É verdade que só a mãe de um dos membros do casal pode ser barriga de aluguel?

Não. Com as novas regras para a reprodução assistida, do Conselho Federal de Medicina (CFM), o grau de parentesco das “barrigas de aluguel” com um dos parceiros envolvidos nesses tratamentos foi ampliado. Para participar desses programas, as doadoras de útero devem ter até o quarto grau de parentesco com um dos membros do casal. Além disso, as doadoras devem ter menos de 50 anos e não podem apresentar problemas de saúde.

Casais homoafetivos e pessoas solteiras também podem realizar o sonho de ter um filho a partir de tratamentos de reprodução assistida. As novas diretrizes do CFM garantem a esses pacientes o direito de participar desses programas. Outra mudança importante é a normatização da seleção genética de embriões. Esse procedimento só será permitido nos casos de alterações genéticas causadoras de doenças ou seleção de embriões compatíveis com um filho do casal que necessite de transplante de células-tronco ou de órgãos.

A regulamentação dos programas de reprodução assistida também nomatiza o descarte de embriões. Agora, se o casal quiser, pode descartar seus embriões congelados depois de cinco anos. Antes dessa medida, os parceiros tinham apenas três opções: mantê-los congelados por tempo indeterminado, doá-los para outros casais ou ainda destiná-los às pesquisas com células-tronco.

Fonte: Portal Bebê.com
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Mulheres com mais de 35 anos não podem doar óvulos: mito ou verdade?

 É verdade. De acordo com as novas regras para as técnicas de reprodução assistida, divulgadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), mulheres acima de 35 anos não podem doar óvulos. A partir dessa idade, elas passam a produzir óvulos com qualidade inferior e em menores quantidades.

Essa medida pretende reduzir a chance de um bebê, concebido a partir de alguma dessas técnicas, nascer com síndromes cromossômicas. A resolução também restringe a idade masculina para a doação de espermatozoides – em 50 anos. Os homens também estão sujeitos a uma diminuição na qualidade dos espermatozoides.

A regulamentação das técnicas de reprodução assistida ainda prevê um limite para a quantidade de embriões implantados na paciente que se submete às técnicas de reprodução assistida. Só poderão ser transferidos para o útero da receptora até quatro embriões. O objetivo dessa mudança é reduzir o número de gestações múltiplas nesses procedimentos.

Outra mudança determina que  a idade máxima para uma mulher se inscrever em programas de reprodução assistida é de 50 anos. A partir dos 40 anos, a gestação torna-se arriscada para todas as mulheres. Essa medida visa reduzir o número de complicações na gravidez, como hipertensão e diabetes gestacional.

Fonte: Portal Bebê.com
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Lactantes que comem frituras causam gases no bebê: mito ou verdade?

É verdade. Um dos problemas do recém-nascido que mais preocupam as novas mamães é a cólica. Essa dor abdominal aguda aparece entre a segunda semana e o terceiro mês de vida, e pode incomodá-lo bastante. Para minimizar o sofrimento do pequeno, as mamães podem melhorar a qualidade da própria alimentação.

Todo alimento que a lactante come interfere na qualidade do leite materno produzido. “Uma alimentação saudável da mãe é recomendada, pois evita que o bebê tenha gases”, explica Dra. Edineia Vaciloto Lima, pediatra da Pro Matre Paulista.

Frutas e saladas não causam esse problema no organismo do bebê. Esses alimentos são indicados sem restrições. Evite ingerir fritura, chocolate, refrigerante e alimentos muito condimentados. Eles costumam produzir gases intestinais no seu filho, aumentando a cólica.

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Fonte: Portal WSCOM Online

Você sabia que o número de gestações de alto risco aumentou nos últimos anos?

As complicações na gestação estão se tornando cada vez mais frequentes, especialmente nas mulheres acima dos 30 anos, que decidiram adiar o sonho de ser mãe. Os aumento considerável das gestações de alto risco pode estar associado às consequências imediatas da vida urbana – poluição, trânsito, excesso de compromissos, alimentação inadequada, entre outros.

Com o avanço da medicina, os profissionais da saúde estão cada vez mais preparados para lidar com essas possíveis complicações. A Unidade de Terapia Semi-Intesiva da Pro Matre Paulista oferece um alto padrão de excelência no atendimento a gestações de alto risco. Aqui, as futuras mamães são atendidas em leitos equipados com alta tecnologia, monitoradas constantemente por uma equipe multidisciplinar especializada. Cada paciente é tratada como se fosse única.

Conheça um pouco mais sobre a nossa Unidade de Terapia Semi-Intensiva, aqui.

 

É verdade que pai também amamenta?

Sim. Pai não é mais aquela figura ornamental que assiste ao desenvolvimento dos filhos sentado no sofá. O  genitor ganhou novas funções nos últimos anos. Durante a amamentação, é comum que eles se sintam excluídos ou deslocados ao ver a esposa e o bebê nesse momento mágico. Isso não precisa ser assim. O Espaço Família, do site da Pro Matre Paulista, ajuda os casais a resolver esse problema.

Basta um pouco de boa vontade e disposição para incluir o parceiro nesse gesto especial. “No período pós-parto, o pai é muito importante para a mãe, representando uma fonte de segurança e tranquilidade nesse momento de ansiedade e incertezas, principalmente quando se trata do primeiro filho”, comenta Flavia Ianzini Carnielli, psicóloga da Pro Matre Paulista.

