Pro Matre realiza Mesa Redonda sobre Amamentação

mesa redonda amamentação

Para tirar as muitas dúvidas que as mamães e gestantes têm sobre amamentação e discutir o tema da Semana Mundial do Aleitamento Materno deste ano, “trabalhar juntos para o bem comum”, promovendo o apoio à mulher que amamenta, a Pro Matre Paulista realiza neste mês uma Mesa Redonda.

O evento acontecerá no dia 23, a partir das 19h, no Auditório Pro Matre, e contará com a participação das especialistas dra. Mônica Carceles, neonatologista; Rosmaria Pirollo, gerente de enfermagem da Pro Matre e Mariana Bonsaver, psicóloga da maternidade.

Além delas, participarão influenciadores digitais ligados ao assunto, como Carol Melhem e seu marido Elam Lima, do canal Cuca de Pai Cachola de Mãe no YouTube. E também mães que se inscreverem pelo site Pro Matre.

As inscrições são gratuitas e limitadas. O Auditório Pro Matre fica na Rua Vergueiro, 1061, próximo à estação Vergueiro do metrô.

O nosso evento foi destaque nos veículos Click Bebê, Metrô News, Gazeta, Guia do Bebê.

Amamentação para quem tem silicone nos seios

amamentação silicone

Mulheres com próteses de silicone nos seios geralmente têm dúvidas a respeito da amamentação. Para responder algumas das questões mais comuns sobre isso, conversamos com a Dra. Monica Carceles, neonatologista da Pro Matre Paulista.

Há restrições com relação à amamentação para mães com silicone nas mamas?

A prótese de silicone, em geral, não impede e nem dificulta a amamentação. Mas depende da técnica utilizada na cirurgia. Se houver cortes nos dutos mamários e nos nervos ao redor da aréola, ou se a prótese for muito grande, o aleitamento poderá ser prejudicado.

A ruptura da prótese na mama pode contaminar o leite materno?

Os estudos mais recentes não mostram problemas de saúde em bebês amamentados por mães com próteses de silicone. Nos casos de ruptura da prótese também não foram detectados problemas.

Pais e Gravidez: Empatia e Inexperiência

pais e gravidez

Há homens que se fazem presentes e parceiros, mas, por falta de experiência, não sabem ao certo como lidar com a gravidez da companheira. E há também aqueles que se envolvem tanto que, por vezes, relatam sentir os sintomas da gravidez.

Para falar sobre a relação dos homens com a gestação e a paternidade, conversamos com o Dr. Alberto D’Auria, obstetra da Pro Matre Paulista.

“Quando um casal tem uma sintonia de convívio e de ideias, com o passar do tempo um consegue saber o que o outro está pensando ou sentindo”, diz o médico. “Quem tem essa experiência sabe que não é preciso falar para que o outro entenda o que quer”, complementa.

Isso explicaria o porquê de alguns homens também sentirem a gestação, comenta o obstetra: “pensando dessa forma, quando o elo de ligação entre o marido e a gestante é muito forte, o homem sente os sintomas da gravidez de forma clara e passa a ter modificações comportamentais e físicas semelhantes às da parceira”.

“Muitos ganham peso, têm náuseas e outros sintomas do período gestacional. Essa síndrome, chamada couvade, é muito frequente, porém recebe menos atenção, muitas vezes do obstetra e da família”, esclarece Dr. D’Auria.

O assunto é polêmico, afirma, mas já é reconhecido pela classe médica e suas causas são discutidas no terreno da psicanálise, da psicossomática, explica o obstetra.

“Na minha experiência, são mais suscetíveis à essa síndrome homens que desejam chamar a atenção durante o período gestacional por se sentirem abandonados”, avalia. “Homens filhos de famílias pequenas ou até mesmo filhos únicos têm mais chance de se comportarem assim”, diz.

E quanto ao papel do pai dentro deste novo contexto em sua vida? Homens mais presentes no ambiente familiar se tornaram referência na sociedade, como é o caso do ator Rodrigo Hilbert. Mas, por inexperiência, alguns futuros pais não dimensionam sua importância no processo, ficando dessa forma menos atuantes.

