A importância da presença da família na UTI Neonatal

A presença dos pais na UTI Neonatal é importante para que eles se sintam seguros quanto à saúde dos bebês neste período delicado. Por isso, cada vez mais é permitida a participação de familiares em práticas ou atividades na UTI Neo.

Para mostrar como isso funciona, a equipe do jornal O Estado de S.Paulo visitou a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal da Pro Matre Paulista.

Em períodos sem ondas de viroses, é permitido que os avós dos bebês visitem os recém-nascidos, como contou ao jornal Sheila Berton, mãe dos trigêmeos Vinicius, Barbara e Melissa. “São os primeiros netos. Todo dia de visita é sagrado. Meu pai (avô das crianças) até me cobra”.

Quem também tem um papel mais presente dentro da UTI Neo da Pro Matre são os pais, estimulando o vínculo paterno. “Temos um número grande de bebês de gestações gemelares e os pais se revezam. Cada vez é mais frequente”, relata a Dra. Edineia Lima, neonatologista e chefe da nossa UTI Neo.

Quer saber mais sobre o assunto? Clique aqui e leia a matéria completa no site do Estadão.

Mês da Prematuridade

No dia 17 de novembro é celebrado o Dia Mundial da Prematuridade. A data foi criada para conscientização da população sobre o assunto em 2009 e já é comemorada em mais de 50 países.

No Brasil, de acordo com dados da Fiocruz, nascem cerca de 340 mil bebês antes da gestação completar 37 semanas.

Para explicar melhor a prematuridade, conversamos com a Dra. Edineia Vaciloto Lima, neonatologista e chefe da UTI neonatal da Pro Matre Paulista.

“O nome UTI sempre acompanha um temor ou algo muito difícil, sofrido e triste…” diz a médica. “A nossa proposta é acolher da melhor forma possível os pais dos recém-nascidos que vão para a UTI Neo e de proporcionar a eles uma estadia o mais agradável possível, com uma participação grande da família no cuidado desses bebês e promover o contato com eles, auxiliar na amamentação e no armazenamento de leite materno e orientar e ajudá-los nos cuidados do prematuro após a alta hospitalar”.

Na Pro Matre Paulista, a atenção com a prematuridade não é recente, conta Dra. Edineia. Em 2000, a Pro Matre Paulista possuía um total de 16 leitos de UTI Neo. Em poucos anos, o número passou para 26, e em 2005 foi inaugurada uma nova ala no sexto andar, onde oferecemos 40 leitos”.

“Esta nova área de UTI Neo”, relata a especialista, “foi criteriosamente construída procurando criar salas com 6 a 8 leitos distribuídos de uma maneira uniforme, com amplo espaço e dividida com vidros, para uma visão ampla dos leitos, tendo atenção com a luminosidade e evitar ruídos excessivos (com a criação de um teto acústico para minimizar os barulhos)”.

A cada ano a Pro Matre investe na melhoria do cuidado intensivo neonatal com tecnologia de ponta para a assistência de excelência, usando incubadoras de última geração, com capacidade em manter a temperatura e umidificação adequadas ao prematuro extremo, que precisa de um cuidado todo especial”, descreve. “Também disponibiliza ventiladores mecânicos que proporcionam uma ventilação mais gentil e menos invasiva aos pulmões desses bebês com extremo baixo peso”.

Aliado a uma estrutura completa, o cuidado humano proporcionado por profissionais especializados também é fundamental, lembra a neonatologista. “Hoje a UTI Neo da Pro Matre conta com 70 leitos e temos uma equipe multiprofissional extremamente capacitada para um cuidado integral ao prematuro (enfermagem neonatal, fisioterapeutas, fonoaudiólogas, psicólogas, especialistas médicos, nutricionista, farmacêutica, banco de sangue e laboratório) ”.

Como segurar o bebê? Qual é a melhor posição?

