Gestantes são mais sensíveis às doenças do Outono: mito ou verdade?

Verdade. Começa o outono e, junto com ele, chegam os resfriados, gripes, rinites, sinusites. Se já é ruim para pacientes “normais”, pior ainda para gestantes, que além do mal estar ainda ficam em dúvida sobre o tratamento, ficando inseguras se podem ou não se medicar.

Segundo Dra. Carla Ferreira Kikuchi, obstetra, as doenças mais comuns nessa época do ano são as que atingem o trato respiratório. No caso da gestante, o cuidado tem que ser redobrado uma vez que a administração de medicamentos é realmente limitada. “É importante uma orientação do obstetra para avaliar a necessidade de medicações. Geralmente, repouso relativo e hidratação são os procedimentos mais recomendados”, diz a obstetra.

Outra dúvida muito comum das gestantes diz respeito à vacina contra gripe. Ela não só é permitida como altamente recomendável, já que as gestantes fazem parte do chamado grupo de risco, que inclui idosos e crianças. “A vacinação contra a gripe diminui a chance de complicação, inclusive de sinusite e pneumonia”, diz Dra. Carla. A proteção do bebê também é feita de forma indireta por meio dessa vacinação, conferindo imunidade ao recém-nascido durante os seis primeiros meses de vida. A gestante pode tomar a vacina tranquilamente, sem risco de efeitos colaterais, desde que não tenha alergia a ovo.

No caso de asma e rinite, o acompanhamento do obstetra e do pneumologista é indispensável, principalmente para a administração de medicamentos específicos. “Além disso, medidas simples como o controle ambiental, evitando o contato com alérgenos – ácaros e odores fortes – e mudanças bruscas de temperatura podem ser medidas preventivas, garantindo uma gestação mais agradável”, explica a médica.

Maternidades estão preparadas para atender emergências: mito ou verdade?

Verdade. Desde que você esteja em uma maternidade que preza o compromisso com a segurança do paciente, como é o caso da Pro Matre Paulista. Com foco na saúde da mãe e do bebê, a Pro Matre Paulista sempre investiu para que todos os pacientes recebessem o que há de melhor em medicina. Desde o início nos destacamos na obstetrícia por reunirmos modernos recursos tecnológicos e uma equipe de profissionais experientes. O resultado desse constante trabalho pode ser visto em nossas UTIs – dois espaços voltados exclusivamente a saúde da gestante e do bebê.

A presença de uma UTI adulto em nossa maternidade tornou-se um grande diferencial. Por ser uma das poucas do país especializadas no atendimento específico à gestante, nossa UTI adulto permite a mãe receber seu bebê no leito.

Em casos de parto de alto risco, uma equipe multidisciplinar formada por especialistas de diferentes áreas está 24h de prontidão para atender a qualquer eventualidade. São intensivistas, cardiologistas, hematologistas, infectologistas, obstetras, anestesiologistas e enfermeiros especializados, que trabalham de forma coordenada e seguem protocolos estabelecidos.

Já a nossa UTI neonatal referência dedica-se a cuidar de recém-nascidos que necessitem de cuidados especiais como os prematuros, os casos de gestações múltiplas ou com patologia associada, e por isso é também considerada referência nacional. Aqui a nossa preocupação sempre foi oferecer ao seu filho a melhor estrutura hospitalar. Em um espaço humanizado, que oferece atendimento individualizado, nossa UTI neonatal ocupa uma área de 400 m², e tem capacidade de mais de 50 leitos, divididos em seis salas, além de um espaço especialmente reservado para casos que necessitam de isolamento.

Para saber mais sobre nossas UTIs, clique aqui e navegue pelo site.

Assim que nasce, o bebê passa por vários exames: mito ou verdade?

