A Pro Matre é Recertificada pela JCI

A Joint Commission International (J.C.I.) é a organização (sem fins lucrativos, norte-americana) que concede um selo que certifica padrões de qualidade em serviços de saúde mais importante do mundo. A comissão atua com imenso reconhecimento em mais de cem países e sua certificação atesta a excelência das instituições com relação à qualidade do atendimento e à segurança dos pacientes.

Informações obtidas na avaliação da comissão internacional são utilizadas para atualizar os princípios da acreditação periodicamente. E esse é o quarto ano consecutivo que a Pro Matre Paulista é acreditada pela minuciosa auditoria. O primeiro selo de comprovação da mais alta qualidade em serviços, comparados aos de todo o mundo, foi conquistado pela maternidade no final do mês de abril de 2015, depois de passar por um complexo e planejado processo de melhorias, que começou anos antes, em 2013.

Inúmeros ajustes em diversas áreas da unidade foram realizados nesse período. Receber essa certificação realmente requer altos índices de esforços, uma vez que todas as práticas de atendimento são rigorosamente analisadas por consultores especializados da J.C.I. Estruturas gerais, protocolos de tratamento, controle de infecções, manutenção de equipamentos, gerenciamento de processos, atenção e cuidados com os pacientes, são alguns dos importantes requisitos avaliados pelos especialistas.

Para estar dentro dos níveis de alto padrão exigidos pela auditoria da comissão, que atua há mais de cinquenta anos no ramo, a Pro Matre Paulista atravessa extensos e criteriosos processos de modernização mundial. A equipe de trabalho da unidade é multidisciplinar, passa por sérios procedimentos de preparo e educação, desenvolvimento de competências e transferência de conhecimentos. São persistentes os cuidados da instituição com a gestão, com as qualificações profissionais e com a infraestrutura da maternidade mais tradicional de São Paulo. É uma grande satisfação e motivo de orgulho para todos da Pro Matre Paulista a aprovação mais uma vez no processo, que eleva ainda mais a qualidade no atendimento a mães, bebês e familiares.

Toda a equipe está altamente engajada, diariamente, para manter um claro objetivo: oferecer às pacientes a melhor qualidade em serviços que existe, desde a chegada à unidade, até o momento de receber a alta.

                                        

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (2 votes, average: 3,00 out of 5)

Jovem descobre estar grávida 4 horas antes do parto

A imprensa mundial noticiou há pouco tempo o caso de uma garota britânica de 19 anos que descobriu estar grávida apenas 4 horas antes de dar à luz. Ela não ganhou barriga de gestante porque estava se submetendo a uma rigorosa dieta, emagrecendo 25 quilos em poucos meses.

É possível perceber que está grávida no último mês da gestação? “Sim”, afirma o Dr. Alberto D’Auria, obstetra da Pro Matre Paulista. “Mulheres obesas, que acabam tendo ciclos menstruais irregulares e muitas vezes ficam meses sem menstruar, podem engravidar e não perceberem que estão grávidas”.

“Frequentemente isso acontece”, diz Dr. D’Auria; “O abdômen volumoso reduz a sensibilidade e portanto tudo se passa sem ela perceber”.

O que também pode ocorrer é uma condição psicológica. “Existem situações onde há uma negação da gravidez, uma vontade de esconder a gestação, e um processo psíquico toma conta desse momento, levando a um transtorno em que a mulher ignora a gestação”, conta o médico.

E quais os riscos que o bebê corre em situações como estas? “Ao não fazerem pré-natal, se desenvolvem diabetes gestacional colocam o feto e a saúde delas em risco. Também não investigam a formação dos fetos e não possuem informações sobre o binômio materno fetal. E ao chegarem ao hospital, se expõem a todos os riscos de um atendimento sem informações”, alerta o obstetra.

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (1 votes, average: 5,00 out of 5)

Pais podem ter depressão pós-parto?

A Depressão Pós-Parto é uma condição exclusivamente materna ou pais podem sofrer dela?

A psicóloga Mariana Bonsaver, da Pro Matre Paulista, esclarece a respeito do tema.

De acordo com ela, os homens também estão expostos aos mesmos fatores que podem desencadear a condição nas mães.

“As mudanças provenientes de ter um bebê podem gerar sentimentos tais como ansiedade, insegurança e tristeza”, explica.

“De acordo com a intensidade e duração desses sentimentos”, diz Mariana, “pode-se falar num quadro de depressão pós-parto e que atinge não só as mulheres, mas também os homens”.

Pais de primeira viagem são mais suscetíveis. “Os novos pais também sentem-se pressionados e inseguros, pois têm que dar conta do bebê, da companheira e de questões de trabalho”.

