A importância da presença da família na UTI Neonatal

A presença dos pais na UTI Neonatal é importante para que eles se sintam seguros quanto à saúde dos bebês neste período delicado. Por isso, cada vez mais é permitida a participação de familiares em práticas ou atividades na UTI Neo.

Para mostrar como isso funciona, a equipe do jornal O Estado de S.Paulo visitou a Unidade de Terapia Intensiva Neonatal da Pro Matre Paulista.

Em períodos sem ondas de viroses, é permitido que os avós dos bebês visitem os recém-nascidos, como contou ao jornal Sheila Berton, mãe dos trigêmeos Vinicius, Barbara e Melissa. “São os primeiros netos. Todo dia de visita é sagrado. Meu pai (avô das crianças) até me cobra”.

Quem também tem um papel mais presente dentro da UTI Neo da Pro Matre são os pais, estimulando o vínculo paterno. “Temos um número grande de bebês de gestações gemelares e os pais se revezam. Cada vez é mais frequente”, relata a Dra. Edineia Lima, neonatologista e chefe da nossa UTI Neo.

Quer saber mais sobre o assunto? Clique aqui e leia a matéria completa no site do Estadão.

A Importância do Pré-Natal para Reduzir o Risco do Parto Prematuro

O pré-natal é fundamental para uma gestação segura tanto para mãe quanto para o bebê. Mas o acompanhamento médico da gravidez pode ajudar a reduzir os riscos de um parto prematuro? Quem responde é a ginecologista e obstetra Dra. Paula Marin Petersen, coordenadora da Unidade Semi-intensiva da Pro Matre Paulista.

“70 a 80% dos partos pré-termo são espontâneos”, conta a médica, “ou seja, decorrentes de trabalho de parto ou ruptura de membranas pré-termo. Entre os fatores de risco para esses partos espontâneos prematuros podemos citar parto prematuro anterior, polidrâmnio, gestação múltipla, cervicodilatação precoce, colo curto, incompetência cervical, cirurgia cervical anterior, alterações uterinas anatômicas (miomas, útero unicorno), infecções sistêmicas na gestação e tabagismo”.

Já os outros 20 a 30% dos partos antes das 37 semanas, explica a especialista, “são decorrentes de antecipação do parto por risco à saúde materna ou fetal, como acontece em casos de pré-eclâmpsia grave, placenta prévia, restrição de crescimento fetal, centralização fetal ou descolamento prematuro de placenta”.

Por isso, afirma Dra. Paula, “o acompanhamento pré-natal eficiente é capaz de impactar consideravelmente na redução da prematuridade. No pré-natal, por meio de uma boa história clínica e exame físico, o médico irá identificar as pacientes com os fatores de risco para parto pré-termo, podendo acompanhá-las mais de perto e intervir quando necessário”.

“Medidas como realização de ultrassonografia com medida com colo uterino, orientação de repouso e afastamento de atividades de trabalho, solicitação de exames de culturas vaginal e urinária, suplementação de progesterona, cerclagem de colo uterino, prescrição de corticoide antenatal, tratamento de infecções, colocação de pessário ou mesmo encaminhamento para internação para inibição de trabalho de parto ou por suspeita de ruptura de membranas são alguns exemplos do que pode ser feito dependendo de cada caso”, relaciona a obstetra.

“Já naquelas pacientes com doenças na gravidez que podem levar à antecipação do parto”, explica a doutora, “um pré-natal rigoroso, com intervalo entre consultas reduzido, realização periódico de exames, orientação consistente à gestante, e um obstetra seguro, atualizado e que domine casos de alto risco faz toda a diferença, e vai conseguir manter a gestação intra-útero por mais tempo e com segurança materna e fetal”.

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (1 votes, average: 5,00 out of 5)

Prematuridade: Quais são os Sintomas do Parto Prematuro?

A campanha Novembro Roxo surgiu para conscientizar a sociedade a respeito da Prematuridade. Por isso, chamamos a Dra. Carolina Burgarelli Testa, ginecologista e obstetra, para explicar quais são os sintomas do parto prematuro.

