O que vestir no inverno? Roupas para o conforto da gestante e do bebê

O friozinho que começa a aumentar no outono faz com que todos nós busquemos as peças mais pesadas no guarda-roupa. Mas e as gestantes, será que as sobreposições de roupas são adequadas para a mulher e seu bebê?

Quem orienta a respeito desse assunto, que vai além da moda, é a Dra. Priscila Cury, ginecologista da Pro Matre Paulista.

“O guarda-roupa da gestante, para esse inverno, pode ser fashion, descolado, clássico, bem quentinho… mas sobretudo, confortável,” diz Priscila.

Seguindo essa orientação por roupas confortáveis, a médica recomenda um visual básico: “leggins, batas, calças jeans/sarja para gestante, camisa branca, colete, vestidos larguinhos com meia calça ajudam a montar o look para toda a estação.”

Para ficar mais quentinha, protegida e com estilo, “lenços, cachecóis, golas e pashiminas dão um toque final à produção,” recomenda a ginecologista.

A médica também indica as vestimentas mais apropriadas para os cuidados com a criança no ventre da mãe: “para garantir o conforto do bebê com tantas roupas, as meias calças, assim como as calças com barrigueiras, são excelentes para esse período.”

Por fim, para não passar frio e manter o conforto e a elegância, Dra. Priscila sugere casacos e trench coats.

Alergias de Pele em Gestantes: Como tratar?

Quem nunca sofreu com alergias de pele? Para algumas pessoas, com a chegada dos meses mais frios, aumentam os problemas dermatológicos. Isso não é diferente com mulheres grávidas, que precisam ter mais atenção ao uso de produtos ou ingestão de alimentos que possam de alguma forma prejudicar a gravidez.

O Dr. Jayme de Oliveira Filho, dermatologista da Pro Matre Paulista, explica como elas podem tratar alergias de pele.

“As gestantes têm algumas alterações dermatológicas que alteram a sua fisiologia normal. As secreções de glândulas sudoríparas e écrinas, por exemplo, modificam-se favorecendo certas situações de alergias, irritações e coceira pelo corpo,” explica o médico.

Outro fator que pode levar grávidas a alergias de pele é o aumento de peso e da sudorese (transpiração). “Deve-se ter o cuidado de utilizar o menor número possível de produtos industrializados e de aditivos colocados nas roupas (amaciantes, perfumes e produtos tipo “passe bem”),” recomenda o especialista. Os produtos podem induzir a processos alérgicos, gerando afecções de eczemas ou irritações que facilitam o surgimento de afecções e infecções por bactérias e fungos.

Portanto, afirma Dr. Jayme, “o ideal nesta fase é que a mulher se preserve usando sabonetes menos agressivos (os que são indicados para crianças são muito interessantes), com o PH mais próximo ao da pele, que é de aproximadamente 5,5.”

O dermatologista enumera outras recomendações para evitar alergias de pele: usar roupas de algodão, que permitam perspiração e transpiração mais adequadas; banhos mornos e rápidos; uso de hidratantes intrabanho (in showers) e pós-banho.

Mas muito cuidado com produtos de hidratação com ureia acima de 3%, que podem causar problemas ao bebê.

Se houver dúvida na hora de pesquisar o produto, o médico lembra que existem linhas de cosmecêuticos específicas para gestantes, que devem ser utilizadas no tratamento. “Cremes para desfavorecer formação de estrias, edemas, brotoejas e alergia, por exemplo, são oferecidos para pós-banho, seios, pernas, etc.,” conta.

E lembre-se sempre de procurar um especialista: “A orientação devidamente acompanhada por dermatologistas são importantes armas para evitar surpresas desagradáveis neste período ímpar e maravilhoso que as mulheres passam,” finaliza Dr. Jayme.

O que pode e o que não pode ao visitar um recém-nascido?

Familiares e amigos ficam em festa quando alguém próximo tem um bebê. Todos querem vê-lo tão logo a criança e a mãe deixam a maternidade. Mas pouca gente se lembra que o recém-nascido ainda é muito frágil e necessita de cuidados especiais.

Por isso, a Dra Débora Passos, pediatra da Pro Matre Paulista deu orientações em entrevista ao portal UOL.

“Logo que a mulher dá à luz, ela está se adaptando à nova situação, aprendendo a amamentar, enfrentando as dificuldades iniciais, o que leva a um estresse natural. Isso exige que ela descanse bastante sempre que o bebê dorme,” disse Débora, lembrando que não são recomendadas visitas longas e de surpresa, sem que os pais se programem antes.

Outra recomendação muito importante: se você não estiver bem, cancele a visita! “Na presença de qualquer sinal de gripe, resfriado, náusea, diarreia, dor de garganta ou cabeça, a visita deverá ser desmarcada. Esses sintomas podem significar o início de um quadro viral ou bacteriano que pode ser transmitido aos pais ou ao recém-nascido e ter consequências bem danosas, como a internação hospitalar.”

