Devo ir ver o bebê toda vez que ele fizer algum barulho à noite: mito ou verdade?

Isso é um mito. Depois do nascimento de seu filho, a nova mamãe tem os cinco sentidos aguçados. No pós-parto, qualquer barulho que ela escuta durante a madrugada é motivo para uma preocupação excessiva. Na série “Sexto sentido de mãe”, Flávia Carnielli, psicóloga da Pro Matre Paulista explica o que fazer nessa situação.

Durante a noite, a capacidade de perceber os sons do recém-nascido torna-se ainda maior. “Essa habilidade permite que uma mãe escute o choro do bebê mesmo de longe, quando ninguém mais ouve”, comenta a psicóloga, em consultoria para o Portal Vida 10. Isso acontece porque, na memória ancestral de nossa espécie, registramos que os nossos filhotes ficam mais vulneráveis e correm mais riscos nesse período.

Se você acorda naturalmente de madrugada, pode levantar para verificar se seu pequeno está bem. Faça isso silenciosamente. Se ele não estiver acordado, não o pegue no colo. Aos poucos, você aprenderá a reconhecer os sons do seu filho que requerem a sua presença e os ruídos normais que ele faz enquanto dorme.

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Fonte: Portal Vida 10

Agasalhar o bebê também faz parte do instinto maternal: mito ou verdade?

É verdade. Toda mãe preocupa-se em saber se o seu bebê está bem agasalhado – mesmo quando o filhote já está crescido. Esse hábito faz parte do instinto maternal. Na série “Sexto sentido de mãe”, Flávia Carnielli, psicóloga da Pro Matre Paulista, em consultoria para o Portal Vida 10, explica esse comportamento.

O instinto maternal foca-se em três principais tipos de ações: alimentar, proteger e preservar do frio. Por isso, é comum que as mães acordem no meio da noite para ver se o seu pequeno está bem coberto.

Proteger excessivamente o recém-nascido do frio pode trazer algumas complicações. Antes de agasalhar seu filho, verifique se as extremidades do corpo e a ponta do nariz do pequeno estão geladas. Caso isso não ocorra, segure a vontade de cuidar do pequeno e acredite que ele está bem. Saiba que os bebês costumam ter a temperatura corporal menor que a dos adultos.

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Fonte: Portal Vida 10

 

É verdade que os hormônios do pós-parto ajudam a cuidar e amamentar o bebê?

Sim. Depois de dar à luz, o comportamento da nova mamãe é completamente alterado, graças ao aumento do nível de hormônios – como a ocitocina e a prolactina. AliadaS ao instinto de preservação da espécie, essas transformações garantem a ela habilidades fundamentais para cuidar e amamentar o pequeno. Na série “Sexto sentido de mãe”, Flávia Carnielli, psicóloga da Pro Matre Paulista, explica todas essas mudanças.

Os hormônios femininos do pós-parto alteram as capacidades cognitivas da mamãe. “A inteligência emocional é intensificada, tornando-a mais paciente, tolerante e perspicaz na tarefa de entender os sinais do bebê nas mais variadas situações”, explica a psicóloga, em consultoria para o portal Vida 10.

É comum que a nova mamãe não consiga se concentrar quando o bebê chora, por exemplo. Isso acontece porque o choro da criança funciona como um sinal de alerta, avisando que ela precisa imediatamente de atenção. Para a mamãe, o impulso de cuidar do pequeno é praticamente irresistível. Esse estado emocional é intensificado pela ação da prolactina e da ocitocina, considerados os hormônios do amor e da maternidade.

Nessas situações pegue seu bebê no colo. Estudos constataram que o colo materno tem a capacidade de tranquilizar e dar conforto para os pequenos.  Logo, você aprenderá a identificar a causa de cada choro e ficará menos ansiosa a cada vez que isso acontece.

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Fonte: Portal Vida 10

Choro do bebê nem sempre indica fome: mito ou verdade?

É verdade. O choro do bebê é o momento mais angustiantes na vida dos pais de primeira viagem. Bebês não sabem se expressar verbalmente. Por isso, é fundamental aprender a decifrar o choro do pequeno.  Na série “Primeira Viagem”, entenda como acalmar o bebê nesses momentos.

O recém-nascido não chora apenas por fome. O choro dele também pode indicar que a fralda precisa ser trocada, que a criança está com frio, que ela sofre com as cólicas ou ainda que ela precisa de atenção e carinho. Você só aprenderá a identificar o motivo do choro do bebê com a convivência.

