Bebês devem dormir de barriga para cima: mito ou verdade?

Dormir de barriga para cima é a recomendação atual dos neonatologistas

Verdade. A posição de dormir do seu bebê é muito importante. A recomendação mais recente é colocá-lo de barriga para cima.

Desejar que ele durma a noite toda é comum, entretanto, ele provavelmente não conseguirá ter um período de sono de oito horas até estar com alguns meses de vida.

Mantenha o ambiente do quarto sempre tranqüilo. Ele ainda não sabe dos medos dos adultos, portanto, não é necessário deixar a luz acesa. Somente ligue a luz quando for necessário.

Dicas como esta, e muitas outras, estão no Espaço Família, no site da Pro Matre Paulista. Lá, além de orientações para os primeiros meses de vida do bebê, você encontra informações para a futura mamãe e também para o papai. Acesse!

O período pós-parto traz desconfortos físicos: mito ou verdade?

Dor nas costas é uma das queixas mais comuns ainda na maternidade

Verdade. Alguns desconfortos físicos podem ser sentidos ainda na maternidade. Uma queixa comum é a dor nas costas. A fisioterapeuta Liss Labate, da Pro Matre Paulista, explica que, após o parto e com o início da amamentação, as dificuldades iniciais para posicionar o bebê no peito, deixam a mãe desconfortável na cadeira por receio do bebê sair da “pega correta”. Caso isso ocorra “É importante que após o posicionamento do bebê a mãe lentamente se acomode na poltrona, posicione os pés em um apoio elevado e relaxe para que possa aproveitar a magia deste momento único”, informa Liss.

Dores no pescoço também estão entre as queixas mais freqüentes das novas mamães. “É uma sucessão de momentos tensos: o trabalho de parto, o parto em si, o início da amamentação. Nessa situação, o pescoço sofre e algumas mudanças de postura (altura do travesseiro, posição da cama), além de técnicas de relaxamento, costumam surtir bom efeito”, acrescenta a fisioterapeuta.

Outro campeão nas reclamações: o inchaço. Seja pelo ganho de peso na gestação ou pela movimentação de líquidos corporais, é comum ficar com pernas e pés inchados após o parto. “O melhor remédio para esse mal é caminhar. Se teve parto normal, a mulher pode andar no mesmo dia e é recomendável que ande. Calmamente, pelo quarto ou pelo corredor da maternidade”, aconselha Liss. Manter as pernas elevadas quando estiver sentada é outra medida simples que minimiza o desconforto.

Cirurgia precoce é fundamental para corrigir o lábio leporino: mito ou verdade?

Corrigir a fissura labial é fundamental para garantir que o bebê possa sugar corretamente

Verdade. A cirurgia do lábio é fundamental pois permite a reconstituição de toda a espessura e função do mesmo (sucção). A fissura labial, conhecida popularmente como lábio leporino, associada ou não à fissura palatina (palato fendido) pode ser causada por diversos fatores e dificilmente tem sua causa identificada. O fator hereditário corresponde a 7% dos casos. As deformidades podem ser somente do lábio, do palato ou as duas associadas, podendo ser uni ou bilateral. A deformidade do nariz está presente em todos os casos de fissura labial.

O bebê nasce com a defesa imunológica da mãe (anticorpos) e, após avaliação clínica do neonatologista, pode ser submetido à correção labial nas primeiras 48 horas de vida, sendo essencial que a cirurgia ocorra no mesmo hospital do nascimento.

Aos três meses da gravidez, o lábio e o palato estão totalmente formados. De acordo com o Dr. Sergio G. Almeida, cirurgião plástico da Pro Matre Paulista, as fissuras não são malformações, mas sim uma parada no desenvolvimento da região labial ou palatina do embrião. Dessa forma, como as estruturas já estão constituídas, é possível a reconstrução (fechamento), não havendo necessidade de trazer tecidos de outras áreas.

A incidência dessas patologias é de aproximadamente um em 900 partos. A ocorrência do lábio leporino é maior no primeiro filho e nos meninos, enquanto as fissuras palatinas isoladas são mais frequentes nas meninas.

Caso a cirurgia precoce não ocorra, o bebê poderá ser tratado aos três meses de idade, quando ele mesmo já tiver formado seus anticorpos. As condições clínicas de resistência do recém-nascido sadio são semelhantes às condições aos três meses de idade.

“Ao avaliarmos o recém-nascido, sempre oferecemos as duas opções à família, mas em nossa experiência, mais de 90% dos pais optam pelo tratamento precoce”, afirma o especialista. Essa cirurgia é praticamente indolor, não interferindo no estado geral da criança. A morbidade cirúrgica é mínima, mesmo nos casos mais graves.

 

AmamentAÇÃO: conheça e participe!

A primeira semana de agosto é a Semana Mundial da Amamentação, criada pela Organização Mundial de Saúde para chamar a atenção da população para os benefícios do aleitamento materno.

