UTI Neonatal Pro Matre – Segurança para a Saúde do seu Bebê

A Pro Matre Paulista está preparada para atender seu bebê em qualquer situação. Referência nacional no tratamento de prematuro extremo e gemelaridade, possui alta tecnologia para atender às necessidades da criança.

“Oferece o que há mais de novo no suporte ventilatório, quando esses recém-nascidos precisam de ajuda para respirar, com aparelhos de ventilação de última geração e óxido nítrico,” conta a Dra. Edinéia V. Lima, neonatologista e chefe responsável pela UTI Neo da maternidade.

“Caso o recém-nascido tenha problemas neurológicos, contamos com o apoio de uma UTI neurológica, onde é possível prevenir e acompanhar o recém-nascido que necessite de hipotermia terapêutica e monitorização neurológica,” exemplifica a médica, que prossegue: “do ponto de vista de diagnóstico de imagem, temos uma tecnologia inovadora de raio-X digital à beira leito, assim como ultrassonografia e ecocardiograma.”

E a atenção não se resume à estrutura tecnológica. “Em relação ao cuidado nutricional, temos um lactário e um banco de leite que dão apoio à mãe e ao bebê desde o primeiro dia de vida até a alta dele, com um enfoque especial em fazer com que os recém-nascidos saiam com aleitamento materno exclusivo,” explica a especialista.

“Sabemos que muitas vezes o recém-nascido prematuro necessita permanecer mais tempo internado e contamos com setores na UTI Neo onde podemos acompanhar e seguir esses recém-nascidos até o momento de alta para casa, com uma participação cada vez maior dos pais,” diz a Dra. Edinéia, que ressalta: “nossa prioridade é que os pais possam estar o maior tempo possível com o seu bebê, e por isso contamos com visita livre e incentivamos e realizamos o método canguru.”

“Nossa unidade conta hoje com 76 leitos de UTI Neonatal, com uma equipe multiprofissional altamente especializada em prematuros ou recém-nascidos que necessitem de um cuidado intermediário ou de alta complexidade. A equipe médica é composta por neonatologistas renomados. Temos ainda suporte de cardiologistas clínicos e cirúrgicos, neurologistas clínicos e cirúrgicos, cirurgia infantil, urologia, nefrologia, geneticista, radiologista, infectologista, ortopedista e nutróloga. Na equipe multiprofissional contamos com enfermeiras especializadas na neonatologia, assim como fisioterapeutas, fonoaudiólogas e psicóloga,” enumera a doutora.

“Contamos ainda com uma equipe de medicina fetal que dá o suporte à gestante de alto risco ou àquelas em que o bebê tem alguma patologia ou malformação que possa requerer uma intervenção durante a gestação,” completa.

Por tudo isso, diz a neonatologista, a UTI Neo da Pro Matre Paulista, referência nos cuidados de prematuros extremos, múltiplos (gemelares, tri e quadrigemelares) e criticamente doentes, recebe recém-nascidos de várias regiões do país.

Corte da cesárea deve ser limpo apenas com água e sabão: mito ou verdade?

Verdade. Mulheres que passaram pela cesárea costumam ficar preocupadas com o corte deixado por essa cirurgia. Para evitar complicações, é preciso tomar alguns cuidados simples, mas importantes. A orientação é lavar a cicatriz apenas com água e sabão durante o banho e deixá-la bem seca.

Caso a cicatriz fique muito vermelha, inchada e com secreção, é preciso procurar orientação médica rapidamente, como orienta Dr. Bruno Liberman, obstetra da Pro Matre Paulista.

Uma dúvida muito comum relaciona-se ao surgimento de febre no pós-parto. Isso não está necessariamente relacionado a um quadro infeccioso causado pela cicatriz. Também nesse caso, o importante é buscar orientação médica.

 

 

Infecções podem dificultar a gestação: mito ou verdade?

Verdade. Nos casos em que a dificuldade de engravidar é manifestada na mulher, o procedimento de assessoria gestacional vai se dedicar a encontrar as causas. Nesta semana, o blog da Pro Matre Paulista está focado no processo de aconselhamento genético e nas causas que levam um casal a não engravidar. Essas causas podem ser de diversas naturezas: infecciosas, imunológicas, aloimunológicas, hormonais, genéticas, cromossômicas, entre outras. Para investigar causas infecciosas, os médicos valem-se das chamadas sorologias (toxoplasmose, citomegalovírus etc.) além de cultura de secreção endocervical.

