Pré-natal: o que acontece na primeira consulta?

O pré-natal significa segurança para a mãe e para o bebê, mas algumas mulheres, por diversos motivos, acabam deixando o acompanhamento médico em segundo plano.

“Sem pré-natal a gestante está expondo a si mesma e a saúde do bebê a inúmeros riscos,” afirma a Dra. Priscila Cury, obstetra da Pro Matre Paulista.

A falta de informação certamente é uma das razões que levam grávidas a evitar o pré-natal. Por isso, a médica lista os procedimentos da primeira consulta: “conhece a gestante, confirma a gravidez, calcula a data provável do parto, levanta o histórico de saúde, antecedentes familiares e fatores de risco que a mãe está exposta. Realiza exame físico e obstetrício, avaliação do peso e da pressão arterial. Efetua a solicitação dos primeiros exames laboratoriais e ultrassonográficos. Faz orientações alimentares, hábitos e suplementação vitamínica”.

De acordo com recomendação do Ministério da Saúde, as gestantes devem fazer pelo menos seis consultas para um pré-natal saudável. Já Dra. Priscila diz que “o ideal é que elas sejam mensais até a trigésima segunda semana, quinzenais após esse período e semanais após a trigésima sexta semana”.

Mulheres devem fazer mamografia a partir dos 40 anos: mito ou verdade?

Verdade. Segundo a ginecologista e obstetra da Pro Matre Paulista, Dra. Maria Elisa Noriler, mulheres acima dos 40 anos devem fazer o exame anualmente ou quando o médico julgar necessário de acordo com a inclusão da paciente no grupo de risco. O procedimento pode ser realizado nas duas mamas, tendo o nome de mamografia bilateral ou em apenas uma, sendo chamada de mamografia unilateral.

Este é um exame que pode causar dor porque comprime as mamas em um aparelho de raios-X apropriado, com baixa radiação, chamado mamógrafo e esta é uma área normalmente sensível. Para aliviar o incômodo, a dica de Dra. Maria Elisa Noriler é realizar o procedimento fora do período pré-menstrual .

No dia da mamografia, vale apostar em alguns cuidados. “Orientamos as pacientes a não utilizar creme, talco ou desodorante na região das mamas e axilas. Aconselha-se também o uso de roupas com duas peças, para que somente a parte superior seja retirada durante o procedimento. E para as que já foram submetidas ao exame outras vezes, o ideal é que levem sempre o último resultado para comparação”, finaliza a especialista.

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O teste do pezinho pode salvar a vida do bebê: mito ou verdade?

O teste do pezinho permite detectar doenças precocemente, reduzindo seus riscos

Verdade: algumas gotinhas de sangue retiradas do calcanhar do bebê nos primeiros dias após o seu nascimento são capazes de salvar a vida do pequeno. Trata-se do teste do pezinho, um exame importante para diagnosticar precocemente enfermidades que, muitas vezes, demoram para apresentar os primeiros sintomas. Quando elas se manifestam, pode já ser tarde demais para reverter os danos causados.

A realização do teste do pezinho é obrigatória e assegurada por lei desde 1992. Em 2001, o Ministério da Saúde criou o Programa Nacional de Triagem Neonatal, que garante que o exame seja realizado em todo o Brasil pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A partir de 2013, alguns estados passaram a contar com a versão ampliada do teste, que detecta seis doenças em vez de quatro.

Como é feito o exame? “Com a retirada de algumas gotas de sangue do calcanhar do recém-nascido”, explica a neonatologista Dra. Edinéia Vaciloto Lima, da Pro Matre Paulista. Esse local é cheio de vasos sanguíneos, o que facilita a coleta. É importante que o teste do pezinho seja feito entre dois e cinco dias após o nascimento, quando o bebê já está recebendo leite e antes de ter alta do hospital.

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Outubro Rosa: a importância da mamografia

A origem do Outubro Rosa é um movimento norte-americano de conscientização

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org).

Se quando você pensa em mamografia logo se assusta e acha que é um exame doloroso, deixe o mito de lado e pense no grande benefício. A mamografia é o principal exame para detecção do câncer de mama. Quando detectada precocemente, o índice de cura para a doença é de 95%.

Entre 35 e 40 anos, toda mulher deve fazer sua primeira mamografia. A partir dos 40, o indicado é repetir o exame a cada dois anos e, depois dos 50, anualmente. Mulheres com casos de câncer de mama na família têm mais chance de desenvolver a doença. Elas devem seguir esse mesmo cronograma, a menos que a mãe ou parente de primeiro grau tenha tido câncer de mama antes dos 35 anos.

A mamografia é um exame de raios-X, que registra imagens da mama, visualizando microcalcificações. O ideal é que seja complementada com um exame de ultrassonografia, capaz de visualizar nódulos sólidos e císticos. Algumas mulheres têm receio de fazer a mamografia, temendo sentir muita dor. O exame não é invasivo, apenas baseado na compressão das mamas e, com os aparelhos digitais, tornou-se muito mais rápido, eficiente e totalmente suportável.

