Alergias de Pele em Gestantes: Como tratar?

Quem nunca sofreu com alergias de pele? Para algumas pessoas, com a chegada dos meses mais frios, aumentam os problemas dermatológicos. Isso não é diferente com mulheres grávidas, que precisam ter mais atenção ao uso de produtos ou ingestão de alimentos que possam de alguma forma prejudicar a gravidez.

O Dr. Jayme de Oliveira Filho, dermatologista da Pro Matre Paulista, explica como elas podem tratar alergias de pele.

“As gestantes têm algumas alterações dermatológicas que alteram a sua fisiologia normal. As secreções de glândulas sudoríparas e écrinas, por exemplo, modificam-se favorecendo certas situações de alergias, irritações e coceira pelo corpo,” explica o médico.

Outro fator que pode levar grávidas a alergias de pele é o aumento de peso e da sudorese (transpiração). “Deve-se ter o cuidado de utilizar o menor número possível de produtos industrializados e de aditivos colocados nas roupas (amaciantes, perfumes e produtos tipo “passe bem”),” recomenda o especialista. Os produtos podem induzir a processos alérgicos, gerando afecções de eczemas ou irritações que facilitam o surgimento de afecções e infecções por bactérias e fungos.

Portanto, afirma Dr. Jayme, “o ideal nesta fase é que a mulher se preserve usando sabonetes menos agressivos (os que são indicados para crianças são muito interessantes), com o PH mais próximo ao da pele, que é de aproximadamente 5,5.”

O dermatologista enumera outras recomendações para evitar alergias de pele: usar roupas de algodão, que permitam perspiração e transpiração mais adequadas; banhos mornos e rápidos; uso de hidratantes intrabanho (in showers) e pós-banho.

Mas muito cuidado com produtos de hidratação com ureia acima de 3%, que podem causar problemas ao bebê.

Se houver dúvida na hora de pesquisar o produto, o médico lembra que existem linhas de cosmecêuticos específicas para gestantes, que devem ser utilizadas no tratamento. “Cremes para desfavorecer formação de estrias, edemas, brotoejas e alergia, por exemplo, são oferecidos para pós-banho, seios, pernas, etc.,” conta.

E lembre-se sempre de procurar um especialista: “A orientação devidamente acompanhada por dermatologistas são importantes armas para evitar surpresas desagradáveis neste período ímpar e maravilhoso que as mulheres passam,” finaliza Dr. Jayme.

Crianças pequenas podem desenvolver alergias: mito ou verdade?

Verdade. “De maneira bem simples, podemos dizer que a alergia é uma reação do organismo a fatores externos, motivada por fatores hereditários, levando a um processo inflamatório que se manifesta de várias maneiras”, explica o neonatologista Francisco Brás. As alergias mais frequentes estão relacionadas ao aparelho respiratório, no qual a criança apresenta um quadro semelhante a uma gripe ou um resfriado.

No caso das alergias respiratórias, normalmente o fator externo desencadeante pode ser, na verdade, uma soma de elementos: poluição ambiental, fumaça de cigarro, presença de animais domésticos, poeira, bolor e muitos outros. “Na maioria dos casos, é difícil detectar com precisão o que causa alergia na criança”, comenta o médico, explicando que os testes de alergia não costumam ser conclusivos para crianças com menos de dois anos de idade. “Até essa fase, o organismo da criança é imaturo em vários aspectos e os fatores hereditários que determinam as reações a elementos externos podem não ter se manifestado ainda.”

Para os casos de alergias associadas ao trato respiratório, uma medida paliativa é evitar o acúmulo de secreção, lavando frequentemente o nariz do bebê com soro fisiológico, além de hidratar a criança para ajudar a fluidificar o muco nasal.

Bebês podem ser alérgicos a leite de vaca: mito ou verdade?

A introdução de fórmulas à base de leite de vaca pode não ser bem tolerada por alguns bebês

Verdade. Nos primeiros anos de vida, um tipo de alergia muito comum pode se manifestar – a alergia ao leite de vaca. A criança deixa de ser amamentada pela mãe e, ao introduzir algum tipo de fórmula infantil, os pais notam que o bebê desenvolve sintomas como desconforto abdominal, diarreia, flatulência e, em casos mais graves, até sangramento intestinal.

“O quadro é diferente da intolerância à lactose, no qual a criança não é capaz de digerir completamente o açúcar presente no leite. No caso da alergia, o bebê tem dificuldade em digerir a proteína do leite”, comenta Dr. Francisco Brás, neonatologista da Pro Matre Paulista. A solução, neste caso, é substituir o alimento convencional por fórmulas disponíveis no mercado, com proteínas modificadas, que permitem ao bebê receber os nutrientes sem sofrer com as consequências do leite in natura.

