Recém-nascidos dormem em torno de 20 horas por dia: mito ou verdade?

O local em que o bebê dorme deve ser silencioso e aconchegante

Verdade. Um recém-nascido dorme em média de 20 horas por dia em seus primeiros dias de vida. Esse período se reduz lentamente com o passar dos meses, portanto, é importante que ele durma sempre em um ambiente calmo, de pouca luminosidade, silencioso e aconchegante.

Em média, os bebês têm cerca de oito períodos de sono por dia. Alguns podem durar de 2 a 4 horas, outros são sonecas de apenas alguns minutos. Já o período pré-sono, talvez acompanhado por choro, pode durar até 30 min. Deite o seu bebê quando ele estiver saciado e depois de ter arrotado.

A posição de dormir do seu bebê é muito importante. A recomendação mais recente é colocá-lo de barriga para cima. Porém, este conselho pode não se aplicar a recém-nascidos prematuros. Consulte o pediatra do seu filho. Não se preocupe se o bebê está confortável em apenas uma posição no início.

Desejar que ele durma a noite toda é comum, entretanto, ele provavelmente não conseguirá ter um período de sono de oito horas até estar com alguns meses de vida.

Dicas como esta e muitas outras estão no Espaço Família, no site da Pro Matre Paulista. Acesse!

Gestantes devem reduzir a atividade física: mito ou verdade?

Exercícios sem impacto são os mais indicados para a fase da gestação

Mito. Fazer exercícios é fundamental para a saúde da gestante e, consequentemente, do bebê. Não há dados que indiquem que a mulher grávida precise limitar a intensidade de exercícios e submeter-se a frequências cardíacas mais baixas. “Para as mulheres sem nenhum risco adicional na gestação, é totalmente recomendado exercitar-se durante a gravidez, com treinamento leves ou moderados”, comenta Dr. Alberto d´Auria, diretor de Relacionamento Médico da Pro Matre Paulista.

– Mulheres que já praticavam atividade física podem, em geral, manter a intensidade dos treinos anteriores à gravidez.

– Exercícios como ciclismo e natação minimizam os riscos de danos ao corpo e são mais fáceis de serem mantidos durante a gestação.

– No caso da natação, nade fazendo atividades simples na água, mas não utilize o estilo borboleta.

– A hidroginástica é bastante recomendada para gestantes, já que o corpo na água se torna mais leve, ficando livre dos impactos e da força da gravidade. É um excelente exercício para desenvolver o tônus muscular.

– Outra boa pedida é a caminhada. Caminhe três vezes por semana em dias intercalados e por um período de 30 minutos, no mínimo, mas não o faça logo após as refeições e nem se exceda se estiver fazendo muito calor.

– Nesta fase, não são recomendados os esportes e as atividades nas quais possam ocorrer choques ou atritos entre você e pessoas ou você e objetos (bola, colunas de sustentação, móveis, raquetes etc.)

Peça orientação para seu obstetra e faça da atividade física uma aliada contra o excesso de peso e a favor de mais qualidade de vida na gestação.

Na ida para a escola, muitas vezes a mãe é quem enfrenta o maior desafio: mito ou verdade?

A segurança da mãe facilita a adaptação da criança nesta nova fase

Verdade. A mãe assume um papel destacado nessa fase por dois motivos. Primeiro, porque em geral é com ela que a criança passa a maior parte do tempo, principalmente se ela tiver amamentado o bebê nos primeiros meses de vida. Segundo, porque a mulher tende a reagir a situações como essa baseada mais na emoção que na razão, daí a necessidade de se equilibrar emocionalmente antes de matricular seu filho e iniciar o processo de adaptação na escola, berçário ou creche.

Seja qual for o momento escolhido, a segurança na decisão é fundamental. “O importante é que essa decisão seja tomada quando os pais, principalmente a mãe, consiga alcançar o equilíbrio entre o emocional e o racional, pois somente dessa forma ambos ficarão tranquilos em deixar a criança na escola e transmitirão essa calma ao pequeno”, acrescenta Salete Arouca, psicóloga da Pro Matre Paulista.

Superada essa fase de transição, os benefícios não tardarão a aparecer. A função socializadora da escola é fundamental para as crianças, em especial para as que têm pouca convivência com outras. “Lá, elas aprendem a ceder, cooperar, esperar, ter limites e emprestar. Essas habilidades serão desenvolvidas por educadores, de forma estruturada e dirigida para cada faixa etária”, comenta a psicóloga.

 

Não se deve substituir um alimento que a criança rejeita: mito ou verdade?

Birra para comer: é melhor não substituir o alimento mas, quem tem tanta paciência?