Clique aqui para ler a reportagem completa publicada no site Gravidez e Filhos do UOL.

Páscoa: Gestante e lactante pode ou não abusar do chocolate?

Para muita gente é impossível passar a Páscoa sem se deliciar com um ou vários ovos de chocolate. Mas, o consumo exagerado da guloseima pode fazer mal para gestantes e para recém-nascidos através do leite materno?

Quem responde é Luciana Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista.

O recomendado é a moderação. É preciso tomar cuidado ao ingerir esse alimento. Durante a gestação, a maior preocupação é com o ganho de peso, que pode trazer complicações sérias como o diabetes gestacional e a hipertensão.

Já no período de amamentação, a preocupação é que algumas substâncias do chocolate podem passar para o leite. “Você pode comer desde que seja uma quantidade pequena e não uma barra inteira de chocolate,” explica a especialista, que alerta: “tem casos muito extremos em que o bebê tem alergia ao leite materno depois que a mãe comeu chocolate”.

O leite materno é muito sensível e a mãe precisa ter o cuidado de tirar de sua dieta todos os alimentos que podem causar alergia à criança. O chocolate, Luciana recomenda, só deve ser inserido na alimentação do bebê após o primeiro ano. “É a época de maior atenção em relação à alimentação”, reforça a nutricionista.

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Pro Matre disponibiliza novo serviço para pacientes em situações especiais em seu Centro de Imunização

Pessoas com situações clínicas especiais, que exigem mais cuidados, como pacientes oncológicos, transplantados, reumatológicos e que fazem uso de medicamentos imunossupressores, agora dispõem de atendimento especial no Centro de Imunização Pro Matre. O novo serviço é dedicado especificamente a situações que necessitam de uma orientação e atendimento diferenciados para imunização.

É o que explica o Dr. Francisco Giannattasio, médico do Centro de Imunização: “Hoje temos muitos pacientes com condições clínicas bem específicas e eles necessitam de uma orientação e imunização diferenciadas. Eles são mais suscetíveis a doenças, por isso, é importante tirar suas dúvidas, checar quais vacinas podem receber ou não, qual o melhor momento para vacinação e analisar todos os detalhes do seu caso. O atendimento para este tipo de paciente precisa ser feito com outro olhar.”

O conceito inovador do Centro de Imunização, com seu atendimento personalizado, observando as necessidades de cada paciente e atuando para orientá-lo, é coordenado pela Dra. Lily Yin Weckx, referência na área de imunizações.

Saiba mais sobre o serviço, disponível às quintas-feiras, no período da tarde, mediante agendamento prévio, pelos telefones (11) 3287-5000 e (11) 3284-8824 ou pelo site www.vacinapromatre.com.br .

Conversas com o bebê, antes e depois do parto

Falar com a criança, ainda no ventre, é comum. Há até quem ache estranho essas conversas ou utilizar-se de um tom de voz infantil nessa comunicação. Mas trata-se de uma forma de ampliar o elo natural entre mãe e bebê; de expressar afeto, amor.

É o que explica a psicóloga da Pro Matre Paulista, Mariana Bonsaver: “este diálogo é extremamente importante para o desenvolvimento cognitivo e afetivo do bebê”.

Mas será que a criança compreende alguma coisa? “Por volta das 25 semanas, o bebê, ainda na barriga da mãe, consegue ouvir e identificar vibrações da voz e sensações; assim, ele passa a reconhecer a voz dos pais e o vínculo vai se fortalecendo a partir do sentimento de segurança e de amor gerados pelas sensações passadas pela mãe. Por mais que o bebê ainda no útero, ou o recém-nascido, ainda não compreenda as palavras ditas, conversar com ele estimula o desenvolvimento cognitivo e o prepara para decodificar e compreender a linguagem utilizada,” detalha a especialista.

E faz sentido mudar o tom de voz ao falarmos com um bebê? “Também é importante, pois isso cria uma sintonia entre os pais e o bebê, ajudando a melhorar a conexão com o interlocutor. Esse tipo de fala é conhecido como ‘motherese’ (como se fosse uma forma de se comunicar específica das mães), que ajuda a prender a atenção do bebê e auxilia no desenvolvimento da linguagem,” conta Mariana.

Muitos pais devem se perguntar: existe um jeito ideal de se comunicar com a criança? A psicóloga responde: “Os adultos podem fazer perguntas e esperar reações do bebê para, assim, estimular a interação. Aumentar a gama de palavras utilizadas incentiva o aprendizado e aumenta o vocabulário do bebê. Utilizar da comunicação não-verbal, através de gestos e expressões também é fundamental. Trocar olhares com o bebê, abraçar e beijá-lo ajudam a reforçar o vínculo afetivo.”

Parto Prematuro: quais os principais fatores?

Muitos fatores podem causar nascimentos prematuros. Da idade da mulher a patologias uterinas. A obstetra da Pro Matre Paulista, Dra. Priscila Cury, enumera alguns.

