Como calcular o período fértil

como calcular o período fértil

Em vez de depender de aplicativos que usam seu plano de dados e a memória de seu celular, que tal confiar na boa e velha tabelinha para saber quando você está no seu período fértil?

Para aprender a calculá-la, confira as orientações dadas pelo Dr. Alberto D’Auria, obstetra da Pro Matre Paulista, ao site Coração e Vida.

“A fórmula mais prática e fácil para calcular o período fértil é contar 14 dias antes da data da menstruação,” explica.

Por exemplo, se a mulher tem um ciclo de 28 dias, seu período fértil ocorrerá por volta do 14º dia. Se ela não tiver problemas de saúde, as chances de engravidar neste período aumentam 15%.

O médico lembra que outros fatores também influenciam na hora de tentar ter filhos. “Homens hipertensos e que tomam anti-hipertensivos, por exemplo, e homens estressados ou tabagistas ou que tomaram medicamento para calvície podem ter muita dificuldade para engravidar uma mulher,” afirma Dr. D’Auria.

Para saber mais sobre o tema, clique aqui e leia a reportagem completa da Coração e Vida.

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Inverno e Gravidez: Como evitar doenças causadas pelas baixas temperaturas

inverno e gravidez

Com a queda na temperatura, ocorre a contração dos vasos sanguíneos para conservação do calor no corpo. Isso pode levar a um aumento da pressão arterial, o que causa riscos às gestantes.

Quem explica é a Dra. Priscila Cury, obstetra da Pro Matre Paulista. “A consequência disso para as gestantes é o aumento da probabilidade de pré-eclâmpsia, doença que eleva a pressão durante a gestação e pode trazer danos graves à mãe e ao bebê.”

Para evitar doenças hipertensivas, ela recomenda: “o mais importante é fazer um bom pré-natal para garantir que a mãe e o bebê estejam bem, sempre beber bastante água e praticar atividade física moderada.”

E com o inverno também aumentam as doenças respiratórias. As recomendações da obstetra para a grávida se proteger são as seguintes: “lavar tudo que está guardado, casacos, cobertores e edredons, para eliminar os ácaros. Além disso, a grávida deve evitar grandes aglomerações, pois favorecem a transmissão do vírus da gripe, por exemplo.”

Lavar sempre as mãos e manter ambientes limpos, arejados e úmidos também é importante. Além disso, Dra. Priscila tem outras recomendações: “as gestantes também devem aumentar a ingestão de líquidos, manter-se agasalhadas, evitar variações bruscas de temperatura e aumentar o consumo de vitamina C, principalmente por meio do consumo de frutas como acerola, laranja e limão.”

Anestesia no Parto: Respostas para Dúvidas Comuns

O momento mais aguardado, o do nascimento do bebê, também deixa a mulher ansiosa por causa das dores. Para confortá-las nesse momento, existem alguns tipos de anestesia que diminuem a sensibilidade e a mobilidade dolorosa.

Algumas dúvidas sobre o assunto são comuns entre as futuras mamães, por isso, o site Bebê.com entrevistou o Dr. Alberto Vasconcellos, anestesiologista da Pro Matre Paulista.

Ele explica, por exemplo, que existe diferença entre a anestesia para a cesárea e a analgesia aplicada para o parto normal. “Quando fazemos anestesia para cesárea, precisamos do alívio total da dor e do relaxamento da musculatura da região abdominal para facilitar o acesso do obstetra. Agora, quando fazemos uma analgesia, a paciente vai continuar sentindo as contrações uterinas, mas sem ter dor – o que pode, inclusive, facilitar a condução do trabalho de parto.”

O especialista esclareceu também que não existe dilatação mínima para aplicação da analgesia. “O fator predominante é a mãe: ela que determina se está com dor ou não”. A indicação do obstetra também é importante, se ele achar que a analgesia pode facilitar o relaxamento da pelve.

E o bebê? Sente os efeitos da anestesia ou analgesia? Não, afirma Dr. Alberto. “Quando fazemos a anestesia peridural ou combinada – raqui e peridural – o anestésico é injetado na mãe. Se passar um pouco (para a criança) não tem nenhum efeito importante. Na anestesia geral já é diferente, mas geralmente as crianças nascem bem.”

Para partos normais, a analgesia mais comum é a associação da raqui com a peridural, conta o anestesiologista. “Na cesárea nós fazemos mais raqui, que tem um efeito mais rápido e tecnicamente é mais fácil,” explica. Raqui e peridural são aplicadas na região dorsal, entre as vértebras.

