Parto Prematuro: quais os principais fatores?

Muitos fatores podem causar nascimentos prematuros. Da idade da mulher a patologias uterinas. A obstetra da Pro Matre Paulista, Dra. Priscila Cury, enumera alguns.

  • Patologias uterinas: “malformações uterinas, miomas, colo do útero curto são alguns fatores anatômicos que podem levar à prematuridade,” explica a médica, que lembra que a ultrassonografia é um método auxiliar no diagnóstico em grande parte dos casos. “O diagnóstico precoce associado ao repouso e, eventualmente o uso da progesterona auxiliam na manutenção da gestação em casos selecionados,” completa.

  • Infecções maternas: “uma simples cárie; infecção urinária ou qualquer infecção materna pode ser responsável por desencadear o trabalho de parto,” alerta Dra. Priscila.

  • Hipertensão: “quando controlada, assistida por um pré-natal criterioso, pode não apresentar riscos. Porém, quando descontrolada, pode levar a antecipação do parto,” diz a obstetra, que alerta, mesmo mulheres com histórico de pressão normal podem sofrer de hipertensão durante a gestação.

  • Localização da placenta: “em alguns casos, ela pode estar inserida em cima do colo uterino,” explica Dra. Priscila. Isso pode desencadear sangramento e levar ao parto prematuro.

  • Idade materna: “as mulheres em idade avançada estão mais expostas a patologias tanto maternas (diabetes, hipertensão) como uterinas (miomatose), que podem ser responsáveis na antecipação do parto. As adolescentes também são grupo de risco para prematuridade,” explica a doutora.

Além disso, o nascimento prematuro pode ser desencadeado por fatores como gestações múltiplas e má formação fetal. Mas o maior fator, afirma a obstetra, é a gestante apresentar um parto prematuro anterior. “A chance é de duas a três vezes maior em gestantes com esse histórico. Se esse é seu caso, redobre a atenção,” recomenda Dra. Priscila.

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Gêmeos “parasitas”: O que são?

A notícia de um bebê da Costa do Marfim, a pequena Dominique (foto), de 10 meses, que foi submetida a uma cirurgia de seis horas no Advocate Children’s Hospital de Illinois, EUA, voltou a chamar a atenção do mundo para uma condição rara conhecida como “gêmeo parasita”.

Dominique nasceu com duas espinhas e um par de pernas e pés a mais, isso porque ela deveria ter um irmão gêmeo, que acabou não se desenvolvendo durante a gestação e se fundiu ao corpo da menina.

A geneticista da Pro Matre Paulista, Dra Mirlene Cernach, explica: “essas alterações são distúrbios de gemelaridade e acontecem quando existe alguma falha durante a separação das células, que acontece comumente durante a segunda e a terceira semana de gestação. A separação acaba sendo incompleta e pode gerar o caso citado”.

O portal Bebe.com. traz mais informações sobre Dominique e sua condição. Clique aqui e leia a reportagem completa.

Síndrome de Down: Informação é fundamental

Uma alteração genética é o que caracteriza a Síndrome de Down, que exige cuidados com a saúde, mas permite que seus portadores tenham vidas ativas, graças à informação e orientação corretas aos pais.

Desde o pré-natal, assim que a síndrome for detectada, é importante que os pais recebam a assistência de especialistas, que esclarecerão dúvidas e acabarão com mitos envolvendo o Down, tranquilizando-os para que o desenvolvimento da criança, desde a gestação, ocorra da melhor forma.

Após o nascimento, existem entidades que podem auxiliar no tratamento. Em São Paulo, pais podem procurar orientação na APAE (r. Loefgreen, 2109, V. Clementino; av. Horácio Lafer, 540, Itaim Bibi); ou na ABRACE – Associação Brasileira Para Adolescente e a Criança Especial (r. Princesa Isabel, 548, Brooklin).

Pré-natal: o que acontece na primeira consulta?

O pré-natal significa segurança para a mãe e para o bebê, mas algumas mulheres, por diversos motivos, acabam deixando o acompanhamento médico em segundo plano.

“Sem pré-natal a gestante está expondo a si mesma e a saúde do bebê a inúmeros riscos,” afirma a Dra. Priscila Cury, obstetra da Pro Matre Paulista.

A falta de informação certamente é uma das razões que levam grávidas a evitar o pré-natal. Por isso, a médica lista os procedimentos da primeira consulta: “conhece a gestante, confirma a gravidez, calcula a data provável do parto, levanta o histórico de saúde, antecedentes familiares e fatores de risco que a mãe está exposta. Realiza exame físico e obstetrício, avaliação do peso e da pressão arterial. Efetua a solicitação dos primeiros exames laboratoriais e ultrassonográficos. Faz orientações alimentares, hábitos e suplementação vitamínica”.

