Pro Matre Paulista tem certificado internacional de qualidade: mito ou verdade?

Verdade. Com quase oitenta anos de história, a Pro Matre Paulista é hoje a mais tradicional maternidade da cidade de São Paulo. Nenhuma instituição avança tanto, no tempo, se não estiver apoiada em alicerces sólidos. A qualidade da assistência sempre foi uma das marcas da Pro Matre, e essa característica acentuou-se nos últimos quinze anos, quando a maternidade passou a integrar o Grupo Santa Joana.

Buscar reconhecimento de entidades independentes e respeitadas era um caminho natural, que começou a ser trilhado no início da década passada, quando a maternidade iniciou seu primeiro processo formalizado de qualidade. A primeira certificação da Pro Matre Paulista nesse aspecto foi concedida pela Organização Nacional de Acreditação (ONA). Desde 2005, a maternidade mantém a certificação de excelência, a mais alta nos critérios da ONA.

Partir do estágio de reconhecimento nacional para um nível de padronização internacional era um caminho lógico para a maternidade. Aprovada em seus processos e constantemente reavaliada pela ONA, que realiza auditorias de recertificação periodicamente, a Pro Matre Paulista ajustou o foco na segurança de sua assistência, para elevar ainda mais a qualidade no atendimento a mães e bebês.

Quando se fala de segurança na assistência, um dos principais objetivos é reduzir e, se possível, eliminar a ocorrência de erros. Segundo a Organização Mundial da Saúde, 40 mil danos ocorrem por dia. Um dos principais instrumentos para reduzir os riscos na assistência clínica é a metodologia da Joint Commission International (JCI), na qual a Pro Matre Paulista foi certificada no início deste ano.

O bebê sempre tem febre quando nascem os dentes: mito ou verdade?

Os dentes de leite são muito importantes para o desenvolvimento do bebê

Mito. Existem muitas dúvidas sobre sintomas que o surgimento dos dentes pode causar, que vão desde febre alta, gripe até diarreia. “Acredita-se que estas manifestações não sejam causadas pela dentição, mas apenas uma coincidência com doenças que geralmente começam a surgir após os seis meses de idade, quando a criança já não conta mais com a mesma quantidade de anticorpos herdada da mãe e passa a adoecer mais frequentemente”, ressalta Dr. Paulo Pachi, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Apesar de não serem permanentes, os chamados dentes de leite desempenham papel importante, pois eles são necessários para mastigar, dar espaço (e guia) para os dentes permanentes e permitir o desenvolvimento adequado dos ossos da mandíbula e também dos músculos envolvidos com a respiração e a mastigação. Além disso, alguns dentes, especialmente os molares, não são substituídos até a adolescência. O aleitamento materno tem papel muito importante neste processo, promovendo um desenvolvimento adequado dos maxilares e da mandíbula, favorecendo mordida e oclusão corretos. 

A Sociedade de Pediatria de São Paulo e a Associação Brasileira de Odontologia recomendam que, assim que surja o primeiro dente, um dentista seja consultado, para examinar eventuais problemas, avaliar a higiene oral e a saúde geral e orientar a família para a preservação da saúde bucal do bebê, o que vai se refletir até sua vida adulta.

Tudo o que você precisa saber antes de se internar

O que deve constar na mala do bebê? E da mamãe? A Pro Matre responde.

O grande dia vai se aproximando e, com ele, a ansiedade aumenta. E não é só a vontade de ver logo a carinha do seu bebê, mas também dúvidas de caráter muito prático que rondam a cabeça da mãe.

O que devo levar no meu enxoval? E para o bebê? Que documentos devo providenciar para a internação?

Para as mulheres, outras questões também devem ser consideradas. Por exemplo: você sabia que mulheres submetidas a procedimentos cirúrgicos não podem estar com as unhas pintadas com esmaltes coloridos?

É muita coisa para pensar? Não se preocupe.

