Amamentação e Família

amamentação e família

O tema da Semana Mundial da Amamentação (World Breastfeeding Week) deste ano é “Amamentar. Ninguém pode fazer por você. Todos podem fazer junto com você.” A intenção é conscientizar sobre a importância do apoio à mãe que amamenta e a ampliação da rede de suporte ao aleitamento materno.

Quem fala a respeito do papel da família e da sociedade na promoção da amamentação é a neonatologista da Pro Matre Paulista, Dra. Monica Carceles.

“O estabelecimento da amamentação não é evento fácil,” lembra a médica. “Portanto, é importante que a mãe possa solicitar e ter ajuda nas diversas fases do aleitamento,” complementa.

E isso deve começar logo após o parto, recomenda a neonatologista. “Ainda na maternidade, a mãe precisará de ajuda para saber quando e como colocar o seu bebê para mamar. O início pode ser difícil, pois a mãe e o bebê estarão aprendendo o processo da amamentação.”

O papel da família neste processo é fundamental. “O apoio da família pode ser dado de diversas formas,” diz a especialista. “Por exemplo, permitindo que a mãe descanse durante o dia, ajudando nas tarefas da casa. Ou segurando o bebê para arrotar após as mamadas. E até mesmo orientando que as visitas, na maternidade ou em casa, sejam rápidas e tranquilas,” exemplifica, recordando que “sem apoio, é difícil amamentar.”

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Espaço Vida: Tecnologia para Humanizar o Parto

Espaço Vida permite aos familiares da gestante uma experiência única. De forma totalmente segura à mãe e ao bebê, mostra o nascimento aos avós, tios, primos… todos que aguardam ansiosos a chegada do mais novo integrante da família.

Como explica o obstetra Dr. Alberto D’Auria, da Pro Matre Paulista, o Espaço Vida “permite o congraçamento da família, reforçando a emoção” já presente no momento.

O médico, testemunha da criação do espaço, ressalta que a “Pro Matre foi pioneira nessa forma de aproximação do parto com a família”, pois “sempre foi uma maternidade preocupada com essa proximidade”.

Mas como funciona o Espaço Vida? Dr. D’Auria explica que existe um recurso com janela plasmática, um visor que fica opaco devido a um processo químico, mas permite a visão da sala de parto, tornando-se transparente, ao receber uma descarga elétrica.

É utilizada em situações com risco muito baixo para a mãe e a criança, sempre com autorização do médico, conforme explica Dr. D’Auria. “A janela abre-se quando se percebe que não há risco, por ordem do obstetra para a enfermeira.”

Não há som, o ambiente é protegido acusticamente, “mas a família se sente praticamente ao lado da gestante,” diz o especialista. “Isso traz tranquilidade para a família, que vê o que acontece. E gera uma explosão de emoção durante o nascimento, com a apresentação do novo integrante.”

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Dúvidas comuns sobre recém-nascidos

O bebê nasceu. Passada a alegria do momento mais que especial, é normal que surjam dúvidas e inseguranças na cabeça dos pais. Nesta hora é importante o apoio de pessoas que já passaram pela experiência e médicos.

Quem ajuda a responder a algumas questões comuns que surgem após o parto é o Dr. André Dutra, pediatra da Pro Matre Paulista.

Por exemplo, até quantos dias o bebê é considerado recém-nascido? O especialista esclarece: “o bebê é considerado recém-nascido até completar 28 dias de vida.”

E quando devo levar a criança pela primeira vez ao pediatra? “A ida ao pediatra deve ser programada para entre 48 e 72 horas após a alta hospitalar, ou entre 5 a 7 dias de vida,” orienta.

Outra dúvida comum é a respeito do batimento cardíaco e respiração acelerados dos bebês. Isso é normal? Dr. André tranquiliza: “sim, a frequência cardíaca do bebê e da criança é maior que a frequência cardíaca do adulto. Quanto menor a criança, mais rápido irá bater o coração. O mesmo raciocínio se aplica à respiração. Enquanto recém-nascido, a respiração pode apresentar um padrão periódico, ou seja, pode alternar entre momentos rápidos e superficiais, com pausas e respirações mais profundas.”

