Espaço Vida: Tecnologia para Humanizar o Parto

Espaço Vida permite aos familiares da gestante uma experiência única. De forma totalmente segura à mãe e ao bebê, mostra o nascimento aos avós, tios, primos… todos que aguardam ansiosos a chegada do mais novo integrante da família.

Como explica o obstetra Dr. Alberto D’Auria, da Pro Matre Paulista, o Espaço Vida “permite o congraçamento da família, reforçando a emoção” já presente no momento.

O médico, testemunha da criação do espaço, ressalta que a “Pro Matre foi pioneira nessa forma de aproximação do parto com a família”, pois “sempre foi uma maternidade preocupada com essa proximidade”.

Mas como funciona o Espaço Vida? Dr. D’Auria explica que existe um recurso com janela plasmática, um visor que fica opaco devido a um processo químico, mas permite a visão da sala de parto, tornando-se transparente, ao receber uma descarga elétrica.

É utilizada em situações com risco muito baixo para a mãe e a criança, sempre com autorização do médico, conforme explica Dr. D’Auria. “A janela abre-se quando se percebe que não há risco, por ordem do obstetra para a enfermeira.”

Não há som, o ambiente é protegido acusticamente, “mas a família se sente praticamente ao lado da gestante,” diz o especialista. “Isso traz tranquilidade para a família, que vê o que acontece. E gera uma explosão de emoção durante o nascimento, com a apresentação do novo integrante.”

UTI Neonatal Pro Matre – Segurança para a Saúde do seu Bebê

A Pro Matre Paulista está preparada para atender seu bebê em qualquer situação. Referência nacional no tratamento de prematuro extremo e gemelaridade, possui alta tecnologia para atender às necessidades da criança.

“Oferece o que há mais de novo no suporte ventilatório, quando esses recém-nascidos precisam de ajuda para respirar, com aparelhos de ventilação de última geração e óxido nítrico,” conta a Dra. Edinéia V. Lima, neonatologista e chefe responsável pela UTI Neo da maternidade.

“Caso o recém-nascido tenha problemas neurológicos, contamos com o apoio de uma UTI neurológica, onde é possível prevenir e acompanhar o recém-nascido que necessite de hipotermia terapêutica e monitorização neurológica,” exemplifica a médica, que prossegue: “do ponto de vista de diagnóstico de imagem, temos uma tecnologia inovadora de raio-X digital à beira leito, assim como ultrassonografia e ecocardiograma.”

E a atenção não se resume à estrutura tecnológica. “Em relação ao cuidado nutricional, temos um lactário e um banco de leite que dão apoio à mãe e ao bebê desde o primeiro dia de vida até a alta dele, com um enfoque especial em fazer com que os recém-nascidos saiam com aleitamento materno exclusivo,” explica a especialista.

“Sabemos que muitas vezes o recém-nascido prematuro necessita permanecer mais tempo internado e contamos com setores na UTI Neo onde podemos acompanhar e seguir esses recém-nascidos até o momento de alta para casa, com uma participação cada vez maior dos pais,” diz a Dra. Edinéia, que ressalta: “nossa prioridade é que os pais possam estar o maior tempo possível com o seu bebê, e por isso contamos com visita livre e incentivamos e realizamos o método canguru.”

“Nossa unidade conta hoje com 76 leitos de UTI Neonatal, com uma equipe multiprofissional altamente especializada em prematuros ou recém-nascidos que necessitem de um cuidado intermediário ou de alta complexidade. A equipe médica é composta por neonatologistas renomados. Temos ainda suporte de cardiologistas clínicos e cirúrgicos, neurologistas clínicos e cirúrgicos, cirurgia infantil, urologia, nefrologia, geneticista, radiologista, infectologista, ortopedista e nutróloga. Na equipe multiprofissional contamos com enfermeiras especializadas na neonatologia, assim como fisioterapeutas, fonoaudiólogas e psicóloga,” enumera a doutora.

“Contamos ainda com uma equipe de medicina fetal que dá o suporte à gestante de alto risco ou àquelas em que o bebê tem alguma patologia ou malformação que possa requerer uma intervenção durante a gestação,” completa.

Por tudo isso, diz a neonatologista, a UTI Neo da Pro Matre Paulista, referência nos cuidados de prematuros extremos, múltiplos (gemelares, tri e quadrigemelares) e criticamente doentes, recebe recém-nascidos de várias regiões do país.

