O que pode e o que não pode ao visitar um recém-nascido?

Familiares e amigos ficam em festa quando alguém próximo tem um bebê. Todos querem vê-lo tão logo a criança e a mãe deixam a maternidade. Mas pouca gente se lembra que o recém-nascido ainda é muito frágil e necessita de cuidados especiais.

Por isso, a Dra Débora Passos, pediatra da Pro Matre Paulista deu orientações em entrevista ao portal UOL.

“Logo que a mulher dá à luz, ela está se adaptando à nova situação, aprendendo a amamentar, enfrentando as dificuldades iniciais, o que leva a um estresse natural. Isso exige que ela descanse bastante sempre que o bebê dorme,” disse Débora, lembrando que não são recomendadas visitas longas e de surpresa, sem que os pais se programem antes.

Outra recomendação muito importante: se você não estiver bem, cancele a visita! “Na presença de qualquer sinal de gripe, resfriado, náusea, diarreia, dor de garganta ou cabeça, a visita deverá ser desmarcada. Esses sintomas podem significar o início de um quadro viral ou bacteriano que pode ser transmitido aos pais ou ao recém-nascido e ter consequências bem danosas, como a internação hospitalar.”

Clique aqui para ler a reportagem completa publicada no site Gravidez e Filhos do UOL.

Páscoa: Gestante e lactante pode ou não abusar do chocolate?

Para muita gente é impossível passar a Páscoa sem se deliciar com um ou vários ovos de chocolate. Mas, o consumo exagerado da guloseima pode fazer mal para gestantes e para recém-nascidos através do leite materno?

Quem responde é Luciana Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista.

O recomendado é a moderação. É preciso tomar cuidado ao ingerir esse alimento. Durante a gestação, a maior preocupação é com o ganho de peso, que pode trazer complicações sérias como o diabetes gestacional e a hipertensão.

Já no período de amamentação, a preocupação é que algumas substâncias do chocolate podem passar para o leite. “Você pode comer desde que seja uma quantidade pequena e não uma barra inteira de chocolate,” explica a especialista, que alerta: “tem casos muito extremos em que o bebê tem alergia ao leite materno depois que a mãe comeu chocolate”.

O leite materno é muito sensível e a mãe precisa ter o cuidado de tirar de sua dieta todos os alimentos que podem causar alergia à criança. O chocolate, Luciana recomenda, só deve ser inserido na alimentação do bebê após o primeiro ano. “É a época de maior atenção em relação à alimentação”, reforça a nutricionista.

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Pro Matre disponibiliza novo serviço para pacientes em situações especiais em seu Centro de Imunização

Pessoas com situações clínicas especiais, que exigem mais cuidados, como pacientes oncológicos, transplantados, reumatológicos e que fazem uso de medicamentos imunossupressores, agora dispõem de atendimento especial no Centro de Imunização Pro Matre. O novo serviço é dedicado especificamente a situações que necessitam de uma orientação e atendimento diferenciados para imunização.

É o que explica o Dr. Francisco Giannattasio, médico do Centro de Imunização: “Hoje temos muitos pacientes com condições clínicas bem específicas e eles necessitam de uma orientação e imunização diferenciadas. Eles são mais suscetíveis a doenças, por isso, é importante tirar suas dúvidas, checar quais vacinas podem receber ou não, qual o melhor momento para vacinação e analisar todos os detalhes do seu caso. O atendimento para este tipo de paciente precisa ser feito com outro olhar.”

O conceito inovador do Centro de Imunização, com seu atendimento personalizado, observando as necessidades de cada paciente e atuando para orientá-lo, é coordenado pela Dra. Lily Yin Weckx, referência na área de imunizações.

Saiba mais sobre o serviço, disponível às quintas-feiras, no período da tarde, mediante agendamento prévio, pelos telefones (11) 3287-5000 e (11) 3284-8824 ou pelo site www.vacinapromatre.com.br .

Conversas com o bebê, antes e depois do parto

Falar com a criança, ainda no ventre, é comum. Há até quem ache estranho essas conversas ou utilizar-se de um tom de voz infantil nessa comunicação. Mas trata-se de uma forma de ampliar o elo natural entre mãe e bebê; de expressar afeto, amor.

É o que explica a psicóloga da Pro Matre Paulista, Mariana Bonsaver: “este diálogo é extremamente importante para o desenvolvimento cognitivo e afetivo do bebê”.

Mas será que a criança compreende alguma coisa? “Por volta das 25 semanas, o bebê, ainda na barriga da mãe, consegue ouvir e identificar vibrações da voz e sensações; assim, ele passa a reconhecer a voz dos pais e o vínculo vai se fortalecendo a partir do sentimento de segurança e de amor gerados pelas sensações passadas pela mãe. Por mais que o bebê ainda no útero, ou o recém-nascido, ainda não compreenda as palavras ditas, conversar com ele estimula o desenvolvimento cognitivo e o prepara para decodificar e compreender a linguagem utilizada,” detalha a especialista.

E faz sentido mudar o tom de voz ao falarmos com um bebê? “Também é importante, pois isso cria uma sintonia entre os pais e o bebê, ajudando a melhorar a conexão com o interlocutor. Esse tipo de fala é conhecido como ‘motherese’ (como se fosse uma forma de se comunicar específica das mães), que ajuda a prender a atenção do bebê e auxilia no desenvolvimento da linguagem,” conta Mariana.

Muitos pais devem se perguntar: existe um jeito ideal de se comunicar com a criança? A psicóloga responde: “Os adultos podem fazer perguntas e esperar reações do bebê para, assim, estimular a interação. Aumentar a gama de palavras utilizadas incentiva o aprendizado e aumenta o vocabulário do bebê. Utilizar da comunicação não-verbal, através de gestos e expressões também é fundamental. Trocar olhares com o bebê, abraçar e beijá-lo ajudam a reforçar o vínculo afetivo.”