Verdade. Meses de expectativa, e até certa ansiedade. Enfim, a hora chega, o bebê vem ao mundo e tudo se transforma ao seu redor. E essa sensação de novidade começa ainda na sala de parto, quando o bebê é submetido a uma série de exames e processos. “Esses procedimentos têm como objetivo investigar a condição do nascimento. Para isso, existe um método que determinará a necessidade de o pediatra intervir ou não na assistência imediata”, explica Dr. Francisco Dutra Rodrigues, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Este método ou teste tem o nome de APGAR – o famoso teste APGAR, que atribui notas ao recém-nascido. A maioria das crianças nasce em boas condições de saúde, mas, caso o recém-nascido necessite de algum auxílio médico, será melhor saber o quanto antes para começar o tratamento. Este é um procedimento universal, aceito em todas as maternidades do mundo, pelo qual o recém-nascido é avaliado no primeiro e no quinto minuto de vida fora do útero.

Neste processo, avaliam-se frequência cardíaca, respiração, tônus muscular, reflexos e cor de pele e, para cada item, atribuem-se notas de zero a dois. Grande parte dos bebês recebe nota entre sete e dez, o que significa que não precisarão de tratamento imediato. As avaliações abaixo de cinco apontam bebês em condições que exigem auxílio médico especial.

Os dias subseqüentes ao nascimento do bebê são marcados por outros exames no berçário, local onde a criança fica entre 48 e 72 horas. Após sua liberação do berço aquecido, que geralmente acontece três horas depois do nascimento, e depois de um exame minucioso das condições clínicas, o pediatra faz avaliação dos olhinhos.

“Este exame é o reflexo que vem através das pupilas quando estas são submetidas a um fonte de luz. Este reflexo é muitas vezes observado em fotografias com flash . Para que ocorra o reflexo, a luz tem que passar por todas camadas do olho até sua retina, e voltar dando a coloração vermelha.Se isto não ocorrer, é porque ao longo do trajeto a luz não consegue chegar à retina, o que indica que há problema neste olho”, explica Dr. Francisco.

Uma das ocorrências mais comuns nos bebês, ainda na fase de internação, é a icterícia, que se dá quando existe acúmulo no sangue de um pigmento produzido naturalmente pelo nosso organismo, chamado bilirrubina. Este pigmento é metabolizado pelo fígado e eliminado através das fezes e da urina.

“Frequentemente, ocorre um aumento de bilirrubina nos bebês entre o segundo e terceiro dias de vida, porque seu organismo ainda é imaturo para eliminar este pigmento. O tratamento para a icterícia é a fototerapia (o chamado “banho de luz”), o que às vezes leva o bebê a ficar internado um dia a mais na maternidade.

Uma importante medida para controlar a icterícia é a amamentação. O bebê ictérico deve ser amamentado várias vezes ao dia, nos primeiros dias de vida. Isso ajuda a mãe a produzir mais leite, a hidratar o bebê e também ajuda reduzir a bilirrubina, facilitando sua eliminação pelas fezes.

 

Você conhece o Espaço Família Pro Matre?

A chegada de um bebê é, sem dúvida, um dos momentos mais esperados por toda família. É um período de alegria e emoção, mas também de muitas dúvidas.

Foi pensando em como auxiliar toda família durante este momento que a Pro Matre Paulista desenvolveu este canal de comunicação, dentro do seu site. Nesse espaço, dicas de saúde para a gestante, informações sobre os primeiros meses do bebê, o espaço “Papo de Pai” e outras orientações, para ajudar a família que está esperando pelo grande momento.

Por exemplo: você sabe o que acontece com o corpo da mulher ao longo dos nove meses de gestação? No Espaço Família, você encontra dicas como esta:

Antes mesmo de a barriga crescer, já é possível sentir o aumento do tamanho das mamas e sua sensibilidade, mais ou menos como ocorre nos dias que antecedem a menstruação, mas com uma diferença: agora elas também ficam com a rede venosa mais visível. O sistema gástrico também pode sofrer alterações, e com isso, é possível que você sinta náuseas, vômitos e azia, além de intolerância a determinados alimentos que antes não causavam desconforto.

