Síndrome de Down: Informação é fundamental

Uma alteração genética é o que caracteriza a Síndrome de Down, que exige cuidados com a saúde, mas permite que seus portadores tenham vidas ativas, graças à informação e orientação corretas aos pais.

Desde o pré-natal, assim que a síndrome for detectada, é importante que os pais recebam a assistência de especialistas, que esclarecerão dúvidas e acabarão com mitos envolvendo o Down, tranquilizando-os para que o desenvolvimento da criança, desde a gestação, ocorra da melhor forma.

Após o nascimento, existem entidades que podem auxiliar no tratamento. Em São Paulo, pais podem procurar orientação na APAE (r. Loefgreen, 2109, V. Clementino; av. Horácio Lafer, 540, Itaim Bibi); ou na ABRACE – Associação Brasileira Para Adolescente e a Criança Especial (r. Princesa Isabel, 548, Brooklin).

Pré-natal: o que acontece na primeira consulta?

O pré-natal significa segurança para a mãe e para o bebê, mas algumas mulheres, por diversos motivos, acabam deixando o acompanhamento médico em segundo plano.

“Sem pré-natal a gestante está expondo a si mesma e a saúde do bebê a inúmeros riscos,” afirma a Dra. Priscila Cury, obstetra da Pro Matre Paulista.

A falta de informação certamente é uma das razões que levam grávidas a evitar o pré-natal. Por isso, a médica lista os procedimentos da primeira consulta: “conhece a gestante, confirma a gravidez, calcula a data provável do parto, levanta o histórico de saúde, antecedentes familiares e fatores de risco que a mãe está exposta. Realiza exame físico e obstetrício, avaliação do peso e da pressão arterial. Efetua a solicitação dos primeiros exames laboratoriais e ultrassonográficos. Faz orientações alimentares, hábitos e suplementação vitamínica”.

De acordo com recomendação do Ministério da Saúde, as gestantes devem fazer pelo menos seis consultas para um pré-natal saudável. Já Dra. Priscila diz que “o ideal é que elas sejam mensais até a trigésima segunda semana, quinzenais após esse período e semanais após a trigésima sexta semana”.

Conheça a salada que promete ajudar a induzir o parto

Existe um restaurante na Califórnia, Estados Unidos, que há mais de duas décadas serve uma salada que, dizem, ajuda a induzir o parto. Ninguém nunca comprovou o fato, mas dezenas de mulheres passam pelo estabelecimento todos os dias à procura do prato.

A revista Crescer conta mais sobre o Caioti Pizza Café, em Los Angeles, e o segredo da sua salada. Além disso, entrevistou com Luciana da Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista, que explicou não haver qualquer evidência científica de que isso funcione.

“Não há alimento cientificamente comprovado que ajude a induzir o parto. Há crenças populares, mas nenhum, de fato, foi comprovado. Fala-se sobre gengibre e canela, que são alimentos estimulantes e, teoricamente, deixam o útero mais sensível. Assim como o abacaxi que, por ter bromelina, ajudaria a amadurecer o colo do útero”, observou a especialista.

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Filhos briguentos. Como lidar?

Existe algum método para controlar crianças que não se cansam de brigar sem tomar atitudes ríspidas com os filhos? Essa é a dúvida de Fabiana Muricy, mãe de José Ricardo, 7, e Pedro, 4, e certamente de muitos pais, tios, avós…

A revista Crescer buscou respostas para essa questão com outros pais, que propõem de atividades em conjunto a uma “camiseta da união”, e contou com o respaldo da Mariana Bonsaver, psicóloga da Pro Matre Paulista.

Segundo a especialista, os conflitos entre irmãos são comuns, causados por disputa de atenção e pela convivência. Para resolvê-los, incentive os filhos a buscarem soluções entre eles, crie regras e dê o exemplo, evitando brigas no ambiente familiar, comparações entre as crianças e ensinando empatia.

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Pode ou não pode? 5 mitos sobre alimentos durante a gravidez

ALGUNS DELES NÃO SÃO RECOMENDADOS; ENTENDA POR QUÊ

Ouvimos muito sobre o que as grávidas podem ou não podem comer durante a gestação. Conversamos com a Luciana da Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista e mãe de Rafael, para saber a verdade sobre os cinco alimentos abaixo.

