O trabalho em dobro vale a pena, mamãe!

Durante toda a semana, tratamos de temas complexos envolvidos na gestação de gêmeos. Muitas dúvidas foram resolvidas e outras devem ter aparecido. É sempre importante esclarecê-las para ficar mais segura na hora de criar seu filho. Procure um médico! Ele é o profissional mais capacitado para trazer tranquilidade para suas angústias.

As possíveis complicações da gravidez e a correria inicial da rotina podem ser esgotantes. Pense que a alegria de ter dois bebês é redobrada também. Esse é um momento importante para toda família, e uma gestação dupla exige, ainda mais, o envolvimento e participação de todos desse núcleo. Saiba dividir a atenção dos bebês para não ficar sobrecarregada.

Compartilhar histórias pode ser uma boa ideia. É bom saber que outras pessoas estão passando pelas mesmas dificuldades que você. As experiências de amigos e familiares podem ser úteis para aliviar as aflições.

Ficou desesperada?

Calma, mamãe.  A rotina dos gêmeos é mais acelerada, mas você conseguirá cuidar dos filhotes. Cada gestação é única e exige diferentes níveis de dedicação. É preciso relaxar e aproveitar muito essa fase, pois, certamente, você sentirá saudade desse momento quando seus bebês estiverem crescidos.

Cuidado com a depressão pós-parto na gravidez gemelar

A gravidez de gêmeos exige cuidados em dobro com as crianças e isso pode ser motivo de ansiedade e estresse para a nova mamãe. A depressão pós-parto é uma reação bastante comum para essa nova rotina. Uma vez que os bebês se tornam o foco exclusivo das atenções, é fundamental dar assistência também à gestante, antes e após a gravidez.

Mães que deram a luz a gêmeos tem menos chance de ter depressão pós-parto?

Isso é um mito. Estudos indicam que a gestante que espera gêmeos tem 43% mais de chance de ter depressão pós-parto. As maiores alterações hormonais e a nova rotina são as principais causa dessa doença.

É preciso dar um maior apoio à gestante que espera gêmeos?

Sim. Devemos enfatizar que o apoio dos familiares, amigos e companheiro é fundamental para qualquer mãe, principalmente, se ela tiver gêmeos. Essas pessoas podem dividir os cuidados com os bebês e com a casa e também podem dar apoio moral.

Quais são os principais sintomas?

Os principais sintomas são a dependência excessiva da própria mãe e do parceiro; o sentimento de incapacidade para assumir o papel de mãe; dificuldade de cuidar do bebê; isolamento e choro excessivo. Esses sintomas podem variar muito de mulher para mulher. Por isso, qualquer alteração emocional deve ser observada atentamente.

Se você perceber que está enfrentando esse tipo de dificuldade, procure imediatamente um médico. Os parentes e amigos devem ficar atentos para os possíveis desequilíbrios emocionais da nova mãe.

Fonte: Terra

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O parto de gêmeos deve ser uma cirurgia cesárea?

Isso é um mito. É possível ter parto normal nas gestações gemelares. No entanto, é preciso tomar alguns cuidados importantes. Para esse tipo de parto, é necessário que os bebês estejam em uma posição adequada – o primeiro gêmeo deve estar com a cabeça para baixo e o segundo não pode ser muito maior do que ele. Isso pode ser verificado  com alguns exames do pré-natal.

Também é preciso que o médico tenha bastante experiência e segurança nesse procedimento. Por isso, geralmente, a cesariana é a opção mais indicada. Caso a mamãe prefira a opção do parto normal, deve consultar seu obstetra para que ele verifique se esse procedimento é adequado.

Confira a matéria completa aqui.

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Pré-natal de gêmeos: mitos e verdades

Em toda gestação é indispensável fazer o acompanhamento pré-natal. Nesse procedimento, o obstetra programa uma série de exames e tratamentos para proteger a saúde da mamãe e do bebê, evitado complicações durante a gravidez e no parto.  Esclarecemos alguns mitos e verdades sobre o pré-natal na gestação gemelar:

O pré-natal na gestação de gêmeos é mais complicado?

Isso é um mito. Embora o organismo da mulher seja, naturalmente, preparado para apenas uma gestação, o pré-natal de gêmeos não é muito diferente. Sabe-se que metade dos bebês gêmeos nascem prematuros. Por isso, é preciso ficar mais  atento para essa situação. Exames de medida do colo do útero e ultrassom transvaginal podem diagnosticar esse tipo de problema.
Gêmeos com uma placenta representam uma gravidez mais tortuosa?

Isso também é um mito. No entanto, quando há duas placentas, é possível garantir que os dois bebês estão recebendo alimento de duas fontes diferentes e que a gestação prosseguirá um pouco mais facilmente.

Em caso de gêmeos idênticos, um dos bebês recebe mais alimento que outro?

Isso pode acontecer. Se o médico identifica no pré-natal apenas uma placenta, pode afirmar que a mamãe dará a luz a gêmeos idênticos. Nessa situação, em 10 a 15% dos casos um feto consome mais sangue e vitaminas que o outro, o que implica em uma discordância de peso entre os bebês. O médico identificará esse problema e começará o tratamento, imediatamente, dentro do útero.

