É possível descobrir o sexo do bebê só depois da 12ª semana: mito ou verdade?

É um mito. Na gravidez tudo é motivo de muita ansiedade, especialmente para os pais de primeira viagem. Logo que descobrem o sexo da criança, muitos casais saem do consultório médico compartilhando com todo mundo a sua novidade.

Geralmente é possível saber se o bebê será um menino ou uma menina a partir da 12ª semana, com um ultrassom simples. Os pais mais ansiosos podem descobrir o gênero do bebê a partir da 6ª semana de gestação, com um exame chamado PCR (Plymerase Chain Reaction), que custa, em média, R$ 400,00.

Se você não quer saber o sexo do bebê até o parto, avise o seu obstetra para que ele não revele a grande surpresa. Conte a sua decisão para outras pessoas também, como os avós e tios. “É natural que todos cobrem essa informação, pressionando-os para revelá-la. Lembro-me de um casal que optou pela surpresa, mas os parentes próximos deram um jeito de descobrir e quase estragaram tudo”, orienta Dr. Júlio Bernardi, obstetra da maternidade Pro Matre Paulista, em consultoria para a Revista Crescer.

Outras medidas mais práticas devem ser adotadas. Para decorar o quarto do bebê, use cores e objetos unissex e desenhos ou adesivos mais neutros. Para as roupas, cores claras são as mais indicadas. Prefira estampas xadrez ou listradas.

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Fonte: Revista Crescer

É verdade que a vacina da gripe pode prevenir a otite no bebê?

Bebê chorando por causa de dor de ouvido é uma verdadeira angústia para as mamães. A otite – uma infecção aguda no ouvido – é uma das principais doenças bacterianas da infância. Segundo Dr. Renato de Ávila Kfouri, pediatra do Grupo Santa Joana,  em consultoria para o site Atmosfera Feminina, cerca de 70% dos bebês com menos de 2 anos terão um episódio de otite.

Diante dos sintomas agudos da doença – febre, dor, inapetência e prostração – não há como evitar os antibióticos. Além de contribuir para que as bactérias se tornem cada vez mais resistentes a esses medicamentos, os antibióticos apresentam uma série de efeitos colaterais. Apesar disso, algumas vacinas são capazes de prevenir a infecção.

A gripe pode ser uma porta de entrada para bactérias causadoras da otite. Quando a criança está gripada, o muco e a secreção podem migrar para o ouvido, infectando a tuba auditiva. A vacina contra o vírus Influenza pode ser aplicada a partir dos seis meses, e os seus efeitos colaterais não são tão frequentes.

A vacina Pneumocócica também é um importante fator de imunização das crianças. A bactéria pneumococo é responsável por 40% dos casos de otites na infância. Além de prevenir seu filho da otite, ela também o protege de pneumonia, sinusite e meningite. A criança já pode ser vacinada a partir do segundo mês de vida, e deve tomá-la em quatro doses.

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Fonte: Atmosfera Feminina

 

Você sabe o que deve levar para a maternidade?

Durante muitos meses, você esteve ansiosa para o tão esperado momento da chegada do seu bebê. Você fez o acompanhamento pré-natal, cuidou da alimentação e procurou saber tudo sobre a gestação e os cuidados com o recém-nascido. Quando o parto se aproxima, é bom estar com tudo pronto para ir para a maternidade. Deixe uma mala preparada com todos os itens que você irá usar desde os sete meses de idade gestacional. Você sabe o que levar? A Pro Matre Paulista ajuda nessa tarefa. As dicas são de Rosemaria Tarrilha Pirollo, gerente de enfermagem da maternidade, em consultoria para a Revista Crescer.

