Amamentação: Quais São as Melhores Posições?

Muitas mães de primeira viagem têm muitas dúvidas a respeito dos cuidados com o recém-nascido. Algumas destas perguntas são relacionadas a amamentação. Existe uma posição correta? Como dar de mamar a gêmeos?

O site Pequeno Gourmet conversou com a Dra. Letícia Corrêa, pediatra da Pro Matre Paulista, que deu várias orientações sobre aleitamento materno.

Existem quatro posições recomendadas para a facilitar a alimentação do bebê e torná-la um ato prazeroso, confortável para a mãe. Por isso, poltrona e almofadas, para um apoio correto nas costas e braços, são importantes. Outra coisa que não deve ser esquecida, de acordo com a especialista, é o contato visual. A mãe deve olhar o bebê durante a amamentação, para aumentar o vínculo entre eles.

As melhores posições para amamentar são: tradicional (de frente, barriga com barriga, com o bebê), que facilita para ver se a pega está certa; invertida (apoiando a cabeça do bebê com as mãos e colocando as perninhas por baixo da sua axila), que facilita a pega em mães com mamas grandes; cavaleiro (bebê sentado com as pernas abertas sobre sua coxa), boa para crianças que dormem durante a alimentação; deitada (de lado, com as pernas meio dobradas, com cabeça e costas apoiadas no travesseiro, sustente o pescoço e o tronco do bebê com o braço. Com a outra mão, faça uma prega em forma de “C” para que o bebê abocanhe a aréola de baixo para cima, com o queixo encostado no peito).

E as mamães de gêmeos, como devem fazer? Dra. Letícia recomenda amamentar os filhos ao mesmo tempo, para saciar a fome dos dois e liberar um tempo a mais de descanso para a mãe. A posição indicada é com as duas crianças de frente, passando uma por cima da outra. A mulher também pode optar por variações como colocar um dos filhos na posição invertida e o outro de frente, com as pernas dos dois voltadas para o mesmo lado.

Para ver ilustrações das posições, clique aqui e leia a reportagem completa da Pequeno Gourmet.

Páscoa: Gestante e lactante pode ou não abusar do chocolate?

Para muita gente é impossível passar a Páscoa sem se deliciar com um ou vários ovos de chocolate. Mas, o consumo exagerado da guloseima pode fazer mal para gestantes e para recém-nascidos através do leite materno?

Quem responde é Luciana Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista.

O recomendado é a moderação. É preciso tomar cuidado ao ingerir esse alimento. Durante a gestação, a maior preocupação é com o ganho de peso, que pode trazer complicações sérias como o diabetes gestacional e a hipertensão.

Já no período de amamentação, a preocupação é que algumas substâncias do chocolate podem passar para o leite. “Você pode comer desde que seja uma quantidade pequena e não uma barra inteira de chocolate,” explica a especialista, que alerta: “tem casos muito extremos em que o bebê tem alergia ao leite materno depois que a mãe comeu chocolate”.

O leite materno é muito sensível e a mãe precisa ter o cuidado de tirar de sua dieta todos os alimentos que podem causar alergia à criança. O chocolate, Luciana recomenda, só deve ser inserido na alimentação do bebê após o primeiro ano. “É a época de maior atenção em relação à alimentação”, reforça a nutricionista.

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Amamentação: Bebê deve mamar de três em três horas?

Muitas mães já ouviram essa recomendação, mas não é necessário segui-la. O ideal é atender a demanda do bebê. Então, se a criança estabelecer uma rotina fixa de mamadas, com horários bem definidos, tudo bem. Mas a mãe não deve impor horários para a alimentação do bebê.

“Em geral, é o choro do recém-nascido que evidencia a hora de mamar,” ressalta a Dra. Débora Manzione Passos de Oliveira, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Há também bebês muito tranquilos, que emendam horas de sono e, por isso, mamam menos e perdem peso nos primeiros dias. Em casos assim, é recomendável que a primeira consulta com o pediatra ocorra entre três a cinco dias após a alta hospitalar.

Você pode trocar o palpite pela informação especializada, por exemplo…

O interesse é enorme. O carinho, também. Basta a nova mamãe colocar o pé dentro de casa, com o recém-nascido no colo, que uma chuva de palpites parece cair sobre sua cabeça. Um dos alvos preferenciais: a amamentação.

Não que a experiência de quem já passou por isso não conte. Mas é muito comum que as mães acabem se estressando nessa situação. Pior: com o estresse, até a produção de leite pode diminuir, e a bola de neve está formada. Por isso, em vez de seguir todos os palpites e opiniões bem-intencionadas, que tal ouvir a palavra dos especialistas?

 

Neste mês em que dedicamos o conteúdo do blog todinho para amamentação, encerramos com muita, mas muita informação! Neste hang out, Dra. Monica Carceles, neonatologista da Pro Matre Paulista, esclarece muitas das dúvidas que podem estar afligindo você nesta fase.

Aproveite o conteúdo e tenha uma ótima amamentação!

Mitos e verdades da amamentação: muita calma nessa hora!

Existe leite fraco? Quem fez cirurgia na mama pode amamentar? Fórmulas são equivalentes ao leite materno?

Quando um bebê nasce e sua mãe começa a amamentar, são tantas as dúvidas (e palpites) que muitas vezes bate até uma certa angústia. E isso pode até atrapalhar a amamentação, sabia?

A primeira medida em relação a isso: manter a calma.

E a segunda: procurar informação com quem realmente entende do assunto: os profissionais da área.

Para ajudar nessa tarefa, a Pro Matre Paulista produziu um extenso material neste mês de agosto, quando se comemora a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Neste vídeo, mitos e verdades da amamentação. Acesse!