É normal os pais, mesmo aqueles que já tiveram outros filhos, se atrapalharem ao carregar o bebê, na tentativa de confortá-lo na hora do choro.

“O choro é a forma que o bebê tem de se comunicar com o meio externo, ficar atento a todas essas manifestações e reações dele, além de dar aconchego, é o que o pai pode fazer”, diz Rosmaria Pirollo, Gerente de Enfermagem da Pro Matre Paulista.

Ao segurar a criança, é importante posicioná-la de forma que ela esteja sempre confortável. A coordenadora de enfermagem da Pro Matre, Daniela Bonfá Garcia, deu mais orientações, em reportagem do site da revista GQ.

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Essa é uma posição de aconchego e que pode controlar uma possível cólica, por exemplo. O abdômen dele é um pouco comprimido e o calor do pai vai aquecê-lo. Ela deixa o bebê mais contido e seguro. O certo é colocar as mãos nas costas e na cervical.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Sentar com um travesseiro no colo e colocar o bebê com a barriga para baixo é uma posição de conforto para ele descansar ou dormir.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Para um possível engasgo, o pai pode colocar o bebê para baixo, apoiado no braço, inclinar um pouco as pernas e ter certeza que a boca dele fique aberta.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Se o incômodo do bebê for cólica, o pai pode fazer uma flexão da coxa no abdome para que ele consiga eliminar os gases. Além disso, o pai pode fazer movimentos circulares na região abdominal também.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Se o pai quiser colocar o filho no berço, é importante deixar o cobertor de uma forma que o bebê se sinta abraçado e acolhido. Outra posição é deitar o bebê de barriga para cima com a cabeça virada para o lado, que é para evitar engasgo e diminuir o risco de morte súbita.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Apoiar o bebê no braço e virado para cima. Nessa posição é importante manter o contato visual e falar com ele para que se sinta confortável e seguro.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Outra posição de conforto é com o pai sentado e segurando o bebê com os dois braços nas suas costas e cervical. A interação também é importante nessa posição para que o filho se sinta em um ambiente acolhedor e que tem semelhanças às sensações experimentadas dentro do útero materno. Se os pais costumavam colocar música para ele ouvir antes do nascimento, é bom que ele escute depois do parto também, por exemplo.”

Quer saber mais sobre o assunto? Leia a reportagem completa no site da GQ.

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O que é importante na hora da escolha da maternidade?

É sem dúvida uma das principais decisões que a gestante precisa fazer durante a gravidez. A escolha da maternidade envolve muitas questões, objetivas e subjetivas, que farão com que a gestante sinta-se mais segura e protegida na hora do parto.

Dr. Alberto D’Auria, obstetra da Pro Matre Paulista, conversou com a gente sobre o que se passa na cabeça da futura mãe durante esse momento e o que deve ser observado e avaliado durante a busca.

“Quando uma mulher engravida”, diz o médico, “logo em seguida recebe uma quantidade de hormônios que são produzidos na gravidez com o objetivo de proteger a gestação. Ocorre que esse hormônio, ao circular pelo corpo da gestante, faz com que ela imediatamente comece a se preocupar em fazer o ninho para dar à luz”, explica.

Segundo Dr. D’Auria, aí surge uma preocupação instintiva, onde a mãe procura um local que traga a ela o conforto e a sensação de segurança que ela busca.

“Portanto, a maternidade deve ter cores claras, agradáveis e relaxantes, ter segurança ostensiva, além de segurança tecnológica e atendimento médico e de enfermagem que possam dar tranquilidade para a mãe”, exemplifica o obstetra.

Além disso, lembra o especialista, o acesso ao local tem que ser fácil e rápido. A internação e o pronto atendimento têm que possuir uma equipe acolhedora e ágil.

“Uma recepção calorosa no estacionamento da maternidade já inicia um laço carinhoso entre a gestante e a instituição”, ressalta Dr. D’Auria. “Cada detalhe é pensado e implantado de forma a atender e superar tudo o que essa gestante espera para o momento máximo de sua existência”.