Para três dias de internação, leve:

3 pijamas ou camisolas com abertura na frente
1 robe
3 sutiãs de amamentação
6 calcinhas grandes
1 par de chinelos
Objetos de higiene pessoal (desodorante, xampu, escova de dentes, hidratante)
1 muda de roupa para voltar para casa
Elástico de cabelo, para a hora da amamentação
Absorventes (nem sempre o que o hospital oferece é o que você está acostumada a usar)
1 kit básico de maquiagem, como batom e corretivo

Para o bebê, leve:

6 macacões
6 bodies
6 calças com pé (não se assuste com a quantidade! O normal é o bebê trocar pelo menos duas vezes por dia de roupa na maternidade)
2 casaquinhos (se for inverno)
Kit com fraldas de boca
Enfeite para a porta do quarto e lembrancinhas

Não se esqueça também de colocar na mala os documentos exigidos pela maternidade e pelo convênio médico, e os telefones de quem você quer avisar após o nascimento.

Lembre-se de lavar as roupas do bebê antes de usá-las Deixe a roupinha do pequeno separada por conjuntinhos para facilitar o trabalho das enfermeiras. Não leve modelos com alfinetes, golas, elásticos e babados para não machucar o bebê. Previra roupas com abertura na frente e botões de pressão, pois elas facilitam a troca.

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Fonte: Revista Crescer

É verdade que canções de ninar ajudam o bebê a dormir melhor?

Sim. Quando chega a hora de ir para cama, algumas crianças ficam muito agitadas e não querem dormir. Muitos pais apelam para as historinhas e canções de ninar, sem saber que estão fazendo muito bem aos seus pequenos.

Uma pesquisa do hospital Beth Israel Medical Centrer, nos Estados Unidos, expôs 272 crianças prematuras a diversos tipos de melodia. Os pesquisadores descobriram que as cantigas de ninar, especialmente se forem cantaroladas pelos pais, melhoram padrões de sono, alimentação, frequência cardíaca e respiração dos bebês.

“Esses recém-nascidos enfrentam procedimentos médicos estressantes e sons leves promovem relaxamento, desacelerando os batimentos do coração”, explica Dra. Filomena de Mello, neonatologista do Grupo Santa Joana, em consultoria para a Revista Crescer. Se o seu filho está com problemas para dormir, cante para ele. Além, de deixa-lo mais calmo, essa é uma boa maneira de estreitar os laços entre vocês.

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Fonte: Revista Crescer

 

É verdade que o estresse pode causar envelhecimento placentário?

Sim. O envelhecimento placentário é mais uma das inúmeras complicações que podem atrapalhar o andamento da gestação e prejudicar a saúde do bebê. O estresse e os maus hábitos cotidianos da gestante agravam ainda mais esse problema.

“A placenta é um filtro da mãe. Ela manda o sangue, que é filtrado pela placenta e drenado pelo cordão umbilical, para o bebê. Se o filtro está sujo, a quantidade de nutrientes diminui, e aí acontecerá uma restrição de crescimento do bebê”, explica Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra da Pro Matre Paulista.

Alimentação equilibrada e atividade física regular e supervisionada são bons hábitos que podem garantir uma gestação mais saudável. Procure também manter a calma e a boa qualidade do seu sono. Além de preservar a saúde do pequeno, essas práticas podem aliviar a ansiedade típica da gestação.

É verdade que o papai também é importante no parto?

Sim. Durante o parto, a mamãe tem um trabalho enorme para trazer o bebê ao mundo. O papai é uma figura importantíssima para apoiá-la nesse momento tão delicado. O espaço “Papo de pai”, da Pro Matre Paulista, dá  algumas dicas aos futuros papais de como proceder durante o parto.

É preciso estar calmo para não transmitir insegurança à parceira, e preparado para aproveitar ao máximo esse momento inesquecível. Uma dica é ajudar a controlar a frequência das contrações dela, antes e ao chegar à maternidade.

Durante o trabalho de parto, o papai poderá ajudá-la a encontrar uma posição mais confortável. Tenha paciência com as reações exaltadas. É comum agir estranhamente quando se está sentindo muita dor. Em breve, toda essa tensão passará e vocês estarão com um grande motivo felicidade em seus braços.

Confira essa e outras dicas no espaço Papo de Pai, aqui.

 

É verdade que depois da sexta semana não adianta tomar ácido fólico?