“O parto prematuro é aquele que acontece antes das 37 semanas de gravidez e é a principal causa de complicações neonatais,” conta a médica. “Em 25% dos casos, o parto pré-termo acontece por alguma condição materna ou fetal, mas em 75% das vezes acontece de forma espontânea”.

Mas há como identificar se a mulher tem maior chance de ter um parto prematuro?

“Durante o pré-natal”, explica, “o obstetra costuma identificar se a gestante apresenta fatores de risco para a prematuridade, como o antecedente de parto prematuro anterior, doenças maternas, gestações múltiplas, alterações do líquido amniótico, alterações no útero ou colo uterino, tabagismo, infecções, entre outras. Todavia, em torno de 50% das pacientes que apresentam trabalho de parto prematuro espontâneo não têm um fator de risco identificável e, por isso, é muito importante a identificação de sinais e sintomas que podem estar relacionados a um parto prematuro para que seja realizada uma avaliação médica”.

E quais são esses sintomas? “Os principais sintomas de parto prematuro”, diz Dra. Carolina, “são relacionados às contrações, que podem ser identificadas através do endurecimento do ventre materno, que persiste por alguns segundos, não relacionado à movimentação fetal”.

“Muitas vezes é difícil distinguir as contrações de treinamento das contrações efetivas. As contrações efetivas”, esclarece a especialista, “costumam ter um ritmo regular e persistem após o uso de analgésico, e, principalmente, produzem alteração no colo uterino (que só é detectável através de exame clínico”.

“Além das contrações regulares,” lembra a médica, “a paciente pode apresentar outros sintomas, como dor em peso em baixo ventre, dor lombar persistente ou irradiada para o abdome, alteração do conteúdo vaginal (corrimento aumentado, sangramento vaginal, perda de tampão mucoso, perda de líquido amniótico)”.

O importante, informa a doutora, é que “diante desses sintomas seja feita uma avaliação médica para que, caso seja diagnosticado um trabalho de parto prematuro (com dilatação precoce do colo uterino), o obstetra possa agir de maneira direcionada para tentar evitar o nascimento pré-termo ou, pelo menos, adiar o nascimento em tempo suficiente para que seja administrado à mamãe medicações para melhorar a condição do recém-nascido, como a betametasona para a maturação pulmonar fetal e a profilaxia antibiótica para reduzir o risco de sepse neonatal”.

Mês da Prematuridade

No dia 17 de novembro é celebrado o Dia Mundial da Prematuridade. A data foi criada para conscientização da população sobre o assunto em 2009 e já é comemorada em mais de 50 países.

No Brasil, de acordo com dados da Fiocruz, nascem cerca de 340 mil bebês antes da gestação completar 37 semanas.

Para explicar melhor a prematuridade, conversamos com a Dra. Edineia Vaciloto Lima, neonatologista e chefe da UTI neonatal da Pro Matre Paulista.

“O nome UTI sempre acompanha um temor ou algo muito difícil, sofrido e triste…” diz a médica. “A nossa proposta é acolher da melhor forma possível os pais dos recém-nascidos que vão para a UTI Neo e de proporcionar a eles uma estadia o mais agradável possível, com uma participação grande da família no cuidado desses bebês e promover o contato com eles, auxiliar na amamentação e no armazenamento de leite materno e orientar e ajudá-los nos cuidados do prematuro após a alta hospitalar”.

Na Pro Matre Paulista, a atenção com a prematuridade não é recente, conta Dra. Edineia. Em 2000, a Pro Matre Paulista possuía um total de 16 leitos de UTI Neo. Em poucos anos, o número passou para 26, e em 2005 foi inaugurada uma nova ala no sexto andar, onde oferecemos 40 leitos”.

“Esta nova área de UTI Neo”, relata a especialista, “foi criteriosamente construída procurando criar salas com 6 a 8 leitos distribuídos de uma maneira uniforme, com amplo espaço e dividida com vidros, para uma visão ampla dos leitos, tendo atenção com a luminosidade e evitar ruídos excessivos (com a criação de um teto acústico para minimizar os barulhos)”.

