Viagem de avião durante a gestação pode aumentar os riscos de trombose?

Às vezes, longas viagens de avião podem gerar certo desconforto, seja pelas poltronas apertadas ou um ar condicionado muito potente. Outro problema comum é o longo período sem movimentar as pernas, questão muito delicada principalmente para as gestantes.

Quando há a má circulação dos membros inferiores, junto a fatores genéticos como obesidade, sedentarismo, hipertensão ou tabagismo, cresce o risco de trombose. Quando se está grávida, esses riscos tendem a aumentar, e por isso cuidados são necessários ao realizar uma longa viagem de avião durante a gestação.

A partir dos sete meses da gestação, muitos especialistas recomendam que as gestantes não viajem de avião. “A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) não permite e, quando as gestantes estão perto de completar o sétimo mês, é feita uma série de recomendações, como o uso de meias elásticas e a ingestão de muita água, mesmo que os casos de trombose na gravidez não sejam tão frequentes. Quando a viagem é imprescindível, é necessário que o médico autorize”, orienta Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra da Pro Matre Paulista, em matéria da Revista Claudia.

As gestantes também apresentam um maior risco de desenvolver trombose devido à variação hormonal que o corpo feminino sofre durante a gravidez. “As pernas e os pés também incham, pois, conforme o bebê se desenvolve no útero, a veia cava, responsável pela drenagem das veias da perna, sofre uma compressão”, explica a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita.

Portanto, é muito importante não ignorar os sintomas, como dores na batata das pernas que não passam em nenhuma outra posição, uma dor semelhante a uma cãibra, inchaço e alteração da cor da pele para tons arroxeados ou vermelhos.

Prevenindo a trombose durante longas viagens de avião

As gestantes podem evitar os riscos de trombose durante longos voos evitando ingerir bebidas alcoólicas, bebendo bastante água e fazendo movimentos com as pernas para ajudar a bombear o sangue. Evitar ficar sentada durante a viagem ou sem se movimentar também pode fazer toda a diferença.

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Carnaval: Recomendações às gestantes que querem cair na folia

Quem tem o costume de curtir o carnaval todos os anos e está grávida certamente quer saber se pode sair no bloco, desfilar na avenida ou seguir o trio elétrico. A resposta é sim, mas é importante seguir à risca algumas recomendações muito importantes, conforme orienta Dra. Priscila Cury, obstetra da Pro Matre Paulista.

A primeira coisa a ser feita é consultar seu médico antes de planejar qualquer coisa para o carnaval. Com autorização médica, é hora de decidir como curtir a festa, sempre dando preferência a locais abertos, arejados, evitando grandes aglomerações e temperaturas elevadas.

Depois, fique atenta ao vestuário. Use roupas confortáveis, sem tecidos sintéticos. E deixe o salto alto guardado, ele piora o inchaço e aumenta os riscos de quedas e torções. Por falar nisso, evite ficar muitas horas em pé.

Por fim, não se descuide com a alimentação e a reidratação. Coma a cada três horas alimentos leves e beba, pelo menos, dois litros de água por dia. Sucos naturais e água de coco também são boas opções, e, importante, nada de ingerir bebidas alcoólicas.

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Saiba como evitar as doenças mais comuns em crianças no carnaval

Se seus filhos gostam de uma festa, carnaval certamente é sinônimo de crianças por mais tempo na rua, expostas a mais fatores que podem causar doenças.

Para protegê-los durante a folia e aproveitar o feriado com alegria, vale seguir as recomendações da Dra. Carla Bigoni, pediatra da Pro Matre Paulista.

Sol – “A primeira coisa que eu acho importante falar e que acontece com frequência é a queimadura do sol. Procure expor as crianças à luz solar até às 10h ou só depois das 15h.” Protetor solar com fator acima de 30 e roupas leves, claras e de algodão, também são aconselhados.

