvem uma gestação e irão saber lidar melhor com cada um deles.

O ginecologista e obstetra Dr. Alberto d’Áuria, da Maternidade Pro Matre Paulista, levanta outras questões, como o momento profissional da mãe, em uma reportagem da revista Crescer. Clique aqui para ler.

Atenção à Depressão Infantil

Muitas vezes os pais a confundem com crises passageiras decorrentes da idade, mas a depressão é um problema sério e cada vez mais comum entre crianças.

Somente em 1970 a doença passou a ser reconhecida pela literatura médica e desde então os casos têm aumentado consideravelmente. Na última década, o índice de crianças entre 6 e 12 anos diagnosticadas com depressão infantil no mundo aumentou de 4,5% para 8%, segundo a Organização Mundial da Saúde.

É preciso que os pais fiquem atentos aos sintomas, conforme alerta Mariana Bonsaver, psicóloga da Maternidade Pro Matre Paulista. “Irritabilidade, alterações no padrão de sono e de alimentação, baixa autoestima, crises de choro, oscilações de humor, medo, agressividade e ansiedade são alguns dos principais sintomas”.

Outros sinais de que seu filho ou filha pode estar sofrendo de depressão são enurese e encoprese (emissões involuntárias de urina e fezes durante o sono), dores físicas e perda de interesse em atividades que a criança gosta de fazer.

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Viagens longas fazem mal às gestantes?

grávida em avião

Muitas grávidas se perguntam, devo evitar longas viagens aéreas ou de carro durante a gestação? Será que fará mal a mim ou ao bebê?

A resposta é, sim. E o principal motivo é o desconforto natural da gravidez aliado ao desconforto de ficar horas em um voo ou dentro de um veículo.

Mas se a mulher se sente bem, é possível viajar de avião até o sexto mês de gravidez, tomando o cuidado de usar meia elástica para evitar problemas circulatórios, em especial trombose. Além disso, é recomendável levantar para caminhar e beber muita água durante o voo.

Se o objetivo é cair na estrada, o ideal é fazer isso antes do sétimo mês de gestação. Viaje no banco dianteiro, sempre usando cinto de segurança de três pontos. Também é recomendável o uso de meia elástica e a realização de paradas para caminhar e ir ao banheiro a cada duas horas.

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