De acordo com recomendação do Ministério da Saúde, as gestantes devem fazer pelo menos seis consultas para um pré-natal saudável. Já Dra. Priscila diz que “o ideal é que elas sejam mensais até a trigésima segunda semana, quinzenais após esse período e semanais após a trigésima sexta semana”.

Conheça a salada que promete ajudar a induzir o parto

Existe um restaurante na Califórnia, Estados Unidos, que há mais de duas décadas serve uma salada que, dizem, ajuda a induzir o parto. Ninguém nunca comprovou o fato, mas dezenas de mulheres passam pelo estabelecimento todos os dias à procura do prato.

A revista Crescer conta mais sobre o Caioti Pizza Café, em Los Angeles, e o segredo da sua salada. Além disso, entrevistou com Luciana da Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista, que explicou não haver qualquer evidência científica de que isso funcione.

“Não há alimento cientificamente comprovado que ajude a induzir o parto. Há crenças populares, mas nenhum, de fato, foi comprovado. Fala-se sobre gengibre e canela, que são alimentos estimulantes e, teoricamente, deixam o útero mais sensível. Assim como o abacaxi que, por ter bromelina, ajudaria a amadurecer o colo do útero”, observou a especialista.

Quer saber mais sobre o assunto? Clique aqui e leia reportagem completa.

Filhos briguentos. Como lidar?

Existe algum método para controlar crianças que não se cansam de brigar sem tomar atitudes ríspidas com os filhos? Essa é a dúvida de Fabiana Muricy, mãe de José Ricardo, 7, e Pedro, 4, e certamente de muitos pais, tios, avós…

A revista Crescer buscou respostas para essa questão com outros pais, que propõem de atividades em conjunto a uma “camiseta da união”, e contou com o respaldo da Mariana Bonsaver, psicóloga da Pro Matre Paulista.

Segundo a especialista, os conflitos entre irmãos são comuns, causados por disputa de atenção e pela convivência. Para resolvê-los, incentive os filhos a buscarem soluções entre eles, crie regras e dê o exemplo, evitando brigas no ambiente familiar, comparações entre as crianças e ensinando empatia.

Confira outras orientações. Clique aqui e leia a reportagem completa.

Pode ou não pode? 5 mitos sobre alimentos durante a gravidez

ALGUNS DELES NÃO SÃO RECOMENDADOS; ENTENDA POR QUÊ

Ouvimos muito sobre o que as grávidas podem ou não podem comer durante a gestação. Conversamos com a Luciana da Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista e mãe de Rafael, para saber a verdade sobre os cinco alimentos abaixo.

Café
“É recomendado beber apenas 2 xícaras por dia”, aconselha a especialista. Isso porque o café é estimulante e a grávida acaba ficando muito agitada, por isso os médicos aconselham ingerir menos. (…)

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Março: Frutas da estação para crianças

Junto com o fim do verão chegam novas opções de frutas para a sua alimentação e a das crianças. Além de gostosas, elas ajudam a repor a energia e auxiliam na formação óssea dos pequeninos.

A nutricionista Luciana da Costa, da Pro Matre Paulista, explica as propriedades e benefícios de algumas frutas:

A banana, por exemplo, é rica em prebióticos, alimentando as bactérias benéficas do intestino, e é ótima na reposição de energia. “A quantidade de carboidrato na banana é muito importante, ela ajuda a repor as calorias perdidas,” diz Luciana.

Quem não gosta de um suco de laranja? Ela ajuda no sistema imunológico e na absorção de ferro. “Uma laranja atende a toda a nossa necessidade de vitamina C no dia,” explica a nutricionista. A fruta ainda auxilia no funcionamento do intestino e contém vitamina A, que ajuda a melhorar a visão.

Outra fruta com vitamina A é o caqui. “Ele tem aquela cor alaranjada, porque ele é rico em beta caroteno,” conta Luciana. A substância é responsável por evitar mucosa ocular.

Quer uma fruta que as crianças podem comer à vontade? O abacaxi tem valor calórico bem baixo e, por ser rico em manganês, ajuda na formação do tecido ósseo das crianças. Além disso, “é uma fruta rica em água, você pode utilizá-la para seu filho se refrescar no verão,” lembra a nutricionista.

Uma fruta boa para o coração, ajuda na prevenção de problemas cardiovasculares, mas é muito calórica é o abacate. “Coma moderadamente, mas não deixe de aproveitar os benefícios. Você pode fazer uma vitamina, um creme de abacate para a sobremesa ou até mesmo guacamole para o jantar”, aconselha Luciana.

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