A localização – próxima à Avenida Paulista – e sua infraestrutura, com 80 anos de tradição, UTI Neonatal referência, foco em casos de alto complexidade e a acreditação JCI, a principal certificação internacional em segurança e qualidade em assistência à saúde, fazem com que a Pro Matre Paulista preencha todos estes pré-requisitos.

Como colocar o bebê para dormir em segurança?

São muitas as preocupações e dúvidas das mães, em especial as de primeira viagem, com seus bebês recém-nascidos. Uma delas, certamente, é a forma correta de colocar a criança para dormir, de forma segura.

Para orientá-las, buscamos informações com a Dra. Monica Carceles, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Ela explica que um dos maiores temores de muitos pais é a Síndrome da Morte Súbita ou Morte do Berço, que, ao contrário do que pode se pensar, não é causada por engasgo e aspiração de leite. No entanto, sua causa não é bem conhecida pela medicina.

Apesar de ser preocupante, a médica tranquiliza dizendo que algumas medidas simples, tomadas em casa, e recomendadas pela  Academia Americana de Pediatria e pela Sociedade Brasileira de Pediatria, “diminuem a incidência desta ocorrência em mais de 60%”.

Orientações para o sono seguro do bebê:

  • Do nascimento até 1 ano de idade, a posição mais segura é de barriga para cima. “Os casos de engasgo e sufocamento por leite não aumentam nesta posição pois os bebês têm mecanismos de defesa quando regurgitam”, explica a especialista;

  • Se o bebê já consegue se virar sozinho, pode ser deixado de lado ou de barriga para baixo, mas sempre o coloque para dormir de barriga para cima;

  • Atenção para a altura do berço e a distância entre as barras das grades, procure pelo selo do Inmetro no produto antes de comprá-lo;

  • Colchão firme e lençol bem preso, para que não solte com os movimentos do bebê;

  • Travesseiro, bichos de pelúcia e demais objetos soltos no berço aumentam a chance de sufocamento e estrangulamento;

  • Não dormir na cama com os pais, mas no próprio berço no quarto com os adultos;

  • Sofás, poltronas ou superfícies muito macias também não são apropriadas para o bebê dormir;

  • Não colocar muitas roupas no recém-nascido. “Eles podem ter um pouco mais de frio que um adulto, mas só um pouquinho,” diz a Dra. Monica;

  • Se for cobrir o bebê use um cobertor preso nas laterais do colchão e o coloque por baixo dos braços da criança, para não cobrir seu rosto;

  • O leite materno também protege contra a Síndrome da Morte Súbita;

  • Nada de cigarros ou fumaça de cigarros durante a gravidez ou perto do bebê;

  • Siga rigorosamente o calendário de vacinação;

  • Exercite o bebê durante o dia. “Coloque-o em sua cama, de barriga para baixo, movimentando a cabeça para cima e para os lados – é bom para o desenvolvimento neurológico e evita que a cabeça fique deformada na parte de trás por ficar sempre de barriga para cima. Estes movimentos de barriga para baixo devem ser sempre supervisionados por você ou por outro adulto”, recomenda a neonatologista;

  • Repasse essas orientações a todos que forem cuidar do seu bebê (pai, parentes, amigos, babás, etc).

E a Caixa Finlandesa? É uma boa opção?

A caixa – um kit de maternidade com enxoval, em que a própria embalagem é utilizada como berço, dado a todas as gestantes finlandesas pelo governo do país – “é usada na Finlândia há décadas e a queda da mortalidade infantil observada naquele país deve-se, provavelmente, à evolução da medicina e ao conjunto de medidas tomadas em relação à higiene, vacinação, nutrição e acompanhamento da gestação e do parto”, explica Dra. Monica, que ressalta que não existem trabalhos científicos confiáveis relacionando o uso das caixas para dormir e a queda dos casos de Síndrome da Morte Súbita.

