Líquido Amniótico: Dieta da Mãe e os Efeitos no Feto

Segundo um estudo publicado pela Academia Chinesa de Ciência, a composição do líquido amniótico, substância que envolve o bebê desde o estágio embrionário, é alterada de acordo com a dieta da gestante.

Até então, sabia-se que apenas que a alimentação da mãe é responsável pelos nutrientes recebidos pelo bebê através do cordão umbilical.

A obstetra da Pro Matre Paulista, Dra. Priscila Cury, falou à revista Crescer sobre a importância do líquido amniótico.

“Ele é fundamental para a manutenção da homeostase, preenche a bolsa, atua como fator mecânico reduzindo o impacto em quedas e ajuda no desenvolvimento pulmonar,” explicou.

A médica recomenda que, para a mãe ter um líquido amniótico saudável, é importante beber 2 litros de água por dia, fazer pausas para o repouso no dia a dia e evitar situações de stress.

Deseja saber mais sobre o tema? Clique aqui e leia a reportagem completa da Crescer.

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A papinha do bebê: cuidados na hora do preparo

Preparar a papinha do bebê é um momento de muito cuidado, pois a alimentação adequada é essencial para que seu bebê cresça saudável. Dúvida recorrente entre as mamães, a preparação da papinha requer muita atenção, por isso esclarecemos algumas questões com a nossa nutricionista, Luciana da Costa.

A temperatura ideal

Na hora de testar a temperatura, o ideal é que seja utilizado o antebraço como referência, pois é uma região do corpo sensível ao calor, verificando assim se a papinha está na temperatura adequada. “A papinha do bebê não deve ser ofertada muito quente, pois a pele e as mucosas do bebê são bem sensíveis”, explica a nutricionista.

Cuidado com o excesso de açúcar e tempero

Se o bebê não está comendo, adoçar a comida também não é uma boa ideia, o que torna importante investir nas frutas na hora de preparar a papinha. “O consumo de açúcar não é recomendado até os dois anos de idade. As frutas e leite já possuem açúcar naturalmente em sua composição, por isso não há necessidade de adoçar as bebidas e frutas do bebê. A mistura de duas ou mais frutas pode realçar o sabor adocicado das frutas”, Luciana orienta.

A nutricionista também citou quais temperos devem ser evitados na alimentação do bebê. “Temperos e molhos industrializados não devem ser utilizados. Os temperos naturais podem ser acrescentados para melhorar a aceitação das refeições (alho, cebola, salsa, cebolinha)”.

Alergias alimentares

Ficar atento às possíveis alergias alimentares do bebê também é importante, principalmente as mais comuns. “A alergia ao leite de vaca é uma das alergias mais comuns em bebês, por isso ele não deve ser introduzido na alimentação precocemente e sem acompanhamento médico e/ou nutricionista”.

Orientações gerais

Siga mais algumas instruções para preparar a papinha do bebê, com indicação da nutricionista:

– Até os seis meses de vida, o único alimento que o bebê deve ingerir é o leite materno. Após essa idade, o aleitamento passa a não ser mais suficiente para garantir todos os nutrientes de que o bebê precisa, e essa é a hora de introduzir as papinhas;

– Ao preparar a papinha, em vez de bater os alimentos no processador, prefira amassá-los com o garfo, para estimular a mastigação;

– Comece com as frutas testando uma de cada vez, pois, às vezes, isso pode dar alguma alteração no intestino do bebê. Se você der muitas frutas de uma vez só, pode não perceber o que caiu bem para ele;

– Evite o morango: para cultivá-lo, geralmente, usa-se muito agrotóxicos e outras substâncias. É um alimento que pode provocar muita alergia;

– Depois do sétimo mês, chega a hora de introduzir a papinha salgada na dieta do bebê. Ela deve ser composta de legumes cozidos, respeitando os grupos alimentares;

– Atenção a alguns alimentos específicos: o peixe não é recomendado e a clara de ovo só a partir do 10º mês, pois ambos alimentos possuem potencial alergênico. O mel só se deve oferecer depois do primeiro ano.

Festas Juninas: O Que as Gestantes Podem Comer?

Chegou a época do ano das quermesses, arraiais, das festas de São João, de muita quadrilha, dança, música, alegria e guloseimas deliciosas!

As gestantes precisam ficar de fora da festa? Claro que não! Mas devem se lembrar que tudo o que fazem pode afetar o bebê.

Por isso, buscamos orientações com Luciana da Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista.

Existem comidas típicas que devem ser evitadas por mulheres grávidas? Luciana responde que os alimentos servidos nas festas juninas podem ser consumidos sem distinção (canjica, pinhão, milho, maçã do amor, pipoca, arroz doce, cuscuz). “Deve-se tomar cuidado apenas com as bebidas típicas (quentão e vinho quente),” alerta, já que possuem álcool.

Portanto, não há restrições com relação aos alimentos. Mas, existe algum risco no caso da gestante exagerar no consumo das delícias? 