Café
“É recomendado beber apenas 2 xícaras por dia”, aconselha a especialista. Isso porque o café é estimulante e a grávida acaba ficando muito agitada, por isso os médicos aconselham ingerir menos. (…)

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Março: Frutas da estação para crianças

Junto com o fim do verão chegam novas opções de frutas para a sua alimentação e a das crianças. Além de gostosas, elas ajudam a repor a energia e auxiliam na formação óssea dos pequeninos.

A nutricionista Luciana da Costa, da Pro Matre Paulista, explica as propriedades e benefícios de algumas frutas:

A banana, por exemplo, é rica em prebióticos, alimentando as bactérias benéficas do intestino, e é ótima na reposição de energia. “A quantidade de carboidrato na banana é muito importante, ela ajuda a repor as calorias perdidas,” diz Luciana.

Quem não gosta de um suco de laranja? Ela ajuda no sistema imunológico e na absorção de ferro. “Uma laranja atende a toda a nossa necessidade de vitamina C no dia,” explica a nutricionista. A fruta ainda auxilia no funcionamento do intestino e contém vitamina A, que ajuda a melhorar a visão.

Outra fruta com vitamina A é o caqui. “Ele tem aquela cor alaranjada, porque ele é rico em beta caroteno,” conta Luciana. A substância é responsável por evitar mucosa ocular.

Quer uma fruta que as crianças podem comer à vontade? O abacaxi tem valor calórico bem baixo e, por ser rico em manganês, ajuda na formação do tecido ósseo das crianças. Além disso, “é uma fruta rica em água, você pode utilizá-la para seu filho se refrescar no verão,” lembra a nutricionista.

Uma fruta boa para o coração, ajuda na prevenção de problemas cardiovasculares, mas é muito calórica é o abacate. “Coma moderadamente, mas não deixe de aproveitar os benefícios. Você pode fazer uma vitamina, um creme de abacate para a sobremesa ou até mesmo guacamole para o jantar”, aconselha Luciana.

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Relógio Biológico: Gravidez Após os 35 Anos Apresenta Mais Riscos?

É comum ouvir que a gravidez depois dos 35 anos oferece riscos à mãe e ao bebê. E isso é verdade. Por mais que, por conta dos avanços na medicina, os riscos hoje sejam menores do que há 30 ou 40 anos, eles ainda existem.

Isso porque nesta idade tem início o declínio reprodutivo nas mulheres. O relógio biológico não para e a ovulação tende a diminuir. O corpo não repõe os óvulos liberados desde a puberdade. Mulheres já nascem com todos os seus óvulos.

Após os 35 anos, mesmo que a gestação tenha ocorrido naturalmente, sem tratamentos de reprodução assistida, pode haver complicações. “As mais frequentes nas gestações tardias são a doença hipertensiva específica da gestação, conhecida como DHEG, o diabetes gestacional, o risco de prematuridade e os problemas cardíacos”, comenta Dr. Felipe Favorette Campanharo, clínico da Pro Matre Paulista.

“Gestantes que já apresentavam quadros crônicos dessas doenças podem sofrer o agravamento delas durante a gravidez, ficando expostas a riscos como parto prematuro, restrição de crescimento fetal, hemorragias pós-parto, entre outros,” ressalta o médico que adverte, mulheres sem histórico das doenças não estão livres de problemas assim.

O aumento de pressão arterial após a 20ª semana de gravidez, mesmo em mulheres não portadoras crônicas de hipertensão, está relacionado a casos de pré-eclâmpsia, maior responsável por ocorrências nos serviços de terapia intensiva e semi-intensiva das maternidades.

 

Carnaval: Recomendações às gestantes que querem cair na folia

Quem tem o costume de curtir o carnaval todos os anos e está grávida certamente quer saber se pode sair no bloco, desfilar na avenida ou seguir o trio elétrico. A resposta é sim, mas é importante seguir à risca algumas recomendações muito importantes, conforme orienta Dra. Priscila Cury, obstetra da Pro Matre Paulista.

A primeira coisa a ser feita é consultar seu médico antes de planejar qualquer coisa para o carnaval. Com autorização médica, é hora de decidir como curtir a festa, sempre dando preferência a locais abertos, arejados, evitando grandes aglomerações e temperaturas elevadas.