A Pro Matre Paulista reuniu todas as informações sobre internação em seu site. Acesse agora mesmo e acabe já com a ansiedade!

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Gestantes devem cuidar da pele antes do Verão: mito ou verdade?

 

Verdade. O período mais quente do ano vai chegando e os cuidados com a pele devem ser aumentados, especialmente para gestantes. Mulheres grávidas têm maior tendência a desenvolver manchas na pele nesta época do ano.

Essa tendência pode ser explicada pelo aumento da produção do hormônio melanoestimulante, responsável por estimular a produção de melanina, que por sua vez confere pigmentação à pele. Com seu aumento, no entanto, é maior também o risco de a gestante desenvolver manchas na pele, os chamados “melasmas gravídicos”.

“Nesse período, o fator de proteção solar utilizado pela mulher deve ser mais alto. Pode variar de paciente para paciente, mas o ideal é que seja acima de 30”, afirma Dra. Thais Adura Pepe, dermatologista da Pro Matre Paulista. Quando faz muito sol, o ideal é que a gestante reaplique o filtro solar a cada duas horas. No dia a dia, ela precisa aplicá-lo apenas quando se expuser ao sol.

Um cuidado adicional diz respeito à oleosidade, bastante característica desse período na vida da mulher. Se o protetor solar for muito oleoso, a gestante pode desenvolver acne, já que neste período a pele pode ficar mais oleosa.O ideal é usar filtros sem óleo, que não obstruem os poros.

Bebês podem engasgar mamando: mito ou verdade?

A chamada “manobra de heimlich” ajuda bebês a expelirem o leite que passou para as vias respiratórias

Verdade. Esta é uma situação que causa apreensão nos pais e pode ser muito comum. O bebê começa a mamar e, num dado momento, parece não conseguir respirar. “Esta situação reflete a nova condição do bebê, que está aprendendo a respirar depois de meses no útero da mãe, onde não exercia esta função como o ser humano faz normalmente”, explica Dr. Francisco Braz, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Bebês nascidos após 37 semanas de gestação ou mais são plenamente capazes de mamar e respirar ao mesmo tempo. Já os prematuros, especialmente aqueles que nasceram antes de 34 semanas de gestação, ainda têm o centro respiratório (localizado no sistema nervoso) imaturo e, de fato, vão demorar mais tempo para exercer esta função.

É uma questão de prática, portanto, até que o bebê aprenda a coordenar os movimentos de sugar, deglutir e respirar. Quando ocorrer o engasgo o ideal é apoiar o bebê pelo peito, deixando-o na posição de bruços, para facilitar a saída do leite que, em vez de ser deglutido, desviou-se para as vias respiratórias. “O risco do engasgo com leite está na aspiração do líquido (leite nas vias aéreas em vez do estomago)” , acrescenta Dr. Braz.

Quando a criança já está maior e começa a ser alimentada com frutas e papinhas, o cuidado deve estar na consistência dos alimentos. É importante que o bebê comece a ter contato com alimentos menos líquidos, mas, ainda assim, os pedaços devem ser bem pequenos, para evitar os engasgos.

Prematuros fazem fisioterapia: mito ou verdade?

Verdade. Muitos conhecem o papel do profissional fisioterapeuta na reabilitação de movimentos motores em crianças e adultos, mas são poucos os que sabem de sua importância para os prematuros internados em UTIs Neonatais.

Com o avanço contínuo da medicina obstétrica e neonatal, a taxa de sobrevida dos bebês prematuros – nascidos com menos de 37 semanas – e prematuros extremos – com menos de 28 semanas – tem crescido consideravelmente. A perfeita interação entre recém-nascido, equipe multidisciplinar especializada, ambiente para o tratamento, equipamentos, rotinas e protocolos é a grande responsável por essa evolução.