“Apesar de todos os alimentos serem liberados, o consumo com moderação é sempre indicado,” recomenda a nutricionista, “principalmente em relação aos doces.”

“O consumo excessivo pode levar ao ganho de peso excessivo, doenças metabólicas e consequente parto prematuro,” afirma a especialista.

Então, não se preocupe. Festas Juninas estão liberadas! Divirta-se, evite as bebidas alcoólicas e coma, mas sem exageros.

Amamentação: Quais São as Melhores Posições?

Muitas mães de primeira viagem têm muitas dúvidas a respeito dos cuidados com o recém-nascido. Algumas destas perguntas são relacionadas a amamentação. Existe uma posição correta? Como dar de mamar a gêmeos?

O site Pequeno Gourmet conversou com a Dra. Letícia Corrêa, pediatra da Pro Matre Paulista, que deu várias orientações sobre aleitamento materno.

Existem quatro posições recomendadas para a facilitar a alimentação do bebê e torná-la um ato prazeroso, confortável para a mãe. Por isso, poltrona e almofadas, para um apoio correto nas costas e braços, são importantes. Outra coisa que não deve ser esquecida, de acordo com a especialista, é o contato visual. A mãe deve olhar o bebê durante a amamentação, para aumentar o vínculo entre eles.

As melhores posições para amamentar são: tradicional (de frente, barriga com barriga, com o bebê), que facilita para ver se a pega está certa; invertida (apoiando a cabeça do bebê com as mãos e colocando as perninhas por baixo da sua axila), que facilita a pega em mães com mamas grandes; cavaleiro (bebê sentado com as pernas abertas sobre sua coxa), boa para crianças que dormem durante a alimentação; deitada (de lado, com as pernas meio dobradas, com cabeça e costas apoiadas no travesseiro, sustente o pescoço e o tronco do bebê com o braço. Com a outra mão, faça uma prega em forma de “C” para que o bebê abocanhe a aréola de baixo para cima, com o queixo encostado no peito).

E as mamães de gêmeos, como devem fazer? Dra. Letícia recomenda amamentar os filhos ao mesmo tempo, para saciar a fome dos dois e liberar um tempo a mais de descanso para a mãe. A posição indicada é com as duas crianças de frente, passando uma por cima da outra. A mulher também pode optar por variações como colocar um dos filhos na posição invertida e o outro de frente, com as pernas dos dois voltadas para o mesmo lado.

Para ver ilustrações das posições, clique aqui e leia a reportagem completa da Pequeno Gourmet.

Páscoa: Gestante e lactante pode ou não abusar do chocolate?

Para muita gente é impossível passar a Páscoa sem se deliciar com um ou vários ovos de chocolate. Mas, o consumo exagerado da guloseima pode fazer mal para gestantes e para recém-nascidos através do leite materno?

Quem responde é Luciana Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista.

O recomendado é a moderação. É preciso tomar cuidado ao ingerir esse alimento. Durante a gestação, a maior preocupação é com o ganho de peso, que pode trazer complicações sérias como o diabetes gestacional e a hipertensão.

Já no período de amamentação, a preocupação é que algumas substâncias do chocolate podem passar para o leite. “Você pode comer desde que seja uma quantidade pequena e não uma barra inteira de chocolate,” explica a especialista, que alerta: “tem casos muito extremos em que o bebê tem alergia ao leite materno depois que a mãe comeu chocolate”.

O leite materno é muito sensível e a mãe precisa ter o cuidado de tirar de sua dieta todos os alimentos que podem causar alergia à criança. O chocolate, Luciana recomenda, só deve ser inserido na alimentação do bebê após o primeiro ano. “É a época de maior atenção em relação à alimentação”, reforça a nutricionista.

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Conheça a salada que promete ajudar a induzir o parto

Existe um restaurante na Califórnia, Estados Unidos, que há mais de duas décadas serve uma salada que, dizem, ajuda a induzir o parto. Ninguém nunca comprovou o fato, mas dezenas de mulheres passam pelo estabelecimento todos os dias à procura do prato.

A revista Crescer conta mais sobre o Caioti Pizza Café, em Los Angeles, e o segredo da sua salada. Além disso, entrevistou com Luciana da Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista, que explicou não haver qualquer evidência científica de que isso funcione.

“Não há alimento cientificamente comprovado que ajude a induzir o parto. Há crenças populares, mas nenhum, de fato, foi comprovado. Fala-se sobre gengibre e canela, que são alimentos estimulantes e, teoricamente, deixam o útero mais sensível. Assim como o abacaxi que, por ter bromelina, ajudaria a amadurecer o colo do útero”, observou a especialista.

Quer saber mais sobre o assunto? Clique aqui e leia reportagem completa.

Pode ou não pode? 5 mitos sobre alimentos durante a gravidez

ALGUNS DELES NÃO SÃO RECOMENDADOS; ENTENDA POR QUÊ

Ouvimos muito sobre o que as grávidas podem ou não podem comer durante a gestação. Conversamos com a Luciana da Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista e mãe de Rafael, para saber a verdade sobre os cinco alimentos abaixo.

