Todo choro do bebê é sinal de cólica: mito ou verdade?

Mito. Recém-nascidos só tem o choro como forma de se comunicar. Por isso, o choro pode ser de cólica, mas não necessariamente será sempre causado por esse motivo. Também pode ser frio, fome, fralda suja ou apenas vontade de ficar no colo.

Normalmente, os pais começam a identificar quando o choro do bebê está realmente relacionado à cólica. “A criança tem aqueles ataques intensos em que se estica, e vira a cabeça para os dois lados repetidamente”, pontua o Dr. André Dutra, pediatra da Pro Matre Paulista. Segundo ele, cerca de 20% daquelas que estão nessa fase desenvolverão tais sintomas.

Outra dúvida comum, esclarecida pelo especialista: bebês que tomam leite industrializado têm mais cólica do que quem mama no peito? “Entre os lactentes que recebem a fórmula, pode haver sinais intestinais de alergia à proteína do leite de vaca, que se confundem com a cólica”, ressalta o Dr. Dutra.

O estresse do ambiente pode levar o bebê a chorar: mito ou verdade?

Bebê nem sempre chora de fome

Verdade. Muitos casais imaginam que o binômio planejamento e informação seja suficiente para lidar com todas as situações relacionadas à gravidez e à chegada do bebê. No entanto, bebês não são aparelhos eletrônicos, que chegam em casa com manual. Aprender a reconhecer as reações do bebê é fundamental para ganhar confiança e atravessar esse momento com tranquilidade.

“O excesso de informação às vezes confunde e cria mais tensão. Costumo dar um conselho simples: desenvolva sua intuição, pois ela ajuda a entender as respostas do seu filho”, orienta Dr. José Claudionor Silva Souza, pediatra da Pro Matre Paulista. Por exemplo: o que significa o choro do bebê?

Um dos momentos mais estressantes nos primeiros dias do bebê em casa acontece quando ele chora. “Criança não chora só quando tem fome, portanto, quando isso acontece, não é sinal de que ela necessariamente precisa mamar”, diz o pediatra. A medida da boa alimentação do bebê é dada pela quantidade de xixi que ele faz: como a única fonte de líquido dele é a amamentação, bebê que faz xixi em quantidades adequadas está bem alimentado.

Bebê também pode chorar de frio, mas tome cuidado para não agasalhá-lo demais, o que pode criar desconforto e até aumentar a temperatura do corpo. Outra causa comum do choro nos primeiros dias é o desconforto da fralda cheia de xixi ou cocô. Cólicas não são comuns antes da segunda ou terceira semana de vida. “Mas, de fato, o fator mais comum para o choro do bebê é o estresse do ambiente: pais estressados transferem essa tensão para a criança, por isso também é tão importante manter a tranquilidade”, diz Dr. Claudionor.

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Cólicas podem aparecer nas primeiras semanas: mito ou verdade?

Bebê chorando com cólica: pais angustiados

Verdade. Geralmente as cólicas são uma das situações mais angustiantes para os pais. Contrações irregulares e dolorosas no intestino são manifestadas por choro agudo, flexão das pernas e endurecimento da barriga, que às vezes melhora com a eliminação de gazes ou fezes.

As cólicas iniciam a partir da primeira semana e podem perdurar até o 3º ou 4º mês de vida. Medidas caseiras, como massagens, aquecimento e colocar o bebê de bruços são eficazes. Nunca use medicamentos sem orientação médica, e a qualquer suspeita de algo fora normal consulte um pediatra.

Dicas como esta você encontra no “Espaço Família”, no site Pro Matre Paulista. Que tal aproveitar o fim de semana para navegar por lá? Acesse!

Chás podem fazer efeito para minimizar as cólicas dos bebês?

Quando um bebê chora de cólica, sempre surge a dúvida: um chazinho pode aliviar esse incômodo? Afinal, se as mães de antigamente usavam chás de ervas para acalmar bebês com cólicas, algum fundamento deve haver. Na verdade, o incentivo ao uso do chá para bebês vem de um passado distante, no qual o saneamento básico ainda não era universal. Oferecer o chá, nessa situação, era garantir que o bebê consumiria uma água fervida e, portanto, descontaminada. Veio o saneamento universal, ficou o hábito do chá em algumas famílias.

O sistema digestório do bebê está preparado para receber o leite materno nos seis primeiros meses de vida. Não há razão para oferecer substâncias além desse alimento. “No entanto, se a mãe se sente mais tranquila e relaxada ao beber uma xícara de chá, ela pode fazê-lo. O leite materno leva ao bebê tudo o que a mãe consome, mas de uma maneira ‘filtrada’, apropriada para o organismo do recém-nascido”, comenta Dra. Vera Valverde, neonatologista.

