Outubro Rosa: é possível engravidar depois de ter câncer – mito ou verdade?

Planejar-se antes de um tratamento contra o câncer aumenta as chances de engravidar

 

Verdade. O diagnóstico precoce e o avanço dos tratamentos contra o câncer têm possibilitado que cada vez mais mulheres engravidem, depois de superar essa doença. Como explica Dr. Luis Fernando Leite, ginecologista e obstetra da Pro Matre Paulista, um dos grandes aliados para isso é o planejamento.

Ele comenta que a dificuldade de engravidar após o câncer normalmente está relacionada aos tratamentos contra a doença. Nos casos mais comuns, como câncer de mama ou de tireoide, os processos de quimioterapia, radioterapia e iodoterapia podem reduzir a fertilidade da mulher, comprometendo os planos de uma gravidez posterior.

“Para isso, hoje já é possível realizar o congelamento de óvulos antes de se submeter ao tratamento, aumentando as chances de gravidez”, acrescenta Dr. Leite, explicando que o pré-natal dessas pacientes costuma seguir os mesmos padrões utilizados regularmente.

Mamografia dói demais: mito ou verdade?

Se quando você pensa em mamografia logo se assusta e acha que é um exame doloroso, deixe o mito de lado e pense no grande benefício. A mamografia é o principal exame para detecção do câncer de mama. Quando detectada precocemente, o índice de cura para a doença é de 95%.

Entre 35 e 40 anos, toda mulher deve fazer sua primeira mamografia. A partir dos 40, o indicado é repetir o exame a cada dois anos e, depois dos 50, anualmente. Mulheres com casos de câncer de mama na família têm mais chance de desenvolver a doença. Elas devem seguir esse mesmo cronograma, a menos que a mãe ou parente de primeiro grau tenha tido câncer de mama antes dos 35 anos.

A mamografia é um exame de raios-X, que registra imagens da mama, visualizando microcalcificações. O ideal é que seja complementada com um exame de ultrassonografia, capaz de visualizar nódulos sólidos e císticos. Algumas mulheres têm receio de fazer a mamografia, temendo sentir muita dor. “O exame não é invasivo, apenas baseado na compressão das mamas e, com os aparelhos digitais, tornou-se muito mais rápido, eficiente e totalmente suportável”, comenta Dra. Helena Junqueira, ginecologista da Pro Matre Paulista.

Mulheres devem fazer mamografia a partir dos 40 anos: mito ou verdade?

Verdade. Segundo a ginecologista e obstetra da Pro Matre Paulista, Dra. Maria Elisa Noriler, mulheres acima dos 40 anos devem fazer o exame anualmente ou quando o médico julgar necessário de acordo com a inclusão da paciente no grupo de risco. O procedimento pode ser realizado nas duas mamas, tendo o nome de mamografia bilateral ou em apenas uma, sendo chamada de mamografia unilateral.

Este é um exame que pode causar dor porque comprime as mamas em um aparelho de raios-X apropriado, com baixa radiação, chamado mamógrafo e esta é uma área normalmente sensível. Para aliviar o incômodo, a dica de Dra. Maria Elisa Noriler é realizar o procedimento fora do período pré-menstrual .

No dia da mamografia, vale apostar em alguns cuidados. “Orientamos as pacientes a não utilizar creme, talco ou desodorante na região das mamas e axilas. Aconselha-se também o uso de roupas com duas peças, para que somente a parte superior seja retirada durante o procedimento. E para as que já foram submetidas ao exame outras vezes, o ideal é que levem sempre o último resultado para comparação”, finaliza a especialista.

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Outubro Rosa: gestante não pode fazer mamografia – mito ou verdade?

O ideal, para a mulher mais velha, é planejar a gestação, fazendo a mamografia antes de engravidar

Verdade. A mamografia é o exame indicado para o acompanhamento regular contra o câncer de mama. Por meio de suas imagens, é possível detectar o surgimento de nódulos indicativos do câncer de mama e tratá-los, com grandes chances de cura. No entanto, mulheres grávidas não podem se submeter a mamografias.

“A mamografia é um exame cujas imagens são geradas através de raios-X, algo contraindicado durante a gestação, por prejudicar o feto”, explica Dr. Luis Fernando Leite, ginecologista e obstetra da Pro Matre Paulista. O médico explica que muitas mulheres apresentam essa dúvida, principalmente pela questão da idade.

“Atualmente, tem sido comum que as mulheres decidam-se pela gestação em idades próximas ou até após os 40 anos e, nessa faixa etária, já há indicação para realizar a mamografia uma vez por ano”, acrescenta Dr. Leite. Nos casos de mulheres com ocorrência de câncer de mama entre parentes próximas, essa rotina deve começar antes, aos 35 anos.

O ideal, segundo Dr. Leite, é seguir um planejamento antes de engravidar. “Se tiver indicação de mamografia anual, a mulher deve fazer o exame antes de engravidar, eliminando esse tema durante a gestação”, afirma. Caso a mulher note o surgimento de algum nódulo durante a gestação, o médico irá indicar a realização de uma ultrassonografia e, se for preciso, de uma biópsia”, conclui.

Outubro Rosa: dói muito fazer mamografia – mito ou verdade?

Outubro Rosa: mês de conscientização sobre a importância do diagnóstico precoce

Mito. Se quando você pensa em mamografia logo se assusta e acha que é um exame doloroso, deixe o mito de lado e pense no grande benefício. A mamografia é o principal exame para detecção do câncer de mama. Quando detectada precocemente, o índice de cura para a doença é de 95%.

