A importância da presença da família na UTI Neonatal

A presença dos pais na UTI Neonatal é importante para que eles se sintam seguros quanto à saúde dos bebês neste período delicado. Por isso, cada vez mais é permitida a participação de familiares em práticas ou atividades na UTI Neo.

Para mostrar como isso funciona, a equipe do jornal O Estado de S.Paulo visitou a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal da Pro Matre Paulista.

Em períodos sem ondas de viroses, é permitido que os avós dos bebês visitem os recém-nascidos, como contou ao jornal Sheila Berton, mãe dos trigêmeos Vinicius, Barbara e Melissa. “São os primeiros netos. Todo dia de visita é sagrado. Meu pai (avô das crianças) até me cobra”.

Quem também tem um papel mais presente dentro da UTI Neo da Pro Matre são os pais, estimulando o vínculo paterno. “Temos um número grande de bebês de gestações gemelares e os pais se revezam. Cada vez é mais frequente”, relata a Dra. Edineia Lima, neonatologista e chefe da nossa UTI Neo.

Quer saber mais sobre o assunto? Clique aqui e leia a matéria completa no site do Estadão.

Pais podem ter depressão pós-parto?

A Depressão Pós-Parto é uma condição exclusivamente materna ou pais podem sofrer dela?

A psicóloga Mariana Bonsaver, da Pro Matre Paulista, esclarece a respeito do tema.

De acordo com ela, os homens também estão expostos aos mesmos fatores que podem desencadear a condição nas mães.

“As mudanças provenientes de ter um bebê podem gerar sentimentos tais como ansiedade, insegurança e tristeza”, explica.

“De acordo com a intensidade e duração desses sentimentos”, diz Mariana, “pode-se falar num quadro de depressão pós-parto e que atinge não só as mulheres, mas também os homens”.

Pais de primeira viagem são mais suscetíveis. “Os novos pais também sentem-se pressionados e inseguros, pois têm que dar conta do bebê, da companheira e de questões de trabalho”.

Alguns outros fatores também podem influenciar no surgimento do quadro, conta. “Falta de apoio, dificuldades emocionais prévias. histórico de doença psiquiátrica e presença da Depressão Pós-Parto na companheira”.

“Além disso”, lembra a especialista, “os cuidados durante esse período são voltados ao recém-nascido e à mãe, sendo o pai deixado de lado em suas necessidades e em seus sentimentos”.

O relacionamento entre o casal pode ficar em segundo plano com a chegada da criança. “A nova mãe também está com sua atenção voltada ao bebê, o que pode causar um distanciamento em relação ao homem”.

“Outra questão a ser pensada é o fato de que, socialmente e culturalmente, o homem não tem espaço para sofrer, ou seja, expor sentimentos e fragilidades”, ressalta a psicóloga. “Infelizmente ainda é algo considerado como tabu para os homens”.

“Portanto”, alerta, “é importante dar atenção a esse pai em suas possíveis dificuldades.”

Os principais sintomas de Depressão Pós-Parto, enumera a especialista, são:

  • Tristeza

  • Excesso ou falta de sono

  • Excesso ou falta de apetite

  • Medo e insegurança

  • Dificuldade em se vincular com o bebê

  • Cansaço

  • Falta de interesse e de prazer por atividades

“O que determina o diagnóstico é a intensidade e a duração desses sintomas, ou seja, se alguns dos sintomas listados estiverem presentes e com duração maior do que um mês após o nascimento do bebê”, informa Mariana.

“Diante de qualquer alteração emocional ou de comportamento”, recomenda, “é fundamental buscar ajuda médica e psicológica para, assim, melhorar a qualidade de vida, a relação com o bebê e a relação do casal”.

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (2 votes, average: 5,00 out of 5)

Como segurar o bebê? Qual é a melhor posição?

É normal os pais, mesmo aqueles que já tiveram outros filhos, se atrapalharem ao carregar o bebê, na tentativa de confortá-lo na hora do choro.