Existem dicas para que homens e mulheres que estão esperando um bebê se ajudem mutuamente durante a gestação?

Para o Dr. D’Auria, “não é fácil atravessar esse rito de passagem. Perder a mulher para ganhar a mãe do seu filho. E há as mudanças no contexto familiar, onde o homem perdeu seu reinado e suas prioridades”.

Ele avalia que, com a mudança no modelo, o comando familiar “agora ganha uma gestão participativa, tanto no direcionamento quanto no sustento dessa família.”

Por conta da mudança comportamental, analisa o médico, os homens passaram a “liberar o instinto de proteção da espécie – cuidando da cria – e não mais o instinto somente de preservação da espécie, se contentando somente em fornecer bons espermatozoides. Um modelo muito antigo”.

Amamentação e Família

amamentação e família

O tema da Semana Mundial da Amamentação (World Breastfeeding Week) deste ano é “Amamentar. Ninguém pode fazer por você. Todos podem fazer junto com você.” A intenção é conscientizar sobre a importância do apoio à mãe que amamenta e a ampliação da rede de suporte ao aleitamento materno.

Quem fala a respeito do papel da família e da sociedade na promoção da amamentação é a neonatologista da Pro Matre Paulista, Dra. Monica Carceles.

“O estabelecimento da amamentação não é evento fácil,” lembra a médica. “Portanto, é importante que a mãe possa solicitar e ter ajuda nas diversas fases do aleitamento,” complementa.

E isso deve começar logo após o parto, recomenda a neonatologista. “Ainda na maternidade, a mãe precisará de ajuda para saber quando e como colocar o seu bebê para mamar. O início pode ser difícil, pois a mãe e o bebê estarão aprendendo o processo da amamentação.”

O papel da família neste processo é fundamental. “O apoio da família pode ser dado de diversas formas,” diz a especialista. “Por exemplo, permitindo que a mãe descanse durante o dia, ajudando nas tarefas da casa. Ou segurando o bebê para arrotar após as mamadas. E até mesmo orientando que as visitas, na maternidade ou em casa, sejam rápidas e tranquilas,” exemplifica, recordando que “sem apoio, é difícil amamentar.”

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Leite materno e a saúde do bebê

leite materno

O leite materno é o melhor alimento para os bebês, afirma a neonatologista da Pro Matre Paulista, Dra. Monica Carceles, que deu orientações às mães sobre amamentação.

“São raras as situações nas quais o leite materno está contraindicado,” diz a médica, que lembra, “a Organização Mundial da Saúde orienta que os bebês sejam alimentados exclusivamente com leite materno nos primeiros seis meses de vida.”

A amamentação oferece proteção ao recém-nascido, conta Dra. Monica: “as crianças alimentadas com leite materno têm menor chance de contrair, na infância, infecções de ouvido, diarreias, infecções respiratórias, dermatites e alergias. Têm ainda menor risco de Síndrome de Morte Súbita. Alguns trabalhos recentes associam o aleitamento materno a um melhor desenvolvimento neurológico e maior QI (Quociente de Inteligência). É também verificada menor incidência de diabetes do tipo 1 e menor taxa de obesidade.”

O aleitamento materno é essencial para a saúde do recém-nascido porque o colostro, “que é o leite que surge no final da gestação e vai até o 3º ou 5º dia do pós-parto, é rico em proteínas, em sódio, em anticorpos e células de defesa. A quantidade produzida varia entre 2 a 20 ml por mamada. É portanto, uma quantidade pequena quando comparada com o leite maduro. Mas é a quantidade necessária para estes primeiros dias de vida,” explica.

Além disso, “os componentes do leite materno variam conforme a idade da criança, com o horário do dia e até mesmo durante a mesma mamada e estão na quantidade necessária para um perfeito desenvolvimento,” reforça a especialista.

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Medicina Fetal: Cuidados com a saúde do seu bebê antes mesmo do nascimento

grávida com ultrassom sobre a barriga

Ainda na barriga da mãe, é possível detectar e tratar diversas doenças que o bebê possa vir a ter. Mas para isso, é preciso que a gestante conte com uma estrutura hospitalar extremamente especializada, operada com competência por uma equipe médica experiente.

