É verdade que é possível minimizar os desconfortos em casa?

Sim. Quando recebe alta hospitalar, mais desconfortos físicos podem aparecer na nova mamãe. No último post da série forma física, especialistas da Pro Matre Paulista ajudam a minimizar esses incômodos.

Logo nos primeiros dias, a barriga da mulher ainda parece abrigar um bebê. Isso se torna um motivo de preocupação para muitas mães. A cinta pode ser um instrumento para reduzir esse desconforto. No entanto, é preciso consultar o seu médico antes de usá-la. “Normalmente, a mulher sente mais firmeza com a cinta, mas ela só deve ser usada nos primeiros sete ou dez dias após o parto. Depois disso, não tem muita função”, explica o Dr. Mauro Grynszpan.

As contrações abdominais, feitas uma semana depois do parto, podem ajudar a natureza a fazer com que a barriga distendida volte ao tamanho normal.  Esse movimento vai permitir que os músculos do abdome comecem a se fechar, para, enfim, sua barriga começar a recuperar a forma de antes da gravidez. “Basta contrair a barriga, contar até dez e relaxar, repetindo o exercício três vezes por dia”, orienta Liss Labate, fisioterapeuta da Pro Matre Paulista

Segundo o obstetra, retomar a atividade física tem outro papel fundamental além da estética. “Ao se exercitar, a mulher produz endorfina, uma substância que vai trazer sensação de prazer e bem estar, ajudando a aumentar sua auto-estima e combatendo os efeitos da depressão pós-parto, tão comum nas mulheres”, esclarece.

É comum sentir desconfortos físicos depois do parto: mito ou verdade?

Verdade. No terceiro post da série sobre forma física, Liss Labate, fisioterapeuta da Pro Matre Paulista,  dá dicas de como aliviar esse incômodo.  Os desconfortos físicos para a mulher que acabou de dar à luz podem surgir ainda na maternidade.

Uma das queixas mais comuns é a dor nas costas, que é explicada pela dificuldade de encontrar uma posição confortável para amamentar o recém-nascido. “É importante que após o posicionamento do bebê a mãe lentamente se acomode na poltrona, posicione os pés em um apoio elevado e relaxe para que possa aproveitar a magia deste momento único”, explica a fisioterapeuta.

Também é bastante comum aparecerem dores no pescoço. “É uma sucessão de momentos tensos: o trabalho de parto, o parto em si, o início da amamentação. Nessa situação, o pescoço sofre e algumas mudanças de postura (altura do travesseiro, posição da cama, efeitos da tensão). Técnicas de relaxamento e alongamento costumam surtir bom efeito”, esclarece.

O inchaço é outra complicação que pode incomodar bastante. Ele é causado tanto pelo ganho excessivo de peso durante a gestação como pela movimentação de líquidos corporais. É comum ficar com as pernas e pés inchados após o parto. “O melhor remédio para esse mal é caminhar. Se teve parto normal, a mulher pode andar no mesmo dia e é recomendável que ande. Calmamente, pelo quarto ou pelo corredor da maternidade”, aconselha. Outra medida eficaz para reduzir esse desconforto é manter as pernas elevadas quando estiver sentada.

Mulher grávida não pode fazer exercícios: mito ou verdade?

Isso é um mito. No segundo post da série sobre atividade física, o Dr. Mauro Grynszpan, obstetra da Pro Matre Paulista, explica que a gestante pode fazer exercícios físicos mais moderados para manter o controle do peso.

Voltar à forma física antes do parto não é uma tarefa que acontece de um dia para o outro. “Tudo começa no pré-natal, procurando manter uma alimentação equilibrada e uma atividade física constante, desde que não estejamos diante de uma gravidez de risco”, esclarece o obstetra.

Mulheres que já praticam exercícios físicos antes de engravidar devem manter essa atividade durante a gravidez, no entanto devem ter cuidados especiais. Antes de qualquer coisa, é preciso consultar um médico para que ele avalie o risco dessa prática para a saúde do bebê. Se essas mulheres não mantiverem o hábito de praticar  uma atividade física, elas correm o risco de engordar mais do que deveriam.

Procure evitar atividades menos localizadas no abdome e modalidades de alto impacto, como vôlei, basquete, corrida com velocidade, entre outros. “Caminhadas ao ar livre, esteira, hidroginástica, musculação leve para membros superiores e inferiores não só estão liberados como são recomendáveis”, aconselha.