Sim. Na primeira consulta do pré-natal é importante levar ao médico uma série de informações, como o histórico de saúde familiar e a data da sua última menstruação, que o ajudarão a planejar a gestação. Os exames que ele pediu indicarão a sua idade gestacional. No terceiro post da série “Cuidando da gestação”, Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra da Pro Matre Paulista, explica o que acontece na primeira consulta do pré-natal.

É fundamental saber há quanto tempo a futura mamãe está grávida. Isso indicará se ela poderá tomar o ácido fólico, substância que protege o bebê contra malformações no tubo neural, como anencefalia e espinha bífida (má formação da coluna vertebral). “No entanto, se a gestação tem mais de seis semanas, não adianta mais ministrar esse componente porque o tubo neural estará fechado”, explica o obstetra, em consultoria para o BOL Notícias.

“Durante o atendimento médico, o profissional também vai requisitar novos exames: toxoplasmose, Aids, rubéola, sífilis, hepatite, hemograma, taxa de açúcar no sangue, entre outros”, acrescenta. No final da consulta, o médico provavelmente marcará o próximo encontro. É importante esclarecer todas as suas dúvidas nesse momento. Prepare uma listinha com perguntas antes de chegar ao consultório.

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Fonte: BOL Notícias

Gestante precisa visitar o obstetra toda semana: mito ou verdade?

É um mito. Se a gravidez segue sem complicações, não há motivos para consultar o obstetra mais do que uma vez por mês. Na série, “Cuidando da Gestação”, Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra da Pro Matre, dá algumas dicas sobre o acompanhamento pré-natal.

De acordo com as orientações do Ministério da Saúde, para um acompanhamento ideal da gestação, são necessárias, pelo menos, seis consultas durante a gravidez e uma após o parto. Logo na primeira visita, o médico pedirá uma bateria de exames para verificar se a mamãe e o bebê têm problemas de saúde. Entre eles estão: ecocardiografia, hemograma, ultrassonografia de mamas e de tireoide. “Essas são informações da saúde da paciente que compõem a anamnese, um histórico da saúde”, explica Dr. Leite, em consultoria para o BOL Notícias.

Procure um profissional qualificado para fazer o seu pré-natal. Esse acompanhamento é fundamental para o bom andamento da gestação e para prevenir que alguma complicação ameace a vida do seu bebê.

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Fonte: BOL Notícias

Gestante pode tomar anticoncepcional durante a gravidez: mito ou verdade?

É um mito. Durante a gestação, surgem muitas dúvidas em relação aos medicamentos que as futuras mamães podem tomar. Atenção: se você engravidou sem planejar, pare de usar pílula anticoncepcional, método contraceptivo injetável, ou adesivo assim que souber que está grávida. É o que recomenda Dr. Luís Fernando Leite, obstetra da Pro Matre Paulista, na série “Cuidando da Gestação”.

Esses produtos bloqueiam a ação de hormônios femininos importantes para o desenvolvimento da gestação. “Ao interromper o uso do anticoncepcional, pode ser que a mulher apresente um pouco de sangramento”, explica o especialista, em entrevista para o site Bol Notícias. Se você descobriu que está grávida, procure um obstetra imediatamente para começar o acompanhamento pré-natal.

Fonte: Bol Notícias

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Cólicas depois do parto não são comuns: mito ou verdade?

É um mito. Depois de sofrer mudanças radicais, o organismo da nova mamãe deve retomar a forma física anterior à gestação. A recuperação do parto é uma fase delicada, em que pode surgir uma série de dúvidas.

Muitas mulheres ficam impressionadas com as cólicas que aparecem depois do parto. “É normal que a mulher sinta cólicas por causa da contração do útero. Quando ela amamenta, libera um hormônio chamado ocitocina, que faz o útero voltar para o tamanho de origem e também ajuda na produção do leite. Durante 45 dias, mais ou menos, a mulher terá cólicas e um sangramento, que é inconstante e vai mudando de cor”, explica a enfermeira Thalita Halasc .

Essa contração é parecida com a cólica menstrual. Em breve, a nova mamãe voltará a menstruar. “Se ela estiver amamentando, só voltará a menstruar em torno dos 60 dias depois do parto. Se não estiver, terminando a quarentena, normalmente ela já menstrua”, acrescenta.