Alguns outros fatores também podem influenciar no surgimento do quadro, conta. “Falta de apoio, dificuldades emocionais prévias. histórico de doença psiquiátrica e presença da Depressão Pós-Parto na companheira”.

“Além disso”, lembra a especialista, “os cuidados durante esse período são voltados ao recém-nascido e à mãe, sendo o pai deixado de lado em suas necessidades e em seus sentimentos”.

O relacionamento entre o casal pode ficar em segundo plano com a chegada da criança. “A nova mãe também está com sua atenção voltada ao bebê, o que pode causar um distanciamento em relação ao homem”.

“Outra questão a ser pensada é o fato de que, socialmente e culturalmente, o homem não tem espaço para sofrer, ou seja, expor sentimentos e fragilidades”, ressalta a psicóloga. “Infelizmente ainda é algo considerado como tabu para os homens”.

“Portanto”, alerta, “é importante dar atenção a esse pai em suas possíveis dificuldades.”

Os principais sintomas de Depressão Pós-Parto, enumera a especialista, são:

  • Tristeza

  • Excesso ou falta de sono

  • Excesso ou falta de apetite

  • Medo e insegurança

  • Dificuldade em se vincular com o bebê

  • Cansaço

  • Falta de interesse e de prazer por atividades

“O que determina o diagnóstico é a intensidade e a duração desses sintomas, ou seja, se alguns dos sintomas listados estiverem presentes e com duração maior do que um mês após o nascimento do bebê”, informa Mariana.

“Diante de qualquer alteração emocional ou de comportamento”, recomenda, “é fundamental buscar ajuda médica e psicológica para, assim, melhorar a qualidade de vida, a relação com o bebê e a relação do casal”.

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (2 votes, average: 5,00 out of 5)

Gravidez no Verão: Cuidados na Praia

O verão está chegando e as futuras mamães querem curtir uma praia, mas aí surgem dúvidas: quais cuidados a gestante deve tomar para proteger o bebê e ela própria?

“Gestantes podem ir à praia sim”, afirma o Dr. Alberto D’ Auria, ginecologista e obstetra da Pro Matre Paulista, “porém, a exposição ao sol deve ser pequena para evitar manchas na pele que não desaparecem mais depois do parto. O horário melhor seria entre 8h e 11h, quando os raios solares são saudáveis e não-nocivos”, recomenda.

Além disso, lembra o médico, não se deve esquecer do filtro solar ou bloqueador solar. “Lembrar que o filtro solar deve ser reaplicado a cada 4 horas e o bloqueador solar uma vez só por dia”.

Dr. D’Auria orienta também para ter atenção ao adquirir um bloqueador solar. “Filtro solar acima de 50 não é um bloqueador, é somente um filtro mais potente. Os bloqueadores são feitos à base de óxido de titânio; portanto, o raio solar chega na pele e volta sem penetrar”.

Outro cuidado importantíssimo: beba muita água. “A hidratação na praia, ou seja, no calor, é fundamental para garantir a quantidade de líquido amniótico e a saúde do bebê”.

E tomar banho de mar, pode? “Entrar na água é permitido desde que não existam complicações gestacionais como colo uterino com cerclagem, infecções vaginais e placentas com inserção de risco, como as placentas prévias”.

“O ideal”, diz o especialista, “é entrar na água e, em seguida, sair da praia para evitar umidade na região genital, terreno propício para candidíase e infecções urinárias”.

E por que as gestantes que vão para a praia têm mais infecções quando voltam? “Porque o sol reduz muito a imunidade e a desidratação facilita a instalação de vírus e bactérias. E o sol agredindo os lábios propicia mais facilidades para desenvolver herpes labial”, explica.

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (1 votes, average: 5,00 out of 5)

Natal: uma nova vida em você

Já são 80 Natais nestes quartos, corredores, berçários, salas cirúrgicas. A Pro Matre Paulista está completando 80 anos e, em todas essas décadas, nunca deixamos de vibrar e de sentir cada nova vida como um recomeço. E não é esse mesmo o sentido do Natal?

Para quem está passando o Natal com um bebê a caminho, a impressão de que nada será como antes. Para quem já está com o bebê nos braços, a certeza de que nunca ouve Natal melhor. Seus parentes e amigos podem até se esforçar, mas nenhum presente será melhor que este.

Mas, cá entre nós, com 80 Natais na história, nós podemos afirmar com muita segurança: cada Natal, daqui para a frente, será diferente. E vai ficar cada vez melhor!

Feliz Natal!

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (2 votes, average: 3,00 out of 5)

Pro Matre Paulista, 80 anos: conte sua história

A Pro Matre Paulista está completando 80 anos. Nesse longo período, presenciamos histórias emocionantes que ajudaram a fazer da instituição a maternidade mais querida de São Paulo.