Para ter uma ideia do ganho de peso ideal na gestação, basta aplicar a seguinte fórmula: 6 quilos + 5% do peso da mulher antes de engravidar. Lembre-se: a atividade física sempre deve ser acompanhada por uma dieta saudável e balanceada.

A mulher pode fazer atividade física logo depois do parto: mito ou verdade?

Isso é um mito.  Engordar durante a gravidez pode ser um grande incômodo para muitas mulheres. Depois do parto, é bastante comum encontrar mães desesperadas para recuperar a forma física de antes da gestação.  Para minimizar essa aflição, a Pro Matre Paulista organizou  uma série de quatro posts. As dicas são do Dr. Mauro Grynszpan, obstetra da instituição.

Depois do parto, a mulher deve esperar, em média, quarenta dias antes de voltar a praticar qualquer tipo de exercício físico. O obstetra é a única pessoa capacitada para liberar essa atividade. A melhor maneira de recuperar a antiga forma é controlar o peso durante a gravidez. Para ter uma gestação saudável, os obstetras recomendam que as mulheres engordem entre 10 e 12 quilos.

Enquanto espera essa recuperação, há outras maneiras de voltar ao peso ideal. A principal delas é continuar mantendo uma dieta balanceada. O próprio processo de amamentação é responsável pelo retorno às condições anteriores à gestação. Alguns recursos estéticos também podem ajudar nessa tarefa, como drenagem linfática, que ajuda a reduzir o inchaço, e o uso de meias de compressão, evitando o surgimento de varizes. “No caso da drenagem, restringir os movimentos às costas e pernas, não fazendo na barriga”, explica o obstetra.

É sempre desconfortável amamentar: mito ou verdade?

Isso é um mito. No último post da série sobre amamentação, Dra. Luelene Ribeiro, pediatra da Pro Matre Paulista dá algumas dicas de como minimizar os desconfortos da amamentação para que você e seu filho possam aproveitar ao máximo esse momento. Para ficar confortável e beneficiar-se de tudo que a amamentação proporciona, é preciso se adaptar a essa nova fase.

A principal dica é alternar as posições até encontrar uma que seja confortável para a mamãe e para o bebê. É comum encontrar dificuldade nas primeiras vezes. A posição mais tradicional é aquela em que a mulher fica sentada e o bebê fica de frente para a mãe, barriga com barriga. Uma variação dessa posição é segurar o bebê colocando o corpinho debaixo da axila da mamãe, com a barriga apoiada nas costelas dele.

É importante começar a mamada pelo peito que foi oferecido à criança na última vez. Isso porque o organismo do bebê precisa ingerir o leite materno nas várias fases de produção durante a amamentação.

O tempo médio de uma mamada, com sucção eficiente, deve ser, em média, de 20 minutos. Essa duração deve servir apenas como referência para perceber se a criança está se alimentando corretamente. Cada bebê tem um ritmo próprio. Tire-o do peito somente quando sentir que a mama está vazia. Depois de colocá-lo para arrotar, ele pode querer mamar novamente. Nesse caso, ofereça o outro peito.

E lembre-se: amamentar é tudo de bom!

As mamas precisam ser cuidadas antes e depois da amamentação: mito ou verdade?

É verdade. No terceiro post da série sobre amamentação, a Pro Matre Paulista explica alguns cuidados fundamentais com as mamas durante essa etapa importante na vida da mulher. As dicas são da Dra. Luelene Ribeiro, pediatra da instituição.

Na fase da amamentação, é importante usar sutiãs firmes durante o dia e à noite. Para evitar que a pele do seio fique flácida depois do nascimento do bebê, opte pelos sutiãs de sustentação logo no começo da gravidez. Examine suas mamas diariamente, concentrando-se na região do bico e do seu entorno.

As rachaduras começam aparecer a partir do quinto mês de gravidez. Para evitá-las, aperte a aréola até sair um pouco da secreção produzida nesse período. Deixar esse líquido secar em volta da aréola e do bico para fortalecer a pele ao redor. Tomar um banho de sol diário com as mamas expostas também ajuda nessa tarefa.

Para a higienização das mamas, use apenas água. Evite sabonetes e não use cremes, óleos ou pastas. Quando utilizar produtos que previnem as estrias, não aplique na aréola do seio para não retirar a proteção natural dessa região.

Você pode ajudar o bebê nesse processo. Nas últimas semanas da gestação, extraia um pouco da secreção para facilitar as primeiras mamadas.

 

 

É verdade que o bebê não engorda porque o leite da mãe é fraco?