A cada ano a Pro Matre investe na melhoria do cuidado intensivo neonatal com tecnologia de ponta para a assistência de excelência, usando incubadoras de última geração, com capacidade em manter a temperatura e umidificação adequadas ao prematuro extremo, que precisa de um cuidado todo especial”, descreve. “Também disponibiliza ventiladores mecânicos que proporcionam uma ventilação mais gentil e menos invasiva aos pulmões desses bebês com extremo baixo peso”.

Aliado a uma estrutura completa, o cuidado humano proporcionado por profissionais especializados também é fundamental, lembra a neonatologista. “Hoje a UTI Neo da Pro Matre conta com 70 leitos e temos uma equipe multiprofissional extremamente capacitada para um cuidado integral ao prematuro (enfermagem neonatal, fisioterapeutas, fonoaudiólogas, psicólogas, especialistas médicos, nutricionista, farmacêutica, banco de sangue e laboratório) ”.

Como segurar o bebê? Qual é a melhor posição?

É normal os pais, mesmo aqueles que já tiveram outros filhos, se atrapalharem ao carregar o bebê, na tentativa de confortá-lo na hora do choro.

“O choro é a forma que o bebê tem de se comunicar com o meio externo, ficar atento a todas essas manifestações e reações dele, além de dar aconchego, é o que o pai pode fazer”, diz Rosmaria Pirollo, Gerente de Enfermagem da Pro Matre Paulista.

Ao segurar a criança, é importante posicioná-la de forma que ela esteja sempre confortável. A coordenadora de enfermagem da Pro Matre, Daniela Bonfá Garcia, deu mais orientações, em reportagem do site da revista GQ.

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Essa é uma posição de aconchego e que pode controlar uma possível cólica, por exemplo. O abdômen dele é um pouco comprimido e o calor do pai vai aquecê-lo. Ela deixa o bebê mais contido e seguro. O certo é colocar as mãos nas costas e na cervical.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Sentar com um travesseiro no colo e colocar o bebê com a barriga para baixo é uma posição de conforto para ele descansar ou dormir.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Para um possível engasgo, o pai pode colocar o bebê para baixo, apoiado no braço, inclinar um pouco as pernas e ter certeza que a boca dele fique aberta.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Se o incômodo do bebê for cólica, o pai pode fazer uma flexão da coxa no abdome para que ele consiga eliminar os gases. Além disso, o pai pode fazer movimentos circulares na região abdominal também.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Se o pai quiser colocar o filho no berço, é importante deixar o cobertor de uma forma que o bebê se sinta abraçado e acolhido. Outra posição é deitar o bebê de barriga para cima com a cabeça virada para o lado, que é para evitar engasgo e diminuir o risco de morte súbita.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Apoiar o bebê no braço e virado para cima. Nessa posição é importante manter o contato visual e falar com ele para que se sinta confortável e seguro.”

Como segurar o bebê (Foto: Divulgação)

“Outra posição de conforto é com o pai sentado e segurando o bebê com os dois braços nas suas costas e cervical. A interação também é importante nessa posição para que o filho se sinta em um ambiente acolhedor e que tem semelhanças às sensações experimentadas dentro do útero materno. Se os pais costumavam colocar música para ele ouvir antes do nascimento, é bom que ele escute depois do parto também, por exemplo.”

Quer saber mais sobre o assunto? Leia a reportagem completa no site da GQ.

1 estrela2 estrelas3 estrelas4 estrelas5 estrelas (1 votes, average: 5,00 out of 5)

Megacólon Congênito? O que é?

Um problema no intestino grosso que atinge aproximadamente 1 para cada 5 mil recém-nascidos. A neonatologista da Pro Matre Paulista Dra. Mônica Carceles explica melhor o que é o Megacólon Congênito.

“É uma dilatação do intestino grosso causada por uma falha de inervação. A área em que está localizada essa falha não relaxa para a passagem das fezes e gera uma obstrução intestinal”, descreve a médica.

