A escola: chega a hora de ir

Na série “A ida à escola”, vimos como os pais devem se comportar em relação à ida dos filhos para a escolinha, e como as coisas funcionam nesta nova fase. As informações e o conteúdo original desta série foram publicados no Anuário Caras do Bebê, produzido por profissionais da Pro Matre Paulista.

No momento de escolher a escola, o ideal é visitar locais com indicação de conhecidos e não se limitar a apenas um estabelecimento, para poder conhecer e comparar vantagens e desvantagens. Além de considerar aspectos como espaço físico, organização, limpeza e segurança, também é importante averiguar a rotina da escola, como são feitos os cuidados com as crianças, principalmente no caso de bebês, além da competência e da formação dos educadores.

Na hora H, de se despedir da criança e deixá-la conhecer este mundo novo, os pais precisam estar preparados para enfrentar um velho fantasma da porta das escolas – o choro. “O choro nos primeiros dias é normal, pois são situações novas, e tudo que é novo pode se tornar ameaçador e trazer medo e insegurança. E isso vale também para os pais”, lembra a psicóloga Salete Arouca. Aos poucos, no entanto, a adaptação vai se consolidando, até que a nova rotina seja aprendida por todos e comece a gerar benefícios. E lembre-se: você sabe que há um mundo inteiro lá fora, seu filho precisa descobri-lo.

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A escola: as dúvidas são normais e surgirão com frequência

Na série “A ida à escola”, estamos vendo as dúvidas e as apreensões das mamães e papais sobre a ida dos filhos à escola e como lidar com essa nova fase. O conteúdo original desta série foi publicado no Anuário Caras do Bebê, produzido por profissionais da Pro Matre Paulista.

Claro que toda nova fase na vida dos filhos traz dúvidas aos pais.

Uma delas refere-se às crianças que devem ficar na escola em tempo integral, geralmente com os temores que se sucedem. Primeiro, a dúvida: a criança vai se adaptar a ficar tanto tempo na escola? Depois, a insegurança: ele vai ficar tão acostumado com a escola, com os colegas e professores que vai se desinteressar da própria casa e da família?

A psicóloga Salete Arouca tranquiliza os pais inquietos. “As crianças têm toda condição de se adaptar a um período longo fora de casa. O importante é que os pais preparem os pequenos, adaptando-os à nova rotina, começando com ‘doses homeopáticas’, ou seja, deixando a criança na escola cada dia por um período maior”, explica a psicóloga.

A outra dúvida também se dissipa no ar. “A criança que fica na escola em período integral não vai ficar mais distantes dos pais. O importante é a qualidade de amor e atenção que os pais darão aos filhos quando chegarem em casa”, orienta Salete. Outro fator importante é manter algumas rotinas exclusivas para os pais com seus bebês, especialmente o momento do banho, pois esse contato e afeto são muito importantes para a criança.

 

A escola: a mãe e os benefícios

Na série “A ida à escola”, estamos abordando as dúvidas e as apreensões das mamães e papais sobre a ida dos filhos à escola e como lidar com essa nova fase. O conteúdo original desta série foi publicado no Anuário Caras do Bebê, produzido por profissionais da Pro Matre Paulista.

Como muitos sabem, a mamãe assume um papel de destaque nessa fase, principalmente por por dois motivos:

Primeiro, porque em geral é com ela que a criança passa a maior parte do tempo, principalmente se ela tiver amamentado o bebê nos primeiros meses de vida.

Segundo, porque a mulher tende a reagir a situações como essa baseada mais na emoção que na razão, daí a necessidade de se equilibrar emocionalmente antes de matricular seu filho e iniciar o processo de adaptação na escola, berçário ou creche.

Superada essa fase de transição, os benefícios virão. A função socializadora da escola é fundamental para todas as crianças, em especial para as que têm pouca convivência com outras. “Lá, elas aprendem a ceder, cooperar, esperar, ter limites e emprestar. Essas habilidades serão desenvolvidas por educadores, de forma estruturada e dirigida para cada faixa etária”, comenta a psicóloga Salete Arouca

 

Segundo filho: regressão de comportamento

Na série “Segundo filho”, estamos vendo os desafios e o planejamento que a mamãe e a família têm pela frente quando a decisão de ter um segundo filho é tomada. As informações e o conteúdo original desta série foram publicados no Anuário Caras do Bebê, produzido por profissionais da Pro Matre Paulista.