A analgesia não bloqueia a vontade de fazer força, o que dificultaria o trabalho de parto, conta Alberto. “A grávida vai sentir o útero contrair, mas sem ter dor e esse é o objetivo.”

E reações adversas? “Cerca de 70 a 80% das medicações que utilizamos no parto dão coceira no abdômen, braços, mamas e rosto,” diz o especialista, que tranquiliza: “se estiver causando muito incômodo, conseguimos reverter a situação”. Tremores podem ocorrer, mas por fatores como ansiedade, stress e a temperatura da sala. Náuseas, por outro lado, são menos comuns, pois existe o cuidado de pedir que a paciente fique em jejum.

Após o parto, quanto tempo demora para passar o efeito da anestesia? “Para a cesárea acaba durando cerca de duas horas e meia, três horas. A analgesia para parto normal também dura mais ou menos esse tempo,” afirma o anestesiologista.

A anestesia geral, com anestésico injetado na corrente sanguínea, faz com que a mulher perca a consciência, sendo entubada e a medicação passa para o bebê pela placenta. Nesse caso, a cesárea deve ser feita com rapidez. Ela só é feita “quando a paciente tem uma patologia importante, como problemas cardíacos ou de coagulação”, recomenda Alberto que lembra, “temos que estudar cada caso separadamente e conversar com o médico que a acompanha.”

Para saber mais informações sobre o tema, clique aqui e leia a reportagem completa do Bebê.com.br.

Dia da Imunização: Conheça os serviços que a Pro Matre disponibiliza para proteger sua saúde

Dia 09 de junho é o Dia Nacional da Imunização, data criada para lembrar a todos nós da importância da vacinação. Com ela protegemos não apenas nosso corpo, mas também o de nossa família, amigos, colegas… pessoas que podem estar expostas a doenças transmissíveis pelo ar, por exemplo.

Graças às campanhas de vacinação nacionais, o Brasil conseguiu erradicar doenças como a varíola e a poliomielite.

A Pro Matre Paulista dá a devida importância à vacinação disponibilizando um Centro de Imunização para proteger toda a família, com tecnologia e infraestrutura necessárias para o armazenamento e conservação dos materiais, além do atendimento especializado feito por infectologistas, pediatras, enfermeiras e técnicos de enfermagem.

Além disso, contamos com um Serviço de Imunização em Situações Especiais, sob a supervisão da Dra. Lily Yin Weckx (Professora Associada da Disciplina de Infectologia Pediátrica do Departamento de Pediatria da Unifesp), para pacientes oncológicos, transplantados, reumatológicos e que fazem uso de medicamentos imunossupressores.

Para sua total segurança, nenhum paciente recebe vacina antes de ser avaliado por um médico e verificado os possíveis efeitos colaterais e adversos.

As duas unidades do Centro de Imunização Pro Matre Paulista localizam-se nos bairros do Paraíso (Rua Cincinato Braga, 37, 2º andar – Telefones: (11) 3284-8824 e (11) 3287-5000) e Ibirapuera (Av. República do Líbano, 900 – Telefones: (11) 3887-6950 e (11) 3052-5031).

Clique aqui, confira mais informações e a lista de vacinas disponíveis.

Baby Blues e Depressão Pós-Parto: Conheça as diferenças

Você sabe o que é Baby Blues? E Depressão Pós-Parto? Apesar de gerar confusão às vezes, tratam-se de duas condições diferentes.

O Baby Blues é uma melancolia pós-parto que surge e some sem maiores complicações, no primeiro mês depois do nascimento durando entre duas semanas e 30 dias, conforme explica a psicóloga da Pro Matre Paulista, Mariana Bonsaver: “além das alterações hormonais, ele também está relacionado com questões emocionais como, por exemplo, se a gestação foi muito idealizada, se a mãe está com medo de dar conta da situação, se o bebê chora bastante.”

Já a Depressão Pós-Parto difere-se do Baby Blues pela intensidade dos sintomas, não pelo tempo de duração. Dificuldade para dormir e comer, choro muito frequente, falta de interesse no bebê e em atividades que a mulher tinha prazer em fazer. Como conta a especialista, o impacto é forte ao ponto de criar uma confusão de sentimentos. “Ao mesmo tempo em que ela está feliz, que tem um vínculo com o bebê, sente ansiedade, tristeza e vontade de chorar sem motivo.”