“O choro é a forma que o bebê tem de se comunicar com o meio externo, ficar atento a todas essas manifestações e reações dele, além de dar aconchego, é o que o pai pode fazer”, diz Rosmaria Pirollo, Gerente de Enfermagem da Pro Matre Paulista.

Ao segurar a criança, é importante posicioná-la de forma que ela esteja sempre confortável. A coordenadora de enfermagem da Pro Matre, Daniela Bonfá Garcia, deu mais orientações, em reportagem do site da revista GQ.

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Essa é uma posição de aconchego e que pode controlar uma possível cólica, por exemplo. O abdômen dele é um pouco comprimido e o calor do pai vai aquecê-lo. Ela deixa o bebê mais contido e seguro. O certo é colocar as mãos nas costas e na cervical.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Sentar com um travesseiro no colo e colocar o bebê com a barriga para baixo é uma posição de conforto para ele descansar ou dormir.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Para um possível engasgo, o pai pode colocar o bebê para baixo, apoiado no braço, inclinar um pouco as pernas e ter certeza que a boca dele fique aberta.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Se o incômodo do bebê for cólica, o pai pode fazer uma flexão da coxa no abdome para que ele consiga eliminar os gases. Além disso, o pai pode fazer movimentos circulares na região abdominal também.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Se o pai quiser colocar o filho no berço, é importante deixar o cobertor de uma forma que o bebê se sinta abraçado e acolhido. Outra posição é deitar o bebê de barriga para cima com a cabeça virada para o lado, que é para evitar engasgo e diminuir o risco de morte súbita.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Apoiar o bebê no braço e virado para cima. Nessa posição é importante manter o contato visual e falar com ele para que se sinta confortável e seguro.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Outra posição de conforto é com o pai sentado e segurando o bebê com os dois braços nas suas costas e cervical. A interação também é importante nessa posição para que o filho se sinta em um ambiente acolhedor e que tem semelhanças às sensações experimentadas dentro do útero materno. Se os pais costumavam colocar música para ele ouvir antes do nascimento, é bom que ele escute depois do parto também, por exemplo.”

Quer saber mais sobre o assunto? Leia a reportagem completa no site da GQ.

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (1 votes, average: 5,00 out of 5)

O que é importante na hora da escolha da maternidade?

É sem dúvida uma das principais decisões que a gestante precisa fazer durante a gravidez. A escolha da maternidade envolve muitas questões, objetivas e subjetivas, que farão com que a gestante sinta-se mais segura e protegida na hora do parto.

Dr. Alberto D’Auria, obstetra da Pro Matre Paulista, conversou com a gente sobre o que se passa na cabeça da futura mãe durante esse momento e o que deve ser observado e avaliado durante a busca.

“Quando uma mulher engravida”, diz o médico, “logo em seguida recebe uma quantidade de hormônios que são produzidos na gravidez com o objetivo de proteger a gestação. Ocorre que esse hormônio, ao circular pelo corpo da gestante, faz com que ela imediatamente comece a se preocupar em fazer o ninho para dar à luz”, explica.

Segundo Dr. D’Auria, aí surge uma preocupação instintiva, onde a mãe procura um local que traga a ela o conforto e a sensação de segurança que ela busca.

“Portanto, a maternidade deve ter cores claras, agradáveis e relaxantes, ter segurança ostensiva, além de segurança tecnológica e atendimento médico e de enfermagem que possam dar tranquilidade para a mãe”, exemplifica o obstetra.

Além disso, lembra o especialista, o acesso ao local tem que ser fácil e rápido. A internação e o pronto atendimento têm que possuir uma equipe acolhedora e ágil.

“Uma recepção calorosa no estacionamento da maternidade já inicia um laço carinhoso entre a gestante e a instituição”, ressalta Dr. D’Auria. “Cada detalhe é pensado e implantado de forma a atender e superar tudo o que essa gestante espera para o momento máximo de sua existência”.