Muitos pais se preocupam também com a “moleira”. Quanto tempo demora para ela fechar? “A moleira existe para permitir o crescimento cerebral que se encontra bastante acelerado nos primeiros anos de vida, em especial, no primeiro ano. A moleira, ou fontanelas, fica menos visível e palpável com o tempo, mas geralmente aos 18 meses não é mais possível identificá-la,” explica o pediatra.

Síndrome de Down: Informação é fundamental

Uma alteração genética é o que caracteriza a Síndrome de Down, que exige cuidados com a saúde, mas permite que seus portadores tenham vidas ativas, graças à informação e orientação corretas aos pais.

Desde o pré-natal, assim que a síndrome for detectada, é importante que os pais recebam a assistência de especialistas, que esclarecerão dúvidas e acabarão com mitos envolvendo o Down, tranquilizando-os para que o desenvolvimento da criança, desde a gestação, ocorra da melhor forma.

Após o nascimento, existem entidades que podem auxiliar no tratamento. Em São Paulo, pais podem procurar orientação na APAE (r. Loefgreen, 2109, V. Clementino; av. Horácio Lafer, 540, Itaim Bibi); ou na ABRACE – Associação Brasileira Para Adolescente e a Criança Especial (r. Princesa Isabel, 548, Brooklin).

Filhos briguentos. Como lidar?

Existe algum método para controlar crianças que não se cansam de brigar sem tomar atitudes ríspidas com os filhos? Essa é a dúvida de Fabiana Muricy, mãe de José Ricardo, 7, e Pedro, 4, e certamente de muitos pais, tios, avós…

A revista Crescer buscou respostas para essa questão com outros pais, que propõem de atividades em conjunto a uma “camiseta da união”, e contou com o respaldo da Mariana Bonsaver, psicóloga da Pro Matre Paulista.

Segundo a especialista, os conflitos entre irmãos são comuns, causados por disputa de atenção e pela convivência. Para resolvê-los, incentive os filhos a buscarem soluções entre eles, crie regras e dê o exemplo, evitando brigas no ambiente familiar, comparações entre as crianças e ensinando empatia.

Confira outras orientações. Clique aqui e leia a reportagem completa.

Março: Frutas da estação para crianças

Junto com o fim do verão chegam novas opções de frutas para a sua alimentação e a das crianças. Além de gostosas, elas ajudam a repor a energia e auxiliam na formação óssea dos pequeninos.

A nutricionista Luciana da Costa, da Pro Matre Paulista, explica as propriedades e benefícios de algumas frutas:

A banana, por exemplo, é rica em prebióticos, alimentando as bactérias benéficas do intestino, e é ótima na reposição de energia. “A quantidade de carboidrato na banana é muito importante, ela ajuda a repor as calorias perdidas,” diz Luciana.

Quem não gosta de um suco de laranja? Ela ajuda no sistema imunológico e na absorção de ferro. “Uma laranja atende a toda a nossa necessidade de vitamina C no dia,” explica a nutricionista. A fruta ainda auxilia no funcionamento do intestino e contém vitamina A, que ajuda a melhorar a visão.

Outra fruta com vitamina A é o caqui. “Ele tem aquela cor alaranjada, porque ele é rico em beta caroteno,” conta Luciana. A substância é responsável por evitar mucosa ocular.

Quer uma fruta que as crianças podem comer à vontade? O abacaxi tem valor calórico bem baixo e, por ser rico em manganês, ajuda na formação do tecido ósseo das crianças. Além disso, “é uma fruta rica em água, você pode utilizá-la para seu filho se refrescar no verão,” lembra a nutricionista.

Uma fruta boa para o coração, ajuda na prevenção de problemas cardiovasculares, mas é muito calórica é o abacate. “Coma moderadamente, mas não deixe de aproveitar os benefícios. Você pode fazer uma vitamina, um creme de abacate para a sobremesa ou até mesmo guacamole para o jantar”, aconselha Luciana.

Clique aqui e leia a reportagem completa no site da Pais & Filhos.