Você sabe o que é o teste de APGAR?

Assim que sai da barriga da mãe, o bebê é logo examinado por um neonatologista ainda na sala de parto. Alguns pais e mães de primeira viagem podem estranhar a movimentação em torno do recém-nascido, mas não se preocupe. “Esses procedimentos têm como objetivo investigar a condição do nascimento. Para isso, existe um método que determinará a necessidade de o pediatra intervir ou não na assistência imediata”, explica Dr. Francisco Dutra Rodrigues, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Este método ou teste tem o nome de APGAR – o famoso teste APGAR, que atribui notas ao recém-nascido. A maioria das crianças nasce em boas condições de saúde, mas, caso o recém-nascido necessite de algum auxílio médico, será melhor saber o quanto antes para começar o tratamento. Este é um procedimento universal, aceito em todas as maternidades do mundo, pelo qual o recém-nascido é avaliado no primeiro e no quinto minuto de vida fora do útero.

Neste processo, avaliam-se frequência cardíaca, respiração, tônus muscular, reflexos e cor de pele e, para cada item, atribuem-se notas de zero a dois. Grande parte dos bebês recebe nota entre sete e dez, o que significa que não precisarão de tratamento imediato. As avaliações abaixo de cinco apontam bebês em condições que exigem auxílio médico especial.

Os dias subsequentes ao nascimento do bebê são marcados por outros exames no berçário, local onde a criança fica entre 48 e 72 horas. Após sua liberação do berço aquecido, que geralmente acontece três horas depois do nascimento, e depois de um exame minucioso das condições clínicas, o pediatra faz avaliação dos olhinhos.

Hoje é o Dia Nacional do Teste do Pezinho: saiba mais

Hoje, 6 de junho, é o Dia Nacional do Teste do Pezinho. A realização do teste do pezinho é conhecida e garantida por lei há vários anos. O teste básico detecta quatro doenças – fenilcetonúria, hipotiroidismo congênito, hemoglobinopatias e fibrose cística. Além do teste básico, a Pro Matre Paulista oferece também aos pais os testes Ampliado (com 10 doenças) e o Avançado, que detecta o maior número possível de doenças, com 46 patologias.

Algumas dessas doenças podem causar graves danos neurológicos e até levar o bebê a óbito, enquanto outras só dependem de adequações na dieta. Outras, ainda, indicam a necessidade da introdução ou da não-indicação de alguns medicamentos para que não se manifestem e outras, mais graves, podem dar ao casal a possibilidade de um aconselhamento genético para uma nova gestação.

A amostra de sangue utilizada para os dois testes – básico e ampliado – é a mesma, colhida a partir de 48 horas após a primeira mamada. O resultado do teste ampliado é disponibilizado em um único laudo, em conjunto com o teste básico.

No site da Pro Matre Paulista, você encontra informações detalhadas nfira!sobre os testes Básico, Ampliado e Avançado. Confira!

Assim que nasce, o bebê passa por vários exames: mito ou verdade?

Verdade. Meses de expectativa, e até certa ansiedade. Enfim, a hora chega, o bebê vem ao mundo e tudo se transforma ao seu redor. E essa sensação de novidade começa ainda na sala de parto, quando o bebê é submetido a uma série de exames e processos. “Esses procedimentos têm como objetivo investigar a condição do nascimento. Para isso, existe um método que determinará a necessidade de o pediatra intervir ou não na assistência imediata”, explica Dr. Francisco Dutra Rodrigues, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Este método ou teste tem o nome de APGAR – o famoso teste APGAR, que atribui notas ao recém-nascido. A maioria das crianças nasce em boas condições de saúde, mas, caso o recém-nascido necessite de algum auxílio médico, será melhor saber o quanto antes para começar o tratamento. Este é um procedimento universal, aceito em todas as maternidades do mundo, pelo qual o recém-nascido é avaliado no primeiro e no quinto minuto de vida fora do útero.

Neste processo, avaliam-se frequência cardíaca, respiração, tônus muscular, reflexos e cor de pele e, para cada item, atribuem-se notas de zero a dois. Grande parte dos bebês recebe nota entre sete e dez, o que significa que não precisarão de tratamento imediato. As avaliações abaixo de cinco apontam bebês em condições que exigem auxílio médico especial.

Os dias subseqüentes ao nascimento do bebê são marcados por outros exames no berçário, local onde a criança fica entre 48 e 72 horas. Após sua liberação do berço aquecido, que geralmente acontece três horas depois do nascimento, e depois de um exame minucioso das condições clínicas, o pediatra faz avaliação dos olhinhos.

“Este exame é o reflexo que vem através das pupilas quando estas são submetidas a um fonte de luz. Este reflexo é muitas vezes observado em fotografias com flash . Para que ocorra o reflexo, a luz tem que passar por todas camadas do olho até sua retina, e voltar dando a coloração vermelha.Se isto não ocorrer, é porque ao longo do trajeto a luz não consegue chegar à retina, o que indica que há problema neste olho”, explica Dr. Francisco.