Verdade. Segundo Dr. José Claudionor Souza, pediatra da Pro Matre Paulista, esta pode ser uma saída. Mas até quanto tempo a mãe deve esperar? “Enquanto tiver paciência, mas geralmente a criança vence”, alerta Dr. José Claudionor. Segundo o médico, é mais fácil aceitar o que a criança come do que fazê-la comer o que o adulto acha que é necessário. “Isso gera um problema na esfera emocional onde a criança nunca contenta o adulto com o que come e, em uma espécie de birra permanente, a criança cada vez come menos”, comenta.

Pela experiência do médico, pais que aceitam o que a criança come, no geral, estimulam o filho a comer melhor. “Enaltecer que a criança come bem, não importando o quanto come, é melhor que comentar que a criança come mal.”

“Infelizmente, as famílias acham que a criança tem de comer o quanto o adulto acha que é importante e não o que é importante de fato para seu crescimento. É comum a criança comer o quanto a família acha que é pouco e continuar  crescendo no mesmo padrão que crescia antes. É necessário saber que com o crescimento , o número de refeições diminui , a necessidade calórica é menor e a criança mantém o mesmo padrão de crescimento”, conclui. Portanto, mamães e papais, contenham a ansiedade.

 

Bebês já podem tomar vacina na própria maternidade: mito ou verdade?

O calendário de vacinação do bebê prevê algumas vacinas logo após o nascimento

Verdade. O foco na imunização deve estar entre as preocupações dos pais desde a maternidade. Isto porque o bebê precisa estar protegido contra alguns tipos de vírus antes mesmo de receber alta. “Na Pro Matre Paulista, todos os bebês podem receber a dose única da BCG, contra tuberculose, e a primeira dose da vacina contra Hepatite B antes de deixarem o hospital”, diz Dra. Rosana Richtmann, infectologista e presidente da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar da Pro Matre Paulista.

Esta medida vale inclusive para os bebês prematuros. Bebês nascidos antes do tempo, que necessitem de internação na UTI Neonatal por longos períodos, também podem ser vacinados ainda na maternidade, seguindo o calendário normal, obedecendo suas idades cronológicas.

Depois da alta, é fundamental que os pais observem e cumpram a tabela (ou calendário) de vacinação, definida pelos critérios da Sociedade Brasileira de Pediatria e da Sociedade Brasileira de Imunização. As vacinas indicadas para cada idade estão disponíveis tanto na rede pública quanto em clínicas particulares.

Quarentena é período de cuidados para a nova mamãe: mito ou verdade?

Os primeiros quarenta dias são fundamentais para a mulher se recuperar do parto e retomar sua antiga rotina

Verdade. O período da quarentena, conhecido clinicamente como puerpério, tem como objetivo permitir à mulher se recuperar do parto e começar a retomar sua forma antiga. Dr. Bruno Liberman, obstetra da Pro Matre Paulista, explica a questão do sangramento que ocorre logo após o parto, uma das primeiras dificuldades enfrentadas pela mulher após dar à luz.

“A puérpera sai da sala de parto com sangramento. Esse sangramento, nos primeiros dias mais intensos, vai progressivamente diminuindo, podendo persistir por até 40 dias. O normal é se estender entre 15 a 20 dias”, diz o médico. Para as mulheres que passam por um procedimento de cesariana, um cuidado especial deve ser dado ao corte da cirurgia, que pode incomodar bastante nos primeiros dias.

“A incisão da cesárea deve sempre ficar limpa. Água e sabonete são o suficiente, já que hoje não se recomenda fechar a incisão. Cada médico, no entanto, tem sua rotina, mas proteger de traumas no pós-operatório, como batidas e quedas, é muito importante”, completa Dr. Bruno. O obstetra diz, ainda, que como a cesariana é uma cirurgia de grande porte e, normalmente, causa dores, recomenda-se uso de analgésicos e antinflamatórios para amenizar a dor por até uma semana.

 

No verão, gestantes devem aumentar os cuidados com a pele: mito ou verdade?

Protetor solar é fundamental, ainda mais para gestantes

Verdade. Nesse período, os cuidados com a pele devem ser aumentados, especialmente para gestantes, que têm maior tendência a desenvolver manchas na pele nesta época do ano.

Essa tendência pode ser explicada pelo aumento da produção do hormônio melanoestimulante, responsável por estimular a produção de melanina, que por sua vez confere pigmentação à pele. Com seu aumento, no entanto, é maior também o risco de a gestante desenvolver manchas na pele, os chamados “melasmas gravídicos”.