“A relação e o contato físico são muito importantes”, garante Dr. Marco Capel, obstetra da Pro Matre Paulista, em consultoria para o Portal Terra. Segundo o especialista, o simples gesto de conversar com o seu filhote também pode acalmá-lo.

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Fonte: Portal Terra

Depois da 12ª semana, posso comer peixe cru: mito ou verdade?

É verdade. É comum ouvir falar que a futura mamãe não pode comer alimentos crus durante a gestação inteira. O peixe é a única carne que pode ser ingerida dessa maneira, a partir da 12ª semana de gestação. Na série “Primeira Viagem”, Dr. Marco Capel, obstetra da Pro Matre Paulista, explica melhor essa restrição alimentar para as novas mamães.

Durante as primeiras semanas da gravidez, a mulher deve ter um cuidado redobrado com a alimentação.  “O cuidado nos primeiros meses é essencial, já que se trata de uma fase de formação de órgãos”, explica o obstetra, em consultoria para o Portal Terra. Depois desse período, a futura mamãe pode voltar a ingerir o peixe cru, sempre fresco. Preste atenção na qualidade dos alimentos servidos nos restaurantes de comida japonesa.

A restrição deve continuar para outros tipos de carne, mal passada ou crua, como quibe cru. “É melhor evitar durante toda a gravidez, a fim de afastar a possibilidade de contrair toxoplasmose”, orienta. Essa doença é transmitida por um protozoário que, geralmente, encontra-se nas fezes de gatos ou na carne crua e em outros alimentos mal cozidos e contaminados. Para o bebê, a toxoplasmose pode causar sérias sequelas, como encefalite, lesões oculares e prejuízo importante da visão.

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Fonte: Portal Terra

 

Um exemplo real

Por volta das 19h15 (horário de Londres) de ontem, a Duquesa Kate Middleton, o Príncipe William e o bebê real deixaram o Hospital St. Mary. A carruagem, um Range Rover Vogue V8 preto, estava equipada com bebê conforto e a família pôde voltar para o Palácio de Buckingham com total segurança. O exemplo da realeza britânico deve seguido por todas as famílias do mundo.

Recém-nascidos não podem ser transportados no colo. “Este é um grande equívoco, pois além do impacto da projeção que a criança pode sofrer, ainda há o risco de esmagamento causado pelo adulto que tem a criança no seu colo”, explica Dr. Alexandre Lourenço, ortopedista pediátrico.

Todos os anos, mais de duas mil crianças morrem em acidentes automotivos no Brasil, e outras tantas ficam com sequelas para o resto da vida por causa dessa negligência. “A maioria dos acidentes ocorre em trajetos curtos e em velocidades baixas e médias”, esclarece o especialista.

O órgão que regulamenta o trânsito no país, o CONTRAN, determina que as crianças de diferentes faixas etárias devem ser transportadas em cadeirinhas específicas. De 0 a 1 ano, o transporte recomendado é feito na cadeirinha do tipo bebê conforto, virada de costas para o movimento do carro e presa com cinto de segurança. De 1 a 4 anos, o correto é transportar a criança em cadeirinhas maiores, fixadas no centro do banco de trás. De 4 a 10 anos, o ideal é usar o “buster”, um assento de elevação que permite ajustar a altura da criança para o uso adequado do cinto de segurança.

Nasce o tão esperado bebê real britânico

A tarde de ontem (22/07) deverá ser comemorada em todo o Reino Unido. Com 3,789 kg, nasceu o primeiro filho do Príncipe William e da Duquesa Kate Middleton na ala particular do Hospital St. Mary’s. Cumprindo a tradição britânica, um mensageiro real fixou um documento com os dados do menino em um cavalete na frente do Palácio de Buckingham.

Embora ainda não tenha nome, o bebê real já foi condecorado com o título de Príncipe de Cambridge. A graça do principezinho deve ser escolhida nas próximas semanas. Uma pesquisa do jornal britânico Mail on Sunday indica que o nome preferido pela população é James, em referência a um monarca homônimo, que reinou entre 1603 e 1625.

O novo príncipe ocupa a terceira posição na linha de sucessão à coroa britânica – atrás apenas de seu pai William e de seu avô Charles. A notícia foi comentada pelos jornais de todo o mundo. Membros da família real britânica deram depoimentos reforçando a sua felicidade.