Inverno e Gravidez: Como evitar doenças causadas pelas baixas temperaturas

inverno e gravidez

Com a queda na temperatura, ocorre a contração dos vasos sanguíneos para conservação do calor no corpo. Isso pode levar a um aumento da pressão arterial, o que causa riscos às gestantes.

Quem explica é a Dra. Priscila Cury, obstetra da Pro Matre Paulista. “A consequência disso para as gestantes é o aumento da probabilidade de pré-eclâmpsia, doença que eleva a pressão durante a gestação e pode trazer danos graves à mãe e ao bebê.”

Para evitar doenças hipertensivas, ela recomenda: “o mais importante é fazer um bom pré-natal para garantir que a mãe e o bebê estejam bem, sempre beber bastante água e praticar atividade física moderada.”

E com o inverno também aumentam as doenças respiratórias. As recomendações da obstetra para a grávida se proteger são as seguintes: “lavar tudo que está guardado, casacos, cobertores e edredons, para eliminar os ácaros. Além disso, a grávida deve evitar grandes aglomerações, pois favorecem a transmissão do vírus da gripe, por exemplo.”

Lavar sempre as mãos e manter ambientes limpos, arejados e úmidos também é importante. Além disso, Dra. Priscila tem outras recomendações: “as gestantes também devem aumentar a ingestão de líquidos, manter-se agasalhadas, evitar variações bruscas de temperatura e aumentar o consumo de vitamina C, principalmente por meio do consumo de frutas como acerola, laranja e limão.”

Líquido Amniótico: Dieta da Mãe e os Efeitos no Feto

Segundo um estudo publicado pela Academia Chinesa de Ciência, a composição do líquido amniótico, substância que envolve o bebê desde o estágio embrionário, é alterada de acordo com a dieta da gestante.

Até então, sabia-se que apenas que a alimentação da mãe é responsável pelos nutrientes recebidos pelo bebê através do cordão umbilical.

A obstetra da Pro Matre Paulista, Dra. Priscila Cury, falou à revista Crescer sobre a importância do líquido amniótico.

“Ele é fundamental para a manutenção da homeostase, preenche a bolsa, atua como fator mecânico reduzindo o impacto em quedas e ajuda no desenvolvimento pulmonar,” explicou.

A médica recomenda que, para a mãe ter um líquido amniótico saudável, é importante beber 2 litros de água por dia, fazer pausas para o repouso no dia a dia e evitar situações de stress.

Deseja saber mais sobre o tema? Clique aqui e leia a reportagem completa da Crescer.

Medicina Fetal: Cuidados com a saúde do seu bebê antes mesmo do nascimento

grávida com ultrassom sobre a barriga

Ainda na barriga da mãe, é possível detectar e tratar diversas doenças que o bebê possa vir a ter. Mas para isso, é preciso que a gestante conte com uma estrutura hospitalar extremamente especializada, operada com competência por uma equipe médica experiente.

A Pro Matre Paulista ampliou seu serviço de Medicina Fetal com equipamentos de última geração que permitem a realização dos mais diversos tipos de cirurgias fetais existentes.

A nova estrutura conta com mais uma sala de ultrassom para atendimento laboratorial e aumento do corpo clínico.

“Agora a instituição oferece as mais avançadas técnicas de tratamento das patologias fetais,” diz o Dr. Fábio Peralta, coordenador do serviço de Medicina Fetal na Pro Matre. “A equipe vai atuar de acordo com o que há de mais moderno no mundo para este segmento, realizando cirurgias para correção de mielomeningocele, ventriculomegalia cerebral, hérnia diafragmática, transfusão feto-fetal, obstrução urinária e anemias fetais, entre outras.”

Diagnósticos

“Nosso objetivo é que o serviço de Medicina Fetal da Pro Matre seja o melhor do País, oferecendo a seus pacientes desde o diagnóstico ao tratamento,” defende Dr. Fábio. Na área de diagnósticos, o serviço já é responsável por exames invasivos, como biópsia de vilo corial, cordocentese, além de ultrassonografias.

“A medicina fetal merece muita atenção e cuidado por fazer parte de um atendimento multidisciplinar, com serviço de obstetrícia, neonatologia e cirurgias de ponta,” explica o médico.

Mais informações sobre o serviço de Medicina Fetal da Pro Matre Paulista você encontra em nosso site.