“Nesse período, o fato de proteção solar utilizado pela mulher deve ser mais alto. Pode variar de paciente para paciente, mas o ideal é que seja acima de30”, afirma Dra. Thais Adura Pepe, dermatologista da Pro Matre Paulista. Quando faz muito sol, o ideal é que a gestante reaplique o filtro solar a cada duas horas. No dia a dia, ela precisa aplicá-lo apenas quando se expuser ao sol.

Um cuidado adicional diz respeito à oleosidade, bastante característica desse período na vida da mulher. Se o protetor solar for muito oleoso, a gestante pode desenvolver acne, já que neste período a pele pode ficar mais oleosa.O ideal é usar filtros sem óleo, que não obstruem os poros.

Gravidez pode piorar celulite e estrias: mito ou verdade?

Tanto a celulite quanto as estrias podem ser evitadas

Verdade. Pode piorar pela ação dos hormônios, mas é possível combater o problema, principalmente com atenção no ganho de peso (não ultrapassar o que seu obstetra indicar), fazer exercícios físicos indicados para gestantes, manter uma alimentação balanceada e rica em fibras e, se possível, adotar a drenagem linfática uma vez por semana, segundo Dra. Thais Pepe, dermatologista da Pro Matre Paulista..

As estrias também podem ser tratadas, com o uso de hidratantes que contenham vitamina E, além de atentar para o ganho de peso ideal, beber muita água, manter uma alimentação equilibrada, baseada em cereais integrais, frutas, verduras, carnes magras, leites e derivados.

Bebês podem comer papinha a partir dos seis meses: mito ou verdade?

Em vez de bater os alimentos no processador, prefira amassá-los com o garfo, para estimular a mastigação

Verdade. Até os seis meses de vida, o único alimento que o bebê deve ingerir é o leite materno.  Todas as mulheres produzem esse alimento na quantidade e com a qualidade ideais para seus filhos. Além disso, o aleitamento é fundamental para que a criança receba os primeiros anticorpos da mãe.

Após essa idade, o aleitamento materno passa a não ser mais suficiente para garantir todos os nutrientes de que o bebê precisa. É hora de introduzir as papinhas. A nutricionista Luciana Costa, da Pro Matre Paulista, dá dicas importantes de como fazer essa transição.

Como o sistema digestório do pequeno começará a se adaptar aos alimentos sólidos, é preciso tomar alguns cuidados. “Comece com as frutas. O importante é sempre testar uma de cada vez, pois, às vezes, isso pode dar alguma alteração no intestino dele. Se você der muitas frutas de uma vez só, não perceberá o que não caiu bem”, orienta.

A introdução às papinhas doces e aos sucos funciona dessa mesma forma, oferecendo uma fruta de cada vez. “A única fruta que não se indica, até o primeiro ano da criança, é o morango. Para cultivá-lo, geralmente, usa-se muito agrotóxico e outras substâncias. É um alimento que pode provocar muita alergia”, explica a nutricionista.

Depois do sétimo mês, chega a hora de introduzir a papinha salgada na dieta do pequeno. “Ela deve ser composta de legumes cozidos, respeitando os grupos alimentares. E a orientação é para não bater no liquidificador, sendo preferível amassar com o garfo. Nessa fase, os dentes começam a nascer. A criança vai massageando a gengiva e pegando o hábito de consumir alimentos um pouquinho mais sólidos”, diz.

A orientação é começar com a papinha salgada em apenas uma das refeições. Depois de quinze dias, já é possível oferecer duas vezes ao dia. “O peixe não é recomendado, a clara de ovo só a partir do 10º mês e o mel só se deve oferecer depois do primeiro ano. O peixe e a clara por causa do potencial alergênico”, alerta a profissional.

Maternidades não possuem UTI: mito ou verdade?

A estrutura e UTI Adulto na Pro Matre é altamente especializada em complicações para gestantes e mulheres que deram à luz

Mito. Boas instituições, como a Pro Matre Paulista, estão preparadas para atender complicações na gestação e no parto de forma ainda mais especializada que hospitais gerais.

Complicações durante a gestação ou o parto naturalmente não estão nos planos das gestantes, e a menção do termo UTI pode ser traumática. Nas pacientes, o temor geralmente vem de uma falsa impressão de que a gestação é isenta de riscos, tanto para a mãe como para o recém-nascido e que uma maternidade não está preparada para agir em uma situação desse tipo.

Mas a Pro Matre Paulista desmistifica esta visão. A especialização das equipes de UTI adulto e o acesso à tecnologia garantem um atendimento rápido, seguro e totalmente focado nas principais ocorrências associadas ao período perinatal.

Quer saber mais sobre a estrutura da Pro Matre Paulista?

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