A localização – próxima à Avenida Paulista – e sua infraestrutura, com 80 anos de tradição, UTI Neonatal referência, foco em casos de alto complexidade e a acreditação JCI, a principal certificação internacional em segurança e qualidade em assistência à saúde, fazem com que a Pro Matre Paulista preencha todos estes pré-requisitos.

Pais e Gravidez: Empatia e Inexperiência

pais e gravidez

Há homens que se fazem presentes e parceiros, mas, por falta de experiência, não sabem ao certo como lidar com a gravidez da companheira. E há também aqueles que se envolvem tanto que, por vezes, relatam sentir os sintomas da gravidez.

Para falar sobre a relação dos homens com a gestação e a paternidade, conversamos com o Dr. Alberto D’Auria, obstetra da Pro Matre Paulista.

“Quando um casal tem uma sintonia de convívio e de ideias, com o passar do tempo um consegue saber o que o outro está pensando ou sentindo”, diz o médico. “Quem tem essa experiência sabe que não é preciso falar para que o outro entenda o que quer”, complementa.

Isso explicaria o porquê de alguns homens também sentirem a gestação, comenta o obstetra: “pensando dessa forma, quando o elo de ligação entre o marido e a gestante é muito forte, o homem sente os sintomas da gravidez de forma clara e passa a ter modificações comportamentais e físicas semelhantes às da parceira”.

“Muitos ganham peso, têm náuseas e outros sintomas do período gestacional. Essa síndrome, chamada couvade, é muito frequente, porém recebe menos atenção, muitas vezes do obstetra e da família”, esclarece Dr. D’Auria.

O assunto é polêmico, afirma, mas já é reconhecido pela classe médica e suas causas são discutidas no terreno da psicanálise, da psicossomática, explica o obstetra.

“Na minha experiência, são mais suscetíveis à essa síndrome homens que desejam chamar a atenção durante o período gestacional por se sentirem abandonados”, avalia. “Homens filhos de famílias pequenas ou até mesmo filhos únicos têm mais chance de se comportarem assim”, diz.

E quanto ao papel do pai dentro deste novo contexto em sua vida? Homens mais presentes no ambiente familiar se tornaram referência na sociedade, como é o caso do ator Rodrigo Hilbert. Mas, por inexperiência, alguns futuros pais não dimensionam sua importância no processo, ficando dessa forma menos atuantes.

Existem dicas para que homens e mulheres que estão esperando um bebê se ajudem mutuamente durante a gestação?

Para o Dr. D’Auria, “não é fácil atravessar esse rito de passagem. Perder a mulher para ganhar a mãe do seu filho. E há as mudanças no contexto familiar, onde o homem perdeu seu reinado e suas prioridades”.

Ele avalia que, com a mudança no modelo, o comando familiar “agora ganha uma gestão participativa, tanto no direcionamento quanto no sustento dessa família.”

Por conta da mudança comportamental, analisa o médico, os homens passaram a “liberar o instinto de proteção da espécie – cuidando da cria – e não mais o instinto somente de preservação da espécie, se contentando somente em fornecer bons espermatozoides. Um modelo muito antigo”.

Espaço Vida: Tecnologia para Humanizar o Parto

Espaço Vida permite aos familiares da gestante uma experiência única. De forma totalmente segura à mãe e ao bebê, mostra o nascimento aos avós, tios, primos… todos que aguardam ansiosos a chegada do mais novo integrante da família.

Como explica o obstetra Dr. Alberto D’Auria, da Pro Matre Paulista, o Espaço Vida “permite o congraçamento da família, reforçando a emoção” já presente no momento.

O médico, testemunha da criação do espaço, ressalta que a “Pro Matre foi pioneira nessa forma de aproximação do parto com a família”, pois “sempre foi uma maternidade preocupada com essa proximidade”.

Mas como funciona o Espaço Vida? Dr. D’Auria explica que existe um recurso com janela plasmática, um visor que fica opaco devido a um processo químico, mas permite a visão da sala de parto, tornando-se transparente, ao receber uma descarga elétrica.