“Uma origem bastante comum é a hormonal e, para isso, avaliamos dados relativos a diabetes, tireoide e também vitamina D, que na verdade é um hormônio, responsável por facilitar a ovulação e também a resposta do endométrio, camada interna do útero, para a fixação do embrião”, acrescenta Dr. Guilherme Loureiro, da Pro Matre Paulista. Outra causa, de origem imunológica,  é a tendência de algumas mulheres a formar trombos, em função do aumento do hormônio estrógeno, característico da gestação.

Uma causa ainda mais complexa é a de origem aloimunológica. “Nossas células têm uma espécie de ‘código de barras’, o chamado HLA, ou antígeno de histocompatibilidade”, explica o médico. Quando o casal tem HLAs com partes semelhantes, o organismo da mulher pode “ler” a nova célula gerada no útero como uma sequência genética errada, acionando as células de defesa a eliminá-la. As dificuldades de gestação podem ter causas diversas e, muitas vezes, várias causas podem estar presentes no mesmo casal.

Acompanhe, ao longo desta semana, mais informações sobre o aconselhamento genético. 

Inalação é indicada para infecções respiratórias: mito ou verdade?

Verdade. Com as temperaturas mais baixas, a tendência de confinamento em locais fechados favorece a transmissão desses micro-organismos. Para completar, os choques térmicos (variação de temperatura entre ambientes) contribuem para aumentar as infecções.

“Nessa época do ano, em locais mais secos, como a região Sudeste, o quadro se agrava pela suspensão de partículas no ar, que disseminam ainda mais os germes e aumentam as ocorrências em consultórios e pronto-socorros”, comenta a neonatologista Dra. Débora Manzione Passos, da Pro Matre Paulista.

O recurso da inalação continua sendo um importante aliado no tratamento desses quadros. Segundo a médica, a inalação com soro fisiológico promove a fluidificação da secreção, desobstruindo o nariz e permitindo uma respiração mais confortável. Nos casos mais severos, como asma e bronquite, apenas o soro não é suficiente, sendo prescrito o uso de broncodilatadores. “Esses medicamentos são específicos para as vias aéreas inferiores – bronquíolos e alvéolos – que são  responsáveis pela troca gasosa e oxigenação do sangue, e só podem ser usados sob orientação médica.”, explica a médica.Nos últimos anos, uma nova técnica para administração de broncodilitadores tem sido utilizada: os espaçadores.

Eles possibilitam que a inalação do remédio seja realizada de forma mais rápida e eficaz. O espaçador é indicado quando a criança apresenta broncoesmasmo, mas se houver muita secreção pulmonar, a inalação com soro fisiológico tem uma ação fluidificante melhor. “Desta forma, a inalação permanece indicada para fluidificar secreções e os espaçadores apenas para a aplicação de broncodilatadores e corticoides inalatórios. Muitas vezes, até associamos as duas coisas”, diferencia Dra. Débora.

Para muitos pais, falar em inalação é evocar a imagem do estresse, com crianças assustadas por aquele aparelho de onde sai fumaça. Esperar a criança dormir e fazer a inalação pode ser uma alternativa. “O ideal é fazer a inalação com a criança sentada, aproveitando para realizar também a tapotagem, batendo levemente a mão, em forma de concha, nas costas da criança, para permitir a mobilização da secreção”, ensina a médica.

Medidas preventivas, como evitar choques térmicos e aglomerações em locais fechados, especialmente com grande quantidade de crianças, podem minimizar esse transtorno. “Outra medida preventiva é manter sempre as narinas bem higienizadas, com soro fisiológico e, nos dias mais secos, utilizar umidificadores de ar ou uma bacia com água no quarto da criança durante a noite.”

Ainda na linha da prevenção, é importante alertar os pais quanto à importância de vacinar seus filhos contra a gripe, a partir de março, pois essa vacina, produzida anualmente, é uma poderosa arma para começar melhor a batalha contra o inverno.

Zika vírus – repelentes são todos iguais: mito ou verdade?

Mito. O mercado oferece uma enorme variedade de repelentes e eles são importantes para evitar a picada do mosquito aedes egypt, que transmite o vírus zika. Em especial para mulheres grávidas, a infeção pelo mosquito pode trazer uma séria consequência – a microcefalia do feto.