Todo bebê tem cólica: mito ou verdade?

Um dos maiores temores para mamães e papais, principalmente os de primeira viagem, são as cólicas dos recém-nascidos. Nem todos os bebês desenvolvem cólicas mas, quando elas aparecem, isso costuma acontecer entre o 12º e o 15º dias de vida.

O choro do bebê nem sempre será por causa das cólicas. “O recém-nascido também pode ficar incomodado com a eliminação do mecônio, que são as primeiras fezes do bebê, e com os gases”, comenta a neonatologista Dra. Vera Valverde.

Sempre que o bebê chora, está com cólica: mito ou verdade?

 

Mito. Um dos maiores temores para mamães e papais, principalmente os de primeira viagem, são as cólicas dos recém-nascidos. Nem todos os bebês desenvolvem cólicas mas, quando elas aparecem, isso costuma acontecer entre o 12º e o 15º dias de vida.

O choro do bebê nem sempre será por causa das cólicas. “O recém-nascido também pode ficar incomodado com a eliminação do mecônio, que são as primeiras fezes do bebê, e com os gases”, comenta Dra. Vera Valverde, neonatologista.

Chá alivia a cólica do bebê: mito ou verdade?

É um mito. Alguns pais se desesperam tanto ao ver seus pequenos gritando de dor que apelam para soluções nem sempre indicadas. Não dê qualquer substância para tentar aliviar as cólicas do bebê sem consultar um médico.  Na série “Cólicas”, Dra. Edneia Vaciloto Lima, pediatra da Pro Matre Paulista, explica por que isso não é recomendado.

“O ideal é o aleitamento materno exclusivo e dessa forma não oferecer nenhum outro tipo de líquido”, explica a pediatra, em consultoria para o site Bolsa de Mulher. Segundo as orientações da Organização Mundial de Saúde (OMC) os pequenos devem se alimentar exclusivamente de leite materno durante os seis primeiros meses de vida.

Como o sistema digestivo do recém-nascido ainda não está completamente desenvolvido, algumas substâncias podem piorar as cólicas ou trazer consequências ainda mais sérias.

Cólicas depois do parto não são comuns: mito ou verdade?

É um mito. Depois de sofrer mudanças radicais, o organismo da nova mamãe deve retomar a forma física anterior à gestação. A recuperação do parto é uma fase delicada, em que pode surgir uma série de dúvidas.

Muitas mulheres ficam impressionadas com as cólicas que aparecem depois do parto. “É normal que a mulher sinta cólicas por causa da contração do útero. Quando ela amamenta, libera um hormônio chamado ocitocina, que faz o útero voltar para o tamanho de origem e também ajuda na produção do leite. Durante 45 dias, mais ou menos, a mulher terá cólicas e um sangramento, que é inconstante e vai mudando de cor”, explica a enfermeira Thalita Halasc .

Essa contração é parecida com a cólica menstrual. Em breve, a nova mamãe voltará a menstruar. “Se ela estiver amamentando, só voltará a menstruar em torno dos 60 dias depois do parto. Se não estiver, terminando a quarentena, normalmente ela já menstrua”, acrescenta.

Massagem ajuda a amenizar cólicas no bebê: mito ou verdade?

Verdade!

Geralmente, as cólicas são uma das situações mais angustiantes para os pais. Contrações irregulares e dolorosas no intestino são manifestadas por choro agudo, flexão das pernas e endurecimento da barriga, que às vezes melhora com a eliminação de gazes ou fezes. As cólicas iniciam a partir da primeira semana e podem perdurar até o 3º ou 4º mês de vida. Medidas caseiras, como massagens, aquecimento e colocar o bebê de bruços são eficazes. Mas massagens feitas pela mãe são muito bem indicadas em casos de cólica. Primeiro, a mãe tem que entender que o bebê chora por causa de cólica.

“É um choro mais agudo e irritado e o bebê costuma ficar com rosto bem vermelhinho ao mesmo tempo em que puxa e contrai as pernas”, explica a Dra. Edineia Vaciloto Lima, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Para  aplicar qualquer técnica de massagem, a mamãe deve permanecer muito calma para não aumentar a ansiedade do pequeno. Com as mãos quentinhas, ela deve fazer movimentos circulares no sentido horário da barriga do bebê. Ela deve ser filme, porém, nunca apertar demais. Quando o bebê ficar mais calmo, o ideal é alternar a massagem para um movimento de “pedalar” das perninhas.