É utilizada em situações com risco muito baixo para a mãe e a criança, sempre com autorização do médico, conforme explica Dr. D’Auria. “A janela abre-se quando se percebe que não há risco, por ordem do obstetra para a enfermeira.”

Não há som, o ambiente é protegido acusticamente, “mas a família se sente praticamente ao lado da gestante,” diz o especialista. “Isso traz tranquilidade para a família, que vê o que acontece. E gera uma explosão de emoção durante o nascimento, com a apresentação do novo integrante.”

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (1 votes, average: 5,00 out of 5)

Dúvidas comuns sobre recém-nascidos

O bebê nasceu. Passada a alegria do momento mais que especial, é normal que surjam dúvidas e inseguranças na cabeça dos pais. Nesta hora é importante o apoio de pessoas que já passaram pela experiência e médicos.

Quem ajuda a responder a algumas questões comuns que surgem após o parto é o Dr. André Dutra, pediatra da Pro Matre Paulista.

Por exemplo, até quantos dias o bebê é considerado recém-nascido? O especialista esclarece: “o bebê é considerado recém-nascido até completar 28 dias de vida.”

E quando devo levar a criança pela primeira vez ao pediatra? “A ida ao pediatra deve ser programada para entre 48 e 72 horas após a alta hospitalar, ou entre 5 a 7 dias de vida,” orienta.

Outra dúvida comum é a respeito do batimento cardíaco e respiração acelerados dos bebês. Isso é normal? Dr. André tranquiliza: “sim, a frequência cardíaca do bebê e da criança é maior que a frequência cardíaca do adulto. Quanto menor a criança, mais rápido irá bater o coração. O mesmo raciocínio se aplica à respiração. Enquanto recém-nascido, a respiração pode apresentar um padrão periódico, ou seja, pode alternar entre momentos rápidos e superficiais, com pausas e respirações mais profundas.”

Muitos pais se preocupam também com a “moleira”. Quanto tempo demora para ela fechar? “A moleira existe para permitir o crescimento cerebral que se encontra bastante acelerado nos primeiros anos de vida, em especial, no primeiro ano. A moleira, ou fontanelas, fica menos visível e palpável com o tempo, mas geralmente aos 18 meses não é mais possível identificá-la,” explica o pediatra.

A papinha do bebê: cuidados na hora do preparo

Preparar a papinha do bebê é um momento de muito cuidado, pois a alimentação adequada é essencial para que seu bebê cresça saudável. Dúvida recorrente entre as mamães, a preparação da papinha requer muita atenção, por isso esclarecemos algumas questões com a nossa nutricionista, Luciana da Costa.

A temperatura ideal

Na hora de testar a temperatura, o ideal é que seja utilizado o antebraço como referência, pois é uma região do corpo sensível ao calor, verificando assim se a papinha está na temperatura adequada. “A papinha do bebê não deve ser ofertada muito quente, pois a pele e as mucosas do bebê são bem sensíveis”, explica a nutricionista.

Cuidado com o excesso de açúcar e tempero

Se o bebê não está comendo, adoçar a comida também não é uma boa ideia, o que torna importante investir nas frutas na hora de preparar a papinha. “O consumo de açúcar não é recomendado até os dois anos de idade. As frutas e leite já possuem açúcar naturalmente em sua composição, por isso não há necessidade de adoçar as bebidas e frutas do bebê. A mistura de duas ou mais frutas pode realçar o sabor adocicado das frutas”, Luciana orienta.

A nutricionista também citou quais temperos devem ser evitados na alimentação do bebê. “Temperos e molhos industrializados não devem ser utilizados. Os temperos naturais podem ser acrescentados para melhorar a aceitação das refeições (alho, cebola, salsa, cebolinha)”.

Alergias alimentares

Ficar atento às possíveis alergias alimentares do bebê também é importante, principalmente as mais comuns. “A alergia ao leite de vaca é uma das alergias mais comuns em bebês, por isso ele não deve ser introduzido na alimentação precocemente e sem acompanhamento médico e/ou nutricionista”.