“O principal sintoma é a demora para evacuar nos dois primeiros dias de vida, mas depende muito da extensão e da localização da falha”, conta. “Quando uma área pequena do intestino é afetada, os sintomas são mais leves e o diagnóstico pode ser mais fácil”.

Quando o bebê apresenta os sintomas, o médico pode pedir uma biópsia do intestino para fazer o diagnóstico. Não é possível detectar o problema antes do nascimento, durante a gestação.

Mas é possível diferenciar a doença de uma prisão de ventre normal? “No Megacólon, a obstipação intestinal é muito grave, havendo grande distensão do abdome. Em geral, o bebê não consegue evacuar sem que seja feita uma lavagem intestinal”, responde a especialista. “As manifestações da doença são precoces, aparecendo nos primeiros dias de vida”.

O Megacólon Congênito tem cura? Tem tratamento? “O tratamento é cirúrgico”, explica Dra. Mônica, “com a retirada da parte afetada do intestino. O bom resultado depende da intensidade da alteração”. A cirurgia pode ser feita já no período neonatal, dependendo de quando for feito o diagnóstico e da gravidade.

Mês da Amamentação – Conheça o Lactário Pro Matre

O banco de leite humano da Pro Matre Paulista é voltado para o atendimento das mães que tiveram seus filhos na maternidade e que precisam ficar internados na UTI neonatal. “Geralmente são bebês prematuros, de baixo peso ou com necessidades clínicas de internação,” diz Maria Mercedes Sakagawa, nutricionista coordenadora do Lactário da Pro Matre.

Ela conta que, mesmo considerando que a lactação faça parte da natureza da mãe após o parto, algumas não conseguem estabelecer uma produção de acordo com a necessidade de seu filho.

Por isso, descreve a especialista, junto ao Lactário, há uma sala para atendimento às mães, “onde recebem orientações sobre a importância da coleta de leite para o seu filho, cuidados com a mama, técnica adequada para garantir a segurança do produto e, quando a coleta é domiciliar, a guarda e transporte”.

A tecnologia se faz presente e é fundamental, conforme explica Mercedes: “o leite retirado é pasteurizado com técnicas adequadas, microbiologicamente seguras e com indicação de seu valor calórico, acidez, maturidade (colostro, transição e maduro)”.

O Lactário tem um papel fundamental no estímulo ao aleitamento materno, avalia a nutricionista, “pois mesmo que a criança, devido à sua prematuridade, não tenha estabelecido a sucção direto na mama, vai receber – o leite materno – por outras vias”.

Amamentação para quem tem silicone nos seios

amamentação silicone

Mulheres com próteses de silicone nos seios geralmente têm dúvidas a respeito da amamentação. Para responder algumas das questões mais comuns sobre isso, conversamos com a Dra. Monica Carceles, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Há restrições com relação à amamentação para mães com silicone nas mamas?

A prótese de silicone, em geral, não impede e nem dificulta a amamentação. Mas depende da técnica utilizada na cirurgia. Se houver cortes nos dutos mamários e nos nervos ao redor da aréola, ou se a prótese for muito grande, o aleitamento poderá ser prejudicado.

A ruptura da prótese na mama pode contaminar o leite materno?

Os estudos mais recentes não mostram problemas de saúde em bebês amamentados por mães com próteses de silicone. Nos casos de ruptura da prótese também não foram detectados problemas.

UTI Neonatal Pro Matre – Segurança para a Saúde do seu Bebê

A Pro Matre Paulista está preparada para atender seu bebê em qualquer situação. Referência nacional no tratamento de prematuro extremo e gemelaridade, possui alta tecnologia para atender às necessidades da criança.

“Oferece o que há mais de novo no suporte ventilatório, quando esses recém-nascidos precisam de ajuda para respirar, com aparelhos de ventilação de última geração e óxido nítrico,” conta a Dra. Edinéia V. Lima, neonatologista e chefe responsável pela UTI Neo da maternidade.