Alguns fatores podem aumentar as chances da mulher enfrentar essas condições: se ela já enfrentou transtornos psiquiátricos ao longo da vida ou algum problema emocional durante a gravidez, é importante que isso seja comunicado ao obstetra para buscar acompanhamento adequado antes do parto. “O que temos que ficar de olho é se a mãe teve alguma dificuldade mais acentuada durante a gestação, como a falta do apoio da família em alguns momentos complicados,” exemplifica a psicóloga.

Dicas importantes para lidar com a situação

“No baby blues, geralmente orientamos os pais a buscarem um psiquiatra para que tenha uma avaliação inicial, mas não necessariamente a mulher precisará desse acompanhamento”, diz Mariana.

Cada caso é um caso e deve ser avaliado especificamente por um especialista. Em caso de depressão, remédios que passam menos substâncias para o leite materno podem ser prescritos.

E o apoio é fundamental. Toda gestante precisa contar com uma rede de pessoas que a entendam e a situação pela qual passa. “É importante não julgar. Não falar coisas do tipo: ‘isto é besteira’, ‘por que você está assim? Você tem que estar feliz’ porque é algo que a mulher não controla. Evitar também cobranças, julgamentos, comparações com outras pessoas e situações”, reforça a especialista.

Por fim, tenha paciência com você. Cobranças internas não ajudam. “A mãe tem uma tendência a se julgar: ‘por que eu estou assim? acabei de ter um bebê, tenho que amamentar e ser uma ótima mãe’. Eu acho importante elas não exigirem tanto até mesmo porque ninguém fala a respeito desses sentimentos negativos que podem aparecer com a maternidade. Elas têm que dar tempo para elas mesmas para que possam se organizar, se conhecer nesse novo papel e, até mesmo se têm outros filhos, acertar a rotina em casa”, orienta Mariana.

Saiba mais sobre o assunto. Clique aqui e leia a matéria completa do site Bebê.com.br.

Gripes e Resfriados – Quais os riscos para Gestantes?

Com o clima do outono e inverno aumenta a exposição das gestantes a vírus causadores de gripes e resfriados. Por isso, nossa infectologista, Dra. Rosana Richtmann responde a algumas dúvidas frequentes sobre o tema.

“As gestantes possuem um maior risco de apresentar quadro mais grave relacionado ao vírus influenza, vírus da gripe. A gripe, diferente do resfriado comum, costuma começar com febre de início abrupto, elevada, acompanhada de dor no corpo e dor de cabeça”, explica. “Nas gestantes, pode levar a um comprometimento respiratório, sendo por vezes necessária internação hospitalar. A gestante com infecção pelo vírus influenza ainda pode apresentar trabalho de parto antes do previsto e consequente parto prematuro,” alerta a médica.

Para o tratamento, Dra. Rosana recomenda: “o vírus influenza deverá ser diagnosticado e felizmente temos um antiviral específico e eficaz contra este vírus. O importante é fazer o diagnóstico precoce, pois a eficácia do tratamento é maior se iniciado em até 48 horas do início do quadro clínico.”

E a vacina contra a gripe, a gestante pode tomar? “A gestante pode e deve receber a vacina contra a gripe, em qualquer fase da gestação, com dupla finalidade: proteção própria contra quadros graves; proteção do futuro bebê, por passagem transplacentária de anticorpos para o feto, e assim, protegendo-o nos seus primeiros meses de vida,” diz a especialista, que adverte: “vale lembrar que os bebês só podem receber a vacina contra gripe, a partir de seis meses de vida. Assim, você gestante, seja consciente e vacine-se contra a gripe!”

VSR: Saiba mais sobre o Vírus Sincicial Respiratório

Provavelmente, você já deve ter ouvido falar dessa sigla. Mas o que é o VSR e quais são os seus sintomas? Buscamos respostas com a Dra. Rosana Richtmann, infectologista da Pro Matre Paulista.

“VSR é a sigla do Vírus Sincicial Respiratório, que é um vírus muito frequente nos bebês e crianças pequenas, especialmente nas crianças com menos de 2 anos de idade, e que pode causar infecção do trato respiratório inferior (que inclui traqueia, pulmões e brônquios), levando a pneumonia e bronquiolite,” explica a especialista, que complementa: “a infecção pelo VSR pode levar a falta de ar e chiado, por vezes necessitando de internação hospitalar.”

O vírus é comum, lembra a médica. “Estima-se que praticamente todas as crianças serão infectadas por este vírus até atingir os 3 anos de idade,” conta, lembrando que existem crianças que necessitam de cuidados maiores. “Os prematuros, crianças com doença cardíaca e portadores de doença pulmonar crônica apresentam maior risco de desenvolver quadro mais grave relacionado ao VSR.”

