Como segurar o bebê? Qual é a melhor posição?

É normal os pais, mesmo aqueles que já tiveram outros filhos, se atrapalharem ao carregar o bebê, na tentativa de confortá-lo na hora do choro.

“O choro é a forma que o bebê tem de se comunicar com o meio externo, ficar atento a todas essas manifestações e reações dele, além de dar aconchego, é o que o pai pode fazer”, diz Rosmaria Pirollo, Gerente de Enfermagem da Pro Matre Paulista.

Ao segurar a criança, é importante posicioná-la de forma que ela esteja sempre confortável. A coordenadora de enfermagem da Pro Matre, Daniela Bonfá Garcia, deu mais orientações, em reportagem do site da revista GQ.

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Essa é uma posição de aconchego e que pode controlar uma possível cólica, por exemplo. O abdômen dele é um pouco comprimido e o calor do pai vai aquecê-lo. Ela deixa o bebê mais contido e seguro. O certo é colocar as mãos nas costas e na cervical.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Sentar com um travesseiro no colo e colocar o bebê com a barriga para baixo é uma posição de conforto para ele descansar ou dormir.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Para um possível engasgo, o pai pode colocar o bebê para baixo, apoiado no braço, inclinar um pouco as pernas e ter certeza que a boca dele fique aberta.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Se o incômodo do bebê for cólica, o pai pode fazer uma flexão da coxa no abdome para que ele consiga eliminar os gases. Além disso, o pai pode fazer movimentos circulares na região abdominal também.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Se o pai quiser colocar o filho no berço, é importante deixar o cobertor de uma forma que o bebê se sinta abraçado e acolhido. Outra posição é deitar o bebê de barriga para cima com a cabeça virada para o lado, que é para evitar engasgo e diminuir o risco de morte súbita.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Apoiar o bebê no braço e virado para cima. Nessa posição é importante manter o contato visual e falar com ele para que se sinta confortável e seguro.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Outra posição de conforto é com o pai sentado e segurando o bebê com os dois braços nas suas costas e cervical. A interação também é importante nessa posição para que o filho se sinta em um ambiente acolhedor e que tem semelhanças às sensações experimentadas dentro do útero materno. Se os pais costumavam colocar música para ele ouvir antes do nascimento, é bom que ele escute depois do parto também, por exemplo.”

Quer saber mais sobre o assunto? Leia a reportagem completa no site da GQ.

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Megacólon Congênito? O que é?

Um problema no intestino grosso que atinge aproximadamente 1 para cada 5 mil recém-nascidos. A neonatologista da Pro Matre Paulista Dra. Mônica Carceles explica melhor o que é o Megacólon Congênito.

“É uma dilatação do intestino grosso causada por uma falha de inervação. A área em que está localizada essa falha não relaxa para a passagem das fezes e gera uma obstrução intestinal”, descreve a médica.

“O principal sintoma é a demora para evacuar nos dois primeiros dias de vida, mas depende muito da extensão e da localização da falha”, conta. “Quando uma área pequena do intestino é afetada, os sintomas são mais leves e o diagnóstico pode ser mais fácil”.

Quando o bebê apresenta os sintomas, o médico pode pedir uma biópsia do intestino para fazer o diagnóstico. Não é possível detectar o problema antes do nascimento, durante a gestação.

Mas é possível diferenciar a doença de uma prisão de ventre normal? “No Megacólon, a obstipação intestinal é muito grave, havendo grande distensão do abdome. Em geral, o bebê não consegue evacuar sem que seja feita uma lavagem intestinal”, responde a especialista. “As manifestações da doença são precoces, aparecendo nos primeiros dias de vida”.

O Megacólon Congênito tem cura? Tem tratamento? “O tratamento é cirúrgico”, explica Dra. Mônica, “com a retirada da parte afetada do intestino. O bom resultado depende da intensidade da alteração”. A cirurgia pode ser feita já no período neonatal, dependendo de quando for feito o diagnóstico e da gravidade.

Como colocar o bebê para dormir em segurança?

São muitas as preocupações e dúvidas das mães, em especial as de primeira viagem, com seus bebês recém-nascidos. Uma delas, certamente, é a forma correta de colocar a criança para dormir, de forma segura.

Para orientá-las, buscamos informações com a Dra. Monica Carceles, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Ela explica que um dos maiores temores de muitos pais é a Síndrome da Morte Súbita ou Morte do Berço, que, ao contrário do que pode se pensar, não é causada por engasgo e aspiração de leite. No entanto, sua causa não é bem conhecida pela medicina.

Apesar de ser preocupante, a médica tranquiliza dizendo que algumas medidas simples, tomadas em casa, e recomendadas pela  Academia Americana de Pediatria e pela Sociedade Brasileira de Pediatria, “diminuem a incidência desta ocorrência em mais de 60%”.

