Feliz 2013

O final de 2012 está próximo, e, com ele, encerramos mais um período de realizações e sonhos. Nós da Pro Matre Paulista trabalhamos o ano todo para garantir excelência no atendimento das famílias. É hora de comemorarmos os partos que ocorreram bem e as famílias que saíram daqui carregando em seus braços não só o seu tão amado bebê, mas a esperança de um futuro cada vez melhor.

Para nós, cada paciente é único e especial. Por isso, procuramos fazer a diferença no atendimento das famílias. Não estamos lidando somente com pessoas, mas com promessas da realização de sonhos. A chegada de um bebê é um momento sublime, de felicidade absoluta, para os pais.  Por esse motivo, acreditamos que todo o conforto e segurança da futura mamãe são fundamentais para a concretização desse momento.

Em 2013, trabalharemos, com a mesma dedicação, para continuar oferecendo serviços de qualidade. Procuraremos aprimorar nossas técnicas e instalações, além de capacitar ainda mais nossos profissionais. Tudo isso é pensado exclusivamente para você, para contribuirmos com a sua felicidade.

Comemoremos a saúde de toda a sua família! Desejamos a todos um próspero ano novo, cheio de conquistas e realizações. Queremos que a chegada do seu filho seja motivo de alegria e que essa criança traga muito orgulho para todos. Feliz 2013!

Bebês não podem comer peixe: mito ou verdade?

Na verdade, alguns estudos apontam que há nutrientes importantes nos peixes, responsáveis pelo desenvolvimento do cérebro, nervos e olhos.  Por causa desse mito, muitos bebês não estão acostumados a ingerir as quantidades ideais desse alimento – a recomendação dos especialistas é de duas porções por semana.

Peixes são ricos em ácidos graxos, como o ômega-3, um tipo de gordura benéfica para o organismo. Além de favorecer o funcionamento do cérebro, esse nutriente ajuda a prevenir doenças coronarianas, controla a pressão arterial, reduz o colesterol ruim e o triglicerídeos.

Por essas razões, é preciso criar o hábito de ingerir peixes e frutos do mar, pois podem trazer benefícios para pessoas de todas as idades. Até os 5 anos de vida, a criança não desenvolve preferências alimentares. Esse é momento mais adequado para incluir esses alimentos na papinha.

Transtornos alimentares na gravidez: mito ou verdade?

Engordar durante a gravidez é normal. Muitas vezes, o desejo por alimentos específicos provoca o descuido com a dieta, fazendo com que algumas mulheres acabem comendo por ela e pelo bebê. A ansiedade antes do parto também pode interferir nos hábitos alimentares da gestante, e até o próprio desenvolvimento do bebê é motivo de aumento de peso da mamãe.

Esse aumento natural de peso cria crenças na população. Algumas pessoas acreditam que a mulher grávida está livre de transtornos alimentares. Isso é apenas mais um mito. Sabe-se que controlar o peso da gestante é fundamental para evitar muitas complicações para a mãe e o bebê.

O número de casos de mulheres grávidas com transtornos alimentares é muito alto em São Paulo. A incidência desses distúrbios é seis vezes maior do que as estimativas médicas internacionais. Esse índice também é maior nas mães paulistanas em relação ao resto população brasileira.

Um estudo da Divisão de Psicologia do Instituto Central do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP aponta que os distúrbios mais frequentes na gestação são a bulimia e a anorexia, que correspondem a 10% dos quadros do HC. Foi encontrada uma taxa de 2,5 % para a anorexia, numero maior que o dobro do índice esperado pelo Ministério da Saúde – estima 1% na população nacional.

Fique atento para o desequilíbrio alimentar das gestantes, pois alguns sintomas da gravidez como o vômito podem mascarar sinais desses distúrbios.  As consequências desse descuido são graves e podem levar até à morte do bebê. Por isso, a preocupação excessiva com a imagem corporal não deve prejudicar seu filho. Procure profissionais capacitados, como nutricionistas, psicólogos e obstetras, para manter uma gestação saudável.

É verdade que bebês podem ter espinhas?

