É preciso arrumar a mala da maternidade bem antes do parto: mito ou verdade?

O ideal é ter a mala pronta algumas semanas antes da data prevista para o parto

Verdade. A mala da maternidade é um item indispensável e quanto antes ela for preparada melhor para a mamãe. É recomendável que tudo esteja pronto até a 32º semana de gestação, pois é um período em que há mais disposição da mamãe para montar tudo e também uma fase em que já é possível que o bebê nasça.

Dentre os principais cuidados com as roupinhas para o recém-nascido, um dos mais importantes é a lavagem. Segundo a obstetra da maternidade Pró Matre, de São Paulo, Dra. Maria Elisa Noriler, é necessário lavar todas as peças e retirar bem o sabão antes de usá-las. “Pode-se usar sabão de coco ou algum sabão neutro para as roupas. É preciso tomar cuidado também com o material delas. É preferível que todas que ficarem em contato direto com a pele do bebê sejam de algodão, pois assim evitam-se alergias a fios sintéticos”, orienta.

Confira a lista:

Roupas para bebê

A quantidade ideal de roupas para o bebê é para três trocas diárias.

– Seis macacões;

– Seis bodies;

– Seis calças com pés;

– Seis pares de meias;

– Seis paninhos de boca;

– Duas mantinhas (se estiver frio, pode levar também um cobertor).

Roupas para mamãe

– Seis calcinhas confortáveis e de sustentação;

– Um penhoar ou roupão;

– Três pijamas de botão ou camisolas com abertura na frente, pois facilita a amamentação;

– Quatro a seis sutiãs de amamentação;

– Um par de conchas de silicone;

– Produtos pessoais. “Shampoo, sabonete, cremes de hidratação, escova de dente, chinelos etc.”;

– Absorventes do tipo noturno;

– Uma roupa confortável para a saída da maternidade.

Também não se devem esquecer os documentos necessários, lembrancinhas da maternidade, enfeite da porta, máquina fotográfica, carregadores de bateria ou pilhas

O teste do pezinho pode salvar a vida do bebê: mito ou verdade?

O teste do pezinho permite detectar doenças precocemente, reduzindo seus riscos

Verdade: algumas gotinhas de sangue retiradas do calcanhar do bebê nos primeiros dias após o seu nascimento são capazes de salvar a vida do pequeno. Trata-se do teste do pezinho, um exame importante para diagnosticar precocemente enfermidades que, muitas vezes, demoram para apresentar os primeiros sintomas. Quando elas se manifestam, pode já ser tarde demais para reverter os danos causados.

A realização do teste do pezinho é obrigatória e assegurada por lei desde 1992. Em 2001, o Ministério da Saúde criou o Programa Nacional de Triagem Neonatal, que garante que o exame seja realizado em todo o Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A partir de 2013, alguns estados passaram a contar com a versão ampliada do teste, que detecta seis doenças em vez de quatro.

Como é feito o exame? “Com a retirada de algumas gotas de sangue do calcanhar do recém-nascido”, explica a neonatologista Dra. Edinéia Vaciloto Lima, da Pro Matre Paulista. Esse local é cheio de vasos sanguíneos, o que facilita a coleta. É importante que o teste do pezinho seja feito entre dois e cinco dias após o nascimento, quando o bebê já está recebendo leite e antes de ter alta do hospital.

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Engravidar após os 35 anos aumenta os riscos: mito ou verdade?

O pré-natal é fundamental para aumentar as chances de uma gravidez saudável após os 35 anos

Verdade. Atualmente, cerca de 5% das mulheres brasileiras optam por ter filhos após os 35 anos, principalmente pelo fato de priorizar o lado profissional e buscar estabilidade financeira antes de formar uma família. Porém, desde que ela nasceu até essa faixa etária, a mulher tem uma reserva uterina em torno de 10%, diferente dos espermas, que renovam a cada 60 dias. Portanto, é necessário atenção aos riscos dessa decisão.

Segundo a ginecologista e obstetra Dra. Maria Elisa Noriler, da Pro Matre Paulista, um dos principais cuidados quando se opta por engravidar mais tarde é observar se não há histórico familiar de mães ou irmãs com antecedente de falência precoce dos ovários. “Ás vezes, há a necessidade de congelamento de óvulos”, alerta.

Outros cuidados são fundamentais também como: estar dentro do peso ideal, ter controle da pressão arterial, manter hábitos saudáveis com alimentação rica em vitaminas, praticar atividade física regularmente, não fumar, diminuir a ingestão de álcool e também estar em dia com o calendário de vacinas.