Orientações para o sono seguro do bebê:

  • Do nascimento até 1 ano de idade, a posição mais segura é de barriga para cima. “Os casos de engasgo e sufocamento por leite não aumentam nesta posição pois os bebês têm mecanismos de defesa quando regurgitam”, explica a especialista;

  • Se o bebê já consegue se virar sozinho, pode ser deixado de lado ou de barriga para baixo, mas sempre o coloque para dormir de barriga para cima;

  • Atenção para a altura do berço e a distância entre as barras das grades, procure pelo selo do Inmetro no produto antes de comprá-lo;

  • Colchão firme e lençol bem preso, para que não solte com os movimentos do bebê;

  • Travesseiro, bichos de pelúcia e demais objetos soltos no berço aumentam a chance de sufocamento e estrangulamento;

  • Não dormir na cama com os pais, mas no próprio berço no quarto com os adultos;

  • Sofás, poltronas ou superfícies muito macias também não são apropriadas para o bebê dormir;

  • Não colocar muitas roupas no recém-nascido. “Eles podem ter um pouco mais de frio que um adulto, mas só um pouquinho,” diz a Dra. Monica;

  • Se for cobrir o bebê use um cobertor preso nas laterais do colchão e o coloque por baixo dos braços da criança, para não cobrir seu rosto;

  • O leite materno também protege contra a Síndrome da Morte Súbita;

  • Nada de cigarros ou fumaça de cigarros durante a gravidez ou perto do bebê;

  • Siga rigorosamente o calendário de vacinação;

  • Exercite o bebê durante o dia. “Coloque-o em sua cama, de barriga para baixo, movimentando a cabeça para cima e para os lados – é bom para o desenvolvimento neurológico e evita que a cabeça fique deformada na parte de trás por ficar sempre de barriga para cima. Estes movimentos de barriga para baixo devem ser sempre supervisionados por você ou por outro adulto”, recomenda a neonatologista;

  • Repasse essas orientações a todos que forem cuidar do seu bebê (pai, parentes, amigos, babás, etc).

E a Caixa Finlandesa? É uma boa opção?

A caixa – um kit de maternidade com enxoval, em que a própria embalagem é utilizada como berço, dado a todas as gestantes finlandesas pelo governo do país – “é usada na Finlândia há décadas e a queda da mortalidade infantil observada naquele país deve-se, provavelmente, à evolução da medicina e ao conjunto de medidas tomadas em relação à higiene, vacinação, nutrição e acompanhamento da gestação e do parto”, explica Dra. Monica, que ressalta que não existem trabalhos científicos confiáveis relacionando o uso das caixas para dormir e a queda dos casos de Síndrome da Morte Súbita.

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Amamentação na UTI Neo: aleitamento para prematuros

Muita gente não sabe que é possível que a mãe amamente seu bebê, mesmo quando ele é prematuro e se encontra na UTI Neonatal.

Por isso, a Dra. Edinéia V. Lima, neonatologista e chefe responsável pela UTI Neo da Pro Matre Paulista, explica como a amamentação ocorre nestes casos.

“A amamentação dos prematuros deve ser estimulada desde o início,” ressalta a médica, “já na primeira ou segunda visita da mãe ao seu bebê na UTI, o tema deverá ser abordado.”

Mas não são todas as mães que podem amamentar diretamente a criança internada. “Muitas vezes e por diversas razões, a amamentação efetivamente não pode ser iniciada entre a mãe e seu bebê prematuro. Mas devemos estimular a mãe a procurar o lactário e orientar que ela irá poder coletar o seu leite e armazená-lo até o bebê poder começar a receber esse leite,” explica. “Em algum momento o bebê vai começar a mamar e aí ela vai efetivamente iniciar a amamentação”.

A amamentação, a neonatologista lembra, ajuda no desenvolvimento da criança e é recomendada sempre que o bebê prematuro esteja apto do ponto de vista clínico.

“Temos muitos casos de bebês extremamente prematuros e que começam a amamentação após 1 mês de UTI, quando já estão com peso (maior que 1500g) e idade gestacional compatível para começar a sugar (por volta da 34ª semana)”, esclarece.

O contato corpo a corpo com a mãe, importantíssimo, pode ocorrer mesmo antes da amamentação, conta Dra. Edinéia, com o bebê fazendo o método canguru e iniciando esse processo de vínculo afetivo fora do corpo da mãe.

“É muito gratificante para nós, da UTI, ver esses bebês saindo em aleitamento materno, após terem permanecido 2 a 3 meses na nossa unidade!” diz a médica. “Temos uma taxa alta de aleitamento materno e esclarecemos a elas – mães – o quanto é importante que o bebê prematuro receba o leite materno e que saia sugando no seio”.