Para ajudar as gestantes a se protegerem, a Pro Matre Paulista preparou esta tabela comparativa de produtos. Veja, compartilhe e informe-se!

Para saber mais sobre o zika vírus e suas sequelas na gravidez, acesse a página da Pro Matre Paulista no Facebook.

 

 

Zika vírus: saiba e compartilhe!

 

O zika vírus e sua relação com o aumento de casos de microcefalia têm sido algumas das grandes preocupações das gestantes e mulheres que pretendem engravidar. Para ajudar a esclarecer as principais dúvidas desse grupo, a Pro Matre Paulista tem produzido material sobre o tema, como este infográfico, que você pode compartilhar com sua família e amigos.

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Leite materno pode transmitir o zika vírus: mito ou verdade?

Pode ser verdade. A comprovação de que o zika aumenta os riscos de microcefalia em fetos e de Síndrome de Guillain-Barré em quem contrai o vírus acendeu o alerta para outras três possíveis formas de transmissão da doença, além da picada do mosquito Aedes aegypti: pelo sêmen, por transfusão de sangue e por leite materno. Pesquisadores já encontraram evidências de que o vírus pode ser encontrado nesses três fluidos corporais. Mas, como os estudos relacionados ao zika são escassos — existem no mundo cerca de 200 publicações científicas, contra mais de 2.500 sobre chicungunya e mais de 14.500 sobre dengue, por exemplo —, não há ainda como ter certeza se a transmissão da doença pode ser feita por essas três vias.

Na Polinésia Francesa (onde houve surto de zika em 2013), médicos encontraram partículas do vírus no leite materno. Só que ainda não está claro se existe transmissão para o bebê porque nem todo vírus encontrado no leite é transmitido. Sabemos, por exemplo, que quem mama em uma mulher com hepatite C não tem risco aumentado de pegar a doença — explica a infectologista Rosana Richtmann, presidente da Comissão de Controle de Infecção da Maternidade Pro Matre Paulista.

Contudo, como os efeitos do zika têm se mostrado mais devastadores do que se pensava inicialmente, a médica recomenda que as mulheres que estiverem amamentando e perceberem sintomas do vírus — manchas vermelhas, febre e dor de cabeça e nas articulações — interrompam o aleitamento. “Enquanto ainda estamos na dúvida, é bom evitar. Os sintomas do zika duram no máximo cinco dias. Pelo menos durante esse período, acho melhor não amamentar, porque não podemos negar que há um risco potencial”, afirma Dra. Rosana.

A reportagem completa está no portal Extra.

Gestantes devem estar alertas para a relação de microcefalia e infecções: mito ou verdade?

Dra. Rosana Richtmann: é preciso ficar atenta para sintomas de doenças infecciosas durante a gravidez

Verdade. Os recentes casos de bebês nascidos com cérebros menores que o normal, primeiro no estado de Pernambuco e depois com várias ocorrências pelo Brasil, acenderam a preocupação de gestantes de todo o País. O sistema de saúde do estado, o Ministério da Saúde e outras instâncias de pesquisa e investigação estão investigando esse número anormal, de forma bastante estruturada, para estabelecer a causa ou possíveis causas e medidas de combate ao problema.

Uma das possibilidades para estas ocorrências são infecções, geralmente no início da gestação. Processos infecciosos como os de dengue, chikungunya e zika podem estar associados ao nascimento de bebês com microcefalia. “Ainda que seja comprovada uma relação entre os casos e algum surto infeccioso desse tipo, não há medidas paliativas, pois essas doenças são viroses e, portanto, não se combatem com antibióticos”, explica Dra. Rosana Richtmann, infectologista do Grupo Santa Joana.

Segundo ela, a forma de proteger gestantes contra essas viroses é a mesma utilizada pela população em geral: combater os vetores, ou seja, os insetos que transmitem os vírus. A orientação de evitar acúmulo de água parada é a principal delas. “No caso das gestantes, é fundamental não subvalorizar quadros infecciosos, com febre, cansaço, mal-estar e, eventualmente, erupções na pele”, acrescenta. “Qualquer alteração desse tipo deve ser relatada ao médico que realiza o pré-natal”, conclui.

Posso reduzir minhas chances de contrair infecções: mito ou verdade?