A Pro Matre Paulista ampliou seu serviço de Medicina Fetal com equipamentos de última geração que permitem a realização dos mais diversos tipos de cirurgias fetais existentes.

A nova estrutura conta com mais uma sala de ultrassom para atendimento laboratorial e aumento do corpo clínico.

“Agora a instituição oferece as mais avançadas técnicas de tratamento das patologias fetais,” diz o Dr. Fábio Peralta, coordenador do serviço de Medicina Fetal na Pro Matre. “A equipe vai atuar de acordo com o que há de mais moderno no mundo para este segmento, realizando cirurgias para correção de mielomeningocele, ventriculomegalia cerebral, hérnia diafragmática, transfusão feto-fetal, obstrução urinária e anemias fetais, entre outras.”

Diagnósticos

“Nosso objetivo é que o serviço de Medicina Fetal da Pro Matre seja o melhor do País, oferecendo a seus pacientes desde o diagnóstico ao tratamento,” defende Dr. Fábio. Na área de diagnósticos, o serviço já é responsável por exames invasivos, como biópsia de vilo corial, cordocentese, além de ultrassonografias.

“A medicina fetal merece muita atenção e cuidado por fazer parte de um atendimento multidisciplinar, com serviço de obstetrícia, neonatologia e cirurgias de ponta,” explica o médico.

Mais informações sobre o serviço de Medicina Fetal da Pro Matre Paulista você encontra em nosso site.

Para agendamento de exames, ligue: (11) 5080-6070

Quais Cuidados Devemos ter com os Bebês Durante o Inverno?

Se os adultos sofrem com o inverno e estão mais predispostos a doenças respiratórias, imagine recém-nascidos que ainda não possuem um sistema imunológico maduro, e por isso estão mais suscetíveis a infecções.

Os cuidados com eles devem ser redobrados e o Dr. André Dutra, pediatra da Pro Matre Paulista dá orientações e recomendações para os pais.

  • Meu bebê ainda não tomou todas as vacinas, quais os cuidados que devo ter com ele?

As vacinas são substâncias produzidas para proteger os indivíduos contra doenças específicas. Portanto, até receber o esquema completo de determinada vacina, o indivíduo está suscetível a contrair aquela doença. Acontece que as pessoas associam o fato de a criança ter recebido as primeiras doses de vacina com um menor risco de adoecer, o que não é verdade. O raciocínio poderia ser empregado apenas para a doença vacinal. Mas quanto às demais exposições o risco ainda existe. Dessa forma, devemos entender um recém-nascido e um lactente como um indivíduo imunossuprimido, com maior risco de adoecimento. Portanto, evitar a exposição excessiva é uma forma de protegê-los.

  • Preciso agasalhar muito o recém-nascido mesmo dentro de casa?

Não. Agasalhar não irá proteger o recém-nascido de adoecer. Deve-se escolher a quantidade de roupa dependendo da temperatura ambiental. Para isso, devemos lembrar que o recém-nascido perde mais calor que os adultos e, portanto, necessita de mais peças de roupa.

  • Meu bebê recém-nascido pode tomar vacina para gripe?

Não. A vacina da gripe está liberada apenas para maiores de seis meses de idade. Uma forma de proteger o recém-nascido do vírus influenza é vacinar os cuidadores, os pais, as pessoas com contato diário com o bebê.

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Dúvidas comuns sobre recém-nascidos

O bebê nasceu. Passada a alegria do momento mais que especial, é normal que surjam dúvidas e inseguranças na cabeça dos pais. Nesta hora é importante o apoio de pessoas que já passaram pela experiência e médicos.

Quem ajuda a responder a algumas questões comuns que surgem após o parto é o Dr. André Dutra, pediatra da Pro Matre Paulista.

Por exemplo, até quantos dias o bebê é considerado recém-nascido? O especialista esclarece: “o bebê é considerado recém-nascido até completar 28 dias de vida.”

E quando devo levar a criança pela primeira vez ao pediatra? “A ida ao pediatra deve ser programada para entre 48 e 72 horas após a alta hospitalar, ou entre 5 a 7 dias de vida,” orienta.

