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O risco de ter uma criança com síndrome aumenta com a idade da mulher: mito ou verdade?

Verdade. O risco de gerar uma criança com retardo mental ou portadora de algum tipo de síndrome é uma aflição comum dos casais, especialmente quando a mulher já passou dos 35 anos. A chance de uma mulher de 35 anos gerar um bebê com Síndrome de Down é de 0,5%. Aos 40, 1%. Aos 45, 5%. Se ela já teve um bebê com esta síndrome, a cada um desses percentuais, some-se 1%.

Os recursos da medicina fetal permitem detectar, já no início da gestação, a ocorrência de alterações genéticas ou cromossômicas. Atualmente, um procedimento conhecido como PGD, de alto custo, permite analisar os 23 cromossomos do embrião a ser implantado em fertilizações in vitro, minimizando as chances do surgimento de síndromes.

“No ultrassom morfológico do primeiro trimestre, alterações nas medidas de translucência nucal, ducto venoso ou osso do nariz podem indicar a presença de algum tipo de síndrome, indicando a obtenção de células do feto, por meio de biópsia de vilo corial (entre 11 e 14 semanas de gestação) ou amniocentese (entre a 16ª e a 25ª semanas)”, informa Dr. Guilherme Loureiro, da Pro Matre Paulista.

Alguns casais manifestam insegurança para a realização desse tipo de exame, por conta do risco de perda. O médico conclui, desmistificando esse temor: “esse risco é de 0,5 a 0,7%, se estendendo por até sete dias, porém concentrado nas primeiras 72 horas após o exame, sugerindo repouso relativo nos sete dias seguintes.”

 

 

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