Maria Elisa também alerta para os riscos. “Não há vantagens físicas para engravidar mais tarde. Muito pelo contrário, nesta idade há um risco maior para malformações, abortamentos, hipertensão induzida pela gravidez, eclâmpsia, diabetes gestacional, entre outras”.

Porém, o casal em conjunto com seu médico deve encontrar a melhor solução para esse momento da vida. “É importante consultar o obstetra que poderá acompanhar a gestação, pois ele irá orientar quais os exames e medicamentos que devem ser usados no período de pré-concepção, para que tudo ocorra conforme planejado”, finaliza.

Papinha pode ser congelada: mito ou verdade?

O ideal é congelar a papinha por até uma semana

Verdade. A vida da mulher contemporânea é bem diferente do que era antigamente. Com a inserção no mercado de trabalho, poucas são as que se dedicam exclusivamente aos cuidados da casa e do filho. Depois de um longo tempo em casa, cuidando do recém-nascido, chega a hora da primeira separação: a mamãe tem que voltar ao trabalho.

Para facilitar a rotina corrida, é possível congelar a papinha do bebê. “Você pode preparar a papinha, esperar duas horas e colocar no freezer para congelar. O máximo que podemos guardar esse alimento é uma semana para não termos muita perda de nutrientes”, orienta Luciana Costa, nutricionista da. Pro Matre Paulista.

A dica é preparar a papinha para a semana inteira e deixá-la no congelador. Mulheres que precisam voltar a trabalhar enquanto ainda estão amamentando também podem aproveitar dessa facilidade. “É possível também para congelar o leite materno por mais ou menos 15 dias, sem problema nenhum”, conclui Luciana.

Pílula anticoncepcional pode ter efeitos colaterais: mito ou verdade?

Verdade. Considerado o método contraceptivo mais utilizado pelas mulheres, a pílula anticoncepcional tem taxa de eficácia em torno de 99% e, embora seja um medicamento seguro e em uso há muitas décadas, existem contraindicações e possíveis efeitos colaterais relacionados ao uso do anticoncepcional quando feito sem orientação médica. Para Dr. Luiz Fernando Leite, ginecologista da Pro Matre Paulista, é fundamental consultar um especialista. “Antes de começar o tratamento com pílulas, visitar um médico é importante. Talvez seja necessário realizar exames laboratoriais devido às contraindicações relativas ao uso de contraceptivos, sejam eles orais, injetáveis, adesivo ou até anéis vaginais”, explica o médico.

De acordo com o ginecologista, a escolha do remédio deve ser pessoal. “Como em todo medicamento, o histórico de saúde é fundamental na indicação médica para o contraceptivo. Caso a paciente inicie o uso de pílula sem orientação, tomando a mesma que uma colega, por exemplo, ela corre riscos de efeitos colaterais e até gravidez indesejada”, explica. As pílulas podem conter na sua composição estrogênio e progesterona juntos. As pílulas, como qualquer outro medicamento, podem causar efeitos colaterais. “Para algumas pacientes o medicamento pode provocar enjoo, vômito, dor de cabeça, tontura, cansaço, ganho de peso, acne, cloasma, mudança de humor, diminuição da libido ou varizes, e até alterações mais graves como trombose e tromboembolia pulmonar”, alerta Dr. Leite

Cada criança tem um padrão de crescimento: mito ou verdade?

Verdade. Quase toda mãe é acometida por uma espécie de mania: comparar o tamanho de seu filho com outras crianças, sempre questionando se o seu está “normal”. Esta comparação até faz algum sentido, pois de fato existe um padrão de referência para acompanhar o crescimento das crianças. Porém, como lembra Dr. Heiki Mori, neonatologista da Pro Matre Paulista, a avaliação do crescimento deve ser sempre individualizada, e feita pelo pediatra.

A maioria dos serviços de pediatria utiliza o padrão referência do National Center for Health Statistics (NCHS), dos EUA, que acompanha o peso, o comprimento e o perímetro cefálico (PC), em relação à idade em meses (até 48 meses) e anos de (4 a 20 anos). Com base nesses dados, são estabelecidas as chamadas curvas de crescimento.

Acompanhe as tabelas de ganho de peso:

Peso

Após o nascimento, é normal que o recém-nascido tenha perda de peso em torno de 10%, recuperando-o com 10 dias de vida

1º trimestre = engorda 25g por dia

2º trimestre = engorda 20g por dia

3º trimestre = engorda 15g por dia

4º trimestre = engorda 10g por dia

Com a idade de 4 a5 meses, o bebê deverá ter dobrado de peso

1 ano = triplica o peso de nascimento

2 anos = quadruplica o peso de nascimento

A partir dos dois anos, engorda 2,5 kg por ano

Na fase pré-escolar = engorda:2 kg por ano

Na fase escolar = engorda 3,5kg por ano

No outono, aumentam os casos de alergia entre bebês: mito ou verdade?