Você pode conhecer algumas dessas histórias aqui.

Você também pode participar e contar a sua história: escreva o seu relato, poste com #MinhaHistóriaComAProMatre e publique no seu perfil no Facebook ou nos comentários na nossa página.

Primeiros dentes do bebê nascem por volta dos seis meses: mito ou verdade?

Verdade. O primeiro dente do bebê geralmente eclode entre os seis e os oito meses de idade, podendo variar de um mês a um ano. Os dentes centrais inferiores costumam surgir antes dos superiores, que geralmente aparecem dois meses depois dos primeiros. A seguir, surgem os incisivos laterais superiores, depois os laterais inferiores, os primeiros molares superiores e inferiores (mais ou menos ao mesmo tempo) e, em torno dos15 a18 meses, os caninos (conhecidos popularmente como “presas”).

Geralmente aos 18 meses, os bebês apresentam 12 dentes e, aos três anos, todos os 20 dentes decíduos (assim chamada a 1ª dentição, também conhecida como “dentes de leite”). Existem muitos mitos sobre sintomas que a dentição pode causar, que vão desde febre alta, gripe até diarreia.

“Acredita-se que estas manifestações não sejam causadas pela dentição, mas apenas uma coincidência com doenças que geralmente começam a surgir após os seis meses de idade, quando a criança já não conta mais com a mesma quantidade de anticorpos herdada da mãe e passa a adoecer mais frequentemente”, ressalta Dr. Paulo.

 

Teste do olhinho pode detectar doenças importantes: mito ou verdade?

Verdade. Os dias seguintes ao nascimento do bebê são marcados por vários exames no berçário, local onde a criança fica entre 48 e 72 horas. Após sua liberação do berço aquecido, que geralmente acontece três horas depois do nascimento, e depois de um exame minucioso das condições clínicas, o pediatra faz a avaliação dos olhos, também conhecido como teste do olhinho.

“Este exame é o reflexo que vem através das pupilas quando estas são submetidas a um fonte de luz. Este reflexo é muitas vezes observado em fotografias com flash . Para que ocorra o reflexo, a luz tem que passar por todas camadas do olho até sua retina, e voltar dando a coloração vermelha.Se isto não ocorrer, é porque ao longo do trajeto a luz não consegue chegar à retina, o que indica que há problema neste olho”, explica Dr. Francisco Dutra, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Gestante não pode fazer atividade física: mito ou verdade?

Mito. Fazer exercícios é fundamental para a saúde da gestante e, consequentemente, do bebê. Não há dados que indiquem que a mulher grávida precise limitar a intensidade de exercícios e submeter-se a frequências cardíacas mais baixas. “Para as mulheres sem nenhum risco adicional na gestação, é totalmente recomendado exercitar-se durante a gravidez, com treinamento leves ou moderados”, comenta Dr. Alberto d´Auria, obstetra da Pro Matre Paulista.

– Mulheres que já praticavam atividade física podem, em geral, manter a intensidade dos treinos anteriores à gravidez.

– Exercícios como ciclismo e natação minimizam os riscos de danos ao corpo e são mais fáceis de serem mantidos durante a gestação.

– No caso da natação, nade fazendo atividades simples na água, mas não utilize o estilo borboleta.

– A hidroginástica é bastante recomendada para gestantes, já que o corpo na água se torna mais leve, ficando livre dos impactos e da força da gravidade. É um excelente exercício para desenvolver o tônus muscular.

– Outra boa pedida é a caminhada. Caminhe três vezes por semana em dias intercalados e por um período de 30 minutos, no mínimo, mas não o faça logo após as refeições e nem se exceda se estiver fazendo muito calor.

– Nesta fase, não são recomendados os esportes e as atividades nas quais possam ocorrer choques ou atritos entre você e pessoas ou você e objetos (bola, colunas de sustentação, móveis, raquetes etc.)

Peça orientação para seu obstetra e faça da atividade física uma aliada contra o excesso de peso e a favor de mais qualidade de vida na gestação.

Quem já teve Gripe A não precisa tomar vacina: mito ou verdade?

Mito. Os vírus causadores da gripe têm alta capacidade de mutação, por isso, uma pessoa que já tenha contraído a Gripe A no passado pode ter a doença novamente.

Os pacientes mais propensos a contrair a doença, causada pelo vírus H1N1, devem ser vacinados todos os anos, por causa dessa mutação. Entre esses pacientes estão as gestantes. Também compõem o chamado grupo de risco os idosos, as crianças (acima de seis meses de idade) e os pacientes portadores de doenças crônicas.

A Pro Matre Paulista preparou um conteúdo extenso sobre o vírus H1N1 e a Gripe A, inclusive com uma série de perguntas e respostas.

Para saber mais, clique aqui.