Para agendamento de exames, ligue: (11) 5080-6070

Viagem de avião durante a gestação pode aumentar os riscos de trombose?

Às vezes, longas viagens de avião podem gerar certo desconforto, seja pelas poltronas apertadas ou um ar condicionado muito potente. Outro problema comum é o longo período sem movimentar as pernas, questão muito delicada principalmente para as gestantes.

Quando há a má circulação dos membros inferiores, junto a fatores genéticos como obesidade, sedentarismo, hipertensão ou tabagismo, cresce o risco de trombose. Quando se está grávida, esses riscos tendem a aumentar, e por isso cuidados são necessários ao realizar uma longa viagem de avião durante a gestação.

A partir dos sete meses da gestação, muitos especialistas recomendam que as gestantes não viajem de avião. “A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) não permite e, quando as gestantes estão perto de completar o sétimo mês, é feita uma série de recomendações, como o uso de meias elásticas e a ingestão de muita água, mesmo que os casos de trombose na gravidez não sejam tão frequentes. Quando a viagem é imprescindível, é necessário que o médico autorize”, orienta Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra da Pro Matre Paulista, em matéria da Revista Claudia.

As gestantes também apresentam um maior risco de desenvolver trombose devido à variação hormonal que o corpo feminino sofre durante a gravidez. “As pernas e os pés também incham, pois, conforme o bebê se desenvolve no útero, a veia cava, responsável pela drenagem das veias da perna, sofre uma compressão”, explica a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita.

Portanto, é muito importante não ignorar os sintomas, como dores na batata das pernas que não passam em nenhuma outra posição, uma dor semelhante a uma cãibra, inchaço e alteração da cor da pele para tons arroxeados ou vermelhos.

Prevenindo a trombose durante longas viagens de avião

As gestantes podem evitar os riscos de trombose durante longos voos evitando ingerir bebidas alcoólicas, bebendo bastante água e fazendo movimentos com as pernas para ajudar a bombear o sangue. Evitar ficar sentada durante a viagem ou sem se movimentar também pode fazer toda a diferença.

Clique aqui e leia a matéria completa no site da Revista Claudia.

Quais Cuidados Devemos ter com os Bebês Durante o Inverno?

Se os adultos sofrem com o inverno e estão mais predispostos a doenças respiratórias, imagine recém-nascidos que ainda não possuem um sistema imunológico maduro, e por isso estão mais suscetíveis a infecções.

Os cuidados com eles devem ser redobrados e o Dr. André Dutra, pediatra da Pro Matre Paulista dá orientações e recomendações para os pais.

  • Meu bebê ainda não tomou todas as vacinas, quais os cuidados que devo ter com ele?

As vacinas são substâncias produzidas para proteger os indivíduos contra doenças específicas. Portanto, até receber o esquema completo de determinada vacina, o indivíduo está suscetível a contrair aquela doença. Acontece que as pessoas associam o fato de a criança ter recebido as primeiras doses de vacina com um menor risco de adoecer, o que não é verdade. O raciocínio poderia ser empregado apenas para a doença vacinal. Mas quanto às demais exposições o risco ainda existe. Dessa forma, devemos entender um recém-nascido e um lactente como um indivíduo imunossuprimido, com maior risco de adoecimento. Portanto, evitar a exposição excessiva é uma forma de protegê-los.

  • Preciso agasalhar muito o recém-nascido mesmo dentro de casa?

Não. Agasalhar não irá proteger o recém-nascido de adoecer. Deve-se escolher a quantidade de roupa dependendo da temperatura ambiental. Para isso, devemos lembrar que o recém-nascido perde mais calor que os adultos e, portanto, necessita de mais peças de roupa.

  • Meu bebê recém-nascido pode tomar vacina para gripe?

Não. A vacina da gripe está liberada apenas para maiores de seis meses de idade. Uma forma de proteger o recém-nascido do vírus influenza é vacinar os cuidadores, os pais, as pessoas com contato diário com o bebê.

Dúvidas comuns sobre recém-nascidos

O bebê nasceu. Passada a alegria do momento mais que especial, é normal que surjam dúvidas e inseguranças na cabeça dos pais. Nesta hora é importante o apoio de pessoas que já passaram pela experiência e médicos.

Quem ajuda a responder a algumas questões comuns que surgem após o parto é o Dr. André Dutra, pediatra da Pro Matre Paulista.

Por exemplo, até quantos dias o bebê é considerado recém-nascido? O especialista esclarece: “o bebê é considerado recém-nascido até completar 28 dias de vida.”