A higiene frequente das mãos é uma das principais medidas de segurança contra infecções

Verdade. Infecções são sempre um problema, e isso é ainda pior quando falamos de grávidas e de bebês. Mas existem medidas simples que podem ajudar a evitar o contato com microrganismos que podem causar doenças. Esses cuidados devem ser permanentes, segundo Dra. Rosana Richtmann, infectologista da Pro Matre Paulista, mas se tornam ainda mais importante nesta época mais fria do ano, quando as infecções do trato respiratório costumam ser mais frequentes.

Acompanhe:

1)    Higiene das mãos: é a medida mais eficaz no controle da infecção hospitalar e deve ser incorporada por todos, em casa, no trabalho ou mesmo na rua. O ideal é usar álcool gel sempre que chegar da rua, antes de se alimentar, depois de usar o banheiro. Lavar as mãos com água e sabão já é suficiente.

2)    Álcool gel: tenha sempre um pequeno frasco na sua bolsa. Nem sempre você pode encontrar uma pia para lavar as mãos, por exemplo, se for fazer uma refeição na rua. Nessas circunstâncias, ter o álcool gel resolve a questão.

3)    Mãos limpas, bebê saudável: se você tem bebê, lave suas mãos sempre antes de iniciar os cuidados com ele. Nunca se esqueça de lavar suas mãos depois de trocar a fralda.

4)    Circulação restrita: pessoas que já estão infectadas devem evitar circular em ambientes de grande aglomeração, para não espalhar vírus e bactérias. Se precisar sair, use máscara.

5)    Etiqueta da tosse: se tossir ou espirrar perto de outras pessoas, não coloque suas mãos na frente do nariz ou da boca. Use o antebraço: isso evita que as partículas se espalhem, sem que você utilize sua mão para isso, já que depois vai manipular objetos e pode espalhar os germes dessa forma.

Infecções podem ser evitadas com hábitos de higiene: mito ou verdade?

A higiene das mãos é um dos itens mais importantes para combater o contato com germes

Verdade. Infecção é algo que todo mundo, cedo ou tarde, acaba tendo de enfrentar. Mas você sabia que hábitos simples podem evitar o contágio e as conseqüências de uma infecção? A maternidade Pro Matre Paulista traz as seguintes dicas:

1)    Higiene das mãos: é a medida mais eficaz no controle da infecção hospitalar e deve ser incorporada por todos, em casa, no trabalho ou mesmo na rua. O ideal é usar álcool gel sempre que chegar da rua, antes de se alimentar, depois de usar o banheiro. Lavar as mãos com água e sabão já é suficiente.

2)    Álcool gel: tenha sempre um pequeno frasco na sua bolsa. Nem sempre você pode encontrar uma pia para lavar as mãos, por exemplo, se for fazer uma refeição na rua. Nessas circunstâncias, ter o álcool gel resolve a questão.

3)    Mãos limpas, bebê saudável: se você tem bebê, lave suas mãos sempre antes de iniciar os cuidados com ele. Nunca se esqueça de lavar suas mãos depois de trocar a fralda.

4)    Imunização em dia: preste atenção para sempre estar com o calendário de vacinação em dia. Isso não vale só para as crianças. Vacinas como as de gripe também são recomendadas para alguns grupos de adultos. Procure orientação médica se tiver dúvidas sobre isso.

5)    Cuidado com a alimentação: mantenha uma rotina de higienização dos alimentos na sua casa, especialmente dos alimentos crus. Se for se alimentar fora, escolha locais que apresentem segurança na manipulação de alimentos.

6)    Circulação restrita: pessoas que já estão infectadas devem evitar circular em ambientes de grande aglomeração, para não espalhar vírus e bactérias. Se precisar sair, use máscara.

7)    Etiqueta da tosse: se tossir ou espirrar perto de outras pessoas, não coloque suas mãos na frente do nariz ou da boca. Use o antebraço: isso evita que as partículas se espalhem, sem que você utilize sua mão para isso, já que depois vai manipular objetos e pode espalhar os germes dessa forma.

8)    Bichos de estimação: garanta que seu pet esteja sempre com as vacinas em dia, mantenha o ambiente da casa limpo e tenha cuidados redobrados quando precisar manipular as fezes dos bichinhos.

9)    Lixo: evite armazenar lixo em casa, especialmente resíduos orgânicos, pois essa atitude ajuda a proliferar germes em casa.

10) Tirando o leite: se você precisa tirar seu leite para congelá-lo e oferecer ao bebê depois, faça a higiene completa dos utensílios que vai utilizar, inclusive fervendo bicos e mamadeiras.