1º mês – Seios ficam inchados e doloridos, a sonolência aumenta e a vontade de urinar é mais frequente. Podem aparecer náuseas e vômitos. Alterações emocionais são comuns.

2º mês – O fluxo sanguíneo aumenta e pode ocasionar taquicardia. O ritmo intestinal, por sua vez diminui, podendo causar prisão de ventre. As alterações emocionais se intensificam.

3º mês – Diminuem enjôos e náuseas. Podem surgir infecções urinárias, que devem logo ser comunicadas ao obstetra.

Lá, você também vai ler sobre o segundo e o terceiro trimestre da gravidez, orientações nutricionais, cuidados com a pele, dicas sobre atividade física, sexualidade na gravidez, entre muitos outros. Aproveite o final de semana e navegue por esse verdadeiro mar de informações! Acesse aqui.

Amamentar é um ato intuitivo: mito ou verdade?

Mito. As vantagens do aleitamento materno são amplamente conhecidas. No entanto, amamentar não é uma tarefa intuitiva para os seres humanos, demandando muita paciência e aprendizado. “É muito importante que a gestante se prepare para esta etapa ainda durante a gravidez, buscando orientação com seu obstetra e também por meio de leituras, curso de gestante e até com o pediatra escolhido para cuidar do bebê”, orienta Dra. Débora Manzione Passos de Oliveira, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Outra medida fundamental é aproveitar o período de internação na maternidade para assegurar-se de que o bebê está mamando de forma correta. A posição da boca do bebê em relação ao seio – pegando a aréola e não apenas o mamilo – é vital para garantir um aleitamento ideal, que ao mesmo tempo garanta que ele mame o suficiente, sem machucar o bico do seio da mãe.

Também é indicado que o bebê mame, sempre que possível, na primeira hora de vida. Esta medida favorece a adaptação do bebê ao ato de mamar. Quando o bebê nasce de parto normal, esta conduta é facilmente cumprida, especialmente para as mães que utilizam as suítes para parto, como acontece na Pro Matre Paulista. No entanto, é possível indicar o mesmo procedimento para vários bebês nascidos de cesariana.

Algumas (das muitas) vantagens do aleitamento materno

  •  O leite materno já vem na temperatura ideal, esterilizado e não dá trabalho para preparar
  • Protege o bebê contra infecções do aparelho respiratório e digestivo porque contém anticorpos (imunoglobulinas)
  • Desenvolve e fortalece a musculatura facial, melhorando o desempenho das funções de sucção, mastigação, deglutição e fala
  • Reforça o vínculo mãe-filho, favorecendo o desenvolvimento da criança
  • Diminui os riscos de alergia, muitas vezes causadas pela introdução prematura do leite de vaca.
  • Evita o risco de superalimentação, pois contém os nutrientes necessários ao desenvolvimento do bebê, tanto em qualidade quanto em quantidade.
  • Diminui as hemorragias pós-parto, devido à liberação do hormônio chamado ocitocina, que tem a ação de contrair o útero
  • Previne a osteoporose e o câncer de mama, ovário e útero.

Embora, nos primeiros dias, a produção seja de colostro, não de leite propriamente dito, a amamentação é totalmente indicada. “O colostro contém os mesmos nutrientes do leite materno. Além disso, o ato de sugar estimula a produção de leite”, acrescenta Dra. Débora.

A “descida” do leite costuma acontecer dois ou três dias após o parto, o que normalmente coincide com a alta hospitalar. Neste momento, muitas mães ficam aflitas pelo aumento excessivo de volume das mamas, o que pode até dificultar para o bebê continuar mamando. Nestes casos, o indicado é massagear as mamas, de preferência durante o banho, e retirar um pouco do leite, para proporcionar maior maleabilidade da pele e facilitar a pega para o bebê.

Mulher com prótese de silicone não pode amamentar: mito ou verdade

O acesso a cirurgias plásticas tornou-se mais comum nos últimos anos. Com isso, muitas mulheres decidem aumentar os seios, por meio de próteses de silicone, antes de pensarem em engravidar. Depois, vem a insegurança, temendo pela impossibilidade de amamentar seu bebê.