Sim. A acne (espinhas) pode aparecer do bebê e não é exclusiva dos adolescentes e adultos.  O distúrbio é provocado pelo funcionamento excessivo das glândulas sebáceas e pela obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, que origina os cravos. Geralmente, a acne neonatal aparece entre a terceira e a quarta semana e atinge aproximadamente 30% dos recém-nascidos.

As espinhas e os cravos, pretos ou brancos, são comuns em bebês com uma predisposição genética. Elas são ocasionadas pela liberação dos hormônios maternos durante a gravidez e a amamentação. Essa reação à transferência dos hormônios da mãe é normal e pode durar até seis meses.

A acne não é grave e nem causa cicatrizes no bebê. Por isso, não esprema essas lesões rostinho do seu filho. Isso pode marcar a pele dele. Também não é recomendável usar pomadas ou óleos para bebês, pois eles podem agravar o caso. O melhor tratamento é lavar bem a pele com sabonete comum e esperar que os cravos e espinhas desapareçam espontaneamente.

Se o problema não passar após os seis meses de vida, leve seu filho a um dermatologista. Esse profissional poderá trata-lo com alguns medicamentos leves, específicos para a pele do bebê. Atenção! Bolhas ou espinhas com pus, em qualquer parte do corpo do bebê, podem ser sintoma de herpes viral. Faça sempre um exame cuidadoso no corpo da criança e procure um médico para indicar o melhor tratamento. Esclareça todas as suas dúvidas com esse profissional e não se automedique.

É verdade que o repouso previne o parto prematuro?

A crença de que a gestante não pode fazer atividade física e deve permanecer em repouso para evitar o parto antes da hora era bastante disseminada antigamente. Gestação era quase um sinônimo de doença e as mulheres engordavam muito nesse processo. Hoje, sabe-se que o repouso sozinho não previne o nascimento prematuro do bebê, e que os exercícios moderados, com recomendação médica, são práticas eficientes para uma gravidez saudável.

O repouso pode ser eficiente gestação de gêmeos, pois essas mulheres possuem maior risco de que seus filhos nasçam antes da hora. No entanto, mesmo nesses casos não há garantia de que isso não aconteça.

Quando o obstetra recomenda repouso absoluto, as gestantes podem fica muito incomodadas por não poder sair de casa e nem fazer muito esforço físico. Elas devem adaptar sua rotina e descobrir alguma atividade para preencher o tempo. Livros, filmes e a visita de amigos são ótimas opções.

Nessa situação, o marido e a família têm um papel fundamental. Eles devem se responsabilizar pelos cuidados da casa. O desconforto pode ser muito grande, por isso, os familiares devem ter muita paciência e mimar bastante a futura mamãe.

Gestantes não podem comer pimenta: mito ou verdade?

Essa é mais uma das coisas que as pessoas inventam sobre a gestação. Alguns dizem que, por ser muito forte, a pimenta pode ser abortiva ou causar malformações no bebê. Embora a afirmação não seja verdadeira, a ingestão desse alimento pode trazer algumas consequências negativas para a digestão da mulher.

Isso acontece porque a pimenta muda o pH do estômago e do intestino, provocando azia, refluxo, digestão mais lenta, hemorroidas, entre outros transtornos . Se a gestante não apresentar nenhum desses sintomas ou mal estar após ter ingerido esse alimento, o consumo é liberado.

Contrariando os mitos populares, a pimenta não provoca os partos prematuros. Por isso, as futuras mamães não devem se preocupar. Caso apareçam desconfortos após o consumo do condimento, suspenda o uso e procure um médico para que ele possa medicá-los e esclarecer suas dúvidas.

É preciso conversar bastante com o bebê: mito ou verdade?

É verdade. Sabe-se que o bebê aprende a falar – e outros comportamentos importantes – por imitação. Por isso, quando explicamos nossas ações, em voz alta e direcionada ao neném, estamos estimulando-o. Bebês novos já apresentam um grau de compreensão muito maior do que acreditamos e essa estimulação ajuda a aumentar essa habilidade cognitiva.

