Dificuldade para engravidar pode ter mais de uma causa: mito ou verdade?

Verdade. O aconselhamento genético é um tipo de investigação médica para casais com dificuldade de engravidar, históricos de aborto ou com casos de síndromes genéticas ou cromossômicas na família. Segundo o Dr. Guilherme Loureiro Fernandes, da Pro Matre Paulista, problemas de diversas origens são investigados nesse processo – infecciosas, imunológicas, aloimunológicas, hormonais, genéticas, cromossômicas, entre outras.

Antes da bateria de exames, a procura começa com uma conversa com o casal sobre o histórico familiar e os detalhes da rotina de cada um. Dr. Guilherme enfatiza a importância da participação do homem nesse processo: “Quando o casal tem dificuldade de engravidar, as causas podem estar no homem, por isso é necessário que ele se submeta a alguns exames também. Há atividades profissionais que podem influenciar para a ocorrência ou não da gravidez”.

O processo de assessoramento gestacional segue até que todos os fatores que prejudicam a gravidez sejam eliminados. “Já cheguei a tratar de uma paciente que tinha treze causas diferentes. Foi preciso tratar uma a uma, até que ela reunisse condições de engravidar”, explica o Dr. Guilherme.

Acompanhe, ao longo desta semana, mais informações sobre o aconselhamento genético. 

É verdade que só a mãe de um dos membros do casal pode ser barriga de aluguel?

Não. Com as novas regras para a reprodução assistida, do Conselho Federal de Medicina (CFM), o grau de parentesco das “barrigas de aluguel” com um dos parceiros envolvidos nesses tratamentos foi ampliado. Para participar desses programas, as doadoras de útero devem ter até o quarto grau de parentesco com um dos membros do casal. Além disso, as doadoras devem ter menos de 50 anos e não podem apresentar problemas de saúde.

Casais homoafetivos e pessoas solteiras também podem realizar o sonho de ter um filho a partir de tratamentos de reprodução assistida. As novas diretrizes do CFM garantem a esses pacientes o direito de participar desses programas. Outra mudança importante é a normatização da seleção genética de embriões. Esse procedimento só será permitido nos casos de alterações genéticas causadoras de doenças ou seleção de embriões compatíveis com um filho do casal que necessite de transplante de células-tronco ou de órgãos.

A regulamentação dos programas de reprodução assistida também nomatiza o descarte de embriões. Agora, se o casal quiser, pode descartar seus embriões congelados depois de cinco anos. Antes dessa medida, os parceiros tinham apenas três opções: mantê-los congelados por tempo indeterminado, doá-los para outros casais ou ainda destiná-los às pesquisas com células-tronco.

Fonte: Portal Bebê.com
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Mulheres com mais de 35 anos não podem doar óvulos: mito ou verdade?

 É verdade. De acordo com as novas regras para as técnicas de reprodução assistida, divulgadas pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), mulheres acima de 35 anos não podem doar óvulos. A partir dessa idade, elas passam a produzir óvulos com qualidade inferior e em menores quantidades.

Essa medida pretende reduzir a chance de um bebê, concebido a partir de alguma dessas técnicas, nascer com síndromes cromossômicas. A resolução também restringe a idade masculina para a doação de espermatozoides – em 50 anos. Os homens também estão sujeitos a uma diminuição na qualidade dos espermatozoides.

A regulamentação das técnicas de reprodução assistida ainda prevê um limite para a quantidade de embriões implantados na paciente que se submete às técnicas de reprodução assistida. Só poderão ser transferidos para o útero da receptora até quatro embriões. O objetivo dessa mudança é reduzir o número de gestações múltiplas nesses procedimentos.

Outra mudança determina que  a idade máxima para uma mulher se inscrever em programas de reprodução assistida é de 50 anos. A partir dos 40 anos, a gestação torna-se arriscada para todas as mulheres. Essa medida visa reduzir o número de complicações na gravidez, como hipertensão e diabetes gestacional.

Fonte: Portal Bebê.com
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