Fonte: Terra

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Parabéns, mamãe, são gêmeos!

Quem não ficaria assustada ao ouvir essa notícia? Ao saber que está grávida, é comum surgirem uma série de dúvidas na futura mamãe. Se ela descobre que está esperando gêmeos, o número de questionamentos e a ansiedade podem até levá-la ao desespero. Preocupações com a vida financeira e com o corpo da mulher são os principais motivos dessa inquietação.

Calma, mamãe. Não é fácil cuidar de dois ou mais bebês ao mesmo tempo, no entanto esse período de aflição poderá ser seguido de muita felicidade. É natural ficar ansiosa, mas é preciso ter calma para aliviar a tensão e esclarecer todas as dúvidas com especialistas competentes. Muitos mitos podem surgir.

É fundamental entender todas as transformações que estão ocorrendo no seu corpo e os cuidados necessários para uma gravidez saudável. Também é preciso tentar compreender o que mudará na sua vida após o nascimento da criança e prevenir-se contra os impactos emocionais que essa gestação múltipla pode trazer.

Converse com médicos e psicólogos. “Muitas pessoas perguntam sobre a chance dos bebês serem idênticos, quais as chances de ter diabetes, pressão alta, se o parto será cesária ou normal, como cuidar de duas crianças, de maneira igual ou diferente”, diz Dr. Wagner Rodrigues Hernandez, obstetra da Pro Matre Paulista.

Qualquer dúvida deve ser bem esclarecida. Os médicos também alertam para a importância redobrada de fazer o acompanhamento pré-natal. Bebês gêmeos têm maior chance de nascerem prematuros, por isso, esse acompanhamento torna-se ainda mais necessário.

Quarentena: mitos e verdades

O período puerpério, conhecido também como quarentena ou resguardo, é a etapa da vida da nova mamãe que começa logo depois do nascimento do bebê. Nessa etapa, ela deve recuperar-se da gestação e do parto.

Na região onde se encontrava a placenta, ficam pequenas feridas que se cicatrizam durante o puerpério. As feridas podem não cicatrizar e a mulher corre o risco de ter uma infecção. Por isso, é preciso tomar uma série de cuidados.

A Pro Matre Paulista esclarece as dúvidas mais comuns sobre esse período tão complicado:

A mulher pode engravidar nesse período?

Sim. Embora essa possibilidade seja reduzida por causa da amamentação, o risco existe, por isso a prevenção é necessária.

É verdade que eu não posso lavar o cabelo logo após o parto?

Isso é um mito. Logo no primeiro dia  após o parto a mamãe pode lavar a cabeça.

O cabelo da gestante pode cair?

Essa é mais uma verdade. Devido à alteração nas taxas hormonais da mulher, ela pode apresentar queda de cabelo nessa fase. Fique tranquila, é algo passageiro. Respeitando as transformações do seu corpo, o puerpério passará sem maiores transtornos e preocupações.

Posso fazer atividades físicas no puerpério?

Não. A mulher deve se poupar dos esforços físicos e impor um limite na sua vida diária. A dor é um importante indicador para reduzir o ritmo. Normalmente, em 45 dias a mulher já faz os serviços de casa sem dificuldade. Exercícios físicos são proibidos. Nadar e caminhadas somente depois de 45 dias. Ginástica e corrida depois de dois meses e para os esportes coletivos deve-se esperar três meses.

Também é preciso evitar dirigir.O ato de pisar nos pedais, requer o trabalho da musculatura abdominal e do períneo (região entre o ânus e a vagina), prejudicando a cicatrização, e isso impede a mulher de dirigir no primeiro mês pós-parto.

Devo interromper a minha vida sexual?

Sim.  Os vasos do útero onde antes ficava a placenta estão abertos. Há risco de contaminação e infecção. O atrito do pênis durante a penetração também causa dor. O sexo deve começar devagar e gradualmente. É preciso lembrar que a febre é um sinal de infecção e caso ela apareça um médico deve ser procurado imediatamente.

Mamografia: mitos e verdades

Toda mulher deve fazer periodicamente a mamografia para detectar possíveis nódulos e tumores nas mamas. Esse exame de rotina é entendido de maneira errada por algumas pessoas, que acabam ficando apavoradas. Por isso, esclarecemos as principais dúvidas:

A mamografia é o principal exame para detectar o câncer de mama?

Sim. A partir dos 35 anos, toda mulher deve realizar, pelo menos, uma vez por ano a mamografia. É muito importante encontrar tumores malignos precocemente, pois o índice de cura para a doença é de 95%, quando detectada no início.

Mulheres com casos de câncer de mama na família têm mais chance de desenvolver a doença?

Sim. Essa mulher também deve seguir a mesma rotina de exames. Se o câncer do parente tiver surgido antes dos 35 anos, ela deve diminuir o período de intervalo entre as mamografias. Para isso, é importante sempre consultar um médico.