Outra dúvida comum é a respeito do batimento cardíaco e respiração acelerados dos bebês. Isso é normal? Dr. André tranquiliza: “sim, a frequência cardíaca do bebê e da criança é maior que a frequência cardíaca do adulto. Quanto menor a criança, mais rápido irá bater o coração. O mesmo raciocínio se aplica à respiração. Enquanto recém-nascido, a respiração pode apresentar um padrão periódico, ou seja, pode alternar entre momentos rápidos e superficiais, com pausas e respirações mais profundas.”

Muitos pais se preocupam também com a “moleira”. Quanto tempo demora para ela fechar? “A moleira existe para permitir o crescimento cerebral que se encontra bastante acelerado nos primeiros anos de vida, em especial, no primeiro ano. A moleira, ou fontanelas, fica menos visível e palpável com o tempo, mas geralmente aos 18 meses não é mais possível identificá-la,” explica o pediatra.

Banho de Sol para o Bebê no Inverno: O Que Muda?

A rotina do banho de sol para o bebê, importante para evitar o raquitismo e fortalecer os ossos da criança, devido à ativação da vitamina D, que auxilia na absorção do cálcio, deve ser alterada com a chegada do inverno?

Luciana da Costa, nutricionista da Pro Matre Paulista, deu orientações a respeito para o site Click Bebê.

“A alimentação é responsável por suprir apenas 20% a 30% das necessidades diárias de vitamina D,” explica a especialista. “O restante vem do suplemento da vitamina e da própria exposição solar. Por isso, a alimentação, o medicamento e a exposição solar precisam ser realizadas de forma contínua durante o primeiro ano de vida.”

Quanto às mudanças para a estação mais fria, Luciana esclarece que os horários são os mesmos que no verão: antes das 10h da manhã ou depois das 16h. Não é porque o dia está nublado que o perigo da radiação solar diminui. “A exposição ao sol para a síntese de vitamina D deve ocorrer com o bebê vestido – apenas face e mãos expostas, sem chapéu durante três vezes por semana,” recomenda Luciana. No inverno, como a criança fica com o corpo menos exposto, o banho de sol pode ser um pouco mais longo, durante cerca de 15 minutos.

Quer saber mais sobre o assunto? Clique aqui e leia a reportagem completa do Click Bebê.

Icterícia: Saiba Mais sobre a Condição que Afetou os Bebês de Beyoncé

Não é uma doença que mantêm no hospital os filhos da cantora Beyoncé, nascidos na semana passada. Os gêmeos, de acordo com o site americano TMZ, estão com icterícia, uma condição que indica que o fígado não processa a bilirrubina, um composto produzido no sangue.

Mas a icterícia é comum? Qual é o seu tratamento? Dra. Mônica Carceles, neonatologista da Pro Matre Paulista, respondeu a estas questões, em entrevista ao portal UOL.

“Bebês produzem mais icterícia do que adultos e como nascem com o fígado imaturo é grande a chance de terem icterícia, 70% dos recém-nascidos manifestam o problema,” tranquiliza a especialista, que explica, a forma mais comum é a icterícia fisiológica, que se manifesta no segundo dia de vida do bebê.

Agora, se o bebê for prematuro, com o fígado ainda mais imaturo, o problema costuma ser mais intenso, alerta Mônica, que lembra que a icterícia pode ocorrer ainda por incompatibilidade sanguínea entre mãe e filho.

Geralmente não é necessário nenhum tratamento, já que os níveis de bilirrubina começam a cair poucos dias depois. No entanto, se os índices do composto estiverem muito altos na criança, a médica recomenda a fototerapia, que deve ser feita no hospital. “O bebê precisa de intervenção porque o composto pode impregnar em determinadas áreas do cérebro e provocar danos neurológicos.”

E o problema não atinge apenas recém-nascidos, a neonatologista conta que a icterícia ocorre em adultos com hepatite ou deficiência da enzima G6PD, e neste caso é preciso aguardar que o corpo se estabilize por conta própria, mas “além da coloração amarelada da pele, não haverá outras consequências,” afirma.

Para saber mais sobre o tema, clique aqui e leia a reportagem completa do UOL.