E como uma criança pode contrair o vírus? “Este vírus é transmitido por gotículas respiratórias e secreções de uma pessoa infectada, e a contaminação se dá ao espirrar, tossir ou falar muito perto. O VSR pode sobreviver em superfícies por algumas horas, daí a importância de higiene das mãos e do ambiente,” explica a Dra. Rosana que adverte, “a circulação do VSR é maior durante os meses de março a julho, especialmente nas regiões sul e sudeste do país.”

“Não existe tratamento específico para este vírus, assim, o fundamental é a prevenção,” alerta a infectologista. “Algumas recomendações são importantes: evite aglomerações de pessoas, evite que seu filho tenha contato com fumaça de cigarro, ou que tenha contato com pessoas resfriadas ou com ‘gripe’. O aleitamento materno é fundamental para proteger os bebês.”

O que vestir no inverno? Roupas para o conforto da gestante e do bebê

O friozinho que começa a aumentar no outono faz com que todos nós busquemos as peças mais pesadas no guarda-roupa. Mas e as gestantes, será que as sobreposições de roupas são adequadas para a mulher e seu bebê?

Quem orienta a respeito desse assunto, que vai além da moda, é a Dra. Priscila Cury, ginecologista da Pro Matre Paulista.

“O guarda-roupa da gestante, para esse inverno, pode ser fashion, descolado, clássico, bem quentinho… mas sobretudo, confortável,” diz Priscila.

Seguindo essa orientação por roupas confortáveis, a médica recomenda um visual básico: “leggins, batas, calças jeans/sarja para gestante, camisa branca, colete, vestidos larguinhos com meia calça ajudam a montar o look para toda a estação.”

Para ficar mais quentinha, protegida e com estilo, “lenços, cachecóis, golas e pashiminas dão um toque final à produção,” recomenda a ginecologista.

A médica também indica as vestimentas mais apropriadas para os cuidados com a criança no ventre da mãe: “para garantir o conforto do bebê com tantas roupas, as meias calças, assim como as calças com barrigueiras, são excelentes para esse período.”

Por fim, para não passar frio e manter o conforto e a elegância, Dra. Priscila sugere casacos e trench coats.

Pro Matre disponibiliza novo serviço para pacientes em situações especiais em seu Centro de Imunização

Pessoas com situações clínicas especiais, que exigem mais cuidados, como pacientes oncológicos, transplantados, reumatológicos e que fazem uso de medicamentos imunossupressores, agora dispõem de atendimento especial no Centro de Imunização Pro Matre. O novo serviço é dedicado especificamente a situações que necessitam de uma orientação e atendimento diferenciados para imunização.

É o que explica o Dr. Francisco Giannattasio, médico do Centro de Imunização: “Hoje temos muitos pacientes com condições clínicas bem específicas e eles necessitam de uma orientação e imunização diferenciadas. Eles são mais suscetíveis a doenças, por isso, é importante tirar suas dúvidas, checar quais vacinas podem receber ou não, qual o melhor momento para vacinação e analisar todos os detalhes do seu caso. O atendimento para este tipo de paciente precisa ser feito com outro olhar.”

O conceito inovador do Centro de Imunização, com seu atendimento personalizado, observando as necessidades de cada paciente e atuando para orientá-lo, é coordenado pela Dra. Lily Yin Weckx, referência na área de imunizações.

Saiba mais sobre o serviço, disponível às quintas-feiras, no período da tarde, mediante agendamento prévio, pelos telefones (11) 3287-5000 e (11) 3284-8824 ou pelo site www.vacinapromatre.com.br .

Síndrome de Down: Informação é fundamental

Uma alteração genética é o que caracteriza a Síndrome de Down, que exige cuidados com a saúde, mas permite que seus portadores tenham vidas ativas, graças à informação e orientação corretas aos pais.

Desde o pré-natal, assim que a síndrome for detectada, é importante que os pais recebam a assistência de especialistas, que esclarecerão dúvidas e acabarão com mitos envolvendo o Down, tranquilizando-os para que o desenvolvimento da criança, desde a gestação, ocorra da melhor forma.

Após o nascimento, existem entidades que podem auxiliar no tratamento. Em São Paulo, pais podem procurar orientação na APAE (r. Loefgreen, 2109, V. Clementino; av. Horácio Lafer, 540, Itaim Bibi); ou na ABRACE – Associação Brasileira Para Adolescente e a Criança Especial (r. Princesa Isabel, 548, Brooklin).