Segundo Dr. Marcos Crisci, cirurgião plástico da Maternidade Pro Matre Paulista, a prótese de silicone não interfere na produção do leite e consequentemente não impede a amamentação. “A minha escolha para a inclusão da prótese é através do sulco inframamário, preferencialmente entre o músculo peitoral e a glândula mamária, pois esta abordagem mantém a integridade da glândula (não há lesão dos ductos e seios lactíferos) possibilitando a amamentação futura”, explica o cirurgião.

Independente da presença de prótese, o que vai determinar a flacidez ou o aparecimento de estrias são os cuidados pré-natais da gestante, bem como as características intrínsecas da pele. “Se a gestante engordar demais, com certeza apresentará efeitos colaterais não relacionados à amamentação”, diz o especialista. O médico ainda recomenda que a mulher aguarde no mínimo seis meses após o parto para a inclusão de uma prótese mamária e de três a seis meses para engravidar após este tipo de cirurgia.

Papai também amamenta?

Depois de nove meses de gestação, nos quais as atenções ficam todas voltadas para a mãe, chega o bebê e rouba a cena. Começa, então, um período de vínculo total entre os dois, com a fase da amamentação. E o pai, como fica nesse cenário? Não é raro que, nesse momento, alguns pais sintam-se excluídos e até deslocados. No entanto, com um pouco de boa vontade e disposição, é possível incluir o pai nesse momento tão especial da vida familiar.

“No período pós-parto, o pai é muito importante para a mãe, representando uma fonte de segurança e tranquilidade nesse momento de ansiedade e incertezas, principalmente quando se trata do primeiro filho”, comenta Flavia Ianzini Carnielli, psicóloga da Pro Matre Paulista. Por isso, segundo ela, o pai não deve ter vergonha de assumir tarefas que eventualmente sejam desempenhadas pela mulher, como cuidar da casa e das compras da família. “Livrar a mãe das tarefas domésticas nessa fase é uma grande contribuição, pois além de proporcionar a ela o foco exclusivo no bebê, desta forma o homem também vai se sentir menos excluído dessa relação que se torna tão intensa.”

A rotina da amamentação toma uma parte considerável do dia da mulher. Gestos simples, como fazer companhia a ela ou simplesmente ir buscar água enquanto ela amamenta, podem ampliar o vínculo entre o casal. Pode parecer algo muito corriqueiro, mas a mulher que amamenta, de fato, sente muita sede enquanto o bebê está mamando e tudo o que ela pode querer, naquele momento, é um simples copo de água.

Quando a mãe volta ao trabalho, normalmente começa outra fase de adaptação, tanto para ela quanto para o bebê. Outra boa oportunidade para o pai assumir nova função. As mulheres que desejam continuar amamentando mesmo após a licença maternidade precisam ordenhar seu leite e congelá-lo, para que o bebê seja alimentado no período em que estão distantes. Dependendo dos horários do casal, o pai pode assumir esta função, oferecendo o leite da mãe em mamadeira.

Quer saber mais sobre este tema? Acesse o conteúdo Papo de Pai, no site da Pro Matre Paulista, e veja como os homens estão cada vez mais participativos na gestação.

Teste do Pezinho Ampliado: por que fazer?

Toda gestante ou mamãe já está familiarizada com o teste do pezinho, exame garantido por lei há vários anos e que detecta seis doenças – Fenilcetonúria, Hipotiroidismo Congênito, Hemoglobinopatias, Fibrose Cística, hiperplasia Suprarrenal Congênita (I70H) e Deficiência de Biotinidase. O que algumas pessoas ainda não sabem é que, hoje, é possível prevenir ainda melhor os problemas de saúde do bebê, por meio do Teste do Pezinho Ampliado. A Pro Matre Paulista oferece esta opção de diagnóstico mais completo aos pais.