Os prematuros têm necessidades especiais e seus órgãos ainda são muito imaturos. O pulmão, por exemplo, pode ainda não estar completamente formado e, também por isso, a presença do fisioterapeuta no tratamento desses recém-nascidos se tornou necessária. O fisioterapeuta pode atuar especialmente quando há alguma doença respiratória, como uma Membrana Hialina (DMH), Displasia Broncopulmonar (DBP), Síndrome da Aspiração do Mecônio (SAM) Atelectasia, Pneumonia, entre outras.

São estes profissionais que, além de preparar a musculatura do bebê por meio de alongamentos para seu futuro desenvolvimento motor, também auxiliam na respiração do prematuro. “Nós somos responsáveis por manusear toda essa tecnologia avançada do suporte respiratório e de manuseio do bebê, ajudando-o a deslocar o ar ou expelir alguma secreção que o esteja incomodando”, explica Liss Labate, fisioterapeuta há 15 anos da UTI Neonatal da Maternidade Pro Matre Paulista.

De acordo com o Ministério da Saúde, toda UTI Neonatal precisa de assistência fisioterápica 24 horas. “Aqui na Pro Matre, por exemplo, somos uma equipe de 15 fisioterapeutas especializados em prematuros que se revezam em duplas para atendê-los 24 horas, isso reduz o tempo de internação hospitalar, a partir da evolução clínica do bebê”, comenta Liss. Desde fevereiro de 2010, a especialização em neonatologia tornou-se também uma obrigatoriedade para os fisioterapeutas que atuam em maternidades, conforme publicação no diário oficial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA.

Outro setor dentro das maternidades que necessita de fisioterapeutas é a UTI Adulto. Nela, também são trabalhadas as funções motoras e respiratórias, porém os exercícios de fisioterapia são aplicados em prol do bem-estar da gestante. “Nosso trabalho é parte importante em uma maternidade como um todo. Contribuímos para uma melhor reabilitação tanto dos recém-nascidos quanto das gestantes”, finaliza a fisioterapeuta.

Gestante não pode tomar vacina: mito ou verdade?

Mito. Basta a mulher anunciar que está grávida para se deparar com enxurradas de conselhos vindos de familiares e amigos: “grávida não pode comer de tudo”, “cuidado com os remédios e vacinas que você toma”, entre outras frases-padrão que toda grávida já ouviu um dia. Antes de seguir qualquer conselho, é importante consultar um médico obstetra para comprová-los ou não.

A questão da vacinação, por exemplo, é bastante delicada. De acordo com Dr. Renato Kfouri, pediatra e neonatologista da Pro Matre Paulista e diretor da Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm), existem poucos estudos que aferem a segurança da vacinação em grávidas por questões éticas: os médicos não querem submeter as gestantes a testes e colocar o feto em perigo, porém os estudos que já existem nos permitem prevenir certos casos.

Indicações e contraindicações

As vacinas chamadas “inativas”, ou seja, as que não têm nenhum agente vivo na composição, podem ser aplicadas nas gestantes quando necessário, como, por exemplo, vacinas de difteria, tétano, influenza, hepatite B e outras. Já as que carregam vírus ou bactérias vivas (as ativas), de início são contraindicadas: varicela, sarampo, rubéola, caxumba, febre amarela, influenza nasal e outras que podem atrapalhar a formação fetal. Essas vacinas só podem ser aplicadas caso exista um risco muito grande e essa seja a última opção de prevenção.

A época ideal de vacinação para uma gestante é entre a 26ª e a 37ª semanas de gravidez, período em que o bebê recebe adequadamente os anticorpos da mãe, por meio da placenta e, mais tarde, pelo leite. É indicado não tomar vacinas no primeiro trimestre de gestação devido ao risco de aborto espontâneo ou má formação nesse período inicial. É importante lembrar que as vacinas recomendadas estão disponíveis gratuitamente em qualquer posto do SUS.

Reportagem publicada originalmente no jornal Metro.

Outubro Rosa: gestante não pode fazer mamografia – mito ou verdade?