Depois que o novo bebê chega, muitos primogênitos demonstram regressões de comportamento, como forma de chamar a atenção dos pais. Ele pode voltar a falar como bebê, se já tirou a fralda pode ter alguns escapes, pode ficar mais manhoso, querendo colo o tempo todo. Crianças mais velhas podem voltar a pedir mamadeira ou chupeta como formas de se igualar ao irmão mais novo e também ser cuidado pelos pais. “É importante não incentivar esses comportamentos e garantir à criança que ela continua sendo especial para os pais e que sempre terá seus momentos com eles, pois cada idade tem o seu encanto e o filho mais velho continuará sendo amado, mesmo que não seja mais um bebê” comenta a psicóloga Flavia Carnielli, da Pro Matre Paulista.

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Segundo filho: converse sempre!

Na série desta semana, “O Segundo Filho”, veremos como papais e mamães devem lidar com a chegada de um segundo bebê, e toda a preparação que isso deve causar na família. As informações e o conteúdo original desta série foram publicados no Anuário Caras do Bebê, produzido por profissionais da Pro Matre Paulista.

Durante a gestação, os pais podem conversar com o filho mais velho sobre o nascimento do irmão, permitindo que ele fale sobre seus sentimentos em relação a esse momento e explicando os cuidados que o bebê irá precisar. “Também é bastante aconselhável que os pais incentivem o primogênito a participar da gravidez, ajudando na escolha do enxoval, do nome do irmão, conversando com a barriga da mãe e até vendo a ultrassonografia, para entender o que significa o nascimento de uma nova criança”, aconselha a psicóloga Flavia Carnielli.

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Gêmeos: o método canguru

Na série desta semana, “Gêmeos”, estamos abordando os desafios de se ter um filho “em dobro”, ou seja, gêmeos. As informações e o conteúdo original desta série foram publicados no Anuário Caras do Bebê, produzido por profissionais da Pro Matre Paulista.

Uma técnica que tem se mostrado extremamente eficaz no desenvolvimento dos prematuros é o método canguru. Simples, pode ser realizado pela mãe ou pelo pai,ou por ambos (nos gemelares) onde o bebê é colocado sobre a pele do peito ou da barriga dos pais, seguro por faixas. O simples contato da pele promove troca de hormônios e estimula o desenvolvimento da criança como se ela estivesse no útero, recuperando o tempo de desenvolvimento que deixou de ter nesse ambiente aconchegante, em função do parto antecipado.

A metodologia começou a ser utilizada há 30 anos na Colômbia, por uma equipe do Instituto Materno-Infantil de Bogotá, implantado pelo médico Héctor Martínez. Os motivos do sucesso do método vão além dos aspectos psicológicos. “No colo, a criança fica mais calma, há a troca da flora de bactérias e de anticorpos entre mãe e filho. Melhoram a parte física, o ganho de peso, e o vínculo afetivo”, diz a neonatologista Edinéia Vaciloto Lima.

Gêmeos: e agora?

Na série desta semana, “Gêmeos”, vamos abordar uma situação que pode mudar a vida de muitos papais e mamães: os desafios de se ter um filho “em dobro”, ou seja, ter gêmeos. As informações e o conteúdo original desta série foram publicados no Anuário Caras do Bebê, produzido por profissionais da Pro Matre Paulista.

A primeira coisa que os papais devem saber: o desafio de ter gêmeos é amplamente compensado pela alegria em dobro (ou em triplo!) que vem depois.

A confirmação de uma gravidez planejada é sempre motivo de alegria para a família. Planejar o enxoval do bebê, escolher o nome do bebê, montar o quartinho do bebê e, de forma muitas vezes inesperada, esse bebê se multiplica e chegam gêmeos. Da alegria ao susto, sem escala. E agora? O que fazer?

O sentimento de surpresa que acompanhava as gestações de gêmeos, anos atrás, já não é regra geral nos consultórios de ginecologia e obstetrícia. Muitas das gestações múltiplas atuais são resultados de técnicas de reprodução assistida, nas quais a ocorrência de gêmeos ou trigêmeos é mais frequente. Então, se for o seu caso, acalme-se e comece a se planejar. Veremos muitas dicas nesta série!

Alergias: qualquer coisa, corra para um médico!

Na série “Alergias”, vimos as principais alergias que podem afetar seu pequeno, como detectá-la e o que fazer para mantê-las longe! As informações e o conteúdo original desta série foram publicados no Anuário Caras do Bebê, produzido por profissionais da Pro Matre Paulista.

O neonatologista Francisco Brás lembra que, com quaisquer indícios de casos extremos e reações alérgicas fortes, o melhor a se fazer é entrar em contato com o médico e o pronto-socorro.

O médico reforça que casos extremos de reação alérgica podem evoluir para quadros graves, com a formação de inchaços em regiões como rosto, língua e pescoço a ponto de bloquear a respiração. “Nestes casos, a conduta é procurar atendimento de emergência em pronto-socorro”, conclui.