A ultrassonografia é melhor do que mamografia?

Isso é um mito. Os dois exames são complementares. Por ser um exame de raios-X, que  possibilita a visualização de microcalcificações na mama, a mamografia deve ser complementada com uma ultrassonografia, que é  capaz de visualizar nódulos sólidos e císticos.

Mamografia dói muito?

Isso também não é verdade. Embora cause um desconforto, pois as mamas são comprimidas, essa dor é um mal necessário. Atualmente,  com os aparelhos digitais, o exame é muito mais rápido e eficiente.

Além do diagnóstico precoce, a mulher pode tomar outras medidas que previnem contra o câncer de mama?

Para preveni-lo, é preciso adotar hábitos saudáveis na rotina e na alimentação. Não fumar, evitar bebidas alcoólicas e ter uma alimentação equilibrada são algumas práticas fundamentais para se proteger contra a doença.

 

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A gestante deve comer por dois?

A mulher grávida deve ingerir mais calorias, principalmente se ela tem uma vida ativa, de trabalho e atividades físicas. No entanto, para alimentar-se e nutrir o bebê adequadamente ela não precisa comer por duas pessoas.

É preciso cuidar da alimentação. Filhos de mulheres que engordam muito na gestação correm mais risco de desenvolver diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e renais, além da obesidade.

A alimentação inadequada pode gerar complicações para a saúde da gestante.  Ela também pode ter diabetes, dificuldade para respirar e hipertensão, ainda que não seja portadora de doenças desse tipo antes da gravidez.

Uma alimentação saudável e equilibrada, com refeições fracionadas e sem muito açúcar ou sal pode ser uma boa solução para se prevenir contra esses males. O ideal é fazer seis refeições pequenas por dia. Essa dieta deve conter frutas e legumes.

Veja até quanto uma gestante deve engordar durante a gravidez:

– Mulher com baixo peso: a gestante deve ganhar de 12,5 a18 Kgno total.
– Com peso normal: a gestante deve adquirir de 11,5 a 16 Kg no total.
– Já no sobrepeso o ganho deve ser de 7 a 11,5 Kg até o final das 40 semanas.
– Na obesidade, o ganho deve ser de até7 Kg no final das 40 semanas de gestação

 

Amamentação: mitos e verdades

Logo após o nascimento do bebê, a nova mãe pode ter uma série de dúvidas sobre amamentação. As pessoas dizem muitas coisas que nem sempre são verdade. A Pro Matre Paulista tenta esclarecer algumas delas:

Bebê que mama no peito precisa beber água?

Não, pois o leite materno contém água suficiente para hidratar o bebê. Além disso, é o alimento mais completo que existe. Por isso, não é preciso oferecer mais nada à criança durante os seis primeiros meses de vida.

O bebê deve mamar 20 minutos em cada peito?

Isso é um mito. Cada bebê tem uma necessidade de alimentação específica. Em casa, a mãe deve oferecer o seio sempre que a criança quiser mamar,  no entanto, o tempo que ela suga  cada mama pode variar de um bebê para outro. Além disso, o bebê pode ficar satisfeito com apenas um dos seios. É importante, sempre, iniciar a mamada seguinte pela mama em que o ele mamou da última vez.

O bebê deve mamar de três em três horas?
Também é um mito. A necessidade de mamar varia muito. No entanto, é preciso ficar atenta para que o intervalo entre as mamadas não ultrapasse quatro horas. A mãe deve certificar-se de que o bebê está  ingerindo a quantidade de leite suficiente para satisfazê-lo.

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Atividade física: mitos e verdades

Até algum tempo atrás, a prática de exercícios físicos na gestação não era indicada. Atualmente, sabe-se que atividades físicas trazem benefícios tanto para a mulher como para o bebê. Alguns cuidados precisam ser tomados e a grávida nunca deve praticá-los sem a orientação de um obstetra.

O importante é saber qual tipo de exercício combina melhor com cada momento específico da gravidez. Também é preciso tomar cuidado para não exagerar. As dúvidas mais frequentes são:

Gestantes podem se lesionar mais facilmente?

Sim. O organismo da mulher produz doses altas de relaxina – hormônio que alarga as articulações e aumenta a flexibilidade e mobilidade aos ossos da bacia – para que a passagem do feto na hora do parto seja facilitada. Os ligamentos e articulações também são afrouxados, fazendo com que os tornozelos, joelhos, ombros e coluna fiquem mais sucetiveis a lesões.

Qual é o exercício mais indicado?

A hidroginástica, pois essa prática evita torções e sobrecargas. A atividade mais indicada pelos médicos evita o impacto nas articulações. Para queimar calorias, melhorar a condição cardiovascular e a resistência muscular, a intensidade do exercício deve ser alta, deixando a gestante cansada (não ofegante) depois da aula.

Gestantes não podem correr?

Isso é um mito. Uma vez que a corrida é liberada pelo ginecologista e pelo cardiologista, é preciso seguir alguns cuidados,  como reduzir a intensidade e não ultrapassar seu limite.