Uma das ocorrências mais comuns nos bebês, ainda na fase de internação, é a icterícia, que se dá quando existe acúmulo no sangue de um pigmento produzido naturalmente pelo nosso organismo, chamado bilirrubina. Este pigmento é metabolizado pelo fígado e eliminado através das fezes e da urina.

“Frequentemente, ocorre um aumento de bilirrubina nos bebês entre o segundo e terceiro dias de vida, porque seu organismo ainda é imaturo para eliminar este pigmento. O tratamento para a icterícia é a fototerapia (o chamado “banho de luz”), o que às vezes leva o bebê a ficar internado um dia a mais na maternidade.

Uma importante medida para controlar a icterícia é a amamentação. O bebê ictérico deve ser amamentado várias vezes ao dia, nos primeiros dias de vida. Isso ajuda a mãe a produzir mais leite, a hidratar o bebê e também ajuda reduzir a bilirrubina, facilitando sua eliminação pelas fezes.

 

Teste do Pezinho Ampliado: por que fazer?

Toda gestante ou mamãe já está familiarizada com o teste do pezinho, exame garantido por lei há vários anos e que detecta seis doenças – Fenilcetonúria, Hipotiroidismo Congênito, Hemoglobinopatias, Fibrose Cística, hiperplasia Suprarrenal Congênita (I70H) e Deficiência de Biotinidase. O que algumas pessoas ainda não sabem é que, hoje, é possível prevenir ainda melhor os problemas de saúde do bebê, por meio do Teste do Pezinho Ampliado. A Pro Matre Paulista oferece esta opção de diagnóstico mais completo aos pais.

O Teste do Pezinho Ampliado detecta, além das seis doenças mais conhecidas, também a Galactosemia, a Toxoplasmose Congênita, as Aminoacidopatias (Cromatografia) e a Deficiência de G.6.P.D. Também é possível optar pela realização do Teste do Pezinho Avançado, que detecta até 46 doenças.

Algumas dessas patologias podem causar graves danos neurológicos e até levar o bebê a óbito, enquanto outras só dependem de adequações na dieta. Outras, ainda, indicam a necessidade da introdução ou da não indicação de alguns medicamentos para que não se manifestem e outras, mais graves, podem dar ao casal a possibilidade de um aconselhamento genético para uma nova gestação.

A amostra de sangue utilizada para os dois testes – básico e ampliado – é a mesma, colhida a partir de 48 horas após a primeira mamada. O resultado do teste ampliado é disponibilizado em um único laudo, em conjunto com o teste básico.

Para obter mais informações, entre em contato pelos telefones 3269 2256 ou 3269 2621.

O obstetra deve conhecer o casal grávido muito bem

O segredo de um bom acompanhamento pré-natal está na relação entre o médico e a família que está prestes a ter o bebê. Não basta indicar todos os exames necessários para verificar as condições de vida da mãe e do bebê. É preciso ter envolvimento de todos os profissionais que atendem essa família.

“A humanização do parto é conhecer bem a paciente, saber como é o ritmo de trabalho dela, conhecer o marido, sentar e escutar como é a dinâmica do casal, saber se a gestante faz repouso quando chega em casa, se pratica atividade física, entre outras variáveis”, explica Dr. Luiz Fernando Leite, obstetra da Pro Matre Paulista.

A excelência de um pré-natal é garantida pelo atendimento especializado de cada gestante. “Temos que conhecer cada família, porque algumas complicações nessa dinâmica acelerada da mãe refletem na saúde do bebê”, esclarece o obstetra. Faça uma visita e conheça todos os serviços da Pro Matre Paulista.

É possível se preparar para a gestação?

Sim. A primeira gestação é motivo de muitas dúvidas para o casal. Esse período exige tanta informação que os pais de primeira viagem geralmente não sabem por onde começar a entender esse processo. Na série “Primeira Viagem”, Dr. Marco Capel, obstetra da Pro Matre Paulista, esclarece as principais dúvidas das mamães.

O planejamento é fundamental para que a gestação ocorra sem complicações. “É indicado fazer exames preliminares, como hemograma, Papanicolau e checar as vacinas”, explica o obstetra, em consultoria para o Portal Terra. Procure seu ginecologista para que ele possa pedir esses exames e dar outras orientações. É importante também ir procurando um bom obstetra para fazer o seu futuro acompanhamento pré-natal.

Outra dica essencial é consumir alimentos ricos em ácido fólico por, pelo menos, um mês antes de engravidar. Essa substância do complexo B reduz o risco de más formações no tubo neural do bebê. A futura mamãe deve ingerir esse nutriente até a sexta semana de gestação para evitar complicações. Em alguns casos os médicos recomendam até a suplementação alimentar.

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Fonte: Portal Terra