Neste ano, o tema da semana é a volta ao trabalho.

Como já faz há alguns anos, a Pro Matre Paulista programou um evento especial para marcar a data: a AmamentAÇÃO.

O evento acontece no dia 15 de agosto, no Parque do Ibirapuera e terá as seguinte programação:

14h – Abertura
14h30 – Dicas e orientação com equipe multiprofissional.
Temas:
– Estratégia para o retorno ao trabalho
– Critérios para o uso de acessórios e aparelhos que dão suporte na amamentação
– Bate-papo com o Pediatra
15h30 – Baby Yoga e Yoga para gestante.

Acesse o site da Pro Matre Paulista e saiba mais!

Gestante não pode comer ovos: mito ou verdade?

O ovo pode substituir uma porção de carne

Mito. O ovo é o típico alimento que sai e entra na moda em diferentes épocas. É muito comum encontrar aqueles pesquisadores que defendam o seu uso para uma boa dieta e os que são contrários a ele. Embora a alergia a substâncias presentes no ovo seja bastante comum, a gestante pode comê-lo, respeitando as orientações nutricionais.

“A recomendação é ingerir até três ovos por semana, por conta da quantidade de gordura que ele tem. Além da própria gordura, várias formas de preparo do ovo levam mais gordura, como o ovo frito e a omelete”, orienta Luciana Costa, nutricionista do Santa Joana. É preferível optar por apresentações como o ovo cozido.

O ovo também pode ser usado para substituir as carnes. Segundo a nutricionista, dois ovos equivalem a uma porção de carne.

O bebê pode tomar o leite da mãe na mamadeira: mito ou verdade?

Mesmo que volte a trabalhar, a mãe pode manter a amamentação, retirando o próprio leite

Verdade. Terminada a licença maternidade, é possível manter a amamentação, utilizando o armazenamento de leite materno, como explica Maria Mercedes Sakagawa, nutricionista responsável pelo Lactário da maternidade Pro Matre Paulista.

Para armazenar seu leite, a mãe terá apenas de se adaptar ao processo de ordenha, que pode ser manual ou mecânica. A ordenha manual é a mais indicada, por ser natural e menos agressiva (acompanhe abaixo). No entanto, quando a mãe se adapta aos equipamentos mecânicos, pode se beneficiar de um processo mais rápido.

  • Massageie as mamas, utilizando os dedos (indicador e médio), fazendo movimentos circulares no sentido da aréola na mama inteira;
  • Os movimentos para coleta manual devem ser feitos na base da aréola em direção ao mamilo, alterando a posição;
  • Após a massagem da mama, limpe com algodão umedecido em água fervida a região areolar e mamilo (utilizar um pedaço de algodão para cada mama);
  • Em seguida, despreze os primeiros jatos, utilizando novamente um algodão umedecido para cada mama. Esse cuidado é importante para deixar o canal de saída do leite isento de resíduos da retirada anterior.

No terceiro trimestre da gestação, aumentam os desconfortos: mito ou verdade?

O aumento da barriga é um dos fatores de desconforto do terceiro trimestre

Verdade. É neste período, com a barriga já grande, que aumentam os desconfortos. Um deles é a necessidade de urinar com frequência. Este fenômeno, conhecido como polaciúria, se dá devido ao aumento da pressão do útero sobre a bexiga, sendo mais comum no primeiro trimestre e no final da gravidez. Também é comum que as futuras mães sintam um desconforto maior devido ao aumento do peso do bebê, o que pode causar dores lombares e pélvicas. Atividades físicas de forma moderada e fisioterapia são recomendadas e podem contribuir para um maior bem-estar.

7º mês – Há necessidade de um cuidado especial com pernas e tornozelos, que costumam inchar devido à retenção de líquidos. Para mães com tendência a varizes, o ideal é usar meias elásticas nesse período.

8º mês – Dores nas costas pelo peso da barriga são comuns, assim como a sensação de falta de ar, já que o útero pressiona o diafragma. O estômago também fica pressionado e o ideal é se alimentar em pequenas porções.

9º mês – O desconforto para dormir é maior, e a melhor forma é de lado. É preciso controlar a ansiedade até a chegada do grande momento.

Dicas como esta estão no Espaço Família, no site da Pro Matre Paulista, com dicas de saúde para a mamãe, para o bebê e também para o papai. Acesse!

Falta de vitamina D pode comprometer a fertilidade: mito ou verdade?

Tomar sol nos momentos adequados é fundamental para fixar a vitamina D

Verdade. Acompanhe a reportagem do site “Quem coruja”, que entrevistou Dr. Guilherme Loureiro, da Pro Matre Paulista.