Isso é um mito. No segundo post da série sobre amamentação, as dicas da Dra. Luelene Ribeiro, pediatra da Pro Matre Paulista, explicam por que isso não é verdade. O senso comum costuma atribuir causas arbitrárias para todos os fenômenos que não consegue explicar. Não existe leite materno fraco. O organismo de cada mãe produz esse alimento, completo em relação aos nutrientes essenciais, na quantidade ideal para o bebê.

Como a amamentação pode trazer algumas dúvidas para mães de primeira viagem, talvez esse seja o motivo desse tipo de crendice. É comum surgir certa insegurança no começo. Dificuldades com a posição, dúvidas quanto à quantidade que o bebê está mamando, ansiedade e inexperiência podem atrapalhar o momento. Em breve, você estará completamente adaptada à nova realidade e as coisas que antes costumavam preocupar serão consideradas banais.

É fundamental esclarecer todas as dúvidas. Procure seu médico e troque experiências com outras mulheres que estão amamentando ou que amamentaram há pouco tempo. Isso trará mais confiança e segurança para você aproveitar esse momento de contato intenso com seu filhote.

É verdade que, logo depois do parto, o leite materno não é leite mesmo?

A alimentação exclusiva de leite materno durante os seis primeiros meses de vida do bebê tem vantagens incalculáveis tanto para o recém-nascido como para a sua mãe. Para entender essa etapa importante para o desenvolvimento da criança, a Pro Matre Paulista apresenta uma série de quatro posts sobre amamentação. As dicas são da Dra. Luelene Ribeiro, pediatra da instituição.

Logo depois do nascimento, quanto mais precoce for a primeira mamada, melhor será para o bebê e para a criação de vínculos entre ele e a mãe. “Embora, nos primeiros dias, a produção seja de colostro, não de leite propriamente dito, a amamentação é totalmente indicada nesse período”, explica a pediatra. O ato de sugar o peito nesses dias será importante para estimular a produção de leite.

Além disso, o colostro é essencial para o bebê. Além de conter todos os nutrientes do leite materno, essa substância traz os primeiros anticorpos para a criança. O leite costuma descer entre dois e cinco dias após o parto, o que acaba coincidindo com a alta hospitalar. É comum que as mamas aumentem excessivamente de volume, dificultando a amamentação. “Nestes casos, o indicado é massagear as mamas e retirar um pouco do leite, facilitando a pega para o bebê” acrescenta a médica.

Existe depressão pós-parto em homens: mito ou verdade?

É verdade. Nos últimos anos, os profissionais da saúde têm percebido que a depressão pós-parto em homens não só existe como também é recorrente. Enquanto nas mulheres esse fenômeno pode causar oscilações de humor provocadas por alterações fisiológicas, nos homens ela é causada por questões psicológicas.

Como as novas mamães costumam direcionar todas as atenções para o recém-nascido, é comum que os pais se sintam mais isolados nessa época. Algumas mulheres ainda deixam o companheiro em segundo plano, o que contribui para aumentar essa sensação de rejeição.

O afastamento sexual do casal também pode agravar essa situação. “Por ação hormonal, a mulher tem sua libido adormecida durante a fase de amamentação”, comenta Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra e diretor de relacionamento da Pro Matre Paulista.

Para minimizar essa situação, é fundamental que o homem expresse o desconforto para a parceira. Outra dica importante é estimular a participação do papai tanto no cuidado com o bebê e com a gestante como com as tarefas domésticas desde a gestação. Foi-se o tempo em que os homens não estavam presentes na criação dos filhos. Agora, as mamães também devem prestar atenção aos sentimentos do seu parceiro.

Conheça mais dicas para os papais no Espaço Família da Pro Matre Paulista, aqui.

É verdade que lugar de criança é sempre no banco de trás?

Sim. O último post da série de dicas do Dr. Alexandre Lourenço, ortopedista pediátrico da Pro Matre Paulista, fala sobre o transporte dos pequenos entre 4 e 10 anos. Nessa idade, as crianças querem imitar tudo o que os pais fazem, e costumam insistir para que eles as deixem ficar no banco da frente. Para garantir a segurança de seus filhos, é preciso ser duro nessa decisão.

Segundo as regras do CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito), crianças entre quatro e sete anos devem ainda usar um dispositivo de retenção, chamado de assento de elevação ou “buster”. Essa determinação deve ser estendida até os 10 anos, pois esse tipo de dispositivo permite adequar a altura da criança para o uso correto. Os cintos de segurança do carro, geralmente, são projetados para crianças com mais de 1,45 metros.