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É possível saber se o bebê está mamando bem: mito ou verdade?

Verdade. Existe uma relação entre a quantidade de leite que o bebê ingere e o número de vezes que ele faz xixi. E isso muda à medida que o bebê vai crescendo e se desenvolvendo.

Para saber se o seu bebê está mamando adequadamente, acompanhe acima a tabela que a Pro Matre Paulista produziu.

Na primeira semana de agosto, comemora-se a Semana Mundial da Amamentação e, por isso, neste mês, o blog da Pro Matre Paulista é todo dedicado ao tema da amamentação. Acompanhe!

Bebês podem ter alergia a leite de vaca: mito ou verdade?

Verdade. Nos primeiros anos de vida, um tipo de alergia muito comum pode se manifestar – a alergia ao leite de vaca. Normalmente, isso costuma acontecer quando a criança deixa de ser amamentada pela mãe e, ao introduzir algum tipo de fórmula infantil, os pais notam que o bebê desenvolve sintomas como desconforto abdominal, diarreia, flatulência e, em casos mais graves, até sangramento intestinal.

O quadro é diferente da intolerância à lactose, no qual a criança não é capaz de digerir completamente o açúcar presente no leite. No caso da alergia, o bebê tem dificuldade em digerir a proteína do leite”, comenta Dr. Francisco Brás, neonatologista da Pro Matre Paulista. A solução, neste caso, é substituir o alimento convencional por fórmulas disponíveis no mercado, com proteínas modificadas, que permitem ao bebê receber os nutrientes sem sofrer com as consequências do leite in natura.

Um recurso simples, mas extremamente eficaz, no combate às alergias é o próprio leite materno. Quanto mais o bebê for alimentado com o leite da mãe, mais anticorpos receberá, fortalecendo seu sistema de defesa contra fatores externos. “Além disso, se o regime de aleitamento materno for mantido exclusivo até os seis meses, evita-se a exposição precoce do bebê a alimentos que podem causar alergias, como corantes, conservantes e outros componentes da alimentação industrializada”, lembra o neonatologista.

Bebês podem ter alergia ao leite de vaca: mito ou verdade?

Verdade. Nos primeiros anos de vida, um tipo de alergia muito comum pode se manifestar nos bebês – a alergia ao leite de vaca. A situação é clássica: a criança deixa de ser amamentada pela mãe e, ao introduzir algum tipo de fórmula infantil, os pais notam que o bebê desenvolve sintomas como desconforto abdominal, diarreia, flatulência e, em casos mais graves, até sangramento intestinal.

“O quadro é diferente da intolerância à lactose, no qual a criança não é capaz de digerir completamente o açúcar presente no leite. No caso da alergia, o bebê tem dificuldade em digerir a proteína do leite”, comenta Dr. Francisco Brás, neonatologista da Pro Matre Paulista. A solução, neste caso, é substituir o alimento convencional por fórmulas disponíveis no mercado, com proteínas modificadas, que permitem ao bebê receber os nutrientes sem sofrer com as consequências do leite in natura.

Um recurso simples, mas extremamente eficaz, no combate às alergias é o próprio leite materno. Quanto mais o bebê for alimentado com o leite da mãe, mais anticorpos receberá, fortalecendo seu sistema de defesa contra fatores externos. “Além disso, se o regime de aleitamento materno for mantido exclusivo até os seis meses, evita-se a exposição precoce do bebê a alimentos que podem causar alergias, como corantes, conservantes e outros componentes da alimentação industrializada”, lembra o neonatologista.

Gêmeos: o aleitamento materno

Na série desta semana, “Gêmeos”, estamos conhecendo os desafios de se ter um filho “em dobro”, ou seja, gêmeos. As informações e o conteúdo original desta série foram publicados no Anuário Caras do Bebê, produzido por profissionais da Pro Matre Paulista.

Um dos principais desafios dos prematuros é ganhar peso e, para isso, um importante aliado é o aleitamento materno. Ainda que necessitem de um período de internação em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal, gêmeos podem e devem ser amamentados pela mãe. “No caso dos prematuros nascidos com menos de 34 semanas, o início do aleitamento pode ser um desafio extra, pois muitos deles ainda não são capazes de realizar o movimento de sucção”, acrescenta Edinéia Vacilotto Lima, neonatologista da Pro Matre Paulista . A opção, nesse período em UTI Neonatal, é fazer a ordenha do leite da mãe e oferecê-lo aos bebês por meio de uma técnica que utiliza copinhos.

“Aos poucos, os bebês desenvolvem a capacidade de sugar. Estimulá-los, colocando-os no peito da mãe para aprender a mamar, ainda na fase de internação, é uma rotina comum nas maternidades que incentivam o aleitamento materno e atua como facilitador do desenvolvimento dos bebês”, informa a neonatologista Edinéia Vaciloto Lima.

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Alergias: o leite materno ajuda!

Na série “Alergias”, estamos conhecendo tudo sobre as famosas alergias que podem afetar seu bebê. O conteúdo original desta série foi publicado no Anuário Caras do Bebê, produzido por profissionais da Pro Matre Paulista.

Muitas vezes o que passa pela cabeça das mamães é: o que eu posso fazer para manter as alergias longe?

Um recurso simples, mas extremamente eficaz, no combate às alergias é o próprio leite materno. Quanto mais o bebê for alimentado com o leite da mãe, mais anticorpos receberá, fortalecendo seu sistema de defesa contra fatores externos.

“Além disso, se o regime de aleitamento materno for mantido exclusivo até os seis meses, evita-se a exposição precoce do bebê a alimentos que podem causar alergias, como corantes, conservantes e outros componentes da alimentação industrializada”, lembra o neonatologista Francisco Brás.