“Caso o recém-nascido tenha problemas neurológicos, contamos com o apoio de uma UTI neurológica, onde é possível prevenir e acompanhar o recém-nascido que necessite de hipotermia terapêutica e monitorização neurológica,” exemplifica a médica, que prossegue: “do ponto de vista de diagnóstico de imagem, temos uma tecnologia inovadora de raio-X digital à beira leito, assim como ultrassonografia e ecocardiograma.”

E a atenção não se resume à estrutura tecnológica. “Em relação ao cuidado nutricional, temos um lactário e um banco de leite que dão apoio à mãe e ao bebê desde o primeiro dia de vida até a alta dele, com um enfoque especial em fazer com que os recém-nascidos saiam com aleitamento materno exclusivo,” explica a especialista.

“Sabemos que muitas vezes o recém-nascido prematuro necessita permanecer mais tempo internado e contamos com setores na UTI Neo onde podemos acompanhar e seguir esses recém-nascidos até o momento de alta para casa, com uma participação cada vez maior dos pais,” diz a Dra. Edinéia, que ressalta: “nossa prioridade é que os pais possam estar o maior tempo possível com o seu bebê, e por isso contamos com visita livre e incentivamos e realizamos o método canguru.”

“Nossa unidade conta hoje com 76 leitos de UTI Neonatal, com uma equipe multiprofissional altamente especializada em prematuros ou recém-nascidos que necessitem de um cuidado intermediário ou de alta complexidade. A equipe médica é composta por neonatologistas renomados. Temos ainda suporte de cardiologistas clínicos e cirúrgicos, neurologistas clínicos e cirúrgicos, cirurgia infantil, urologia, nefrologia, geneticista, radiologista, infectologista, ortopedista e nutróloga. Na equipe multiprofissional contamos com enfermeiras especializadas na neonatologia, assim como fisioterapeutas, fonoaudiólogas e psicóloga,” enumera a doutora.

“Contamos ainda com uma equipe de medicina fetal que dá o suporte à gestante de alto risco ou àquelas em que o bebê tem alguma patologia ou malformação que possa requerer uma intervenção durante a gestação,” completa.

Por tudo isso, diz a neonatologista, a UTI Neo da Pro Matre Paulista, referência nos cuidados de prematuros extremos, múltiplos (gemelares, tri e quadrigemelares) e criticamente doentes, recebe recém-nascidos de várias regiões do país.

Dúvidas comuns sobre recém-nascidos

O bebê nasceu. Passada a alegria do momento mais que especial, é normal que surjam dúvidas e inseguranças na cabeça dos pais. Nesta hora é importante o apoio de pessoas que já passaram pela experiência e médicos.

Quem ajuda a responder a algumas questões comuns que surgem após o parto é o Dr. André Dutra, pediatra da Pro Matre Paulista.

Por exemplo, até quantos dias o bebê é considerado recém-nascido? O especialista esclarece: “o bebê é considerado recém-nascido até completar 28 dias de vida.”

E quando devo levar a criança pela primeira vez ao pediatra? “A ida ao pediatra deve ser programada para entre 48 e 72 horas após a alta hospitalar, ou entre 5 a 7 dias de vida,” orienta.

Outra dúvida comum é a respeito do batimento cardíaco e respiração acelerados dos bebês. Isso é normal? Dr. André tranquiliza: “sim, a frequência cardíaca do bebê e da criança é maior que a frequência cardíaca do adulto. Quanto menor a criança, mais rápido irá bater o coração. O mesmo raciocínio se aplica à respiração. Enquanto recém-nascido, a respiração pode apresentar um padrão periódico, ou seja, pode alternar entre momentos rápidos e superficiais, com pausas e respirações mais profundas.”

Muitos pais se preocupam também com a “moleira”. Quanto tempo demora para ela fechar? “A moleira existe para permitir o crescimento cerebral que se encontra bastante acelerado nos primeiros anos de vida, em especial, no primeiro ano. A moleira, ou fontanelas, fica menos visível e palpável com o tempo, mas geralmente aos 18 meses não é mais possível identificá-la,” explica o pediatra.