Depois, fique atenta ao vestuário. Use roupas confortáveis, sem tecidos sintéticos. E deixe o salto alto guardado, ele piora o inchaço e aumenta os riscos de quedas e torções. Por falar nisso, evite ficar muitas horas em pé.

Por fim, não se descuide com a alimentação e a reidratação. Coma a cada três horas alimentos leves e beba, pelo menos, dois litros de água por dia. Sucos naturais e água de coco também são boas opções, e, importante, nada de ingerir bebidas alcoólicas.

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Saiba como evitar as doenças mais comuns em crianças no carnaval

Se seus filhos gostam de uma festa, carnaval certamente é sinônimo de crianças por mais tempo na rua, expostas a mais fatores que podem causar doenças.

Para protegê-los durante a folia e aproveitar o feriado com alegria, vale seguir as recomendações da Dra. Carla Bigoni, pediatra da Pro Matre Paulista.

Sol – “A primeira coisa que eu acho importante falar e que acontece com frequência é a queimadura do sol. Procure expor as crianças à luz solar até às 10h ou só depois das 15h.” Protetor solar com fator acima de 30 e roupas leves, claras e de algodão, também são aconselhados.

Aedes aegypti – No verão é maior a proliferação do mosquito, transmissor de doenças como dengue e febre amarela. Para evitá-lo, abuse do repelente, mas apenas em crianças com mais de 2 anos de idade. “Uma dica para quem tem filhos pequenos é utilizar os famosos mosquiteiros no carrinho e no berço para evitar as picadas,” diz a pediatra.

Espuma – “Os pais precisam ficar atentos, porque muitas espumas contêm álcool e isso pode dar alergia na pele das crianças ou fazer um estrago pior, caso entre em contato com os olhos,” alerta Dra. Carla.

Hidratação – Com o calor e o agito, desidratação é uma grande preocupação. Água, sucos naturais ou água de coco a cada 20 minutos.

Alimentação – É importante alimentar as crianças a cada 3 horas e ser bem chato na hora de escolher onde vai comer para prevenir diarreias e vômitos. “Avalie sempre a procedência do local onde você vai se alimentar,” recomenda a médica.

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Posso Usar Cosméticos Durante a Gestação?

O que pode e o que não pode? Essa é uma dúvida frequente na cabeça de qualquer gestante. Quais hábitos eu tenho que abandonar agora que estou grávida? Usar maquiagem, por exemplo, pode?

O dermatologista Jayme Oliveira Filho, da Pro Matre Paulista, esclarece quais cosméticos, produtos de higiene e beleza, podem ser utilizados sem oferecer riscos à saúde da mãe e do bebê.

É importante que a mulher mantenha-se protegida e hidratada, seguindo sempre a orientação de um médico, para diminuir os efeitos fisiológicos derivados da gestação. Cremes e hidratantes podem ser usados, com exceção daqueles que contêm ureia. “Substâncias como glicerina, lactato de amônia, aloe vera, dexpantenol, óleo de semente de uva, óleo de amêndoas estão liberados,” informa Dr. Jayme.

Sobre a ureia, cuidado! “É importante que a grávida tenha cuidado com o uso tópico de ácido retinóico, ácido salicílico, ureia acima de 3%, formol e outros que não são cosméticos”, explica o médico. Em casos extremos, o uso dessas substâncias pode ocasionar má formação fetal e até indução de tumores malignos.
Maquiagens são liberadas desde que a gestante não tenha alergia a algum componente da fórmula. “Sobre os esmaltes deve-se evitar linhas que contenham chumbo na formulação, que são exceção,” diz o dermatologista.

Proteção solar e repelentes são importantes. “A Anvisa libera para uso em gestantes o IR 3535, a DEET e a Icaridina. A sequência correta de uso é: cosmético, filtro solar e repelente”, explica Jayme.

Quanto aos cabelos, é bom evitar tinturas e descolorações. “Elas até podem ser realizadas desde que o obstetra não contra indique por algum motivo. Caso a gestante opte por realizar químicas nos cabelos, o ideal é aguardar os três primeiros meses e aplicar o produto longe da raiz”. Dr. Jayme afirma que as tinturas mais seguras são os tonalizantes e os cosméticos de uso geral.

Na dúvida, vale a pena lembrar sempre, procure a orientação do seu médico.