E quando devo levar a criança pela primeira vez ao pediatra? “A ida ao pediatra deve ser programada para entre 48 e 72 horas após a alta hospitalar, ou entre 5 a 7 dias de vida,” orienta.

Outra dúvida comum é a respeito do batimento cardíaco e respiração acelerados dos bebês. Isso é normal? Dr. André tranquiliza: “sim, a frequência cardíaca do bebê e da criança é maior que a frequência cardíaca do adulto. Quanto menor a criança, mais rápido irá bater o coração. O mesmo raciocínio se aplica à respiração. Enquanto recém-nascido, a respiração pode apresentar um padrão periódico, ou seja, pode alternar entre momentos rápidos e superficiais, com pausas e respirações mais profundas.”

Muitos pais se preocupam também com a “moleira”. Quanto tempo demora para ela fechar? “A moleira existe para permitir o crescimento cerebral que se encontra bastante acelerado nos primeiros anos de vida, em especial, no primeiro ano. A moleira, ou fontanelas, fica menos visível e palpável com o tempo, mas geralmente aos 18 meses não é mais possível identificá-la,” explica o pediatra.

Banho de Sol para o Bebê no Inverno: O Que Muda?

A rotina do banho de sol para o bebê, importante para evitar o raquitismo e fortalecer os ossos da criança, devido à ativação da vitamina D, que auxilia na absorção do cálcio, deve ser alterada com a chegada do inverno?

Luciana da Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista, deu orientações a respeito para o site Click Bebê.

“A alimentação é responsável por suprir apenas 20% a 30% das necessidades diárias de vitamina D,” explica a especialista. “O restante vem do suplemento da vitamina e da própria exposição solar. Por isso, a alimentação, o medicamento e a exposição solar precisam ser realizadas de forma contínua durante o primeiro ano de vida.”

Quanto às mudanças para a estação mais fria, Luciana esclarece que os horários são os mesmos que no verão: antes das 10h da manhã ou depois das 16h. Não é porque o dia está nublado que o perigo da radiação solar diminui. “A exposição ao sol para a síntese de vitamina D deve ocorrer com o bebê vestido – apenas face e mãos expostas, sem chapéu durante três vezes por semana,” recomenda Luciana. No inverno, como a criança fica com o corpo menos exposto, o banho de sol pode ser um pouco mais longo, durante cerca de 15 minutos.

Quer saber mais sobre o assunto? Clique aqui e leia a reportagem completa do Click Bebê.

Icterícia: Saiba Mais sobre a Condição que Afetou os Bebês de Beyoncé

Não é uma doença que mantêm no hospital os filhos da cantora Beyoncé, nascidos na semana passada. Os gêmeos, de acordo com o site americano TMZ, estão com icterícia, uma condição que indica que o fígado não processa a bilirrubina, um composto produzido no sangue.

Mas a icterícia é comum? Qual é o seu tratamento? Dra. Mônica Carceles, neonatologista da Pro Matre Paulista, respondeu a estas questões, em entrevista ao portal UOL.

“Bebês produzem mais icterícia do que adultos e como nascem com o fígado imaturo é grande a chance de terem icterícia, 70% dos recém-nascidos manifestam o problema,” tranquiliza a especialista, que explica, a forma mais comum é a icterícia fisiológica, que se manifesta no segundo dia de vida do bebê.

Agora, se o bebê for prematuro, com o fígado ainda mais imaturo, o problema costuma ser mais intenso, alerta Mônica, que lembra que a icterícia pode ocorrer ainda por incompatibilidade sanguínea entre mãe e filho.

Geralmente não é necessário nenhum tratamento, já que os níveis de bilirrubina começam a cair poucos dias depois. No entanto, se os índices do composto estiverem muito altos na criança, a médica recomenda a fototerapia, que deve ser feita no hospital. “O bebê precisa de intervenção porque o composto pode impregnar em determinadas áreas do cérebro e provocar danos neurológicos.”

E o problema não atinge apenas recém-nascidos, a neonatologista conta que a icterícia ocorre em adultos com hepatite ou deficiência da enzima G6PD, e neste caso é preciso aguardar que o corpo se estabilize por conta própria, mas “além da coloração amarelada da pele, não haverá outras consequências,” afirma.

Para saber mais sobre o tema, clique aqui e leia a reportagem completa do UOL.