Alguns estudos apontam que bebês criados com pouca estimulação não balbuciavam nada até os seis meses (comportamento normal nessa idade). Pesquisas com pessoas que foram criadas por animais (por exemplo, o caso de um menino que foi criado por lobos em Aveyron, na França, encontrado em 1799), demonstraram que ao invés de aprender a falar, elas imitavam os sons que esses bichos emitiam. Isso aponta a importância de apresentarmos modelos de comportamento adequados para as crianças.

É por esse motivo que o som e o ritmo da voz dos pais são tão importantes. Além de se acostumarem com a linguagem, os bebês começam a diferenciar e imitar cada fonema (unidade de som) da fala deles. Dessa forma, aprendem a falar e os significados de cada palavra. A aquisição de vocabulário também acontece muito cedo. Por isso, devemos conversar com nossos filhotes desde os primeiros dias de vida.

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É verdade que bebês podem ter alergia ao leite materno?

A sentença é parcialmente verdadeira. O que de fato acontece é que a reação alérgica é causada pela ingestão de uma proteína encontrada no leite da vaca. Esse nutriente é transmitido ao leite materno, provocando as alergias no bebê. De 2 a 5% das crianças são afetadas por essa doença.

Com o passar do tempo, o sistema imunológico do bebê acaba desenvolvendo tolerância a essa proteína: no primeiro ano, 50% das crianças já não apresentam mais a alergia; no segundo, esse número é de 75% e no terceiro, de 90%. Os pequenos que continuam alérgicos após os 3 anos têm a tendência de continuar com essa reação por ainda mais tempo.

A predisposição genética e a introdução precoce de alimentos alergênicos (leite e ovos) sem que o sistema digestivo do bebê esteja preparado para digeri-los são as principais causas dessa doença. É importante ressaltar que a alergia ao leite de vaca é diferente da intolerância à lactose, que é causada pela não produção de uma enzima do intestino responsável por digerir essa substância.

É verdade que engravidar depois dos 40 anos é mais fácil se você já tem filhos?

Algumas pessoas dizem, sem fundamento científico, que engravidar depois dos 40 anos é mais fácil para pessoas que já tiveram filhos. Isso é um mito. Depois dos 35 anos, qualquer gestação torna-se mais difícil e arriscada. Nessa idade, a fertilidade diminui, pois a mulher já não tem a mesma quantidade e qualidade de óvulos que tinha na juventude.

O organismo feminino já nasce com todas as células que se diferenciarão em óvulos durante a vida. Elas podem sofrer mutações e recombinações gênicas ao longo do tempo, quando passam por essa transformação.  Uma pessoa mais velha tem maior chance de produzir óvulos defeituosos do que uma mais nova. É por esse motivo que algumas doenças genéticas, como a Síndrome de Down, são mais recorrentes em bebês de mães com mais de 40 anos.

Uma mulher que já teve filhos passará por esse mesmo processo de envelhecimento. Na hora de engravidar, a única diferença entre elas e as que não tiveram filhos é que as primeiras provavelmente já sabem que não têm um problema fertilidade capaz de impedir uma nova gestação.

É verdade que é proibido tomar banho após o parto?

Esse é mais um dos mitos disseminados pelas pessoas não informadas. A crendice de que a nova mamãe não poderia tomar banho logo após o parto é bem antiga. Alguns ainda diziam que a mulher só poderia lavar o cabelo depois de duas ou três semanas após o nascimento do filho.

Obviamente, não é possível entrar no chuveiro logo após o parto. Mães de bebê que nasceram por cesárea devem esperar de seis a 12 horas para o primeiro banho. Esse intervalo de tempo é suficiente para passar o efeito da anestesia. Se ela levantar antes disso, pode sofrer uma queda da pressão arterial e até desmaiar.

Para aquelas que se submeteram ao parto normal, também é recomendável esperar algumas horas antes do banho. O efeito da anestesia é ainda maior, pois é preciso reduzir a dor do parto. Depois desse período, os cuidados com a higiene devem ser retomados normalmente.