Um recurso simples, mas extremamente eficaz, no combate às alergias é o próprio leite materno. Quanto mais o bebê for alimentado com o leite da mãe, mais anticorpos receberá, fortalecendo seu sistema de defesa contra fatores externos. “Além disso, se o regime de aleitamento materno for mantido exclusivo até os seis meses, evita-se a exposição precoce do bebê a alimentos que podem causar alergias, como corantes, conservantes e outros componentes da alimentação industrializada”, lembra o neonatologista.

O médico reforça que casos extremos de reação alérgica podem evoluir para quadros graves, com a formação de inchaços em regiões como rosto, língua e pescoço a ponto de bloquear a respiração. “Nestes casos, a conduta é procurar atendimento de emergência em pronto-socorro”, conclui.

 

No outono, aumentam os casos de alergia entre bebês: mito ou verdade?

Espirros e nariz entupido: sintomas da alergia respiratória

Verdade. Nariz entupido, tosse, peito chiando, coceira na pele: o quadro é clássico e costuma ser mais frequente nos meses frios e secos – lá vem a alergia para incomodar as crianças e acabar com o sossego dos pais.

“De maneira bem simples, podemos dizer que a alergia é uma reação do organismo a fatores externos, motivada por fatores hereditários, levando a um processo inflamatório que se manifesta de várias maneiras”, explica o neonatologista Dr. Francisco Brás, da Pro Matre Paulista. As alergias mais frequentes estão relacionadas ao aparelho respiratório, no qual a criança apresenta um quadro semelhante a uma gripe ou um resfriado.

No caso das alergias respiratórias, normalmente o fator externo desencadeante pode ser, na verdade, uma soma de elementos: poluição ambiental, fumaça de cigarro, presença de animais domésticos, poeira, bolor e muitos outros. Para os casos de alergias associadas ao trato respiratório, uma medida paliativa é evitar o acúmulo de secreção, lavando frequentemente o nariz do bebê com soro fisiológico, além de hidratar a criança para ajudar a fluidificar o muco nasal.

Testes de alergia não são conclusivos para crianças com menos de dois anos: mito ou verdade?

As alergias respiratórias são muitos comuns e podem ser causadas por diversos fatores

Verdade. “De maneira bem simples, podemos dizer que a alergia é uma reação do organismo a fatores externos, motivada por fatores hereditários, levando a um processo inflamatório que se manifesta de várias maneiras”, explica o neonatologista Dr. Francisco Brás, da Pro Matre Paulista. As alergias mais frequentes estão relacionadas ao aparelho respiratório, no qual a criança apresenta um quadro semelhante a uma gripe ou um resfriado.

No caso das alergias respiratórias, normalmente o fator externo desencadeante pode ser, na verdade, uma soma de elementos: poluição ambiental, fumaça de cigarro, presença de animais domésticos, poeira, bolor e muitos outros. “Na maioria dos casos, é difícil detectar com precisão o que causa alergia na criança”, comenta o médico, explicando que os testes de alergia não costumam ser conclusivos para crianças com menos de dois anos de idade. “Até essa fase, o organismo da criança é imaturo em vários aspectos e os fatores hereditários que determinam as reações a elementos externos podem não ter se manifestado ainda.”

Tempo seco favorece o surgimento de alergias: mito ou verdade?

As alergias do trato respiratório estão entre as mais comuns

Verdade. No entanto, quadros alérgicos podem se manifestar de várias maneiras, ocasionados também por fatores diversos. “De maneira bem simples, podemos dizer que a alergia é uma reação do organismo a fatores externos, motivada por traços hereditários, levando a um processo inflamatório que se manifesta de várias maneiras”, explica o neonatologista Francisco Brás, da Pro Matre Paulista. As alergias mais frequentes estão relacionadas ao aparelho respiratório, no qual a criança apresenta um quadro semelhante a uma gripe ou um resfriado.

No caso das alergias respiratórias, normalmente o fator externo desencadeante pode ser, na verdade, uma soma de elementos: poluição ambiental, fumaça de cigarro, presença de animais domésticos, poeira, bolor e muitos outros. “Na maioria dos casos, é difícil detectar com precisão o que causa alergia na criança”, comenta o médico, explicando que os testes de alergia não costumam ser conclusivos para crianças com menos de dois anos de idade.

“Até essa fase, o organismo da criança é imaturo em vários aspectos e os fatores hereditários que determinam as reações a elementos externos podem não ter se manifestado ainda.” Para os casos de alergias associadas ao trato respiratório, uma medida paliativa é evitar o acúmulo de secreção, lavando frequentemente o nariz do bebê com soro fisiológico, além de hidratar a criança para ajudar a fluidificar o muco nasal.

 

Bebês podem apresentar alergia a leite de vaca: mito ou verdade?