Entre 35 e 40 anos, toda mulher deve fazer sua primeira mamografia. A partir dos 40, o indicado é repetir o exame a cada dois anos e, depois dos 50, anualmente. Mulheres com casos de câncer de mama na família têm mais chance de desenvolver a doença. Elas devem seguir esse mesmo cronograma, a menos que a mãe ou parente de primeiro grau tenha tido câncer de mama antes dos 35 anos.

A mamografia é um exame de raios-X, que registra imagens da mama, visualizando microcalcificações. O ideal é que seja complementada com um exame de ultrassonografia, capaz de visualizar nódulos sólidos e císticos. Algumas mulheres têm receio de fazer a mamografia, temendo sentir muita dor. O exame não é invasivo, apenas baseado na compressão das mamas e, com os aparelhos digitais, tornou-se muito mais rápido, eficiente e totalmente suportável.

Outubro Rosa: a importância da mamografia

A origem do Outubro Rosa é um movimento norte-americano de conscientização

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente, a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários Estados tinham ações isoladas referente ao câncer de mama ou mamografia no mês de outubro, posteriormente com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A história do Outubro Rosa remonta à última década do século 20, quando o laço cor-de-rosa foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990 e, desde então, promovida anualmente na cidade (www.komen.org).

Se quando você pensa em mamografia logo se assusta e acha que é um exame doloroso, deixe o mito de lado e pense no grande benefício. A mamografia é o principal exame para detecção do câncer de mama. Quando detectada precocemente, o índice de cura para a doença é de 95%.

Entre 35 e 40 anos, toda mulher deve fazer sua primeira mamografia. A partir dos 40, o indicado é repetir o exame a cada dois anos e, depois dos 50, anualmente. Mulheres com casos de câncer de mama na família têm mais chance de desenvolver a doença. Elas devem seguir esse mesmo cronograma, a menos que a mãe ou parente de primeiro grau tenha tido câncer de mama antes dos 35 anos.

A mamografia é um exame de raios-X, que registra imagens da mama, visualizando microcalcificações. O ideal é que seja complementada com um exame de ultrassonografia, capaz de visualizar nódulos sólidos e císticos. Algumas mulheres têm receio de fazer a mamografia, temendo sentir muita dor. O exame não é invasivo, apenas baseado na compressão das mamas e, com os aparelhos digitais, tornou-se muito mais rápido, eficiente e totalmente suportável.

Mamografia: uma aliada poderosa contra o câncer de mama

Dia 5 de Fevereiro é o Dia Nacional da Mamografia, uma das mais poderosas armas na luta contra o câncer de mama.

Se quando você pensa em mamografia logo se assusta e acha que é um exame doloroso, deixe o mito de lado e pense no grande benefício!

A mamografia é o principal exame para detecção do câncer de mama, já que quando detectada precocemente, o índice de cura para a doença é de 95%.

Toda mulher deve fazer sua primeira mamografia entre 35 e 40 anos,. A partir dos 40, o indicado é repetir o exame a cada dois anos e, depois dos 50, anualmente. Mulheres com casos de câncer de mama na família têm mais chance de desenvolver a doença. Elas devem seguir esse mesmo cronograma, a menos que a mãe ou parente de primeiro grau tenha tido câncer de mama antes dos 35 anos.

Mas o que é a Mamografia?

A mamografia é um exame de raios-X, que registra imagens da mama, visualizando microcalcificações. O ideal é que seja complementada com um exame de ultrassonografia, capaz de visualizar nódulos sólidos e císticos. Algumas mulheres têm receio de fazer a mamografia, temendo sentir muita dor. “O exame não é invasivo, apenas baseado na compressão das mamas e, com os aparelhos digitais, tornou-se muito mais rápido, eficiente e totalmente suportável”  comenta Dra. Helena Junqueira, mastologista.

 

Mamografia: mitos e verdades

Toda mulher deve fazer periodicamente a mamografia para detectar possíveis nódulos e tumores nas mamas. Esse exame de rotina é entendido de maneira errada por algumas pessoas, que acabam ficando apavoradas. Por isso, esclarecemos as principais dúvidas:

A mamografia é o principal exame para detectar o câncer de mama?

Sim. A partir dos 35 anos, toda mulher deve realizar, pelo menos, uma vez por ano a mamografia. É muito importante encontrar tumores malignos precocemente, pois o índice de cura para a doença é de 95%, quando detectada no início.

Mulheres com casos de câncer de mama na família têm mais chance de desenvolver a doença?

Sim. Essa mulher também deve seguir a mesma rotina de exames. Se o câncer do parente tiver surgido antes dos 35 anos, ela deve diminuir o período de intervalo entre as mamografias. Para isso, é importante sempre consultar um médico.

A ultrassonografia é melhor do que mamografia?

Isso é um mito. Os dois exames são complementares. Por ser um exame de raios-X, que  possibilita a visualização de microcalcificações na mama, a mamografia deve ser complementada com uma ultrassonografia, que é  capaz de visualizar nódulos sólidos e císticos.

Mamografia dói muito?

Isso também não é verdade. Embora cause um desconforto, pois as mamas são comprimidas, essa dor é um mal necessário. Atualmente,  com os aparelhos digitais, o exame é muito mais rápido e eficiente.

Além do diagnóstico precoce, a mulher pode tomar outras medidas que previnem contra o câncer de mama?

Para preveni-lo, é preciso adotar hábitos saudáveis na rotina e na alimentação. Não fumar, evitar bebidas alcoólicas e ter uma alimentação equilibrada são algumas práticas fundamentais para se proteger contra a doença.

 

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