Aedes aegypti – No verão é maior a proliferação do mosquito, transmissor de doenças como dengue e febre amarela. Para evitá-lo, abuse do repelente, mas apenas em crianças com mais de 2 anos de idade. “Uma dica para quem tem filhos pequenos é utilizar os famosos mosquiteiros no carrinho e no berço para evitar as picadas,” diz a pediatra.

Espuma – “Os pais precisam ficar atentos, porque muitas espumas contêm álcool e isso pode dar alergia na pele das crianças ou fazer um estrago pior, caso entre em contato com os olhos,” alerta Dra. Carla.

Hidratação – Com o calor e o agito, desidratação é uma grande preocupação. Água, sucos naturais ou água de coco a cada 20 minutos.

Alimentação – É importante alimentar as crianças a cada 3 horas e ser bem chato na hora de escolher onde vai comer para prevenir diarreias e vômitos. “Avalie sempre a procedência do local onde você vai se alimentar,” recomenda a médica.

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Dores, Inchaço: Os Desconfortos Pós-Parto

Após o nascimento de um filho, muitos casais se sentem prontos para ter mais uma criança, mas ao mesmo tempo surgem questionamentos: será que existe um momento ideal para o nascimento do segundo filho?

Após meses levando outra vida dentro de si, é normal que o corpo da mãe apresente algumas dores e desconfortos após o parto.

Um dos problemas mais comuns são as dores nas costas, que podem surgir antes mesmo da mãe deixar a maternidade.

Isso pode ocorrer por causa de dificuldades para encontrar a melhor posição para amamentar o bebê. A fisioterapeuta Liss Labate, da Pro Matre Paulista, tem dicas para evitar isso: “é importante que, após o posicionamento do bebê, a mãe lentamente se acomode na poltrona, posicione os pés em um apoio elevado e relaxe para que possa aproveitar a magia deste momento único.”

Liss também conta que dores no pescoço são frequentes. “É uma sucessão de momentos tensos: o trabalho de parto, o parto em si, o início da amamentação. Nessa situação, o pescoço sofre algumas mudanças de postura (altura do travesseiro, posição da cama).”

Outra queixa comum das mães é o inchaço nos pés e pernas depois do parto. “O melhor remédio para esse mal é caminhar. Se teve parto normal, a mulher pode andar no mesmo dia e é recomendável que ande calmamente, pelo quarto ou pelo corredor da maternidade”, recomenda a fisioterapeuta.

Boa forma após o parto começa na gestação: mito ou verdade?

Verdade. “Tudo começa no pré-natal, procurando manter uma alimentação equilibrada e uma atividade física constante, desde que não estejamos diante de uma gravidez de risco”, explica Dr. Mauro Grynszpan, obstetra da Pro Matre Paulista. A mulher que já pratica exercícios antes de engravidar pode manter a atividade durante a gestação, observando alguns cuidados. “Evitar exercícios localizados na região do abdome e modalidades de alta intensidade ou de impacto, como vôlei, basquete, corrida de velocidade, entre outros”, acrescenta o médico. “Caminhadas ao ar livre, esteira, hidroginástica, musculação leve para membros superiores e inferiores não só estão liberados como são recomendáveis”, lembra Dr. Mauro.

Na verdade, a mulher habituada a se exercitar deve manter esse hábito ao longo da gravidez, ou corre o risco de engordar mais do que deveria, já que seu organismo está acostumado a esse gasto calórico. Se parar a atividade física e aumentar a ingestão de alimentos, como ocorre naturalmente na gravidez, é peso extra na certa. O cálculo do ganho de peso ideal na gestação é dado pela seguinte fórmula: 6 quilos + 5% do peso da mulher antes de engravidar.

Outra medida interessante para assegurar a boa forma após a gestação é valer-se dos recursos de estética recomendados para grávidas, como drenagem linfática, que ajuda a reduzir o inchaço, e o uso de meias de compressão, evitando o surgimento de varizes. “No caso da drenagem, restringir os movimentos às costas e pernas, não fazendo na barriga.”