Verdade. Nos primeiros anos de vida, um tipo de alergia muito comum pode se manifestar nos bebês – a alergia ao leite de vaca. A situação é um clássico: a criança deixa de ser amamentada pela mãe e, ao introduzir algum tipo de fórmula infantil, os pais notam que o bebê desenvolve sintomas como desconforto abdominal, diarreia, flatulência e, em casos mais graves, até sangramento intestinal.

“O quadro é diferente da intolerância à lactose, no qual a criança não é capaz de digerir completamente o açúcar presente no leite. No caso da alergia, o bebê tem dificuldade em digerir a proteína do leite”, comenta Dr. Francisco Brás, neonatologista da Pro Matre Paulista . A solução, neste caso, é substituir o alimento convencional por fórmulas disponíveis no mercado, com proteínas modificadas, que permitem ao bebê receber os nutrientes sem sofrer com as consequências do leite in natura.

Um recurso simples, mas extremamente eficaz, no combate às alergias é o próprio leite materno. Quanto mais o bebê for alimentado com o leite da mãe, mais anticorpos receberá, fortalecendo seu sistema de defesa contra fatores externos. “Além disso, se o regime de aleitamento materno for mantido exclusivo até os seis meses, evita-se a exposição precoce do bebê a alimentos que podem causar alergias, como corantes, conservantes e outros componentes da alimentação industrializada”, lembra o neonatologista.

O médico reforça que casos extremos de reação alérgica podem evoluir para quadros graves, com a formação de inchaços em regiões como rosto, língua e pescoço a ponto de bloquear a respiração. “Nestes casos, a conduta é procurar atendimento de emergência em pronto-socorro”, conclui.

 

Alergias podem ser mais comuns no frio: mito ou verdade?

Verdade. Nariz entupido, tosse, peito chiando, coceira na pele: o quadro é clássico e costuma ser mais frequente nos meses frios e secos – lá vem a alergia para incomodar as crianças e acabar com o sossego dos pais. Quadros alérgicos, entretanto, podem se manifestar de várias maneiras, ocasionados também por fatores diversos.

“De maneira bem simples, podemos dizer que a alergia é uma reação do organismo a fatores externos, motivada por fatores hereditários, levando a um processo inflamatório que se manifesta de várias maneiras”, explica o neonatologista Francisco Brás. As alergias mais frequentes estão relacionadas ao aparelho respiratório, no qual a criança apresenta um quadro semelhante a uma gripe ou um resfriado.

No caso das alergias respiratórias, normalmente o fator externo desencadeante pode ser, na verdade, uma soma de elementos: poluição ambiental, fumaça de cigarro, presença de animais domésticos, poeira, bolor e muitos outros. “Na maioria dos casos, é difícil detectar com precisão o que causa alergia na criança”, comenta o médico, explicando que os testes de alergia não costumam ser conclusivos para crianças com menos de dois anos de idade. “Até essa fase, o organismo da criança é imaturo em vários aspectos e os fatores hereditários que determinam as reações a elementos externos podem não ter se manifestado ainda.”

Para os casos de alergias associadas ao trato respiratório, uma medida paliativa é evitar o acúmulo de secreção, lavando frequentemente o nariz do bebê com soro fisiológico, além de hidratar a criança para ajudar a fluidificar o muco nasal.

Alergias: qualquer coisa, corra para um médico!

Na série “Alergias”, vimos as principais alergias que podem afetar seu pequeno, como detectá-la e o que fazer para mantê-las longe! As informações e o conteúdo original desta série foram publicados no Anuário Caras do Bebê, produzido por profissionais da Pro Matre Paulista.

O neonatologista Francisco Brás lembra que, com quaisquer indícios de casos extremos e reações alérgicas fortes, o melhor a se fazer é entrar em contato com o médico e o pronto-socorro.

O médico reforça que casos extremos de reação alérgica podem evoluir para quadros graves, com a formação de inchaços em regiões como rosto, língua e pescoço a ponto de bloquear a respiração. “Nestes casos, a conduta é procurar atendimento de emergência em pronto-socorro”, conclui.

Alergias: o leite materno ajuda!

Na série “Alergias”, estamos conhecendo tudo sobre as famosas alergias que podem afetar seu bebê. O conteúdo original desta série foi publicado no Anuário Caras do Bebê, produzido por profissionais da Pro Matre Paulista.

Muitas vezes o que passa pela cabeça das mamães é: o que eu posso fazer para manter as alergias longe?

Um recurso simples, mas extremamente eficaz, no combate às alergias é o próprio leite materno. Quanto mais o bebê for alimentado com o leite da mãe, mais anticorpos receberá, fortalecendo seu sistema de defesa contra fatores externos.

“Além disso, se o regime de aleitamento materno for mantido exclusivo até os seis meses, evita-se a exposição precoce do bebê a alimentos que podem causar alergias, como corantes, conservantes e outros componentes da alimentação industrializada”, lembra o neonatologista Francisco Brás.