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Mês da Amamentação – Conheça o Lactário Pro Matre

O banco de leite humano da Pro Matre Paulista é voltado para o atendimento das mães que tiveram seus filhos na maternidade e que precisam ficar internados na UTI neonatal. “Geralmente são bebês prematuros, de baixo peso ou com necessidades clínicas de internação,” diz Maria Mercedes Sakagawa, nutricionista coordenadora do Lactário da Pro Matre.

Ela conta que, mesmo considerando que a lactação faça parte da natureza da mãe após o parto, algumas não conseguem estabelecer uma produção de acordo com a necessidade de seu filho.

Por isso, descreve a especialista, junto ao Lactário, há uma sala para atendimento às mães, “onde recebem orientações sobre a importância da coleta de leite para o seu filho, cuidados com a mama, técnica adequada para garantir a segurança do produto e, quando a coleta é domiciliar, a guarda e transporte”.

A tecnologia se faz presente e é fundamental, conforme explica Mercedes: “o leite retirado é pasteurizado com técnicas adequadas, microbiologicamente seguras e com indicação de seu valor calórico, acidez, maturidade (colostro, transição e maduro)”.

O Lactário tem um papel fundamental no estímulo ao aleitamento materno, avalia a nutricionista, “pois mesmo que a criança, devido à sua prematuridade, não tenha estabelecido a sucção direto na mama, vai receber – o leite materno – por outras vias”.

Entenda o que é a cerclagem

eliana cerclagem

A apresentadora Eliana, no 8º mês de gravidez revelou ter feito uma cirurgia bem no começo da gestação, na 11ª semana.

O procedimento, chamado cerclagem, é um dos métodos geralmente indicados para o tratamento de um problema conhecido como Incompetência Istmo Cervical, caracterizada pela falta de capacidade do colo de suportar o peso da gravidez.

Alguns especialistas recomendam a realização da cirurgia após a 12ª semana, mas segundo o Dr. Mario Macoto, obstetra da Pro Matre Paulista, é normal que se faça um pouco antes, como no caso de Eliana. “Se o ultrassom mostrou que a criança está bem, não vejo problema em fazer”, diz.

A cerclagem diminui o risco de parto prematuro ou perda do bebê, mas não exclui essas possibilidades. “Por isso, é indicado repouso físico e acompanhamento médico até o parto, que ainda assim pode ser normal ou por cesárea”, explica o médico, que complementa: “se a gravidez correr bem, quando a mãe estiver de 36 ou 37 semanas, o médico retira os pontos e aguarda o nascimento do bebê por parto normal. Se for necessária uma cesárea, vai depender de como foi feita a cerclagem: por via vaginal, retiramos os pontos, e por via abdominal, mantemos”.

Além da cerclagem, também são utilizados outros métodos para o tratamento da Incompetência Istmo Cervical: uso de hormônio progesterona e pessário, que é um tipo de anel que fecha o colo do útero, evitando uma cirurgia. Mas sua eficácia ainda não é garantida, conforme explica Dr. Macoto: “os estudos sobre o objeto ainda têm que ser mais elaborados”.

Para saber mais sobre o assunto, clique aqui e leia a reportagem completa do BOL.

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Amamentação e Família

amamentação e família

O tema da Semana Mundial da Amamentação (World Breastfeeding Week) deste ano é “Amamentar. Ninguém pode fazer por você. Todos podem fazer junto com você.” A intenção é conscientizar sobre a importância do apoio à mãe que amamenta e a ampliação da rede de suporte ao aleitamento materno.

Quem fala a respeito do papel da família e da sociedade na promoção da amamentação é a neonatologista da Pro Matre Paulista, Dra. Monica Carceles.

