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Comitê de Ética em Pesquisa

Características clínicas e laboratoriais de pacientes com lesão renal aguda no período neonatal.

Características clínicas e laboratoriais de pacientes com lesão renal aguda no período neonatal.

Pesquisador responsável: Dra. Maria Cristina de Andrade
Autores: Ana Paula Brecheret
Anelise Del Vecchio Gessullo
Filomena B Mello
Informações pelo telefone 11 5080-6068 ou centrodeestudos@santajoana.com.br

Resumo do projeto:

A Lesão Renal Aguda (LRA) é um dos principais fatores de risco para mortalidade em pacientes pediátricos e neonatais em tratamento intensivo.
O objetivo deste estudo será analisar as carecterísticas clínicas e laboratoriais de Recém-Nascidos (RN) com LRA e suas relações com a morbimortalidade neonatal nestes pacientes, além de avaliar e comparar o uso dos escores de LRA: pRIFLE (Pediatric Risk, Injury, Failure, Loss, End Stage Renal Disease) e KDIGO (Kidney Disease: Improving Global Outcomes), em pacientes no período neonatal.

Trata-se de um estudo retrospectivo com levantamento de dados de registros médicos de todos os RN com diagnóstico de LRA admitilos na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN ) entre Janeiro de 2010 a janeiro de 2015. Serão analisadas as médias, medianas, frequência, Teste Qui-quadrado, Teste t de Student e regressão logística múltipla, sendo considerado de significância estatística p<0,05.

Os dados deverão ser coletados durante o ano de 2016 e o trabalho publicado em 2017.

Recursos financeiros: próprios

Enterocolite necrosante: Análise da incidência em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal Brasileiras.

Enterocolite necrosante: Análise da incidência em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal Brasileiras.

Pesquisadores: Maria Elisabeth Lopes Moreira
Renata Bastos Lopes
Jose Maria de Andrade Lopes
Saint Clair Gomes Junior
Filomena Bernardes de Mello
Aprovado inicialmente pelo CEP da Fundação Osvaldo Cruz Instituto Nacional da Mulher, Criança e adolescente Fernandes Figueira Departamento de Ensino -Pós-Graduação em Saúde da Criança e da Mulher/RJ
Informações pelo telefone 11 5080-6068 ou centrodeestudos@santajoana.com.br

Resumo do projeto:

Objetivo: Analisar a incidência e fatores de risco de NEC em UTIN ao longo de 5 anos.

Descrever as características demográficas da população com e sem NEC, verificar os fatores de risco para NEC na população e Analisar as características demográficas e fatores de risco relacionados à NEC em recém-nascidos de muito baixo peso (<1500g) em UTIN Identificar a associação dessas condições com a ocorrência de NEC durante o período do estudo.

Local

Maternidades da Rede Perinatal e da Rede Brasileira de Pesquisas Neonatais.

As características estruturais dos locais que possam interferir na incidência de NEC serão descritas e categorizadas (ser hospital universitário, presença de banco de leite, ter alta incidência de sepse, tempo de início de dieta segundo rotina) segundo instrumento padronizado da RBPN.

Os dados serão extraídos do Banco de dados da Vermont Oxford Network e do Banco de dados da Rede Brasileira de Pesquisas Neonatais.

Um novo modelo experimental para o estudo da interação materno-fetal em obesas.

Um novo modelo experimental para o estudo da interação materno-fetal em obesas.

Pesquisador responsável: Prof. Dr. Antonio Fernandes Moron
Autores: Dra. Silvia Daher
Dr. Felipe Favorete Campanharo
Dra. Rosiane Mattar
Dra. Sue Yazaki Sun
Dra. Erika Ono Kawaoku
Dra. Karen Priscilla Tezotto Pendeloski Ribeiro

Resumo do projeto:

A obesidade é uma endemia que se espalha rapidamente por todo o mundo e exige ações de saúde em todos os níveis, desde prevenção até o tratamento e também maiores pesquisas para compreender quais os mecanismos envolvidos entre o excesso de tecido adiposo e diversas patologias. Apesar da existência de muitos estudos epidemiológicos e clínicos mostrando que a obesidade materna aumenta o risco de complicações obstétricas e perinatais, a compreensão dos mecanismos fisiopatológicos envolvidos ainda é limitada. Diversas citocinas, adipocinas, microrganismos, fatores genéticos têm sido avaliados e relacionados à ocorrência de complicações obstétricas e perinatais em obesas. Entretanto, não estão definidos quais seriam os mecanismos envolvidos no desencadeamento destas complicações. De forma geral, as avaliações são restritas a marcadores sistêmicos, e as pesquisas em placentas humanas são voltadas à análise de expressão, mas não de função. O cultivo de tecido placentário, inclusive de membrana amniótica humana, permite mimetizar in vitro as condições que acontecem in vivo. Apesar desta técnica representar importante ferramenta para o estudo da interação materno-fetal, sua utilização ainda é limitada, em particular para análise do binômio obesidade-gestação. Nosso objetivo é avaliar o perfil celular e funcional da membrana amniótica de gestantes com sobrepeso/obesas e eutróficas, com o intuito de relacionar eventuais alterações de padrão com o desenvolvimento de patologias obstétricas. Para tanto, pretendemos: avaliar a expressão de quimiocinas, citocinas, adipocinas e receptores TLR na membrana amniótica de gestantes com sobrepeso/obesas e eutróficas, em condições basais e frente a estímulos. E relacionar níveis de mediadores inflamatórios em sangue periférico materno e em sangue de cordão com a função da placenta.

Local

Hospital e Maternidade Santa Joana e Pro Matre Paulista.

Monitorização cerebral contínua com EEG de amplitude integrada em recém – nascidos de alto risco para injúria cerebral.

Monitorização cerebral contínua com EEG de amplitude integrada em recém – nascidos de alto risco para injúria cerebral.

Pesquisador responsável: Gabriel Variane
Pesquisadores: Filomena Bernardes de Mello
Helenilce de Paula Fiod Costa

Resumo do projeto:

Apesar dos avanços em cuidados perinatais, a incidência de dano ao neurodesenvolvimento em RN prematuros extremos e asfixiados graves com diagnóstico de EHI, ambos considerados de alto risco para injúria cerebral, permanece alta. Estudos epidemiológicos globais revelam incidência de 233 mil RN asfixiados e 345 mil RN prematuros por ano com comprometimento neurológico moderado/grave.

Estudos têm demonstrado a utilidade de diversos exames de imagem na detecção de lesão cerebral e determinação do prognóstico neurológico. 3-6 Anormalidades eletroencefalográficas agudas resultam em desorganização neuronal e se correlacionam com dano cognitivo. 7,8 No entanto, critérios de referência em relação ao padrão normal de maturação e ciclo sono e vigília são escassos e dificultam a interpretação de referidas anormalidades.

O aEEG é método não invasivo de monitorização cerebral contínua à beira do leito. Permite o entendimento do padrão eletroencefalográfico de base, reconhecimento de ciclos de sono e vigília sendo considerado um método para monitorização de função cerebral. O padrão eletroencefalográfico se correlaciona bem com o EEG convencional e resultados da literatura em RN termo asfixiados mostraram bom valor preditivo de prognóstico neurológico. 9-12 Outros estudos demonstraram que alterações eletroencefalográficas graves em RN de alto risco registradas nas primeiras 72 horas de vida estão relacionadas à pior neurodesenvolvimento futuro. 13,14 No entanto, ainda existem controvérsias sobre o valor preditivo para os achados relacionados ao aEEG e lesão neurológica precoce dentro do período neonatal.

Considerando as controvérsias sobre o assunto e a falta de incorporação do método dentro das UTI neonatais no Brasil, este estudo pretende avaliar a viabilidade de incorporação do método aEEG através da análise da qualidade do registro e segurança no uso da metodologia além de correlacionar seus achados eletroencefalográficos com morbi-mortalidade precoce em uma coorte retrospectiva de RN com alto risco para injúria cerebral.

Análise retrospectiva de prontuários de RN com Encefalopatia Hipóxico-Isquêmica com IG > 35 semanas e prematuros com IG < 30 semanas que foram admitidos em UTI neonatal do Hospital e Maternidade Santa Joana e Maternidade Pro Matre Paulista, que foram submetidos à monitorização cerebral com o uso de metodologia de eletroencefalograma de amplitude integrada (aEEG).

Local

Hospital e Maternidade Santa Joana.

Informações: 11 5080-6068.