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27/09/2010

Vereadores de São Paulo aprovam projeto sobre a obrigatoriedade do uso de pulseirinhas eletrônicas em recém-nascidos

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou no dia 11 de agosto de 2010 o projeto de lei 202/2010, do vereador Carlos Apolinário, que obriga hospitais e maternidades públicas e privadas a colocar pulseiras eletrônicas em recém-nascidos. A proposta prevê o uso da pulseira de identificação com sensor eletrônico sonoro no recém-nascido, desde o momento do parto até a saída da maternidade, esta medida foi tomada com objetivo de, cada vez mais, garantir a segurança nas maternidades.

Há mais de dois anos a Pro Matre Paulista já utiliza um sistema sofisticado de rastreamento de bebês. O sistema funciona através de pulseiras de identificação com código de barras, onde imediatamente após a internação, as futuras mamães recebem a pulseira que vai acompanhá-la até o momento da alta. Após o nascimento do bebê, ele recebe três pulseiras idênticas às da mamãe, que são colocadas uma em cada punho e a terceira no tornozelo.

A leitura do código de barras é feita por palmtops que autorizam e monitoram todo e qualquer movimento do bebê dentro da maternidade, onde as autorizações são dadas por viva-voz. Além disto, o sistema conta com a segurança na entrada dos berçários, como explica o Dr Alberto d´Auria, diretor do Grupo Santa Joana: “Para a enfermeira entrar no berçário é preciso uma autorização por meio de uma senha. Assim, fica registrado o nome da enfermeira e a tarefa que está desempenhando com o bebê”.

Este sistema permite não só acompanhar toda e qualquer movimentação dos bebês dentro da maternidade, como também obter relatórios com todos os seus “passos” e do tempo de permanência nos berçários ou junto às mamães.

Esta é uma das formas adotadas pela Pro Matre Paulista para zelar pela segurança do binômio mãe e bebê.

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