O ideal, para a mulher mais velha, é planejar a gestação, fazendo a mamografia antes de engravidar

Verdade. A mamografia é o exame indicado para o acompanhamento regular contra o câncer de mama. Por meio de suas imagens, é possível detectar o surgimento de nódulos indicativos do câncer de mama e tratá-los, com grandes chances de cura. No entanto, mulheres grávidas não podem se submeter a mamografias.

“A mamografia é um exame cujas imagens são geradas através de raios-X, algo contraindicado durante a gestação, por prejudicar o feto”, explica Dr. Luis Fernando Leite, ginecologista e obstetra da Pro Matre Paulista. O médico explica que muitas mulheres apresentam essa dúvida, principalmente pela questão da idade.

“Atualmente, tem sido comum que as mulheres decidam-se pela gestação em idades próximas ou até após os 40 anos e, nessa faixa etária, já há indicação para realizar a mamografia uma vez por ano”, acrescenta Dr. Leite. Nos casos de mulheres com ocorrência de câncer de mama entre parentes próximas, essa rotina deve começar antes, aos 35 anos.

O ideal, segundo Dr. Leite, é seguir um planejamento antes de engravidar. “Se tiver indicação de mamografia anual, a mulher deve fazer o exame antes de engravidar, eliminando esse tema durante a gestação”, afirma. Caso a mulher note o surgimento de algum nódulo durante a gestação, o médico irá indicar a realização de uma ultrassonografia e, se for preciso, de uma biópsia”, conclui.

Outubro Rosa: amamentação previne contra câncer de mama – mito ou verdade?

Estudos relacionam o maior tempo de amamentação com menores riscos de desenvolver a doença

Verdade. Segundo o  Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 53 mil novos casos da doença são registrados por ano, e em torno de 12 mil mulheres morrem em função de complicações associadas a ela. A boa notícia: além da prevenção, com exames de rotina, amamentar também é uma forma de prevenir contra o câncer de mama.

Estudos apontam que, para cada 12 meses de amamentação, a mulher reduz 4,3% seu risco de desenvolver câncer de mama. Uma das explicações pode estar na questão hormonal, pois esse tipo de câncer é desenvolvido de acordo com a exposição aos hormônios femininos, produzidos em diferentes concentrações conforme o ciclo menstrual. E, quanto maior o número de ciclos, mais a mulher fica exposta e tem mais chances de desenvolver o câncer.

Para poder beneficiar-se integralmente da amamentação, é muito importante que a gestante se prepare para esta etapa ainda durante a gravidez. “O ideal é buscar orientação com seu obstetra e também por meio de leituras, curso de gestante e até com o pediatra escolhido para cuidar do bebê”, orienta Dra. Débora Manzione Passos de Oliveira, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Outubro Rosa: dói muito fazer mamografia – mito ou verdade?

Outubro Rosa: mês de conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce

Mito. Se quando você pensa em mamografia logo se assusta e acha que é um exame doloroso, deixe o mito de lado e pense no grande benefício. A mamografia é o principal exame para detecção do câncer de mama. Quando detectada precocemente, o índice de cura para a doença é de 95%.

Entre 35 e 40 anos, toda mulher deve fazer sua primeira mamografia. A partir dos 40, o indicado é repetir o exame a cada dois anos e, depois dos 50, anualmente. Mulheres com casos de câncer de mama na família têm mais chance de desenvolver a doença. Elas devem seguir esse mesmo cronograma, a menos que a mãe ou parente de primeiro grau tenha tido câncer de mama antes dos 35 anos.

A mamografia é um exame de raios-X, que registra imagens da mama, visualizando microcalcificações. O ideal é que seja complementada com um exame de ultrassonografia, capaz de visualizar nódulos sólidos e císticos. Algumas mulheres têm receio de fazer a mamografia, temendo sentir muita dor. O exame não é invasivo, apenas baseado na compressão das mamas e, com os aparelhos digitais, tornou-se muito mais rápido, eficiente e totalmente suportável.