Orientações gerais

Siga mais algumas instruções para preparar a papinha do bebê, com indicação da nutricionista:

– Até os seis meses de vida, o único alimento que o bebê deve ingerir é o leite materno. Após essa idade, o aleitamento passa a não ser mais suficiente para garantir todos os nutrientes de que o bebê precisa, e essa é a hora de introduzir as papinhas;

– Ao preparar a papinha, em vez de bater os alimentos no processador, prefira amassá-los com o garfo, para estimular a mastigação;

– Comece com as frutas testando uma de cada vez, pois, às vezes, isso pode dar alguma alteração no intestino do bebê. Se você der muitas frutas de uma vez só, pode não perceber o que caiu bem para ele;

– Evite o morango: para cultivá-lo, geralmente, usa-se muito agrotóxicos e outras substâncias. É um alimento que pode provocar muita alergia;

– Depois do sétimo mês, chega a hora de introduzir a papinha salgada na dieta do bebê. Ela deve ser composta de legumes cozidos, respeitando os grupos alimentares;

– Atenção a alguns alimentos específicos: o peixe não é recomendado e a clara de ovo só a partir do 10º mês, pois ambos alimentos possuem potencial alergênico. O mel só se deve oferecer depois do primeiro ano.

O que pode e o que não pode ao visitar um recém-nascido?

Familiares e amigos ficam em festa quando alguém próximo tem um bebê. Todos querem vê-lo tão logo a criança e a mãe deixam a maternidade. Mas pouca gente se lembra que o recém-nascido ainda é muito frágil e necessita de cuidados especiais.

Por isso, a Dra Débora Passos, pediatra da Pro Matre Paulista deu orientações em entrevista ao portal UOL.

“Logo que a mulher dá à luz, ela está se adaptando à nova situação, aprendendo a amamentar, enfrentando as dificuldades iniciais, o que leva a um estresse natural. Isso exige que ela descanse bastante sempre que o bebê dorme,” disse Débora, lembrando que não são recomendadas visitas longas e de surpresa, sem que os pais se programem antes.

Outra recomendação muito importante: se você não estiver bem, cancele a visita! “Na presença de qualquer sinal de gripe, resfriado, náusea, diarreia, dor de garganta ou cabeça, a visita deverá ser desmarcada. Esses sintomas podem significar o início de um quadro viral ou bacteriano que pode ser transmitido aos pais ou ao recém-nascido e ter consequências bem danosas, como a internação hospitalar.”

Clique aqui para ler a reportagem completa publicada no site Gravidez e Filhos do UOL.

Pro Matre disponibiliza novo serviço para pacientes em situações especiais em seu Centro de Imunização

Pessoas com situações clínicas especiais, que exigem mais cuidados, como pacientes oncológicos, transplantados, reumatológicos e que fazem uso de medicamentos imunossupressores, agora dispõem de atendimento especial no Centro de Imunização Pro Matre. O novo serviço é dedicado especificamente a situações que necessitam de uma orientação e atendimento diferenciados para imunização.

É o que explica o Dr. Francisco Giannattasio, médico do Centro de Imunização: “Hoje temos muitos pacientes com condições clínicas bem específicas e eles necessitam de uma orientação e imunização diferenciadas. Eles são mais suscetíveis a doenças, por isso, é importante tirar suas dúvidas, checar quais vacinas podem receber ou não, qual o melhor momento para vacinação e analisar todos os detalhes do seu caso. O atendimento para este tipo de paciente precisa ser feito com outro olhar.”

O conceito inovador do Centro de Imunização, com seu atendimento personalizado, observando as necessidades de cada paciente e atuando para orientá-lo, é coordenado pela Dra. Lily Yin Weckx, referência na área de imunizações.

Saiba mais sobre o serviço, disponível às quintas-feiras, no período da tarde, mediante agendamento prévio, pelos telefones (11) 3287-5000 e (11) 3284-8824 ou pelo site www.vacinapromatre.com.br .