O Teste do Pezinho Ampliado detecta, além das seis doenças mais conhecidas, também a Galactosemia, a Toxoplasmose Congênita, as Aminoacidopatias (Cromatografia) e a Deficiência de G.6.P.D. Também é possível optar pela realização do Teste do Pezinho Avançado, que detecta até 46 doenças.

Algumas dessas patologias podem causar graves danos neurológicos e até levar o bebê a óbito, enquanto outras só dependem de adequações na dieta. Outras, ainda, indicam a necessidade da introdução ou da não indicação de alguns medicamentos para que não se manifestem e outras, mais graves, podem dar ao casal a possibilidade de um aconselhamento genético para uma nova gestação.

A amostra de sangue utilizada para os dois testes – básico e ampliado – é a mesma, colhida a partir de 48 horas após a primeira mamada. O resultado do teste ampliado é disponibilizado em um único laudo, em conjunto com o teste básico.

Para obter mais informações, entre em contato pelos telefones 3269 2256 ou 3269 2621.

Método canguru ajuda a desenvolver o prematuro: mito ou verdade?

Verdade. O chamado Método Canguru é uma técnica de eficiência comprovada, utilizado como terapia auxiliar no desenvolvimento de prematuros.

Pequeno, frágil, indefeso, dá até medo de segurar. Se seu filho nascer prematuro, pode esquecer esse receio e pegue-o no colo. Mais do que isso: segurar o bebê, em contato direto com sua pele, não é só um gesto de carinho, mas uma técnica comprovada para auxiliar o desenvolvimento das crianças que nascem antes do tempo.

O Método Canguru, que pode ser realizado pela mãe ou pelo pai, alternando-se na função, é muito simples: o bebê é colocado sobre a pele do peito ou da barriga dos pais, seguro por faixas. O simples contato da pele estimula o desenvolvimento da criança como se ela estivesse no útero, recuperando o tempo de desenvolvimento que deixou de ter nesse ambiente aconchegante, em função do parto antecipado.

A metodologia começou a ser utilizada há 30 anos na Colômbia, por uma equipe do Instituto Materno-Infantil de Bogotá, implantado pelo médico Héctor Martínez. Os motivos do sucesso do método vão além dos aspectos psicológicos. “No colo, a criança fica mais calma, há a troca da flora de bactérias e de anticorpos entre mãe e filho. Melhoram a parte física, o ganho de peso, e o vínculo afetivo”, diz Dra. Edinéia Vaciloto Lima, neonatologista da maternidade Pro Matre Paulista.

Se, antes, o bebê de baixo peso ficava na incubadora até atingir2 kg, hoje ele pode ir para o colo da mãe (ou do pai) a partir de1,250 kg. Para realizar o Método Canguru, porém, não basta que o bebê tenha determinado peso. “Sabemos o quanto o método é bom, mas é importante haver estabilidade clínica para evitar riscos”, diz Edinéia. Por isso, há prematuros maiores que não podem deixar a incubadora, enquanto outros menores, mesmo com sonda, vão para o colo da mãe.

A Pro Matre Paulista utiliza o Método Canguru regularmente, envolvendo mamães e papais nos cuidados de seus prematuros, com excelentes resultados e reforço do vínculo familiar.

Gravida no Verão: como reduzir o inchaço?

“O aumento da temperatura faz com que a pressão arterial, que na gestante habitualmente já é baixa, caia um pouco mais, dificultando o retorno venoso. Com isso, ela tem maior retenção de líquido e surge esse inchaço”, explica Carla Kikuchi, obstetra. Para minimizá-lo, a dica principal é beber muita água.

Além disso, praticar atividade física, dormir com as pernas ligeiramente elevadas em relação ao corpo e evitar permanecer muito tempo na mesma posição também são hábitos que contribuem para minimizar o problema.

Fazer sessões de drenagem linfática é um ótimo auxílio, porém você deve procurar um profissional habilitado, de preferência com formação em fisioterapia, e a massagem não deve ser realizada na área do abdômen. Antes, verifique com seu obstetra se não há impedimento no seu caso.