Espirros e nariz entupido: sintomas da alergia respiratória

Verdade. Nariz entupido, tosse, peito chiando, coceira na pele: o quadro é clássico e costuma ser mais frequente nos meses frios e secos – lá vem a alergia para incomodar as crianças e acabar com o sossego dos pais.

“De maneira bem simples, podemos dizer que a alergia é uma reação do organismo a fatores externos, motivada por fatores hereditários, levando a um processo inflamatório que se manifesta de várias maneiras”, explica o neonatologista Dr. Francisco Brás, da Pro Matre Paulista. As alergias mais frequentes estão relacionadas ao aparelho respiratório, no qual a criança apresenta um quadro semelhante a uma gripe ou um resfriado.

No caso das alergias respiratórias, normalmente o fator externo desencadeante pode ser, na verdade, uma soma de elementos: poluição ambiental, fumaça de cigarro, presença de animais domésticos, poeira, bolor e muitos outros. Para os casos de alergias associadas ao trato respiratório, uma medida paliativa é evitar o acúmulo de secreção, lavando frequentemente o nariz do bebê com soro fisiológico, além de hidratar a criança para ajudar a fluidificar o muco nasal.

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Um dos berçários da Pro Matre Paulista

Isso é possível por meio do nosso Tour Virtual. Basta acessar o site da Pro Matre Paulista para ter uma ideia bem aproximada do que aguarda você e seu bebê na nossa maternidade.

A completa infraestrutura da Pro Matre Paulista conta com apartamentos e suítes, Centro Obstétrico e Centro Cirúrgico, berçários nos andares de internação, Pronto Atendimento, UTI Neonatal de referência no Brasil, UTI Adulto preparada para as complicações mais frequentes da gestação e do parto, além de áreas de apoio de alta qualificação.

Não é à toa que a Pro Matre Paulista é certificada pela Joint Commission International, a entidade mais importante do mundo em termos de qualidade da assistência hospitalar.

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Mulher que está amamentando não pode comer chocolate: mito ou verdade?

Pequenas porções de chocolate não atrapalham a amamentação

Mito. É muito difícil encontrar alguém que não goste de chocolate. Durante a gestação e a amamentação, é preciso tomar cuidado ao ingerir esse alimento. Na primeira fase, a maior preocupação é com o ganho de peso da gestante, que pode trazer complicações graves como o diabetes gestacional.

Na amamentação, o problema de comer chocolates é que algumas substâncias podem passar para o leite materno. “Você pode comer desde que seja uma quantidade pequena e não uma barra inteira de chocolate. Tem casos muito extremos em que o bebê tem alergia ao leite materno depois que a mãe comeu chocolate”, explica Lucina Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista.

Segundo a especialista, durante a fase de amamentação, é preciso tirar da alimentação da gestante todos aqueles alimentos que podem causar alergias ao bebê. O leite materno é muito sensível a qualquer alimento. “Tem dois alimentos que alteram o sabor do leite materno, se consumidos em grandes quantidades: o hortelã e o alho. A criança pode até estranhar o leite”, exemplifica.

O chocolate só pode ser inserido na alimentação da criança depois do primeiro ano. “Acredita-se que o primeiro ano é a época de maior atenção em relação a alimentação. Depois disso, a criança começa a ficar mais seletiva. Aos três anos, ela já consegue escolher o que quer comer”, esclarece.

O paladar já é desenvolvido no recém-nascido: mito ou verdade?

A partir dos seis meses, acostume o bebê a ingerir frutas sem açúcar

Verdade, em termos. Ao nascimento, o paladar já se encontra relativamente desenvolvido nos bebês, porém, a pouca experiência com a deglutição do líquido amniótico não confere a ele um conhecimento apropriado que lhe permita fazer escolhas no início de sua vida. À medida que o seu paladar vai sendo provocado com sabores diversos, as preferências começam a se manifestar.

Bebês exploram a maioria das coisas colocando-as dentro na boca, para sentir a sua consistência e forma. Esta fase é a chamada oralidade, que se torna bem evidente a partir do 3º ou 4º mês. A introdução de alimentos em sequência, a partir do 6º mês, faz com que os sentidos de olfato e paladar se aprimorem, também contribuindo para definir as preferências.

“Muitas vezes, as mães transferem para seus filhos o seu próprio gosto, introduzindo sucos e papinhas de frutas preparadas com açúcar”, afirma Dr. Paulo Pachi, neonatologista da Pro Matre Paulista. Evite este procedimento, oferecendo fruta in natura, para que ele se habitue a ingeri-las sem açúcar, contribuindo para uma alimentação mais saudável.