“A deficiência em vitamina D está se tornando muito comum – cerca de 90% da população mundial apresenta essa defasagem. A grande causa é a vida indoor (em ambientes fechados) que a maioria das pessoas leva, com pouca ou nenhuma exposição ao sol, que é a maior fonte desse hormônio (sim, apesar do nome trata-se de um hormônio). Sua carência pode favorecer, no entanto, o surgimento de doenças como câncer, osteoporose, hipertensão, diabetes e distúrbios psiquiátricos. No caso das mulheres,  pode levar a alterações do metabolismo endócrino, endometriose e disfunções da ovulação, explica o obstetra Dr. Guilherme Loureiro, da maternidade Pro Matre Paulista.

Em contrapartida, bons níveis de vitamina D representam benefícios para a saúde da mulher. Na idade fértil, seu papel é induzir melhor a ovulação.

– Na gravidez, além de proteger a vagina frente a microrganismos patológicos, há indícios de que reduz a presença de pré-eclâmpsia – que é a hipertensão arterial específica da gestação – pois promove uma melhor adaptação da placenta com o organismo materno. Os baixos níveis de 25 OH Colecalciferol (vitamina D) podem induzir um parto prematuro, aumentar as chances de pré-eclâmpsia e fazer com que o bebê também nasça com a deficiência da vitamina – explica.

Segundo o médico, é difícil o paciente apresentar algum sinal de hipovitaminose D. No entanto, este hormônio é um dos principais carros-chefes das defesas do corpo e quedas seguidas do estado imunológico podem estar relacionadas com sua deficiência.”

Para ler a reportagem completa, acesse o site.

A gestante deve se preparar para a amamentação durante a gravidez: mito ou verdade?

Verdade. “É muito importante que a gestante se prepare para esta etapa ainda durante a gravidez, buscando orientação com seu obstetra e também por meio de leituras, curso de gestante e até com o pediatra escolhido para cuidar do bebê”, orienta Dra. Débora Manzione Passos de Oliveira, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Outra medida fundamental é aproveitar o período de internação na maternidade para assegurar-se de que o bebê está mamando de forma correta. A posição da boca do bebê em relação ao seio – pegando a aréola e não apenas o mamilo – é vital para garantir um aleitamento ideal, que ao mesmo tempo garanta que ele mame o suficiente, sem machucar o bico do seio da mãe.

Também é indicado que o bebê mame, sempre que possível, na primeira hora de vida. Esta medida favorece a adaptação do bebê ao ato de mamar. Quando o bebê nasce de parto normal, esta conduta é facilmente cumprida, especialmente para as mães que utilizam as suítes para parto, como acontece na Pro Matre Paulista. No entanto, é possível indicar o mesmo procedimento para vários bebês nascidos de cesareana.

Embora, nos primeiros dias, a produção seja de colostro, não de leite propriamente dito, a amamentação é totalmente indicada. “O colostro contém os mesmos nutrientes do leite materno. Além disso, o ato de sugar estimula a produção de leite”, acrescenta Dra. Débora.

A “descida” do leite costuma acontecer dois ou três dias após o parto, o que normalmente coincide com a alta hospitalar. Neste momento, muitas mães ficam aflitas pelo aumento excessivo de volume das mamas, o que pode até dificultar para o bebê continuar mamando. Nestes casos, o indicado é massagear as mamas, de preferência durante o banho, e retirar um pouco do leite, para proporcionar maior maleabilidade da pele e facilitar a pega para o bebê.

No carro, o bebê sempre deve ir na cadeirinha: mito ou verdade?

Bebê no carro: sempre na cadeirinha, preso pelo cinto

Verdade. Muita gente pensa que a melhor maneira de levar o bebê em um trajeto feito de carro é no colo. “Este é um grande equívoco, pois além do impacto da projeção que a criança pode sofrer, ainda há o risco de esmagamento causado pelo adulto que tem a criança no seu colo”, diz Dr. Alexandre Lourenço, ortopedista da Pro Matre Paulista. Segundo as normas de segurança do CONTRAN, órgão regulador de trânsito no Brasil, há um tipo de cadeirinha ou assento especialmente indicado para cada faixa etária.

 Acompanhe:

 DE 0 A 1 ANO

Nesta faixa etária (incluindo o recém-nascido), o certo é o transporte em cadeirinhas de segurança, tipo bebê conforto, sempre presas pelo cinto de segurança do carro e de costas para o movimento do carro.

DE 1 A  4 ANOS

As crianças devem ser transportadas em cadeirinhas presas pelo cinto de segurança. A posição mais segura é no centro do banco traseiro.

DE 4 A 10 ANOS

As crianças com idade superior a quatro anos e inferior ou igual a sete anos e meio deverão utilizar o dispositivo de retenção denominado assento de elevação ou buster”, segundo determina o CONTRAN. Contudo, esta recomendação é válida até os 10 anos, visto que os cintos de segurança dos carros, em geral, são projetados para pessoas com mais de 1,45 m e estes assentos de elevação permitem adequar a altura da criança para o uso correto do cinto de segurança no ombro e na cintura.