Café
“É recomendado beber apenas 2 xícaras por dia”, aconselha a especialista. Isso porque o café é estimulante e a grávida acaba ficando muito agitada, por isso os médicos aconselham ingerir menos. (…)

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Março: Frutas da estação para crianças

Junto com o fim do verão chegam novas opções de frutas para a sua alimentação e a das crianças. Além de gostosas, elas ajudam a repor a energia e auxiliam na formação óssea dos pequeninos.

A nutricionista Luciana da Costa, da Pro Matre Paulista, explica as propriedades e benefícios de algumas frutas:

A banana, por exemplo, é rica em prebióticos, alimentando as bactérias benéficas do intestino, e é ótima na reposição de energia. “A quantidade de carboidrato na banana é muito importante, ela ajuda a repor as calorias perdidas,” diz Luciana.

Quem não gosta de um suco de laranja? Ela ajuda no sistema imunológico e na absorção de ferro. “Uma laranja atende a toda a nossa necessidade de vitamina C no dia,” explica a nutricionista. A fruta ainda auxilia no funcionamento do intestino e contém vitamina A, que ajuda a melhorar a visão.

Outra fruta com vitamina A é o caqui. “Ele tem aquela cor alaranjada, porque ele é rico em beta caroteno,” conta Luciana. A substância é responsável por evitar mucosa ocular.

Quer uma fruta que as crianças podem comer à vontade? O abacaxi tem valor calórico bem baixo e, por ser rico em manganês, ajuda na formação do tecido ósseo das crianças. Além disso, “é uma fruta rica em água, você pode utilizá-la para seu filho se refrescar no verão,” lembra a nutricionista.

Uma fruta boa para o coração, ajuda na prevenção de problemas cardiovasculares, mas é muito calórica é o abacate. “Coma moderadamente, mas não deixe de aproveitar os benefícios. Você pode fazer uma vitamina, um creme de abacate para a sobremesa ou até mesmo guacamole para o jantar”, aconselha Luciana.

Clique aqui e leia a reportagem completa no site da Pais & Filhos.

Saiba como evitar as doenças mais comuns em crianças no carnaval

Se seus filhos gostam de uma festa, carnaval certamente é sinônimo de crianças por mais tempo na rua, expostas a mais fatores que podem causar doenças.

Para protegê-los durante a folia e aproveitar o feriado com alegria, vale seguir as recomendações da Dra. Carla Bigoni, pediatra da Pro Matre Paulista.

Sol – “A primeira coisa que eu acho importante falar e que acontece com frequência é a queimadura do sol. Procure expor as crianças à luz solar até às 10h ou só depois das 15h.” Protetor solar com fator acima de 30 e roupas leves, claras e de algodão, também são aconselhados.

Aedes aegypti – No verão é maior a proliferação do mosquito, transmissor de doenças como dengue e febre amarela. Para evitá-lo, abuse do repelente, mas apenas em crianças com mais de 2 anos de idade. “Uma dica para quem tem filhos pequenos é utilizar os famosos mosquiteiros no carrinho e no berço para evitar as picadas,” diz a pediatra.

Espuma – “Os pais precisam ficar atentos, porque muitas espumas contêm álcool e isso pode dar alergia na pele das crianças ou fazer um estrago pior, caso entre em contato com os olhos,” alerta Dra. Carla.

Hidratação – Com o calor e o agito, desidratação é uma grande preocupação. Água, sucos naturais ou água de coco a cada 20 minutos.

Alimentação – É importante alimentar as crianças a cada 3 horas e ser bem chato na hora de escolher onde vai comer para prevenir diarreias e vômitos. “Avalie sempre a procedência do local onde você vai se alimentar,” recomenda a médica.

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Gestante costuma ganhar peso só após a 16ª semana: mito ou verdade?

Verdade. “É importante ressaltar que o censo comum de que é necessário ‘comer por dois’ é equivocado, pois nesta fase a alimentação precisa ter mais qualidade do que quantidade” afirma o ginecologista e obstetra Dr. Guilherme Loureiro Fernandes, da Pro Matre Paulista. O ganho de peso ideal de uma grávida oscila entre nove e doze quilos considerando toda a gestação, ou seja, cerca de 1,5 a 2 quilos por mês a partir da 16ª semana.

Desta forma, é importante a restrição ao consumo de alimentos calóricos, como refrigerantes, balas e doces industrializados. Para uma melhor digestão, recomenda-se a divisão das refeições em seis a oito vezes ao dia, preparadas com ingredientes que são fontes de proteínas, ferro, cálcio e ácido fólico, preferencialmente com um baixo teor de gordura. Alguns alimentos que trazem estes benefícios são a carne vermelha que possui proteínas e ferro, os laticínios em geral que contêm cálcio e os vegetais verdes escuros, cereais, leguminosas e ovos, que são ricos em ácido fólico.

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