“O estabelecimento da amamentação não é evento fácil,” lembra a médica. “Portanto, é importante que a mãe possa solicitar e ter ajuda nas diversas fases do aleitamento,” complementa.

E isso deve começar logo após o parto, recomenda a neonatologista. “Ainda na maternidade, a mãe precisará de ajuda para saber quando e como colocar o seu bebê para mamar. O início pode ser difícil, pois a mãe e o bebê estarão aprendendo o processo da amamentação.”

O papel da família neste processo é fundamental. “O apoio da família pode ser dado de diversas formas,” diz a especialista. “Por exemplo, permitindo que a mãe descanse durante o dia, ajudando nas tarefas da casa. Ou segurando o bebê para arrotar após as mamadas. E até mesmo orientando que as visitas, na maternidade ou em casa, sejam rápidas e tranquilas,” exemplifica, recordando que “sem apoio, é difícil amamentar.”

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Leite materno e a saúde do bebê

leite materno

O leite materno é o melhor alimento para os bebês, afirma a neonatologista da Pro Matre Paulista, Dra. Monica Carceles, que deu orientações às mães sobre amamentação.

“São raras as situações nas quais o leite materno está contraindicado,” diz a médica, que lembra, “a Organização Mundial da Saúde orienta que os bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno nos primeiros seis meses de vida.”

A amamentação oferece proteção ao recém-nascido, conta Dra. Monica: “as crianças alimentadas com leite materno têm menor chance de contrair, na infância, infecções de ouvido, diarreias, infecções respiratórias, dermatites e alergias. Têm ainda menor risco de Síndrome de Morte Súbita. Alguns trabalhos recentes associam o aleitamento materno a um melhor desenvolvimento neurológico e maior QI (Quociente de Inteligência). É também verificada menor incidência de diabetes do tipo 1 e menor taxa de obesidade.”

O aleitamento materno é essencial para a saúde do recém-nascido porque o colostro, “que é o leite que surge no final da gestação e vai até o 3º ou 5º dia do pós-parto, é rico em proteínas, em sódio, em anticorpos e células de defesa. A quantidade produzida varia entre 2 a 20 ml por mamada. É portanto, uma quantidade pequena quando comparada com o leite maduro. Mas é a quantidade necessária para estes primeiros dias de vida,” explica.

Além disso, “os componentes do leite materno variam conforme a idade da criança, com o horário do dia e até mesmo durante a mesma mamada e estão na quantidade necessária para um perfeito desenvolvimento,” reforça a especialista.

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Espaço Vida: Tecnologia para Humanizar o Parto

Espaço Vida permite aos familiares da gestante uma experiência única. De forma totalmente segura à mãe e ao bebê, mostra o nascimento aos avós, tios, primos… todos que aguardam ansiosos a chegada do mais novo integrante da família.

Como explica o obstetra Dr. Alberto D’Auria, da Pro Matre Paulista, o Espaço Vida “permite o congraçamento da família, reforçando a emoção” já presente no momento.

O médico, testemunha da criação do espaço, ressalta que a “Pro Matre foi pioneira nessa forma de aproximação do parto com a família”, pois “sempre foi uma maternidade preocupada com essa proximidade”.

Mas como funciona o Espaço Vida? Dr. D’Auria explica que existe um recurso com janela plasmática, um visor que fica opaco devido a um processo químico, mas permite a visão da sala de parto, tornando-se transparente, ao receber uma descarga elétrica.

É utilizada em situações com risco muito baixo para a mãe e a criança, sempre com autorização do médico, conforme explica Dr. D’Auria. “A janela abre-se quando se percebe que não há risco, por ordem do obstetra para a enfermeira.”

Não há som, o ambiente é protegido acusticamente, “mas a família se sente praticamente ao lado da gestante,” diz o especialista. “Isso traz tranquilidade para a família, que vê o que acontece. E gera uma explosão de emoção durante o nascimento, com a apresentação do novo integrante.”

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