Mês da Amamentação – Conheça o Lactário Pro Matre

O banco de leite humano da Pro Matre Paulista é voltado para o atendimento das mães que tiveram seus filhos na maternidade e que precisam ficar internados na UTI neonatal. “Geralmente são bebês prematuros, de baixo peso ou com necessidades clínicas de internação,” diz Maria Mercedes Sakagawa, nutricionista coordenadora do Lactário da Pro Matre.

Ela conta que, mesmo considerando que a lactação faça parte da natureza da mãe após o parto, algumas não conseguem estabelecer uma produção de acordo com a necessidade de seu filho.

Por isso, descreve a especialista, junto ao Lactário, há uma sala para atendimento às mães, “onde recebem orientações sobre a importância da coleta de leite para o seu filho, cuidados com a mama, técnica adequada para garantir a segurança do produto e, quando a coleta é domiciliar, a guarda e transporte”.

A tecnologia se faz presente e é fundamental, conforme explica Mercedes: “o leite retirado é pasteurizado com técnicas adequadas, microbiologicamente seguras e com indicação de seu valor calórico, acidez, maturidade (colostro, transição e maduro)”.

O Lactário tem um papel fundamental no estímulo ao aleitamento materno, avalia a nutricionista, “pois mesmo que a criança, devido à sua prematuridade, não tenha estabelecido a sucção direto na mama, vai receber – o leite materno – por outras vias”.

Pro Matre realiza Mesa Redonda sobre Amamentação

mesa redonda amamentação

Para tirar as muitas dúvidas que as mamães e gestantes têm sobre amamentação e discutir o tema da Semana Mundial do Aleitamento Materno deste ano, “trabalhar juntos para o bem comum”, promovendo o apoio à mulher que amamenta, a Pro Matre Paulista realiza neste mês uma Mesa Redonda.

O evento acontecerá no dia 23, a partir das 19h, no Auditório Pro Matre, e contará com a participação das especialistas dra. Mônica Carceles, neonatologista; Rosmaria Pirollo, gerente de enfermagem da Pro Matre e Mariana Bonsaver, psicóloga da maternidade.

Além delas, participarão influenciadores digitais ligados ao assunto, como Carol Melhem e seu marido Elam Lima, do canal Cuca de Pai Cachola de Mãe no YouTube. E também mães que se inscreverem pelo site Pro Matre.

As inscrições são gratuitas e limitadas. O Auditório Pro Matre fica na Rua Vergueiro, 1061, próximo à estação Vergueiro do metrô.

O nosso evento foi destaque nos veículos Click Bebê, Metrô News, Gazeta, Guia do Bebê.

Pais e Gravidez: Empatia e Inexperiência

pais e gravidez

Há homens que se fazem presentes e parceiros, mas, por falta de experiência, não sabem ao certo como lidar com a gravidez da companheira. E há também aqueles que se envolvem tanto que, por vezes, relatam sentir os sintomas da gravidez.

Para falar sobre a relação dos homens com a gestação e a paternidade, conversamos com o Dr. Alberto D’Auria, obstetra da Pro Matre Paulista.

“Quando um casal tem uma sintonia de convívio e de ideias, com o passar do tempo um consegue saber o que o outro está pensando ou sentindo”, diz o médico. “Quem tem essa experiência sabe que não é preciso falar para que o outro entenda o que quer”, complementa.

Isso explicaria o porquê de alguns homens também sentirem a gestação, comenta o obstetra: “pensando dessa forma, quando o elo de ligação entre o marido e a gestante é muito forte, o homem sente os sintomas da gravidez de forma clara e passa a ter modificações comportamentais e físicas semelhantes às da parceira”.

“Muitos ganham peso, têm náuseas e outros sintomas do período gestacional. Essa síndrome, chamada couvade, é muito frequente, porém recebe menos atenção, muitas vezes do obstetra e da família”, esclarece Dr. D’Auria.

O assunto é polêmico, afirma, mas já é reconhecido pela classe médica e suas causas são discutidas no terreno da psicanálise, da psicossomática, explica o obstetra.

“Na minha experiência, são mais suscetíveis à essa síndrome homens que desejam chamar a atenção durante o período gestacional por se sentirem abandonados”, avalia. “Homens filhos de famílias pequenas ou até mesmo filhos únicos têm mais chance de se comportarem assim”, diz.

E quanto ao papel do pai dentro deste novo contexto em sua vida? Homens mais presentes no ambiente familiar se tornaram referência na sociedade, como é o caso do ator Rodrigo Hilbert. Mas, por inexperiência, alguns futuros pais não dimensionam sua importância no processo, ficando dessa forma menos atuantes.

Existem dicas para que homens e mulheres que estão esperando um bebê se ajudem mutuamente durante a gestação?

Para o Dr. D’Auria, “não é fácil atravessar esse rito de passagem. Perder a mulher para ganhar a mãe do seu filho. E há as mudanças no contexto familiar, onde o homem perdeu seu reinado e suas prioridades”.