  • Patologias uterinas: “malformações uterinas, miomas, colo do útero curto são alguns fatores anatômicos que podem levar à prematuridade,” explica a médica, que lembra que a ultrassonografia é um método auxiliar no diagnóstico em grande parte dos casos. “O diagnóstico precoce associado ao repouso e, eventualmente o uso da progesterona auxiliam na manutenção da gestação em casos selecionados,” completa.

  • Infecções maternas: “uma simples cárie; infecção urinária ou qualquer infecção materna pode ser responsável por desencadear o trabalho de parto,” alerta Dra. Priscila.

  • Hipertensão: “quando controlada, assistida por um pré-natal criterioso, pode não apresentar riscos. Porém, quando descontrolada, pode levar a antecipação do parto,” diz a obstetra, que alerta, mesmo mulheres com histórico de pressão normal podem sofrer de hipertensão durante a gestação.

  • Localização da placenta: “em alguns casos, ela pode estar inserida em cima do colo uterino,” explica Dra. Priscila. Isso pode desencadear sangramento e levar ao parto prematuro.

  • Idade materna: “as mulheres em idade avançada estão mais expostas a patologias tanto maternas (diabetes, hipertensão) como uterinas (miomatose), que podem ser responsáveis na antecipação do parto. As adolescentes também são grupo de risco para prematuridade,” explica a doutora.

Além disso, o nascimento prematuro pode ser desencadeado por fatores como gestações múltiplas e má formação fetal. Mas o maior fator, afirma a obstetra, é a gestante apresentar um parto prematuro anterior. “A chance é de duas a três vezes maior em gestantes com esse histórico. Se esse é seu caso, redobre a atenção,” recomenda Dra. Priscila.

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Gêmeos “parasitas”: O que são?

A notícia de um bebê da Costa do Marfim, a pequena Dominique (foto), de 10 meses, que foi submetida a uma cirurgia de seis horas no Advocate Children’s Hospital de Illinois, EUA, voltou a chamar a atenção do mundo para uma condição rara conhecida como “gêmeo parasita”.

Dominique nasceu com duas espinhas e um par de pernas e pés a mais, isso porque ela deveria ter um irmão gêmeo, que acabou não se desenvolvendo durante a gestação e se fundiu ao corpo da menina.

A geneticista da Pro Matre Paulista, Dra Mirlene Cernach, explica: “essas alterações são distúrbios de gemelaridade e acontecem quando existe alguma falha durante a separação das células, que acontece comumente durante a segunda e a terceira semana de gestação. A separação acaba sendo incompleta e pode gerar o caso citado”.

O portal Bebe.com. traz mais informações sobre Dominique e sua condição. Clique aqui e leia a reportagem completa.

Síndrome de Down: Informação é fundamental

Uma alteração genética é o que caracteriza a Síndrome de Down, que exige cuidados com a saúde, mas permite que seus portadores tenham vidas ativas, graças à informação e orientação corretas aos pais.

Desde o pré-natal, assim que a síndrome for detectada, é importante que os pais recebam a assistência de especialistas, que esclarecerão dúvidas e acabarão com mitos envolvendo o Down, tranquilizando-os para que o desenvolvimento da criança, desde a gestação, ocorra da melhor forma.

Após o nascimento, existem entidades que podem auxiliar no tratamento. Em São Paulo, pais podem procurar orientação na APAE (r. Loefgreen, 2109, V. Clementino; av. Horácio Lafer, 540, Itaim Bibi); ou na ABRACE – Associação Brasileira Para Adolescente e a Criança Especial (r. Princesa Isabel, 548, Brooklin).

Pré-natal: o que acontece na primeira consulta?

O pré-natal significa segurança para a mãe e para o bebê, mas algumas mulheres, por diversos motivos, acabam deixando o acompanhamento médico em segundo plano.

“Sem pré-natal a gestante está expondo a si mesma e a saúde do bebê a inúmeros riscos,” afirma a Dra. Priscila Cury, obstetra da Pro Matre Paulista.

A falta de informação certamente é uma das razões que levam grávidas a evitar o pré-natal. Por isso, a médica lista os procedimentos da primeira consulta: “conhece a gestante, confirma a gravidez, calcula a data provável do parto, levanta o histórico de saúde, antecedentes familiares e fatores de risco que a mãe está exposta. Realiza exame físico e obstetrício, avaliação do peso e da pressão arterial. Efetua a solicitação dos primeiros exames laboratoriais e ultrassonográficos. Faz orientações alimentares, hábitos e suplementação vitamínica”.

De acordo com recomendação do Ministério da Saúde, as gestantes devem fazer pelo menos seis consultas para um pré-natal saudável. Já Dra. Priscila diz que “o ideal é que elas sejam mensais até a trigésima segunda semana, quinzenais após esse período e semanais após a trigésima sexta semana”.