Para comemorar o nascimento da criança, 41 tiros de canhão serão disparados no Green Park nesta terça-feira (23/07). A Honorável Companhia de Artilharia também homenageia o pequeno com outros 62 tiros de canhão disparados na Torre de Londres e sobre o rio Tâmisa no mesmo horário.

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Fonte: Uol Celebridades

 

 

É possível se preparar para a gestação: mito ou verdade?

É verdade. A primeira gestação é motivo de muitas dúvidas para o casal. Esse período exige tanta informação que os pais de primeira viagem geralmente não sabem por onde começar a entender esse processo. Na série “Primeira Viagem”, Dr. Marco Capel, obstetra da Pro Matre Paulista, esclarece as principais dúvidas das mamães.

O planejamento é fundamental para que a gestação ocorra sem complicações. “É indicado fazer exames preliminares, como hemograma, Papanicolau e checar as vacinas”, explica o obstetra, em consultoria para o Portal Terra. Procure seu ginecologista para que ele possa pedir esses exames e dar outras orientações. É importante também ir procurando um bom obstetra para fazer o seu futuro acompanhamento pré-natal.

Outra dica essencial é consumir alimentos ricos em ácido fólico por, pelo menos, um mês antes de engravidar. Essa substância do complexo B reduz o risco de más formações no tubo neural do bebê. A futura mamãe deve ingerir esse nutriente até a sexta semana de gestação para evitar complicações. Em alguns casos os médicos recomendam até a suplementação alimentar.

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Fonte: Portal Terra

Mulheres mais velhas ficam mais ansiosas na gravidez: mito ou verdade?

Em geral, é verdade. A gestação é um momento de muitas transformações na vida de uma mulher. Ansiedade geralmente é um motivo de muito sofrimento para as algumas futuras mamães. Elas costumam ter a sensação de que não podem fazer nada para evitar que algo de ruim aconteça com seu bebê.

Para as mulheres mais velhas, esse sentimento pode ser ainda pior. “Pelo que eu vejo aqui no hospital, as mulheres que têm idade superior a 35 anos ficam mais ansiosas do que as demais. Elas têm mais medo do parto e de lidar com o recém-nascido”, ilustra Salete Arouca, psicóloga do Grupo Santa Joana.

A informação é a melhor ferramenta na luta contra a ansiedade. Faça um bom acompanhamento pré-natal e esclareça todas as suas dúvidas com o obstetra. Escolha um profissional que transmita confiança.

O apoio da família, e, principalmente, do seu parceiro é fundamental para trazer ainda mais segurança para a sua gestação. Procure envolver seu companheiro nos cuidados com a gravidez e com o bebê. Tenha sempre em mente que você é a pessoa mais importante para seu bebê.

Leite materno tem várias fases: mito ou verdade?

É verdade. Que o leite materno é o alimento mais importante nos seis primeiros meses de vida da criança a maioria das pessoas já ouviu falar. O que nem todas as mamães sabem é que esse alimento não é uma mistura homogênea e que todas as suas fases são indispensáveis para o bebê.

A primeira fase do leite materno é mais aquosa, por isso algumas mães a desperdiçam, sem saber que ela é tão importante como todas as outras. Isso também acontece com a fase posterior, a gordura, que é indispensável para o desenvolvimento neurológico do pequeno.

Para aproveitar os benefícios de todas as fases do leite, é preciso esvaziar o peito inteiro durante as mamadas. A dica é começar a amamentação pela mama em que o bebê pegou na última vez. “Se ele esvaziou bem uma mama, comece pela outra que você não ofertou na última mamada, porque aí ele vai se beneficiar de todas as fases do leite. É importante que ocorra o esvaziamento completo da mama para que o bebê se satisfaça. Se isso não acontecer, ele ficará tomando só aquele leitinho anterior, e vai querer mamar de meia em meia hora”, orienta Dra. Clery Bernardi Galacci, neonatologista do Grupo Santa Joana.

Esse também pode ser um indicador de que o bebê está se alimentando corretamente. “O ideal é dar de mamar durante o tempo que ele levar para esvaziar uma mama, cada criança tem um tempo. Se ela não esvaziou a mama, ela não fez uma boa mamada. A mãe tem que ficar atenta a isso”, acrescenta.