 

Gestante não pode fazer atividade física: mito ou verdade?

Mito. Fazer exercícios é fundamental para a saúde da gestante e, consequentemente, do bebê. Não há dados que indiquem que a mulher grávida precise limitar a intensidade de exercícios e submeter-se a frequências cardíacas mais baixas. “Para as mulheres sem nenhum risco adicional na gestação, é totalmente recomendado exercitar-se durante a gravidez, com treinamento leves ou moderados”, comenta Dr. Alberto d´Auria, obstetra da Pro Matre Paulista.

– Mulheres que já praticavam atividade física podem, em geral, manter a intensidade dos treinos anteriores à gravidez.

– Exercícios como ciclismo e natação minimizam os riscos de danos ao corpo e são mais fáceis de serem mantidos durante a gestação.

– No caso da natação, nade fazendo atividades simples na água, mas não utilize o estilo borboleta.

– A hidroginástica é bastante recomendada para gestantes, já que o corpo na água se torna mais leve, ficando livre dos impactos e da força da gravidade. É um excelente exercício para desenvolver o tônus muscular.

– Outra boa pedida é a caminhada. Caminhe três vezes por semana em dias intercalados e por um período de 30 minutos, no mínimo, mas não o faça logo após as refeições e nem se exceda se estiver fazendo muito calor.

– Nesta fase, não são recomendados os esportes e as atividades nas quais possam ocorrer choques ou atritos entre você e pessoas ou você e objetos (bola, colunas de sustentação, móveis, raquetes etc.)

Peça orientação para seu obstetra e faça da atividade física uma aliada contra o excesso de peso e a favor de mais qualidade de vida na gestação.

Gestantes precisam diminuir o estresse no trabalho: mito ou verdade?

Verdade. Atualmente, vivemos em um mundo estressante e cheio de estímulos prejudiciais à saúde. Muitas vezes, as pessoas dizem que não encontram tempo para praticar atividades físicas, e mantêm péssimos hábitos, como alimentação desequilibrada e tabagismo. Para as gestantes, essa dinâmica acelerada pode ser ainda pior.

“Estamos vendo crescer esse perfil no consultório. A mulher de hoje não pode nem quer abandonar a profissão quando fica grávida. Nesse contexto, muitas mulheres estão engravidando mais tarde, dando prioridade à carreira profissional”, alerta Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra da Pro Matre Paulista.

Os maus hábitos contribuem para piorar os efeitos dessa rotina acelerada para a saúde da futura mamãe. “O sedentarismo e o sobrepeso, por exemplo, são quadros habituais de hoje. Quando a mulher engravida, ela terá o efeito compressivo do útero no sistema cardiovascular. O sangue não circula como antes, aumentam as chances de vasodilatação, inchaços, falta de ar e uma série de outras complicações. Para as gordinhas, isso é ainda pior”, explica. Além disso, o estresse é relacionado como uma das causas para o envelhecimento placentário e o parto prematuro.

Manter uma alimentação equilibrada e praticar a atividade física regular é essencial para ter uma gravidez sem tantas complicações e riscos para a mamãe e para o bebê. É preciso lembrar que as gestantes devem sempre consultar seu obstetra antes de fazer qualquer exercício físico. 

Exercícios físicos fazem bem para a gestante: mito ou verdade?

Com orientação e moderação, a atividade física é altamente benéfica para a gestante

Verdade. Os exercícios físicos fazem bem à saúde, você sabe. Mas, na gravidez, eles ganham ainda mais importância, já que os benefícios se estendem também ao bebê. “Com atividade física regular, associada a uma alimentação saudável, diminuem as chances de patologias graves e comuns na gestação, como o diabetes gestacional”, ressalta a ginecologista e obstetra Kadja Nascimento, da Maternidade Pro Matre Paulista (SP). Além disso, de acordo com a especialista, a gestante tende a apresentar menos dores musculares causadas pelo peso do barrigão e a ficar mais disposta.