Pequenos gestos, como fazer companhia a mamãe, conversar suavemente com o bebê, ou simplesmente ir buscar água enquanto ela amamenta, podem fazer muita diferença. Eles são fundamentais para ampliar o vínculo entre o casal.  Quando a mulher volta ao trabalho, os pais também podem ajudar com a amamentação, oferecendo ao bebê o leite materno que foi congelado.

Não há motivos para se sentir excluído. A principal dica é conversar com a mamãe sobre essas inquietações e tornar-se mais proativo no cuidado com o filhote.

Confira outras dicas para os papais no Espaço Família da Pro Matre Paulista, aqui.

 

É verdade que existe tratamento para a incompatibilidade sanguínea?

Sim. Na série “Tipo Sanguíneo”, vimos que o encontro do sangue da mamãe com fator Rh- com o sangue do bebê com fator Rh + pode causar uma complicação conhecida como incompatibilidade sanguínea. Dr. Rodrigo Buzzini, obstetra da Pro Matre Paulista, explica como é possível tratar esse problema.

O tratamento mais comum da incompatibilidade sanguínea é a vacina anti-D. Esse medicamento impede que os anticorpos da mãe ataquem o sangue do bebê. Geralmente, a vacina só funciona se for aplicada na 28ª semana da primeira gravidez.

Se a mulher não foi vacinada nessa ocasião e teve um segundo filho com fator Rh +, provavelmente, precisará fazer uma transfusão de sangue intrauterina. Nos casos mais graves, todo o sangue do bebê deve ser substituído ao nascer. Um bom acompanhamento pré-natal é fundamental para que a gestante evite essa situação.

 

 

Incompatibilidade sanguínea entre a mãe e o bebê: mito ou verdade?

É verdade. A principal complicação decorrente da “mistura” de sangues da mãe e do bebê é a incompatibilidade do fator Rh. Na série “Tipo Sanguíneo”, Dr. Rodrigo Buzzini, obstetra da Pro Matre Paulista explica o que acontece nessa situação.

A incompatibilidade sanguínea só acontece quando a mãe não tem a proteína antígeno D no sangue (Rh-), e a criança herdou essa proteína do pai (Rh+). “Caso o sangue do bebê entre em contato com a corrente sanguínea da mãe, o sistema imunológico da gestante pode reagir contra o antígeno D do sangue do bebê, como se ele fosse um ‘invasor’, e produzir anticorpos contra ele”, explica o obstetra.

A sensibilização ao fator Rh não costuma causar problemas na primeira gestação de um bebê com Rh+. No entanto, na segunda gravidez, os anticorpos do sistema imunológico podem atravessar a placenta e atacar as células do sangue do bebê, provocando anemia, icterícia ou, em casos mais graves, insuficiência cardíaca ou hepática na criança. Um bom acompanhamento pré-natal é fundamental para amenizar os riscos dessa complicação. Procure um especialista.

 

Não é possível prever o tipo sanguíneo do bebê: mito ou verdade?

É possível especular qual será o tipo sanguíneo do pequeno antes mesmo de engravidar. Assim, o médico pode antecipar o tratamento de eventuais complicações. Na série “Tipo Sanguíneo”, Dr. Rodrigo Buzzini, obstetra da Pro Matre Paulista, explica como é possível fazer essa previsão.

Não é mágica! Essa regra vem da genética, e analisa os genes dos pais para determinar as possibilidades de tipo sanguíneo do bebê. Veja a tabela e tente descobrir como será o tipo do seu filho:

 

Existem quatro tipos sanguíneos: mito ou verdade?

É verdade. Uma das preocupações que aparecem logo que o casal engravida é com a tipagem sanguínea do bebê. Isso acontece porque existem algumas doenças causadas a partir da “mistura” do sangue da mamãe e do bebê. Na série “Tipo sanguíneo”, Dr. Rodrigo Buzzini, obstetra da Pro Matre Paulista, esclarece as principais dúvidas das mamães sobre esse tema.

Existem quatro tipos sanguíneos – A, B, O ou AB – e duas variações de cada um desses tipos – o fator Rh, que pode ser positivo ou negativo. Esse fator determina a presença (Rh+) ou a ausência (Rh-) da proteína antígeno D no sangue. Uma estimativa aponta que 85% da população mundial apresenta essa proteína. Em relação ao tipo sanguíneo, o mais comum é o tipo O, enquanto o mais raro é o tipo AB.

Entenda como é possível prever o tipo sanguíneo de seu bebê, amanhã, aqui no blog da Pro Matre Paulista.

Dentes de leite não têm tanta importância: mito ou verdade?

É um mito. Ter uma boa saúde oral implica em fazer a higienização da boca mesmo antes de eclodirem os primeiros dentes do bebê. Nessa fase, a gengiva deve ser limpa com uma gaze úmida pelo menos uma vez por dia. Na série, “Dentição”, Dr. Paulo Roberto Pachi, neonatologista da Pro Matre Paulista, explica a importância dos dentes de leite.

Apesar de não serem permanentes, os dentes decíduos têm um papel importante, pois eles são necessários para mastigar, dar espaço para os dentes permanentes e permitir o desenvolvimento adequado dos ossos da mandíbula e dos músculos envolvidos com a respiração e a mastigação. Algumas dessas peças não são substituídas até a adolescência – é o caso dos dentes molares. A amamentação também é fundamental para o desenvolvimento adequado dos maxilares e da mandíbula. Ela favorece a mordida e a oclusão.

Assim que aparecer o primeiro dentinho na boca de seu filho, procure um dentista. Essa consulta serve para evitar eventuais problemas e avaliar a higiene oral e a saúde em geral da criança. Acostume seu filho desde cedo a ir ao dentista.