Ele avalia que, com a mudança no modelo, o comando familiar “agora ganha uma gestão participativa, tanto no direcionamento quanto no sustento dessa família.”

Por conta da mudança comportamental, analisa o médico, os homens passaram a “liberar o instinto de proteção da espécie – cuidando da cria – e não mais o instinto somente de preservação da espécie, se contentando somente em fornecer bons espermatozoides. Um modelo muito antigo”.

Amamentação e Família

amamentação e família

O tema da Semana Mundial da Amamentação (World Breastfeeding Week) deste ano é “Amamentar. Ninguém pode fazer por você. Todos podem fazer junto com você.” A intenção é conscientizar sobre a importância do apoio à mãe que amamenta e a ampliação da rede de suporte ao aleitamento materno.

Quem fala a respeito do papel da família e da sociedade na promoção da amamentação é a neonatologista da Pro Matre Paulista, Dra. Monica Carceles.

“O estabelecimento da amamentação não é evento fácil,” lembra a médica. “Portanto, é importante que a mãe possa solicitar e ter ajuda nas diversas fases do aleitamento,” complementa.

E isso deve começar logo após o parto, recomenda a neonatologista. “Ainda na maternidade, a mãe precisará de ajuda para saber quando e como colocar o seu bebê para mamar. O início pode ser difícil, pois a mãe e o bebê estarão aprendendo o processo da amamentação.”

O papel da família neste processo é fundamental. “O apoio da família pode ser dado de diversas formas,” diz a especialista. “Por exemplo, permitindo que a mãe descanse durante o dia, ajudando nas tarefas da casa. Ou segurando o bebê para arrotar após as mamadas. E até mesmo orientando que as visitas, na maternidade ou em casa, sejam rápidas e tranquilas,” exemplifica, recordando que “sem apoio, é difícil amamentar.”

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Leite materno e a saúde do bebê

leite materno

O leite materno é o melhor alimento para os bebês, afirma a neonatologista da Pro Matre Paulista, Dra. Monica Carceles, que deu orientações às mães sobre amamentação.

“São raras as situações nas quais o leite materno está contraindicado,” diz a médica, que lembra, “a Organização Mundial da Saúde orienta que os bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno nos primeiros seis meses de vida.”

A amamentação oferece proteção ao recém-nascido, conta Dra. Monica: “as crianças alimentadas com leite materno têm menor chance de contrair, na infância, infecções de ouvido, diarreias, infecções respiratórias, dermatites e alergias. Têm ainda menor risco de Síndrome de Morte Súbita. Alguns trabalhos recentes associam o aleitamento materno a um melhor desenvolvimento neurológico e maior QI (Quociente de Inteligência). É também verificada menor incidência de diabetes do tipo 1 e menor taxa de obesidade.”

O aleitamento materno é essencial para a saúde do recém-nascido porque o colostro, “que é o leite que surge no final da gestação e vai até o 3º ou 5º dia do pós-parto, é rico em proteínas, em sódio, em anticorpos e células de defesa. A quantidade produzida varia entre 2 a 20 ml por mamada. É portanto, uma quantidade pequena quando comparada com o leite maduro. Mas é a quantidade necessária para estes primeiros dias de vida,” explica.

Além disso, “os componentes do leite materno variam conforme a idade da criança, com o horário do dia e até mesmo durante a mesma mamada e estão na quantidade necessária para um perfeito desenvolvimento,” reforça a especialista.

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Banho de Sol para o Bebê no Inverno: O Que Muda?

A rotina do banho de sol para o bebê, importante para evitar o raquitismo e fortalecer os ossos da criança, devido à ativação da vitamina D, que auxilia na absorção do cálcio, deve ser alterada com a chegada do inverno?

Luciana da Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista, deu orientações a respeito para o site Click Bebê.

“A alimentação é responsável por suprir apenas 20% a 30% das necessidades diárias de vitamina D,” explica a especialista. “O restante vem do suplemento da vitamina e da própria exposição solar. Por isso, a alimentação, o medicamento e a exposição solar precisam ser realizadas de forma contínua durante o primeiro ano de vida.”

Quanto às mudanças para a estação mais fria, Luciana esclarece que os horários são os mesmos que no verão: antes das 10h da manhã ou depois das 16h. Não é porque o dia está nublado que o perigo da radiação solar diminui. “A exposição ao sol para a síntese de vitamina D deve ocorrer com o bebê vestido – apenas face e mãos expostas, sem chapéu durante três vezes por semana,” recomenda Luciana. No inverno, como a criança fica com o corpo menos exposto, o banho de sol pode ser um pouco mais longo, durante cerca de 15 minutos.

Quer saber mais sobre o assunto? Clique aqui e leia a reportagem completa do Click Bebê.