E sabia que aquela sensação de relaxamento após uma boa caminhada também pode chegar ao bebê? Isso porque os exercícios físicos melhoram a circulação sanguínea. O que, por consequência, favorece o transporte de nutrientes e de oxigênio, que vão até ele por meio da placenta e do cordão umbilical. “A atividade física libera endorfinas, isto é, substâncias que promovem o bem-estar. Elas, por sua vez, podem atravessar a barreira placentária”, completa a obstetra Kadja.

(Reportagem publicada originalmente pela revista Crescer).

Grávida não pode fazer exercício: mito ou verdade?

Não só pode como deve: se não for gestação de risco, grávidas devem se exercitar

Mito. Na verdade, a mulher habituada a se exercitar deve manter esse hábito ao longo da gravidez, ou corre o risco de engordar mais do que deveria, já que seu organismo está acostumado a esse gasto calórico. Se parar a atividade física e aumentar a ingestão de alimentos, como ocorre naturalmente na gravidez, é peso extra na certa. O cálculo do ganho de peso ideal na gestação é dado pela seguinte fórmula: 6 quilos + 5% do peso da mulher antes de engravidar.

“Tudo começa no pré-natal, procurando manter uma alimentação equilibrada e uma atividade física constante, desde que não estejamos diante de uma gravidez de risco”, explica Dr. Mauro Grynszpan, obstetra da Pro Matre Paulista. A mulher que já pratica exercícios antes de engravidar pode manter a atividade durante a gestação, observando alguns cuidados. “Evitar exercícios localizados na região do abdome e modalidades de alta intensidade ou de impacto, como vôlei, basquete, corrida de velocidade, entre outros”, acrescenta o médico. “Caminhadas ao ar livre, esteira, hidroginástica, musculação leve para membros superiores e inferiores não só estão liberados como são recomendáveis”, lembra Dr. Mauro.

Outra medida interessante para assegurar a boa forma após a gestação é valer-se dos recursos de estética recomendados para grávidas, como drenagem linfática, que ajuda a reduzir o inchaço, e o uso de meias de compressão, evitando o surgimento de varizes. “No caso da drenagem, restringir os movimentos às costas e pernas, não fazendo na barriga.”

Toda mulher fica com barriga após o parto: mito ou verdade?

Recursos como a drenagem linfática ajudam a reduzir os inchaços

Verdade. Esta é uma condição comum a quase todas as mulheres, que diminui com o tempo. Logo nos primeiros dias, muitas mulheres ficam preocupadas com sua barriga, que que muitas vezes parece ainda abrigar um bebê lá dentro. Um recurso simples é a cinta, mas é fundamental pedir a orientação de seu médico sobre o uso, pois nem todos apóiam o uso. O ginecologista e obstetra Dr. Mauro Grynszpan, da Pro Matre Paulista, por exemplo, recomenda. “Normalmente, a mulher sente mais firmeza com a cinta, mas ela só deve ser usada nos primeiros sete ou dez dias após o parto. Depois disso, não tem muita função”, opina o médico.

Outra medida interessante para assegurar a boa forma após a gestação é valer-se dos recursos de estética recomendados para grávidas, como drenagem linfática, que ajuda a reduzir o inchaço, e o uso de meias de compressão, evitando o surgimento de varizes. “No caso da drenagem, restringir os movimentos às costas e pernas, não fazendo na barriga.”

A retomada da atividade física, segundo Dr. Mauro, tem outro benefício, além da estética. “Ao se exercitar, a mulher produz endorfina, uma substância que vai trazer sensação de prazer e bem estar, ajudando a aumentar sua auto-estima e combatendo os efeitos da depressão pós-parto, tão comum nas mulheres”, conclui o médico.