Dores, Inchaço: Os Desconfortos Pós-Parto

Após o nascimento de um filho, muitos casais se sentem prontos para ter mais uma criança, mas ao mesmo tempo surgem questionamentos: será que existe um momento ideal para o nascimento do segundo filho?

Após meses levando outra vida dentro de si, é normal que o corpo da mãe apresente algumas dores e desconfortos após o parto.

Um dos problemas mais comuns são as dores nas costas, que podem surgir antes mesmo da mãe deixar a maternidade.

Isso pode ocorrer por causa de dificuldades para encontrar a melhor posição para amamentar o bebê. A fisioterapeuta Liss Labate, da Pro Matre Paulista, tem dicas para evitar isso: “é importante que, após o posicionamento do bebê, a mãe lentamente se acomode na poltrona, posicione os pés em um apoio elevado e relaxe para que possa aproveitar a magia deste momento único.”

Liss também conta que dores no pescoço são frequentes. “É uma sucessão de momentos tensos: o trabalho de parto, o parto em si, o início da amamentação. Nessa situação, o pescoço sofre algumas mudanças de postura (altura do travesseiro, posição da cama).”

Outra queixa comum das mães é o inchaço nos pés e pernas depois do parto. “O melhor remédio para esse mal é caminhar. Se teve parto normal, a mulher pode andar no mesmo dia e é recomendável que ande calmamente, pelo quarto ou pelo corredor da maternidade”, recomenda a fisioterapeuta.

Segundo Filho: Qual é o Momento Certo?

Vários fatores devem ser levados em consideração pelo casal e não apenas a diferença de idade entre os irmãos. Um deles é a alteração na rotina. Se o primeiro filho já tem dois anos de idade ou mais, a vida familiar já possui uma rotina estabelecida que será totalmente alterada com a nova gravidez. Por outro lado, os pais já conhecem os desafios que envolvem uma gestação e irão saber lidar melhor com cada um deles.

O ginecologista e obstetra Dr. Alberto d’Áuria, da Maternidade Pro Matre Paulista, levanta outras questões, como o momento profissional da mãe, em uma reportagem da revista Crescer. Clique aqui para ler.

Atenção à Depressão Infantil

Muitas vezes os pais a confundem com crises passageiras decorrentes da idade, mas a depressão é um problema sério e cada vez mais comum entre crianças.

Somente em 1970 a doença passou a ser reconhecida pela literatura médica e desde então os casos têm aumentado consideravelmente. Na última década, o índice de crianças entre 6 e 12 anos diagnosticadas com depressão infantil no mundo aumentou de 4,5% para 8%, segundo a Organização Mundial da Saúde.

É preciso que os pais fiquem atentos aos sintomas, conforme alerta Mariana Bonsaver, psicóloga da Maternidade Pro Matre Paulista. “Irritabilidade, alterações no padrão de sono e de alimentação, baixa autoestima, crises de choro, oscilações de humor, medo, agressividade e ansiedade são alguns dos principais sintomas”.

Outros sinais de que seu filho ou filha pode estar sofrendo de depressão são enurese e encoprese (emissões involuntárias de urina e fezes durante o sono), dores físicas e perda de interesse em atividades que a criança gosta de fazer.

Clique aqui e leia a reportagem completa no site da revista Claudia.

 

Bebês devem dormir de barriga para cima: mito ou verdade?

Dormir de barriga para cima é a recomendação atual dos neonatologistas

Verdade. A posição de dormir do seu bebê é muito importante. A recomendação mais recente é colocá-lo de barriga para cima.

Desejar que ele durma a noite toda é comum, entretanto, ele provavelmente não conseguirá ter um período de sono de oito horas até estar com alguns meses de vida.

Mantenha o ambiente do quarto sempre tranqüilo. Ele ainda não sabe dos medos dos adultos, portanto, não é necessário deixar a luz acesa. Somente ligue a luz quando for necessário.

Dicas como esta, e muitas outras, estão no Espaço Família, no site da Pro Matre Paulista. Lá, além de orientações para os primeiros meses de vida do bebê, você encontra informações para a futura mamãe e também para o papai. Acesse!